
{"id":23,"date":"2024-07-24T09:53:00","date_gmt":"2024-07-24T12:53:00","guid":{"rendered":"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/?post_type=parque-apa-e-unidade&#038;p=23"},"modified":"2026-04-16T09:44:28","modified_gmt":"2026-04-16T12:44:28","slug":"parque-estadual-de-terra-ronca-peter","status":"publish","type":"parque-apa-e-unidade","link":"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/parque-apa-e-unidade\/parque-estadual-de-terra-ronca-peter\/","title":{"rendered":"Parque Estadual de Terra Ronca (PETER)"},"content":{"rendered":"\n<p id=\"historia\"><strong>HIST\u00d3RIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No nordeste goiano, na divisa de Goi\u00e1s com a Bahia, o Parque Estadual de Terra Ronca (PETER) abriga um dos maiores complexos de cavernas e grutas de todo continente americano. S\u00e3o 57 mil hectares dos munic\u00edpios de S\u00e3o Domingos e Guarani de Goi\u00e1s voltados para a preserva\u00e7\u00e3o desse rico universo subterr\u00e2neo, moldado pela a\u00e7\u00e3o da natureza por milhares de anos.<\/p>\n\n\n\n<p>As mais de mil cavidades subterr\u00e2neas, boa parte delas sequer exploradas, despontam entre as mais importantes regi\u00f5es espeleol\u00f3gicas de todo o mundo, atraindo desde os idos de 1800 o interesse de pesquisadores de diversas nacionalidades interessados em estudar a riqueza das suas composi\u00e7\u00f5es espeleol\u00f3gicas. A forma\u00e7\u00e3o do complexo de cavernas do PETER data de 620 milh\u00f5es de anos, sendo que das milhares existentes, apenas quarenta delas j\u00e1 foram exploradas cientificamente e mapeadas. Atualmente, est\u00e3o liberados o acesso a apenas dez cavernas para visita\u00e7\u00e3o p\u00fablica, sempre acompanhada por guias locais. Vale ressaltar, que algumas cavernas apresentam grau de acessibilidade avan\u00e7ada n\u00e3o sendo recomendado a todo o p\u00fablico e requer anu\u00eancia da administra\u00e7\u00e3o do PETER.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos idos de 1840, o escoc\u00eas George Gardner foi um dos primeiros a registrar a exist\u00eancia de rios subterr\u00e2neos na regi\u00e3o. Em 1970, o ge\u00f3logo Oscar Braun trouxe um artigo na revista cient\u00edfica \u201cEspeleologia das Sociedade Excursionista e Espeleol\u00f3gica\u201d, relatando a descoberta de v\u00e1rias cavidades subterr\u00e2neas na Terra Ronca. Seu artigo motivou a realiza\u00e7\u00e3o da primeira expedi\u00e7\u00e3o espeleol\u00f3gica organizada para mapear a regi\u00e3o, momento em que a lapa Terra Ronca foi amplamente estudada.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste mesmo ano, a publica\u00e7\u00e3o patrocinou uma travessia completa na Gruta Terra Ronca, trazendo pesquisadores para realizarem o estudo topogr\u00e1fico da sua extens\u00e3o de 4.850 metros; incluindo na mesma expedi\u00e7\u00e3o o mapeamento de 1.750 metros da lapa de S\u00e3o Bernardo.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma segunda expedi\u00e7\u00e3o no ano seguinte teve como objetivo o reconhecimento de toda a \u00e1rea, envolvendo 5.600 quil\u00f4metros de abrang\u00eancia e estudos promovidos em cavernas da cidade goiana de Posse e at\u00e9 da Bahia. A partir do que foi observado nestas duas expedi\u00e7\u00f5es, a Terra Ronca passou a figurar entre as \u00e1reas de maior interesse dos espele\u00f3logos do Brasil e do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ano ap\u00f3s ano, expedi\u00e7\u00f5es organizadas com pesquisadores de v\u00e1rias nacionalidades dedicaram-se a mapear e catalogar as riquezas geomorfol\u00f3gicas do sistema de grutas desta regi\u00e3o t\u00e3o rica. Cada uma delas buscou enriquecer os estudos sobre levantamento geogr\u00e1fico, geol\u00f3gico, hidrogr\u00e1fico e biol\u00f3gico da regi\u00e3o, compondo um rico acervo cient\u00edfico sobre as cavernas e todo o seu entorno.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses grupos de pesquisadores eram recepcionados e guiados por moradores locais, que reproduziam seus conhecimentos adquiridos sobre os recursos naturais e a riqueza das plantas que comp\u00f5em o bioma Cerrado, transmitindo conhecimentos sobre os benef\u00edcios de cada uma das ervas para a cura de enfermidades diversas. Uma troca de conhecimento e sabedoria ancestral que enriqueceu sobremaneira o trabalho dos renomados cientistas. Durante o trabalho de campo, ficou evidente o valor do conhecimento adquirido pelos membros da comunidade local, que ofereciam seus ensinamentos etnobot\u00e2nicos sobre os recursos naturais, em especial sobre a flora e fauna existente.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/DSC0447-2-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1195\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Caverna S\u00e3o Vicente<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p id=\"objetivos\"><strong>OBJETIVOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O PETER destina-se a preservar a flora, a fauna, os mananciais e, em particular, as \u00e1reas de ocorr\u00eancia de cavidades naturais subterr\u00e2neas e seu entorno, protegendo s\u00edtios naturais de relev\u00e2ncia ecol\u00f3gica e reconhecida import\u00e2ncia tur\u00edstica. Existe na \u00e1rea fei\u00e7\u00f5es como cavernas, grutas e dolinas, al\u00e9m da riqueza da fauna e flora exclusivas do ambiente cavern\u00edcola, bem como esp\u00e9cies do Cerrado amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o. A regi\u00e3o possui belezas c\u00eanicas como corredeiras e rios de \u00e1guas cristalinas, com grande potencial para o desenvolvimento do ecoturismo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1191\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/DSC0202-2-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1191\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Caverna Terra Ronca I<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1190\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/DSC0242-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1190\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Caverna Terra Ronca I<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p id=\"informacoes\"><strong>INFORMA\u00c7\u00d5ES GERAIS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A forma\u00e7\u00e3o do complexo de cavernas do PETER deu-se mediante a a\u00e7\u00e3o de rios que nascem na Serra Geral. Conforme seguem o fluxo, suas \u00e1guas v\u00e3o ganhando vaz\u00e3o sobre maci\u00e7os de quartzito, contribuindo para a forma\u00e7\u00e3o de rochas calc\u00e1rias, abundantes na regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente o PETER contempla tr\u00eas dos dez maiores sistemas cavern\u00edcolas brasileiros. A Lapa de S\u00e3o Matheus \u00e9 a terceira mais extens\u00e3o do Brasil com 22.690 metros mapeados, enquanto que a Lapa S\u00e3o Vicente I \u00e9 a sexta colocada, com extens\u00e3o de 16.390 metros. J\u00e1 a Lapa da Ang\u00e9lica \u00e9 a nona do ranking com 14.100 metros.<\/p>\n\n\n\n<p>As cavernas visitadas impressionam pelas in\u00fameras formas e cores apresentadas de seus espeleotemas. Estalactites e estalagmites de diferentes formatos tamb\u00e9m impressionam. A a\u00e7\u00e3o de milhares de anos lhes conferiu formas e espessuras de propor\u00e7\u00f5es monumentais, resultando em colunas grandes di\u00e2metros. Os espeleotemas oferecem valiosas informa\u00e7\u00f5es sobre suas morfologias, g\u00eanese, composi\u00e7\u00e3o mineral\u00f3gica e equil\u00edbrio mec\u00e2nico.<\/p>\n\n\n\n<p>Seu estudo permite compreender as mudan\u00e7as de temperatura sofridas pela atmosfera nos \u00faltimos milhares de anos, o que leva \u00e0 compreens\u00e3o sobre as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e ao aumento da temperatura na Terra. As cavernas s\u00e3o verdadeiros laborat\u00f3rios que nos contam dados cient\u00edficos de s\u00e9culos passados. Sendo a sua preserva\u00e7\u00e3o, uma forma de compreender a evolu\u00e7\u00e3o do planeta pelo avan\u00e7o das eras.<\/p>\n\n\n\n<p>A regi\u00e3o apresenta uma rede de drenagem bastante rica e extensa. Todos os cursos d\u2019\u00e1gua da regi\u00e3o, como o rio Ang\u00e9lica, o maior rio subterr\u00e2neo da Am\u00e9rica Latina, e o rio S\u00e3o Vicente, do qual \u00e9 afluente, o Divin\u00f3polis, os c\u00f3rregos S\u00e3o Jo\u00e3o, do Solu\u00e7o, do Cip\u00f3, Cana Brava, Grot\u00e3o, Jata\u00ed, o ribeir\u00e3o S\u00e3o Vicente, o rio S\u00e3o Bernardo, o rio do Freio e o rio da Lapa, que atravessa a Caverna de Terra Ronca, dentre outros, prov\u00eam de nascentes situadas ao p\u00e9 da Serra Geral de Goi\u00e1s, na divisa com a Bahia. Os mananciais localizam-se nas mais belas veredas da regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As manifesta\u00e7\u00f5es culturais presentes na regi\u00e3o de Terra Ronca se destacam pela Festa do Bom Jesus da Lapa de Terra Ronca, \u00e9 uma tradi\u00e7\u00e3o do in\u00edcio do s\u00e9culo em que re\u00fane moradores das cidades vizinhas e romeiros de Goi\u00e1s, onde os romeiros mant\u00eam a cren\u00e7a nos poderes milagrosos da gruta. Caverna de Terra Ronca \u00e9 importante local de peregrina\u00e7\u00f5es no roteiro religioso do pa\u00eds, sendo que a romaria ocorre em agosto, a primeira missa foi celebrada na regi\u00e3o antes mesmo de existir qualquer igreja no local. Tornou-se tradi\u00e7\u00e3o anual, atraindo fi\u00e9is e moradores dessa e de outras regi\u00f5es para batismos, casamentos e pagamento de promessas. Para a popula\u00e7\u00e3o local \u00e9 um elemento de inestim\u00e1vel valor cultural, biogr\u00e1fico e refer\u00eancia \u00e0 vida de cada fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p>O parque tamb\u00e9m nos brinda com o contato a s\u00edtios geol\u00f3gicos, arqueol\u00f3gicos (pinturas rupestres) e paleontol\u00f3gicos importantes que nos auxiliam na compreens\u00e3o dos \u201ccaminhos\u201d de nossos povos ancestrais. Estes entre outros tantos atrativos torna o Parque Estadual de Terra Ronca e entorno um dos principais destino de turismo no cerrado brasileiro, al\u00e9m de dispor de um roteiro tur\u00edstico recomendado a qualquer faixa et\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/DSC0437-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1192\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Caverna S\u00e3o Vicente<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p id=\"legislacao\"><strong>LEGISLA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/legisla.casacivil.go.gov.br\/pesquisa_legislacao\/84853\/lei-10879\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/legisla.casacivil.go.gov.br\/pesquisa_legislacao\/84853\/lei-10879\">Lei n\u00ba 10.879\/1989<\/a> &#8211; Cria\u00e7\u00e3o do PETER<br><a href=\"https:\/\/legisla.casacivil.go.gov.br\/pesquisa_legislacao\/62598\/decreto-4700\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/legisla.casacivil.go.gov.br\/pesquisa_legislacao\/62598\/decreto-4700\">Decreto n\u00ba 4.700\/1996<\/a> &#8211; Delimita\u00e7\u00e3o do PETER<br><a href=\"https:\/\/legisla.casacivil.go.gov.br\/pesquisa_legislacao\/66544\/decreto-7996\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/legisla.casacivil.go.gov.br\/pesquisa_legislacao\/66544\/decreto-7996\">Decreto n\u00ba 7.996\/2013<\/a> &#8211; Declara\u00e7\u00e3o de utilidade p\u00fablica do PETER<\/p>\n\n\n\n<p id=\"localizacao\"><strong>LOCALIZA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sede do PETER: Zona Rural, \u00e0 13 Km do Povoado de S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista, atrav\u00e9s da estrada de terra que liga o povoado at\u00e9 o Povoado da Piteira, munic\u00edpio de S\u00e3o Domingos-GO.<\/p>\n\n\n\n        <div style=\"margin-top: 30px\">\r\n        <iframe\r\n            src=\"https:\/\/siga.meioambiente.go.gov.br\/maps\/738\/embed\"\r\n            width=\"100%\"\r\n            height=\"500px\"\r\n            style=\"border: none;\">\r\n        <\/iframe>\r\n    <\/div>\r\n\r\n\n\n\n\n<section id=\"atrativos\" class=\"wp-block-group\"><p><strong>ATRATIVOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quem visita o Parque Estadual da Terra Ronca fica surpreso primeiramente pela impressionante Serra Geral vis\u00edvel em praticamente toda a estrada de acesso ao Parque Estadual de Terra Ronca. Um atrativo \u00e0 parte dentre as in\u00fameras cavernas, cada uma delas com sua singularidade e beleza \u00fanica. O contato com o povo local tamb\u00e9m \u00e9 um exerc\u00edcio engrandecedor \u00e0 medida que permite a troca de experi\u00eancias sobre a riqueza do bioma Cerrado, transmitida de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o h\u00e1 s\u00e9culos. Confira a seguir a descri\u00e7\u00e3o sobre as principais cavernas abertas \u00e0 visita\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lapa Terra Ronca I e II<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro contato com a Lapa Terra Ronca I \u00e9 de tirar o f\u00f4lego. Os 96 metros de abertura da cavidade e 120 metros de largura impressionam pela sua magnitude. O caminho margeando o rio da Lapa que leva at\u00e9 a boca da caverna \u00e9 extremamente acess\u00edvel e agrad\u00e1vel, conduzindo o visitante por \u00e1rvores monumentais, trepadeiras floridas e uma mata ciliar nativa.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/DSC0162-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1153\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Caverna Terra Ronca I<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/MG_2663-2-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1196\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Caverna Terra Ronca I<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A limpidez das \u00e1guas do rio da Lapa, que adentra a caverna, conquista o olhar com sua colora\u00e7\u00e3o esverdeada. Logo na boca da caverna j\u00e1 despontam as primeiras estalactites. Na sua entrada foi instalado um altar e a Sala dos Milagres, onde est\u00e3o depositadas oferendas trazidas anualmente por romeiros devotos de Bom Jesus da Lapa.<\/p>\n\n\n\n<p>Adentrar a Terra Ronca I reserva o acesso a sal\u00f5es esplendorosos que chegam a mais de 700 metros de comprimento, com destaque para o Sal\u00e3o dos Namorados. Logo no in\u00edcio da travessia, o visitante tem a sua primeira aventura real ao fazer uma travessia dentro do rio da Lapa para acessar a outra margem. O trecho da Terra Ronca I tem, no teto, duas claraboias, provavelmente dolinas surgidas do desabamento da ab\u00f3bada.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/MG_2726-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1198\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Caverna Terra Ronca I<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Ao seu final, uma trilha em meio \u00e0 mata nativa conduz \u00e0 outra entrada, a da Terra Ronca II, com 120 metros de boca e uma caminhada de um quil\u00f4metro pelo seu interior, para que sejam visitados todos os sal\u00f5es, com destaque para o sal\u00e3o principal, onde nos meses de abril a julho acontece um fen\u00f4meno chamado raio azul, que \u00e9 o per\u00edodo em que o sol est\u00e1 posicionado em uma angula\u00e7\u00e3o que permite que seus raios adentrem um v\u00e3o da caverna por volta de 13 horas da tarde, e a umidade do interior da caverna converta os raios em uma colora\u00e7\u00e3o azul.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/DSC0261-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1157\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Raio Azul na Caverna Terra Ronca II<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Para os mais aventureiros grupos s\u00e3o formados para pr\u00e1tica de rapel na abertura da Lapa de Terra Ronca I, onde os visitantes sobem em meio as Matas Secas at\u00e9 o topo da caverna e descem no centro da abertura da caverna at\u00e9 o leito do rio da Lapa.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/DSC0153-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1154\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Rapel na entrada da Lapa Terra Ronca I<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Lapa do S\u00e3o Bernardo &#8211; Palmeiras<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esse sistema de cavernas \u00e9 composto por duas grutas principais: S\u00e3o Bernardo II e a S\u00e3o Bernardo &#8211; Palmeiras, que receberam esse nome pelos rios S\u00e3o Bernardo e Palmeiras que percorrem o seu interior. O acesso principal \u00e0 galeria S\u00e3o Bernardo \u00e9 feito por meio de uma dolina que est\u00e1 a 200 metros do sumidouro, levando o visitante a percorrer um desn\u00edvel de 50 metros.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s encarar a descida \u00edngreme, o visitante se depara com um universo onde o teto tem em m\u00e9dia 15 metros de altura em seu interior. O encontro dos rios dentro da caverna \u00e9 um acontecimento interessante de ser observado.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo na por\u00e7\u00e3o inicial da entrada da caverna observa-se a presen\u00e7a de flores de calcita. Enquanto na galeria Palmeiras, sal\u00f5es superiores com espeleotemas semelhantes a pinheirinhos de calcita e argila, dividem a aten\u00e7\u00e3o com a superf\u00edcie formada por ot\u00f3litos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/MG_2868-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1160\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1162\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/MG_2871-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1162\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1161\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/MG_2890-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1161\"\/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Lapa Ang\u00e9lica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Considerada uma das cavernas mais belas do Brasil, al\u00e9m de uma das mais extensas tendo 14 quil\u00f4metros de extens\u00e3o, a Lapa Ang\u00e9lica \u00e9 de f\u00e1cil acesso para pessoas de todas as idades, incluindo crian\u00e7as. Uma visita completa por toda a sua extens\u00e3o envolveria a pernoite em seu interior.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, a visita tur\u00edstica regular conduz a sal\u00f5es inferiores e superiores repletos de espeleotemas dos mais variados tamanhos, formas e at\u00e9 cores. Assim como na Terra Ronca, as \u00e1guas do rio Ang\u00e9lica que percorrem a cavidade geram uma paisagem de praias de areias claras, sobre as quais goteja a solu\u00e7\u00e3o de carbonato de c\u00e1lcio formadora dos espeleotemas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/MG_2952-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1163\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Primeiramente se tem acesso ao Sal\u00e3o dos Tubar\u00f5es, uma enorme \u201cboca com dentes arreganhados\u201d para o visitante. A seguir, atravessa-se o \u201cCorredor do C\u00e9rebro\u201d, um alv\u00e9olo sob a forma de corredor sinuoso ao longo do teto.<\/p>\n\n\n\n<p>Visita-se, em seguida, o Sal\u00e3o das Cortinas e ent\u00e3o o Sal\u00e3o dos Canudos. O sal\u00e3o das cortinas \u00e9 uma verdadeira obra de arte esculpida pela natureza por milhares de anos. As tonalidades variadas das cortinas impressionam pelas cores vivas aparentes pelas luzes das lanternas utilizadas pelos visitantes. Por \u00faltimo, o Sal\u00e3o dos Espelhos oferece uma experi\u00eancia \u00fanica de mostrar refletivo o conjunto de estalactites no espelho d&#8217;\u00e1gua posicionado naturalmente abaixo dele.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1165\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/MG_3026-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1165\"\/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1166\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/MG_2975-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1166\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1167\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/MG_3000-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1167\"\/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Lapa S\u00e3o Vicente I e II<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Um dos sistemas de cavernas mais desafiadoras e espetaculares do Parque Estadual de Terra Ronca, as Lapas S\u00e3o Vicente I e II juntas somam mais de 13 mil quil\u00f4metros de extens\u00e3o. O acesso principal \u00e0 primeira delas requer habilidades para fazer um rapel de 40 metros para atingir o seu interior.<\/p>\n\n\n\n<p>A presen\u00e7a do rio S\u00e3o Vicente correndo por seu interior possibilita a forma\u00e7\u00e3o de 12 cachoeiras no interior da caverna, o que se configura um fen\u00f4meno um tanto raro. Sua explora\u00e7\u00e3o pelos pesquisadores teve in\u00edcio em 1970, no entanto, at\u00e9 hoje ainda h\u00e1 partes deste sistema de cavernas totalmente desconhecidos. A paisagem interna conta com in\u00fameros sal\u00f5es adornados por espeleotemas variados.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/MG_3071-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1168\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Na dire\u00e7\u00e3o sudeste do vale do rio S\u00e3o Vicente encontra-se a sua ressurg\u00eancia, onde se localiza a Gruta de S\u00e3o Vicente I. A entrada da Gruta S\u00e3o Vicente II come\u00e7a ap\u00f3s o rio descer entre enormes blocos de pedra e encontrar um pared\u00e3o que fecha o vale.<\/p>\n\n\n\n<p>O Acesso a lapa de S\u00e3o Vicente II, requer excelente preparo f\u00edsico para que sejam percorridos aproximadamente 4Km do estacionamento at\u00e9 a chegada a cavidade. O volumoso rio S\u00e3o Vicente delimita as formas da cavidade, e seus alagamentos sazonais inviabilizam a forma\u00e7\u00e3o espeleotemas no sal\u00e3o principal. Ainda assim alguns espeleotemas podem ser observados em sal\u00f5es secund\u00e1rio, al\u00e9m de um dolinamento no interior da lapa, que ilumina parte do sal\u00e3o principal.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/MG_3076-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1169\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Lapa de S\u00e3o Mateus<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Caverna S\u00e3o Mateus \u00e9 a terceira maior do Brasil ao contar com 22 quil\u00f4metros de extens\u00e3o. Tanto que existem trechos do seu interior que ainda n\u00e3o foram percorridos. Seu acesso \u00e9 desafiador. Ap\u00f3s se aventurar numa descida \u00edngreme, \u00e9 preciso passar por uma estreita fenda que d\u00e1 acesso a uma segunda descida, feita com amparo de uma corda, por cerca de cinco metros.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/DSC0571-4-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1172\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Somente assim atinge-se ent\u00e3o um primeiro patamar de onde n\u00e3o se distingue mais qualquer tipo de ilumina\u00e7\u00e3o natural. Todo o esfor\u00e7o para acess\u00e1-la logo se faz recompensado. Apenas cem metros depois de adentrar o seu interior, encontra-se um rio borbulhante. A cavidade apresenta uma enorme quantidade e diversidade de formas, cores e tamanhos das forma\u00e7\u00f5es calc\u00e1rias. Um dos destaques desta caverna \u00e9 o Sal\u00e3o dos Travertinos Gigantes. Nos in\u00fameros sal\u00f5es h\u00e1 florestas de espeleotemas, estalactites gigantescas, lugares impenetr\u00e1veis e pareidolias de diferentes formas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/DSC0624-7-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1171\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1174\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/DSC0574-5-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1174\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1173\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/DSC0588-6-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1173\"\/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lapa Pau-Pombo e Samba\u00edba<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Lapa do Pau-Pombo \u00e9 estreita e pouco ornamentada com morfologia bastante diferente das outras encontradas na regi\u00e3o, apresentando galerias estreitas em forma de fenda, bem definidas pelas dire\u00e7\u00f5es das fraturas na rocha. Parte das galerias superiores apresentam uma maior ornamenta\u00e7\u00e3o que o conduto principal. Apresenta ch\u00e3o composto por areia e seixos bem arredondados. A entrada apresenta galerias labir\u00ednticas. Em certo ponto, o c\u00f3rrego Pau Pombo infiltra-se e o trecho principal continua totalmente seco.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/DSC0676-10-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1176\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>J\u00e1 a Lapa de Samba\u00edba \u00e9 acessada em um desvio \u00e0 direita do acesso ao sistema S\u00e3o Mateus, percorrendo-se aproximadamente 510 m encontra-se a boca da Lapa Samba\u00edba. Tal cavidade apresenta dois sal\u00f5es e permanece seca por todo o ano.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1177\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/DSC0635-8-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1177\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1178\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/DSC0641-9-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1178\"\/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Lapa Bezerra<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dentre todos os sistemas cavernosos do PETER, este talvez seja, o de maior complexidade de acesso, tanto para o deslocamento a p\u00e9 com aproximadamente 7 quil\u00f4metros de extens\u00e3o (ida e volta), quanto o acesso aos sal\u00f5es da lapa, que \u00e9 feito atrav\u00e9s de uma estreita claraboia. A lapa possui dois pontos de acesso, entretanto um deles requer nata\u00e7\u00e3o e se faz via abertura principal de acesso a caverna, enquanto que o acesso seco a Lapa da Bezerra se faz via uma estreita claraboia circundada por floresta estacional decidual (mata seca). A passagem pela claraboia \u00e9 estreita, onde em alguns trechos se faz necess\u00e1rio a remo\u00e7\u00e3o da mochila para a passagem em meio as fendas da cavidade. Em um certo ponto a descida at\u00e9 os principais sal\u00f5es se faz via ancoragem por conta para uma descida vertical de 4 metros.<\/p>\n\n\n\n<p>As adversidades do trajeto s\u00e3o recompensadas ao acessar os Sal\u00f5es do Cabelo Duro, Lago Vermelho e das Cortinas Gigantes, onde \u00e9 poss\u00edvel observar as mais diferentes formas de espeleotemas. Infelizmente o atrativo ainda n\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel aos turistas em decorr\u00eancia a complexidade de acesso ao local, e requer guias extremamente capacitados e compromissados na preserva\u00e7\u00e3o das estruturas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/IMG_2748-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1385\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1386\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/IMG_2764-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1386\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1387\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/IMG_2768-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1387\"\/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/IMG_2773-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1388\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Pinturas rupestres (Pau Pombo e Vaca Brava)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A visita\u00e7\u00e3o \u00e0 regi\u00e3o da Terra Ronca revela o contato com registros de povos ancestrais, encontrados na forma de pinturas rupestres em dois pontos distintos: nas proximidades da entrada da lapa Pau-Pombo e em uma das paredes das forma\u00e7\u00f5es rochosas da Fazenda Vaca Brava.<br>Em ambos os registros, a cor vermelha de tom queimado \u00e9 evidente e permanece marcada vivamente nas rochas. Ainda n\u00e3o houve a demarca\u00e7\u00e3o dos s\u00edtios arqueol\u00f3gicos, portanto ainda n\u00e3o h\u00e1 estudos elaborados que mostrem a data de tais pinturas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-9 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1180\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/DSC0550-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1180\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1181\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/DSC0652-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1181\"\/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Prainha<\/strong><br><br>O leito do rio S\u00e3o Vicente reserva uma prainha de \u00e1gua doce que ganhou uma infraestrutura de quiosques de madeira e palha, feitos pela comunidade local. O banho neste ponto reserva o contato com \u00e1guas cristalinas e de leve correnteza. A prainha tamb\u00e9m permite que se observa ao seu horizonte todo esplendor da Serra Geral.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-10 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1183\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/MG_3122-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1183\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"1182\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/MG_3124-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1182\"\/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Birdingwatching (observa\u00e7\u00f5es de aves)<\/strong><br>A observa\u00e7\u00e3o de fauna, especialmente aves \u00e9 recomendada no PETER, as suas Florestas Estacionais Deciduais abrigam uma comunidade avifaun\u00edstica muito peculiar e distinta das outras regi\u00f5es do estado de Goi\u00e1s, possibilitando o registro de v\u00e1rias esp\u00e9cies tais como ti\u00ea-cabur\u00e9 (<em>Compsothraupis loricata<\/em>), maria-preta-do-nordeste (<em>Knipolegus franciscanus<\/em>) e formigueiro-de-barriga-preta (<em>Formicivora melanogaster<\/em>). Por\u00e9m a esp\u00e9cie alvo para a maioria dos observadores de p\u00e1ssaros trata-se da tiriba-do-paran\u00e3 (<em>Pyrrhura pfrimeri<\/em>) frequentemente escutada e\/ou avistadas nas principais lapas da regi\u00e3o. Esp\u00e9cie amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o, end\u00eamica do Cerrado de distribui\u00e7\u00e3o restrita ao territ\u00f3rio brasileiro e ocorrendo numa estreita faixa de distribui\u00e7\u00e3o do nordeste de Goi\u00e1s e sudeste do Tocantins, sem d\u00favida \u00e9 a esp\u00e9cie de ave de maior relev\u00e2ncia para os dom\u00ednios do Parque Estadual de Terra Ronca.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/MG_2793-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1184\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/Pyrrhura-pfrimeri-tiriba-do-parana_-Vale-da-Bezerra-7-3-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1186\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<\/section>\n\n\n\n<section id=\"visitacao\" class=\"wp-block-group\"><p><strong>VISITA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o para as cavernas fica definido como sendo das 08h \u00e0s 17h (hor\u00e1rio normal. Os atrativos abertos (cavernas) s\u00e3o: Terra Ronca I e II, Ang\u00e9lica, S\u00e3o Bernardo e S\u00e3o Mateus.<\/p><\/section>\n\n\n\n<p>Visitas t\u00e9cnicas, cient\u00edficas, de car\u00e1ter pedag\u00f3gico ou realizadas por grupos numerosos devem ser previamente agendadas junto \u00e0 administra\u00e7\u00e3o da unidade de conserva\u00e7\u00e3o. As orienta\u00e7\u00f5es para solicita\u00e7\u00e3o est\u00e3o dispon\u00edveis no link:&nbsp;<a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/autorizacoes\/\" class=\"\">https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/autorizacoes\/<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ORIENTA\u00c7\u00d5ES GERAIS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para as atividades de turismo que ocorrem no parque, os pontos de apoio das expedi\u00e7\u00f5es que visitam o parque s\u00e3o os munic\u00edpios de S\u00e3o Domingos, distrito de S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista e Guarani de Goi\u00e1s, onde \u00e9 poss\u00edvel chegar pelas estradas asfaltadas que partem da BR-020, principal liga\u00e7\u00e3o entre Bras\u00edlia (DF) e Barreiras (BA). Uma estrada de terra com 70 quil\u00f4metros interliga as duas cidades nas extremidades do parque.<br>As regras gerais de visita\u00e7\u00e3o s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Cada integrante do grupo dever\u00e1 possuir no m\u00ednimo uma lanterna port\u00e1til alimentada por baterias el\u00e9tricas ou similares, e baterias reservas;<\/li>\n\n\n\n<li>O visitante dever\u00e1 utilizar obrigatoriamente cal\u00e7ado fechado (anti-derrapante), capacete espec\u00edfico, e utilizar, preferencialmente, vestimenta adequada (cal\u00e7a, camiseta com manga, etc.) e demais itens que aumentem sua seguran\u00e7a;<\/li>\n\n\n\n<li>Todo grupo dever\u00e1 ser acompanhado por pelo menos um condutor que seja credenciado pelo parque;<\/li>\n\n\n\n<li>O grupo deve permanecer sempre coeso, sem que haja dispers\u00e3o de visitantes pela caverna;<\/li>\n\n\n\n<li>\u00c9 vedada a entrada de pessoas alcoolizadas ou portando bebidas alco\u00f3licas;<\/li>\n\n\n\n<li>Aos visitantes fica proibido o uso de ilumina\u00e7\u00e3o baseada no acetileno (carbureteiras), ou outros sistemas de ilumina\u00e7\u00e3o que emitam calor ou fuligem em demasia;<br><br>Obs.: as normas espec\u00edficas para cada caverna se encontram no interior da portaria.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<section id=\"conselho\" class=\"conselho\">\n\n\n\n<p><strong>CONSELHO CONSULTIVO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Conselho Consultivo do Parque Estadual de Terra Ronca, institu\u00eddo pela Portaria n\u00ba 50, de 25 de mar\u00e7o de 2026, foi constitu\u00eddo de forma conjunta com o Conselho da \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental da Serra Geral de Goi\u00e1s, passando a denominar-se Conselho Consultivo Conjunto do Parque Estadual de Terra Ronca e da \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental da Serra Geral de Goi\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2026\/04\/Edital-e-Portaria-Conselho-Conjunto-PETER-e-APA-SG.pdf\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2026\/04\/Edital-e-Portaria-Conselho-Conjunto-PETER-e-APA-SG.pdf\">Portaria n\u00ba 50, de 25 de mar\u00e7o de 2026 e Edital de Convoca\u00e7\u00e3o<\/a><\/p>\n\n\n\n<p id=\"plano-de-manejo\"><strong>PLANO DE MANEJO ESPELEOL\u00d3GICO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2016\/06\/PME_PETER_Final_revisao_compressed-7c8.pdf\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2016\/06\/PME_PETER_Final_revisao_compressed-7c8.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Plano Completo<\/a> <\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2016\/06\/PME_PETER_Guia_Final_revisao-e98.pdf\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2016\/06\/PME_PETER_Guia_Final_revisao-e98.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Guia R\u00e1pido de Aplica\u00e7\u00e3o<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2016\/06\/Portaria496-2023-ac4.pdf\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2016\/06\/Portaria496-2023-ac4.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Portaria n\u00ba 493\/2023<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>PLANO DE MANEJO INTEGRADO DO FOGO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2026\/04\/Produto4_PMIF_PETER.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1kO51iWJUzcbZ87iWke77tcQAMDbeEolc\/view noreferrer noopener\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"724\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/Produto4_PMIF_PETER-1_page-0001-724x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4594\" style=\"aspect-ratio:0.7077036490969406;width:358px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/Produto4_PMIF_PETER-1_page-0001-724x1024.jpg 724w, https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/Produto4_PMIF_PETER-1_page-0001-212x300.jpg 212w, https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/Produto4_PMIF_PETER-1_page-0001-768x1086.jpg 768w, https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/Produto4_PMIF_PETER-1_page-0001-1086x1536.jpg 1086w, https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2024\/07\/Produto4_PMIF_PETER-1_page-0001-1448x2048.jpg 1448w\" sizes=\"(max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2026\/04\/Produto4_PMIF_PETER.pdf\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-content\/uploads\/sites\/70\/2026\/04\/Produto5_PMIF_PESD_v4.pdf\">Plano de Manejo Integrado do Fogo &#8211; Parque Estadual de Terra Ronca<\/a><\/p>\n\n\n\n<p id=\"contatos\"><strong>CONTATOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Superintend\u00eancia de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o, Biodiversidade e Emerg\u00eancias Ambientais \u2013 SUC: (62) 9 9696-0331<br>Ger\u00eancia de Implanta\u00e7\u00e3o e Manejo de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o \u2013 GEMUC : (62) 3265-1381<br>Ger\u00eancia de Cria\u00e7\u00e3o, Regulariza\u00e7\u00e3o Fundi\u00e1ria e Suporte \u00e0 Gest\u00e3o de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o \u2013 GEREF: (62) 9 9952-2041<br>Coordenador da Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o: Wesley J\u00fanio de Andrade<br>E-mail: wesley.andrade@goias.gov.br \/ peter.meioambiente@goias.gov.br<\/p>\n","protected":false},"featured_media":1151,"template":"","meta":[],"tipo":[22],"class_list":["post-23","parque-apa-e-unidade","type-parque-apa-e-unidade","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","tipo-parques-estaduais-de-goias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-json\/wp\/v2\/parque-apa-e-unidade\/23","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-json\/wp\/v2\/parque-apa-e-unidade"}],"about":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/parque-apa-e-unidade"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23"}],"wp:term":[{"taxonomy":"tipo","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/parquesdegoias\/wp-json\/wp\/v2\/tipo?post=23"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}