{"id":27847,"date":"2023-04-10T09:35:42","date_gmt":"2023-04-10T12:35:42","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/meioambiente\/em-dois-meses-projeto-bandeiras-no-corredor-identifica-23-especies-de-mamiferos-entre-rio-quente-e-agua-limpa\/"},"modified":"2023-04-10T09:35:42","modified_gmt":"2023-04-10T12:35:42","slug":"em-dois-meses-projeto-bandeiras-no-corredor-identifica-23-especies-de-mamiferos-entre-rio-quente-e-agua-limpa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/em-dois-meses-projeto-bandeiras-no-corredor-identifica-23-especies-de-mamiferos-entre-rio-quente-e-agua-limpa\/","title":{"rendered":"Em dois meses, projeto \u201cBandeiras no Corredor\u201d identifica 23 esp\u00e9cies de mam\u00edferos entre Rio Quente e \u00c1gua Limpa"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-27846\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/04\/WhatsApp_Image_2023-04-10_at_083355-1c7.jpeg\" alt=\"\" width=\"1438\" height=\"802\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/04\/WhatsApp_Image_2023-04-10_at_083355-1c7.jpeg 1438w, https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/04\/WhatsApp_Image_2023-04-10_at_083355-1c7-300x167.jpeg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/04\/WhatsApp_Image_2023-04-10_at_083355-1c7-1024x571.jpeg 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/04\/WhatsApp_Image_2023-04-10_at_083355-1c7-768x428.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 1438px) 100vw, 1438px\" \/><\/p>\n<p><em>Projeto est&aacute; em atividade h&aacute; dois meses e envolve mais de 30 colaboradores diretos e indiretos; iniciativa visa a monitorar vida de mam&iacute;feros silvestres, com foco especial nos tamandu&aacute;s-bandeiras, que habitam duas unidades &nbsp;de conserva&ccedil;&atilde;o e a &aacute;rea entre elas<\/em><\/p>\n<p>Em pouco mais de dois meses de trabalho, o projeto &ldquo;Bandeiras no Corredor&rdquo; identificou, por meio de armadilhas fotogr&aacute;ficas, 23 esp&eacute;cies de mam&iacute;feros na &aacute;rea de abrang&ecirc;ncia do estudo (que inclui os parques estaduais da Serra de Caldas Novas e da Mata Atl&acirc;ntica, al&eacute;m da zona rural entre eles). O objetivo &eacute; o de monitorar esp&eacute;cies locais e tra&ccedil;ar estimativas populacionais de algumas delas, como o tamandu&aacute;-bandeira.&nbsp;<\/p>\n<p>A iniciativa nasceu de uma parceria entre Governo de Goi&aacute;s, &nbsp;Universidade Federal de Goi&aacute;s (UFG), Alian&ccedil;a da Terra (AT) e Funbio e consiste na instala&ccedil;&atilde;o e no uso de mais de 75 equipamentos de filmagem.&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Conseguimos capturar esp&eacute;cies emblem&aacute;ticas do Cerrado e da Mata Atl&acirc;ntica&rdquo;, diz a coordenadora do projeto e pesquisadora da UFG, Alessandra Bertassoni. Segundo ela, entre os diversos registros dos animais que utilizam as paisagens do estudo, foram capturadas imagens de esp&eacute;cies como tatu-canastra, on&ccedil;a-parda, lobo-guar&aacute;, jaguatirica, m&atilde;o-pelada, irara, veado campeiro, ouri&ccedil;o e gato mourisco. &ldquo;Conseguimos, tamb&eacute;m, nos aproximar dos propriet&aacute;rios de terras da regi&atilde;o para termos mais engajamento e garantir a evolu&ccedil;&atilde;o do trabalho&rdquo;, diz Bertassoni.&nbsp;<\/p>\n<p>A a&ccedil;&atilde;o cobre um territ&oacute;rio de quase 60 mil hectares, e a primeira etapa do levantamento ser&aacute; realizada at&eacute; fevereiro de 2024, m&ecirc;s em que ser&aacute; produzido o primeiro relat&oacute;rio de estimativa populacional de tamandu&aacute;s-bandeiras da regi&atilde;o. &ldquo;As imagens est&atilde;o deixando claro que ser&aacute; poss&iacute;vel realizar a meta de estimar a popula&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie. Al&eacute;m disso, conseguimos entender melhor sobre como a vegeta&ccedil;&atilde;o e o tipo de uso do solo influencia na presen&ccedil;a desses animais&rdquo;, acrescenta a coordenadora da iniciativa.<\/p>\n<p>A secret&aacute;ria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent&aacute;vel, Andr&eacute;a Vulcanis, afirma que o projeto servir&aacute; de subs&iacute;dio para o desenvolvimento de pol&iacute;ticas de preserva&ccedil;&atilde;o mais eficientes. &quot;Com o estudo, ser&aacute; poss&iacute;vel avaliar como os animais se relacionam com &#39;cicatrizes&#39; do fogo, ou seja: como eles vivem e se reproduzem em ambientes onde j&aacute; houve queimadas&quot;.<\/p>\n<p><strong>Bandeiras no Corredor<\/strong><br \/>\nO estudo ser&aacute; realizado em cinco munic&iacute;pios do Estado de Goi&aacute;s (Caldas Novas, Rio Quente, Marzag&atilde;o, &Aacute;gua Limpa e Corumba&iacute;ba), est&aacute; or&ccedil;ado na primeira fase em R$ 250 mil, ter&aacute; o envolvimento direto de seis pessoas e o indireto de mais 30. A iniciativa &eacute; feita em parceria com a Universidade Federal de Goi&aacute;s, com as organiza&ccedil;&otilde;es da sociedade civil de interesse p&uacute;blico (Oscips) Alian&ccedil;a da Terra e Fundo Nacional da Biodiversidade. Todo recurso vem de investimentos estrangeiros, por meio de programas de aux&iacute;lio &agrave; gest&atilde;o de &aacute;reas protegidas.&nbsp;<\/p>\n<p>A coordena&ccedil;&atilde;o fica a cargo da doutora Alessandra Bertassoni e do doutor Paulo De Marco J&uacute;nior, ambos da UFG; os pesquisadores associados diretos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent&aacute;vel de Goi&aacute;s (Semad) s&atilde;o Maur&iacute;cio Tambellini e Paula Tambellini; os pesquisadores associados da UFG s&atilde;o o doutorando Filipe Guimar&atilde;es Lima e estudantes volunt&aacute;rios; e os da Alian&ccedil;a da Terra s&atilde;o a doutora Caroline Corr&ecirc;a N&oacute;brega, analistas e brigadistas.&nbsp;<\/p>\n<p>A bi&oacute;loga Alessandra Bertassoni disse &agrave; &eacute;poca do lan&ccedil;amento do projeto que essa &eacute; uma a&ccedil;&atilde;o pioneira no monitoramento da fauna silvestre, j&aacute; que a &aacute;rea de estudo &eacute; muito extensa e que o grupo utiliza um m&eacute;todo sistem&aacute;tico de coleta de dados. &quot;Temos expectativas de conhecer quais s&atilde;o as esp&eacute;cies de mam&iacute;feros mais comuns e as mais raras que habitam a regi&atilde;o. Com esses dados poderemos verificar quais s&atilde;o as paisagens (urbano, rural, cerrado, mata de galeria, &aacute;rea queimada, etc) que favorecem a presen&ccedil;a de determinadas esp&eacute;cies e, ent&atilde;o, tra&ccedil;ar planos de conserva&ccedil;&atilde;o baseados em evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica&quot;.<\/p>\n<p><strong>Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent&aacute;vel &#8211; Governo de Goi&aacute;s<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto est&aacute; em atividade h&aacute; dois meses e envolve mais de 30 colaboradores diretos e indiretos; iniciativa visa a monitorar vida de mam&iacute;feros silvestres, com foco especial nos tamandu&aacute;s-bandeiras, que habitam duas unidades &nbsp;de conserva&ccedil;&atilde;o e a &aacute;rea entre elas Em pouco mais de dois meses de trabalho, o projeto &ldquo;Bandeiras no Corredor&rdquo; identificou, por [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":453,"featured_media":27846,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[2],"tags":[318,321,322,319,317,283,320,316],"class_list":["post-27847","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-anima","tag-bandeiras","tag-corredor","tag-mamiferos","tag-monitoramento","tag-parque","tag-projeto","tag-tamandua"],"rttpg_featured_image_url":{"full":["https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/04\/WhatsApp_Image_2023-04-10_at_083355-1c7.jpeg",1438,802,false],"landscape":["https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/04\/WhatsApp_Image_2023-04-10_at_083355-1c7.jpeg",1438,802,false],"portraits":["https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/04\/WhatsApp_Image_2023-04-10_at_083355-1c7.jpeg",1438,802,false],"thumbnail":["https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/04\/WhatsApp_Image_2023-04-10_at_083355-1c7-150x150.jpeg",150,150,true],"medium":["https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/04\/WhatsApp_Image_2023-04-10_at_083355-1c7-300x167.jpeg",300,167,true],"large":["https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/04\/WhatsApp_Image_2023-04-10_at_083355-1c7-1024x571.jpeg",1024,571,true],"1536x1536":["https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/04\/WhatsApp_Image_2023-04-10_at_083355-1c7.jpeg",1438,802,false],"2048x2048":["https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/04\/WhatsApp_Image_2023-04-10_at_083355-1c7.jpeg",1438,802,false]},"rttpg_author":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/author\/"},"rttpg_comment":0,"rttpg_category":"<a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/categoria\/noticias\/\" rel=\"category tag\">Not\u00edcias<\/a>","rttpg_excerpt":"Projeto est&aacute; em atividade h&aacute; dois meses e envolve mais de 30 colaboradores diretos e indiretos; iniciativa visa a monitorar vida de mam&iacute;feros silvestres, com foco especial nos tamandu&aacute;s-bandeiras, que habitam duas unidades &nbsp;de conserva&ccedil;&atilde;o e a &aacute;rea entre elas Em pouco mais de dois meses de trabalho, o projeto &ldquo;Bandeiras no Corredor&rdquo; identificou, por&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27847","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-json\/wp\/v2\/users\/453"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27847"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27847\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-json\/wp\/v2\/media\/27846"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27847"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27847"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27847"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}