{"id":27804,"date":"2023-03-14T17:32:52","date_gmt":"2023-03-14T20:32:52","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/meioambiente\/justica-condena-empresas-autuadas-pela-semad-por-comercializar-madeira-nativa-sem-documentacao\/"},"modified":"2023-03-14T17:32:52","modified_gmt":"2023-03-14T20:32:52","slug":"justica-condena-empresas-autuadas-pela-semad-por-comercializar-madeira-nativa-sem-documentacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/justica-condena-empresas-autuadas-pela-semad-por-comercializar-madeira-nativa-sem-documentacao\/","title":{"rendered":"Justi\u00e7a condena empresas autuadas pela Semad por comercializar madeira nativa sem documenta\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-27803\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/03\/madeira_ilegal-6a8.jpeg\" alt=\"\" class=\"caption\" title=\" Justi\u00e7a condena, ao pagamento de multa, empresas autuadas pela Semad por comercializa\u00e7\u00e3o de madeira nativa sem a devida documenta\u00e7\u00e3o\" width=\"1200\" height=\"800\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/03\/madeira_ilegal-6a8.jpeg 1200w, https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/03\/madeira_ilegal-6a8-300x200.jpeg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/03\/madeira_ilegal-6a8-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/meioambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2023\/03\/madeira_ilegal-6a8-768x512.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/>\n<p><em>Soma das multas corrigidas nos dois processos chega a quase R$ 1 milh&atilde;o. S&oacute; em Pires do Rio, fiscais da Secretaria de Meio Ambiente de Goi&aacute;s encontraram 1,37 mil metros c&uacute;bicos de madeira n&atilde;o declarada ao sistema DOF. Segundo caso foi em Orizona<\/em><\/p>\n<p>O Tribunal de Justi&ccedil;a de Goi&aacute;s (TJ-GO) rejeitou uma a&ccedil;&atilde;o anulat&oacute;ria e manteve a multa que a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent&aacute;vel (Semad) aplicou contra uma empresa por vender 1,37 mil metros c&uacute;bicos de madeira nativa sem o devido Documento de Origem Florestal (DOF). A Procuradoria de Defesa do Patrim&ocirc;nio P&uacute;blico e do Meio Ambiente (PPMA) representou o Estado no processo.&nbsp;<\/p>\n<p>A autua&ccedil;&atilde;o foi lavrada durante uma opera&ccedil;&atilde;o que a Semad realizou em 2015, em Pires do Rio. As equipes visitaram o p&aacute;tio da empresa na &eacute;poca e constataram que havia diverg&ecirc;ncia no que tange n&atilde;o s&oacute; &agrave; quantidade de madeira, como tamb&eacute;m quanto ao tipo declarado no no sistema DOF.&nbsp;<\/p>\n<p>Depois de superados os tr&acirc;mites administrativos, o processo correu, em primeira inst&acirc;ncia, na Vara das Fazendas P&uacute;blicas de Pires do Rio. A multa foi fixada em R$ 322,5 mil e a Procuradoria Geral do Estado requereu que a empresa fosse inscrita na d&iacute;vida ativa. Com a aplica&ccedil;&atilde;o da corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria, juros e encargos, o valor da autua&ccedil;&atilde;o subiu para R$ 789,4 mil. Ao recorrer da decis&atilde;o, a empresa alegou que o valor da multa seria desproporcional ao dano ambiental causado. No entanto, a Justi&ccedil;a desconsiderou o argumento.&nbsp;<\/p>\n<p>O DOF foi criado pelo Minist&eacute;rio do Meio Ambiente em agosto de 2006 e &eacute; uma licen&ccedil;a obrigat&oacute;ria para o transporte e armazenamento de produtos florestais de origem nativa, inclusive o carv&atilde;o vegetal nativo. Essa documenta&ccedil;&atilde;o deve acompanhar a mercadoria at&eacute; que ela chegue ao consumidor final e foi criada, principalmente, para evitar o acobertamento de madeira ilegal.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Orizona<\/strong><br \/>\nEm outra causa semelhante, ocorrida em 19 de julho de 2016, a Justi&ccedil;a manteve a decis&atilde;o de multar uma empresa de materiais de constru&ccedil;&atilde;o por comercializar 1,4 mil metros c&uacute;bicos de produtos oriundos de floresta nativa sem o respectivo DOF, em Orizona, e apresentar diverg&ecirc;ncia entre o saldo de mercadoria nativa informado e o efetivo estoque f&iacute;sico.&nbsp;<\/p>\n<p>A empresa de materiais de constru&ccedil;&atilde;o, que foi multada, alega que produtos florestais nativos n&atilde;o s&atilde;o o foco de suas vendas. Al&eacute;m disso, os propriet&aacute;rios tamb&eacute;m afirmam que, ao tentarem fazer o cadastro no sistema DOF, ainda em 2016, foram surpreendidos com o bloqueio do cadastro. Ainda assim, a argumenta&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi suficiente para reverter a penalidade aplicada pela Semad.<\/p>\n<p>A decis&atilde;o final, neste caso, foi proferida pelo relator e vice-presidente do Tribunal de Justi&ccedil;a do Estado de Goi&aacute;s (TJ-GO), desembargador Amaral Wilson de Oliveira. O magistrado determinou no pagamento de multa no valor atualizado de R$ 156,3 mil.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Soma das multas corrigidas nos dois processos chega a quase R$ 1 milh&atilde;o. S&oacute; em Pires do Rio, fiscais da Secretaria de Meio Ambiente de Goi&aacute;s encontraram 1,37 mil metros c&uacute;bicos de madeira n&atilde;o declarada ao sistema DOF. 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