
{"id":28731,"date":"2015-02-26T13:02:37","date_gmt":"2015-02-26T16:02:37","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/inovacao\/plano-diretor-as-politicas-de-educacao-superior-no-brasil\/"},"modified":"2015-02-26T13:02:37","modified_gmt":"2015-02-26T16:02:37","slug":"plano-diretor-as-politicas-de-educacao-superior-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/inovacao\/plano-diretor-as-politicas-de-educacao-superior-no-brasil\/","title":{"rendered":"Plano Diretor \u0096 As Pol\u00edticas de Educa\u00e7\u00e3o Superior no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<div id=\"texto\">\n<p style=\"text-align: justify;\">No Brasil, a partir da d&eacute;cada de 1990, evidencia-se um cen&aacute;rio de altera&ccedil;&otilde;es propositivas no campo das pol&iacute;ticas educacionais, especialmente na educa&ccedil;&atilde;o superior. A LDBN N&ordm; 9.394\/96, de 20\/12\/96, estabelece um conjunto de princ&iacute;pios que reorientam esse n&iacute;vel de ensino, em sintonia com as indica&ccedil;&otilde;es dos organismos internacionais, destacando-se a defesa de processos de descentraliza&ccedil;&atilde;o e flexibiliza&ccedil;&atilde;o que, no caso brasileiro, assume dimens&otilde;es ambivalentes na medida em que compete &agrave; Uni&atilde;o as fun&ccedil;&otilde;es de coordena&ccedil;&atilde;o e articula&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o nacional. No campo da educa&ccedil;&atilde;o superior verifica-se um processo de expans&atilde;o das oportunidades educacionais, por meio da abertura de institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior privadas, de norte a sul no pa&iacute;s, revelando, como l&oacute;gica constitutiva desse processo, uma clara indu&ccedil;&atilde;o &agrave; privatiza&ccedil;&atilde;o desse n&iacute;vel de ensino. &Eacute; fundamental destacar, ainda, o papel delineado pelo Plano Nacional de Educa&ccedil;&atilde;o (PNE) de 2001, no tocante as diretrizes e metas, assegurando padr&atilde;o b&aacute;sico de qualidade nas pol&iacute;ticas de expans&atilde;o para a educa&ccedil;&atilde;o superior. Vale ressaltar, contudo, a necessidade de revis&atilde;o dos vetos ao PNE, sobretudo no que se refere a amplia&ccedil;&atilde;o do financiamento p&uacute;blico e a expans&atilde;o p&uacute;blica da educa&ccedil;&atilde;o superior.[1]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dentre os temas mais significativos, presentes no debate internacional sobre a educa&ccedil;&atilde;o superior, evidenciam-se a grande preocupa&ccedil;&atilde;o com a amplia&ccedil;&atilde;o da demanda e a expans&atilde;o e interioriza&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o superior; as necessidades de uma demanda cada vez mais diversificada; os objetivos e fun&ccedil;&otilde;es da educa&ccedil;&atilde;o superior no s&eacute;culo XXI; o lugar da universidade no mundo virtual das novas tecnologias da informa&ccedil;&atilde;o e da comunica&ccedil;&atilde;o; o papel das ci&ecirc;ncias sociais na an&aacute;lise da problem&aacute;tica mundial; a integra&ccedil;&atilde;o\/unidade entre pesquisa e ensino; a efici&ecirc;ncia, a qualidade, a competitividade e a eq&uuml;idade dos sistemas; as mudan&ccedil;as nos perfis profissionais e no processo formativo; o papel da educa&ccedil;&atilde;o continuada na forma&ccedil;&atilde;o permanente; a autonomia das ci&ecirc;ncias e a liberdade acad&ecirc;mica; a interdisciplinaridade; as rela&ccedil;&otilde;es das universidades p&uacute;blicas com o Estado e com o setor produtivo; o impacto da mundializa&ccedil;&atilde;o do capital nos planos e programas; o financiamento da educa&ccedil;&atilde;o superior; a rela&ccedil;&atilde;o entre investiga&ccedil;&atilde;o-tomada de decis&otilde;es no campo da educa&ccedil;&atilde;o superior, entre outros .<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essas tem&aacute;ticas explicitam diferentes elementos da conjuntura atual, bem como as novas tens&otilde;es, exig&ecirc;ncias e desafios colocados &agrave; educa&ccedil;&atilde;o superior. Elas apontam, tamb&eacute;m, a necessidade de investigar e refletir sobre o papel da educa&ccedil;&atilde;o superior e das universidades em um contexto de mudan&ccedil;as aceleradas, especialmente no que se refere &agrave; expans&atilde;o das oportunidades educacionais, produ&ccedil;&atilde;o de conhecimento e a forma&ccedil;&atilde;o pautadas na defesa de um padr&atilde;o de qualidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso brasileiro, particularmente a partir da d&eacute;cada de 1990, a diversifica&ccedil;&atilde;o e a diferencia&ccedil;&atilde;o do sistema de educa&ccedil;&atilde;o superior foram adotadas como pol&iacute;tica visando a expans&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o superior em fun&ccedil;&atilde;o da demanda crescente de vagas, por meio de mecanismos que objetivam a massifica&ccedil;&atilde;o desse n&iacute;vel de ensino. A expans&atilde;o do sistema, bem como a integra&ccedil;&atilde;o dos diferentes procedimentos de avalia&ccedil;&atilde;o, credenciamento e recredenciamento, visando produzir um sistema com base na flexibilidade, competitividade e avalia&ccedil;&atilde;o, orientam as pol&iacute;ticas adotadas no campo da educa&ccedil;&atilde;o superior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como resultado dessas pol&iacute;ticas observa-se que est&aacute; em curso a intensifica&ccedil;&atilde;o de um processo de diversifica&ccedil;&atilde;o e diferencia&ccedil;&atilde;o, que ocasiona distin&ccedil;&otilde;es essenciais na fun&ccedil;&atilde;o social da educa&ccedil;&atilde;o superior, particularmente na indissociabilidade ensino, pesquisa e extens&atilde;o. Al&eacute;m disso, essas diferen&ccedil;as come&ccedil;am a real&ccedil;ar uma significativa competi&ccedil;&atilde;o no campo universit&aacute;rio, especialmente porque contribuem para o ranqueamento institucional em contraposi&ccedil;&atilde;o &agrave; efetiva&ccedil;&atilde;o de um padr&atilde;o de qualidade social das universidades.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A educa&ccedil;&atilde;o superior brasileira vivenciou, portanto, especialmente a partir da segunda metade da d&eacute;cada de 1990, uma l&oacute;gica expansionista das oportunidades educacionais em escala jamais vista neste n&iacute;vel de ensino no pa&iacute;s. Tal processo expansionista, em que pese o incremento do n&uacute;mero de vagas e de cursos, n&atilde;o possibilitou uma efetiva democratiza&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o superior, j&aacute; que ele se efetivou preponderantemente na esfera p&uacute;blica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As pol&iacute;ticas de regula&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o superior pautaram-se, principalmente na segunda metade dos anos de 1990, por um processo expansionista centrado em uma pol&iacute;tica de diversifica&ccedil;&atilde;o e diferencia&ccedil;&atilde;o institucional, que alterou substantivamente a din&acirc;mica organizativa do sistema e, conseq&uuml;entemente, o campo da educa&ccedil;&atilde;o superior no pa&iacute;s. A abertura indiscriminada de cursos e institui&ccedil;&otilde;es, nos diversos munic&iacute;pios brasileiros, n&atilde;o se fez acompanhar de mecanismos de gest&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o que assegurassem um patamar b&aacute;sico de qualidade social. Na contram&atilde;o dessa l&oacute;gica, o que se verificou como tend&ecirc;ncia do processo expansionista foram pol&iacute;ticas de aligeiramento dos processos formativos e a redu&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o superior &agrave;s atividades de ensino.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pol&iacute;tica para a educa&ccedil;&atilde;o superior fundada na l&oacute;gica da competitividade e da avalia&ccedil;&atilde;o estandardizada buscou romper com o par&acirc;metro de educa&ccedil;&atilde;o superior pautada pela indissociabilidade ensino, pesquisa e extens&atilde;o, padr&atilde;o unit&aacute;rio de qualidade, gest&atilde;o democr&aacute;tica, entre outros. Desse modo, ao naturalizar a separa&ccedil;&atilde;o entre ensino e pesquisa interviu na l&oacute;gica organizativa e acad&ecirc;mica das institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior visando a expans&atilde;o do sistema em atendimento &agrave;s exig&ecirc;ncias e sinais de mercado, desencadeando um amplo processo de mercantiliza&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o superior e, conseq&uuml;entemente, maior subordina&ccedil;&atilde;o da gest&atilde;o e da produ&ccedil;&atilde;o do trabalho acad&ecirc;mico aos par&acirc;metros do capital.&nbsp; Esse processo de privatiza&ccedil;&atilde;o e, em larga escala, de mercantiliza&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o superior alterou a correla&ccedil;&atilde;o de vagas entre o setor p&uacute;blico e privado, em detrimento do primeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No campo das pol&iacute;ticas educacionais, destaca-se, ainda, que a aprova&ccedil;&atilde;o do PNE em 2001, em que pesem os vetos governamentais e os limites do referido Plano, sinaliza para a implementa&ccedil;&atilde;o de importantes metas para a educa&ccedil;&atilde;o superior p&uacute;blica no pa&iacute;s. Repensar o papel, a natureza e o alcance das pol&iacute;ticas educacionais voltadas para esse n&iacute;vel de ensino s&atilde;o desafios para os governos e, em particular, para o MEC e para as secretarias estaduais de educa&ccedil;&atilde;o e de ci&ecirc;ncia e tecnologia. Entre esses desafios, destaca-se o resgate e a consolida&ccedil;&atilde;o do papel das universidades p&uacute;blicas, sobretudo, no que se refere &agrave; resolu&ccedil;&atilde;o de problemas sociais, forma&ccedil;&atilde;o de recursos humanos e gera&ccedil;&atilde;o de conhecimento de modo a contribuir efetivamente para a implementa&ccedil;&atilde;o de um projeto de desenvolvimento do pa&iacute;s marcado pela inclus&atilde;o social.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma d&iacute;vida hist&oacute;rica do sistema p&uacute;blico de educa&ccedil;&atilde;o superior &eacute; demarcada pela necessidade do estabelecimento de pol&iacute;ticas de financiamento e de avalia&ccedil;&atilde;o que sejam indutoras do desenvolvimento e da moderniza&ccedil;&atilde;o das IES. O fortalecimento dessas institui&ccedil;&otilde;es tem um impacto extremamente importante no que se refere a implementa&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es voltadas para a amplia&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de vagas e o incremento da oferta p&uacute;blica a 40% dos discentes desse n&iacute;vel de ensino respaldando, assim, a pol&iacute;tica de garantia do acesso &agrave; educa&ccedil;&atilde;o superior a 30% da popula&ccedil;&atilde;o com idade entre 18 e 24 anos. (Ver PGA, Tema 9.1: Expans&atilde;o, interioriza&ccedil;&atilde;o e acesso).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerando essas premissas, bem como, o papel estrat&eacute;gico da educa&ccedil;&atilde;o superior p&uacute;blica &eacute; fundamental o estabelecimento de novas pol&iacute;ticas de gest&atilde;o e regula&ccedil;&atilde;o para esse n&iacute;vel de ensino, que efetive a necess&aacute;ria expans&atilde;o do sistema com qualidade social, garantindo a democratiza&ccedil;&atilde;o dos mecanismos de acesso e perman&ecirc;ncia &agrave; popula&ccedil;&atilde;o historicamente exclu&iacute;da da educa&ccedil;&atilde;o superior p&uacute;blica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O fortalecimento institucional das IES se coloca, portanto, como etapa fundamental no processo de amplia&ccedil;&atilde;o das oportunidades educacionais em educa&ccedil;&atilde;o superior p&uacute;blica. Nesse aspecto, &eacute; fundamental estabelecer um conjunto de proposi&ccedil;&otilde;es e a&ccedil;&otilde;es articuladas que contemplem a concep&ccedil;&atilde;o de universidade, autonomia, financiamento, gest&atilde;o democr&aacute;tica, infra-estrutura, recursos humanos, entre outros. Tais encaminhamentos devem considerar a&ccedil;&otilde;es emergenciais de m&eacute;dio e longo prazos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; preciso, pois, considerar, nas transforma&ccedil;&otilde;es recentes e nas discuss&otilde;es atuais, quatro eixos tem&aacute;ticos fundamentais: a) a expans&atilde;o p&uacute;blica e privada da educa&ccedil;&atilde;o superior, tendo por base os processos de democratiza&ccedil;&atilde;o, privatiza&ccedil;&atilde;o e massifica&ccedil;&atilde;o; b) as altera&ccedil;&otilde;es na gest&atilde;o e nas identidades institucionais das universidades e IES, em geral; c) a avalia&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o superior, considerando os processos de flexibiliza&ccedil;&atilde;o e regula&ccedil;&atilde;o ainda em curso; d) as contribui&ccedil;&otilde;es da investiga&ccedil;&atilde;o em educa&ccedil;&atilde;o superior no pa&iacute;s, visando contribuir com a defini&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas e tomadas de decis&atilde;o, al&eacute;m da constru&ccedil;&atilde;o de bases para a pesquisa e estudos na &aacute;rea.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nessa &oacute;tica, consolidar essas institui&ccedil;&otilde;es implica em avaliar o movimento desencadeado por elas, na &uacute;ltima d&eacute;cada, visando a expans&atilde;o de suas atividades por meio da otimiza&ccedil;&atilde;o dos recursos a elas alocados. Nessa dire&ccedil;&atilde;o, confluem algumas a&ccedil;&otilde;es expansionista, a serem avaliadas e otimizadas por meio de pol&iacute;ticas efetivas de financiamento. Entre essas a&ccedil;&otilde;es, destacam-se:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1) na gradua&ccedil;&atilde;o: abertura de novos cursos (diurnos e noturnos), amplia&ccedil;&atilde;o de vagas (cria&ccedil;&atilde;o de novas turmas, especialmente, no turno noturno) e interioriza&ccedil;&atilde;o das atividades acad&ecirc;micas (cursos, turmas em novos campi) e implementa&ccedil;&atilde;o de experi&ecirc;ncias e projetos de forma&ccedil;&atilde;o na modalidade de educa&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia (Ver PGA, Tema 01: Expans&atilde;o, interioriza&ccedil;&atilde;o e acesso e Tema 03: Educa&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica e seq&uuml;encial);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2) na P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o: abertura de novos cursos e programas stricto sensu, conv&ecirc;nios interinstitucionais, nacionais e internacionais, implementa&ccedil;&atilde;o de cursos regionais (envolvendo mais de uma Universidade, sobretudo, em regi&otilde;es com pequena inser&ccedil;&atilde;o na p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o) (Ver PGA, Tema 9.2: Ensino, pesquisa, ci&ecirc;ncia e tecnologia);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3) na pesquisa: amplia&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de grupos e diret&oacute;rios de pesquisa, maior articula&ccedil;&atilde;o com o setor produtivo e com as pol&iacute;ticas sociais, cria&ccedil;&atilde;o e fortalecimento de ag&ecirc;ncias de fomento &agrave; pesquisa (Ver PGA, Tema 9.2: Ensino, pesquisa, ci&ecirc;ncia e tecnologia e Tema 04: Intera&ccedil;&atilde;o educa&ccedil;&atilde;o superior-sociedade);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4) na extens&atilde;o: diversifica&ccedil;&atilde;o das atividades e rediscuss&atilde;o dos marcos da rela&ccedil;&atilde;o universidade e sociedade (Ver PGA, Tema 9.4: Intera&ccedil;&atilde;o educa&ccedil;&atilde;o superior-sociedade).<\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify;\">&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&ndash;<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify;\">[1]&nbsp; Em agosto de 2005 o MEC encaminhou a Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica a 3&ordf; vers&atilde;o do Anteprojeto de Lei da Reforma do Ensino Superior. O referido projeto busca implementar a&ccedil;&otilde;es, pol&iacute;ticas e programas que assegurem uma nova sistem&aacute;tica de regula&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o superior envolvendo tem&aacute;ticas relativas a: financiamento, autonomia, expans&atilde;o, qualidade, regula&ccedil;&atilde;o, democratiza&ccedil;&atilde;o do acesso, entre outras.<\/p>\n<\/div>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Brasil, a partir da d&eacute;cada de 1990, evidencia-se um cen&aacute;rio de altera&ccedil;&otilde;es propositivas no campo das pol&iacute;ticas educacionais, especialmente na educa&ccedil;&atilde;o superior. 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