

{"id":4197,"date":"2020-02-12T09:51:20","date_gmt":"2020-02-12T12:51:20","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/industriaecomercio\/industria-goiana-cresce-29-em-2019\/"},"modified":"2020-02-12T09:51:20","modified_gmt":"2020-02-12T12:51:20","slug":"industria-goiana-cresce-29-em-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/industria-goiana-cresce-29-em-2019\/","title":{"rendered":"Ind\u00fastria goiana cresce 2,9% em 2019"},"content":{"rendered":"<p>A ind&uacute;stria de Goi&aacute;s registrou crescimento de 2,9% no ano de 2019. Os dados s&atilde;o do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) e foram divulgados nesta ter&ccedil;a-feira (11) no site do &oacute;rg&atilde;o do Governo Federal.&nbsp;<\/p>\n<p>No per&iacute;odo de doze meses, Goi&aacute;s s&oacute; ficou atr&aacute;s do Paran&aacute; (5,7%) e Amazonas (4,0%). O Estado superou Santa Catarina (2,2%), S&atilde;o Paulo (0,2%), Rio de Janeiro (2,3%), Rio Grande do Sul (2,6%), Bahia (-2,9%), Pernambuco (-2,2%), Minas Gerais (-5,6%) e Esp&iacute;rito Santo (-15,7%) e demais estados dos 15 avaliados pelo IBGE.&nbsp;<\/p>\n<p>Os n&uacute;meros do IBGE indicam que Goi&aacute;s est&aacute; no caminho certo. Em menos de um ano de cria&ccedil;&atilde;o da Secretaria de Ind&uacute;stria, Com&eacute;rcio e Servi&ccedil;os (SIC), pasta respons&aacute;vel pela atra&ccedil;&atilde;o de investimentos e de ind&uacute;strias para o territ&oacute;rio goiano, 112 empresas assinaram protocolos de inten&ccedil;&atilde;o com o Governo do Estado. Algumas j&aacute; est&atilde;o em fase adiantada nas suas obras para in&iacute;cio de opera&ccedil;&otilde;es, o que significa que a tend&ecirc;ncia &eacute; de mais crescimento da ind&uacute;stria nos pr&oacute;ximos anos.<\/p>\n<p>Segundo o IBGE, em dezembro de 2019, na s&eacute;rie com ajuste sazonal, 12 dos 15 locais pesquisados mostraram taxas negativas, em linha com a queda de 0,7% da produ&ccedil;&atilde;o industrial. As quedas mais intensas foram de Mato Grosso (-4,7%); Rio de Janeiro (-4,3%) e Minas Gerais (-4,1%). Os maiores avan&ccedil;os foram no Paran&aacute; (4,8%) e no Par&aacute; (2,9%.). No acumulado do ano, sete dos 15 estados mostram taxas negativas, com destaque para Esp&iacute;rito Santo (-15,7%) e Minas Gerais (-5,6%), com quedas mais intensas que a m&eacute;dia nacional (-1,1%).&nbsp;<br \/>\nNa queda de 0,7% da produ&ccedil;&atilde;o industrial nacional na passagem de novembro para dezembro de 2019, doze dos 15 locais pesquisados mostraram taxas negativas. Mato Grosso (-4,7%), Rio de Janeiro (-4,3%) e Minas Gerais (-4,1%) assinalaram os recuos mais acentuados.<\/p>\n<p>Bahia (-2,4%), Esp&iacute;rito Santo (-2,3%), Cear&aacute; (-1,7%), Pernambuco (-1,7%), Goi&aacute;s (-1,5%), Rio Grande do Sul (-1,2%), Amazonas (-1,0%) e S&atilde;o Paulo (-0,9%) tamb&eacute;m alcan&ccedil;aram recuos do que a m&eacute;dia nacional (-0,7%), enquanto Santa Catarina (-0,7%) completou o conjunto de locais com &iacute;ndices negativos em dezembro de 2019.<\/p>\n<p>Na compara&ccedil;&atilde;o com igual m&ecirc;s de 2018, o setor industrial mostrou redu&ccedil;&atilde;o de 1,2% em dezembro de 2019, com sete dos 15 locais pesquisados apontando resultados negativos. Esp&iacute;rito Santo (-24,8%) e Minas Gerais (-13,6%) assinalaram os recuos mais intensos. Bahia (-4,7%), Goi&aacute;s (-2,6%) e S&atilde;o Paulo (-1,6%) tamb&eacute;m registraram taxas negativas, enquanto Rio Grande do Sul (-0,6%) e Pernambuco (-0,4%) completaram o conjunto de locais com recuo na produ&ccedil;&atilde;o nesse m&ecirc;s.<\/p>\n<p>No acumulado do ano para o per&iacute;odo janeiro a dezembro de 2019, frente a igual per&iacute;odo do ano anterior, a redu&ccedil;&atilde;o observada na produ&ccedil;&atilde;o nacional alcan&ccedil;ou sete dos 15 locais pesquisados, com destaque para Esp&iacute;rito Santo (-15,7%) e Minas Gerais (-5,6%). Regi&atilde;o Nordeste (-3,1%), Bahia (-2,9%), Mato Grosso (-2,6%), Pernambuco (-2,2%) e Par&aacute; (-1,3%) registraram as demais taxas negativas e todas mais acentuadas do que a m&eacute;dia da ind&uacute;stria (-1,1%)<\/p>\n<p>&nbsp; &nbsp; <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-4196\" alt=\"\" id=\"\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2020\/02\/f2-6a7.jpg\" style=\"\" title=\"\" width=\"626\" height=\"417\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2020\/02\/f2-6a7.jpg 626w, https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2020\/02\/f2-6a7-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 626px) 100vw, 626px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>IND&Uacute;STRIAS DE BOAS NOT&Iacute;CIAS<br \/>\nO titular da Secretaria de Ind&uacute;stria, Com&eacute;rcio e Servi&ccedil;os, Wilder Morais, avaliou os n&uacute;meros e disse que a ind&uacute;stria brasileira ainda sofre os efeitos da recess&atilde;o que se iniciou em 2015. Wilder entende que Goi&aacute;s tamb&eacute;m sofreu com a crise no Pa&iacute;s, mas que finalmente est&aacute; agora no caminho da retomada do crescimento gra&ccedil;as &agrave;s determina&ccedil;&otilde;es do governador Ronaldo Caiado para garantir a atra&ccedil;&atilde;o de novos investimentos para Goi&aacute;s.&nbsp;<br \/>\n&ldquo;Temos ainda situa&ccedil;&otilde;es que precisam avan&ccedil;ar para a economia se estabilizar. Com as orienta&ccedil;&otilde;es do governador Ronaldo Caiado, que asseguram seguran&ccedil;a jur&iacute;dica aos empres&aacute;rios que querem investir aqui, vamos retomar o caminho da gera&ccedil;&atilde;o dos empregos com a chegada de novas ind&uacute;strias e grandes investimentos&rdquo;, disse Wilder.&nbsp;<br \/>\nNo ano de 2019 a SIC atraiu 69 novas empresas para Goi&aacute;s. E em 2020 j&aacute; s&atilde;o 43 que assinaram protocolos de inten&ccedil;&atilde;o com o governo do Estado. Ser&atilde;o mais de R$ 1,3 bilh&atilde;o de investimentos e proje&ccedil;&atilde;o de gerar mais de 12 mil novas vagas, atendendo praticamente todas as regi&otilde;es do Estado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o IBGE, em dezembro de 2019, na s&eacute;rie com ajuste sazonal, 12 dos 15 locais pesquisados mostraram taxas negativas, em linha com a queda de 0,7% da produ&ccedil;&atilde;o industrial. As quedas mais intensas foram de Mato Grosso (-4,7%); Rio de Janeiro (-4,3%) e Minas Gerais (-4,1%). Os maiores avan&ccedil;os foram no Paran&aacute; (4,8%) e no Par&aacute; (2,9%.). No acumulado do ano, sete dos 15 estados mostram taxas negativas, com destaque para Esp&iacute;rito Santo (-15,7%) e Minas Gerais (-5,6%), com quedas mais intensas que a m&eacute;dia nacional (-1,1%).&nbsp;<br \/>\nNa queda de 0,7% da produ&ccedil;&atilde;o industrial nacional na passagem de novembro para dezembro de 2019, doze dos 15 locais pesquisados mostraram taxas negativas. Mato Grosso (-4,7%), Rio de Janeiro (-4,3%) e Minas Gerais (-4,1%) assinalaram os recuos mais acentuados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bahia (-2,4%), Esp&iacute;rito Santo (-2,3%), Cear&aacute; (-1,7%), Pernambuco (-1,7%), Goi&aacute;s (-1,5%), Rio Grande do Sul (-1,2%), Amazonas (-1,0%) e S&atilde;o Paulo (-0,9%) tamb&eacute;m alcan&ccedil;aram recuos do que a m&eacute;dia nacional (-0,7%), enquanto Santa Catarina (-0,7%) completou o conjunto de locais com &iacute;ndices negativos em dezembro de 2019.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na compara&ccedil;&atilde;o com igual m&ecirc;s de 2018, o setor industrial mostrou redu&ccedil;&atilde;o de 1,2% em dezembro de 2019, com sete dos 15 locais pesquisados apontando resultados negativos. Esp&iacute;rito Santo (-24,8%) e Minas Gerais (-13,6%) assinalaram os recuos mais intensos. Bahia (-4,7%), Goi&aacute;s (-2,6%) e S&atilde;o Paulo (-1,6%) tamb&eacute;m registraram taxas negativas, enquanto Rio Grande do Sul (-0,6%) e Pernambuco (-0,4%) completaram o conjunto de locais com recuo na produ&ccedil;&atilde;o nesse m&ecirc;s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No acumulado do ano para o per&iacute;odo janeiro a dezembro de 2019, frente a igual per&iacute;odo do ano anterior, a redu&ccedil;&atilde;o observada na produ&ccedil;&atilde;o nacional alcan&ccedil;ou sete dos 15 locais pesquisados, com destaque para Esp&iacute;rito Santo (-15,7%) e Minas Gerais (-5,6%). Regi&atilde;o Nordeste (-3,1%), Bahia (-2,9%), Mato Grosso (-2,6%), Pernambuco (-2,2%) e Par&aacute; (-1,3%) registraram as demais taxas negativas e todas mais acentuadas do que a m&eacute;dia da ind&uacute;stria (-1,1%).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ind&uacute;stria de Goi&aacute;s registrou crescimento de 2,9% no ano de 2019. 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