{"id":289,"date":"2015-06-01T13:06:43","date_gmt":"2015-06-01T16:06:43","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/industriaecomercio\/dia-de-campo-integracao-lavoura-pecuaria-reune-produtores-e-tecnicos\/"},"modified":"2015-06-01T13:06:43","modified_gmt":"2015-06-01T16:06:43","slug":"dia-de-campo-integracao-lavoura-pecuaria-reune-produtores-e-tecnicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/dia-de-campo-integracao-lavoura-pecuaria-reune-produtores-e-tecnicos\/","title":{"rendered":"Dia de Campo: integra\u00e7\u00e3o Lavoura-Pecu\u00e1ria re\u00fane produtores e t\u00e9cnicos"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-288\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/06\/dia-do-campo-na-fazenda-sao-jose-em-bela-vista_-credito-wildes-barbosa-22-2cc.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"614\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/06\/dia-do-campo-na-fazenda-sao-jose-em-bela-vista_-credito-wildes-barbosa-22-2cc.jpg 1000w, https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/06\/dia-do-campo-na-fazenda-sao-jose-em-bela-vista_-credito-wildes-barbosa-22-2cc-300x184.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/06\/dia-do-campo-na-fazenda-sao-jose-em-bela-vista_-credito-wildes-barbosa-22-2cc-768x472.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><em>Evento promovido pela SED teve parceria da Embrapa e Emater e apoio do Banco do Brasil, entidades civis e iniciativa privada<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"> Na Fazenda S&atilde;o Jos&eacute;, munic&iacute;pio de Bela Vista de Goi&aacute;s, o casal propriet&aacute;rio Donizete Peixoto da Costa e Luzanir Luiza de Moura Peixoto recebeu, neste final de semana, cerca de 300 pessoas, entre t&eacute;cnicos, extensionistas, pesquisadores e produtores, para o Dia de Campo sobre o Sistema de Integra&ccedil;&atilde;o Lavoura-Pecu&aacute;ria. E foi o vanguardismo desses propriet&aacute;rios na ado&ccedil;&atilde;o, desde 1988, de t&eacute;cnicas inovadoras na produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os consorciada com o plantio da <em>Brachiaria ruziziensis,<\/em>entre outros capins, o grande destaque do dia. Todos queriam ver de perto os processos de produ&ccedil;&atilde;o adotados pelo fazendeiro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"> A jornada teve in&iacute;cio com a reuni&atilde;o dos produtores e dos t&eacute;cnicos em torno de uma grande mesa de caf&eacute; da manh&atilde; t&iacute;pica da fazenda, com biscoitos caseiros, leite, caf&eacute; e frutas. E o melhor de tudo: o bate-papo descontra&iacute;do. Na noite anterior, o Sistema Integrado Lavoura-Pecu&aacute;ria j&aacute; havia sido apresentado aos produtores, por meio de palestras, no Sindicato Rural de Bela Vista, agu&ccedil;ando ainda mais a curiosidade dos que querem inovar suas pr&aacute;ticas produtivas. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"> O evento, promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico por meio da Superintend&ecirc;ncia Executiva de Agricultura &#8211; em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&aacute;ria (Embrapa) e Ag&ecirc;ncia Goiana de Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica, Extens&atilde;o Rural e Pesquisa Agropecu&aacute;ria (Emater) -, contou com apoio do Banco do Brasil, entidades locais e iniciativa privada. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"> O superintendente executivo de Agricultura Ant&ocirc;nio Flavio Camilo de Lima participou do Dia de Campo que, segundo afirmou, &eacute; de extrema import&acirc;ncia para os produtores ao mostrar uma experi&ecirc;ncia que &eacute; exemplo para a regi&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"> <strong>Difus&atilde;o de novas tecnologias<\/strong><\/span><br \/><span style=\"font-size: 12px;\"> Ant&ocirc;nio Flavio tamb&eacute;m destacou que o sistema integrado de lavoura e pecu&aacute;ria est&aacute; ao alcance de qualquer produtor: &ldquo;N&atilde;o h&aacute; nada sofisticado, &eacute; um sistema simples poss&iacute;vel a qualquer um que queira inovar e alcan&ccedil;ar excelentes resultados&rdquo;. Ele participou dos trabalhos nas quatro esta&ccedil;&otilde;es montadas dentro das &aacute;reas de plantio consorciado na propriedade e afirmou que outros eventos como este ser&atilde;o programados para este ano. &ldquo;Come&ccedil;amos com Ipameri, onde realizamos o Dia de Campo com o sistema integra&ccedil;&atilde;o Lavoura-Pecu&aacute;ria -Floresta, sempre com o objetivo de estimular aos produtores o uso de novas tecnologias&rdquo;, acentuou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"> O superintendente de Pol&iacute;tica Agr&iacute;cola, Agroneg&oacute;cio e Irriga&ccedil;&atilde;o da SED, Jo&atilde;o Pedro Fiorini, lembrou que a SED coordena em Goi&aacute;s o programa ABC &ndash; Agricultura de Baixo Carbono &ndash; que preconiza a ado&ccedil;&atilde;o de tecnologias de agricultura e pecu&aacute;ria com o m&iacute;nimo de impacto ambiental. &ldquo;Goi&aacute;s est&aacute; entre os melhores estados no uso dessas tecnologias de baixo impacto e baixo custo, e o sistema consorciado entre lavoura e pecu&aacute;ria &eacute; uma delas&rdquo;, afirmou. Com o Dia de Campo, segundo ele, o Governo de Goi&aacute;s dissemina o conhecimento e tecnologias, incentivando os produtores a incorporarem novas t&eacute;cnicas ao processo produtivo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"> O t&eacute;cnico da Superintend&ecirc;ncia de Agricultura e coordenador do Plano ABC no estado de Goi&aacute;s, Arnaldo Francisco do Bonfim, que apresentou alternativas para produ&ccedil;&atilde;o forrageira para alimenta&ccedil;&atilde;o bovina na entressafra, destacou que Goi&aacute;s foi o primeiro estado brasileiro a fazer o plano ABC para prote&ccedil;&atilde;o dos recursos nacionais. De acordo com ele, a integra&ccedil;&atilde;o lavoura e pecu&aacute;ria, como alternativa de baixo impacto, deixa o solo protegido o ano todo. Quando chove, a &aacute;gua n&atilde;o escorre, infiltra. &ldquo;O Donizete, aqui, al&eacute;m de produzir gr&atilde;os e a arroba de carne mais barata do estado de Goi&aacute;s, &eacute; tamb&eacute;m um produtor de &aacute;gua, ele mant&eacute;m as condi&ccedil;&otilde;es para reter a &aacute;gua que precisa&rdquo;, explica. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"> &ldquo;<strong>Quem n&atilde;o adotar o sistema integrado, vai quebrar&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px;\">Nas quatro esta&ccedil;&otilde;es do Dia de Campo, os produtores puderam ver diferentes exposi&ccedil;&otilde;es de t&eacute;cnicos da Embrapa e da Emater, como Jo&atilde;o Kluthcouski, da Embrapa, conhecido como o &ldquo;Jo&atilde;o K&rdquo;, um entusiasta das tecnologias dos sistemas de integra&ccedil;&atilde;o e um &ldquo;inconformado&rdquo; com a resist&ecirc;ncia de muitos produtores em adot&aacute;-las. Segundo ele, em todo o estado h&aacute; cerca de 12 milh&otilde;es de hectares de pasto fraco, com algum n&iacute;vel de degrada&ccedil;&atilde;o, e apenas 180 mil hectares em que o plantio consorciado de gr&atilde;os e capim &eacute; feito. O estado onde o sistema &eacute; mais utilizado &eacute; Mato Grosso; em seguida, o Paran&aacute;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"> De acordo com Jo&atilde;o Kluthcouski, a integra&ccedil;&atilde;o traz uma diversidade muito grande de op&ccedil;&otilde;es para cada produtor. &ldquo;Desde aquele que usa uma matraca ao que usa trator, em um hectare ou em milhares dele, h&aacute; um jeitinho de fazer um sistema integrado&rdquo;, acentua. Outro ponto positivo do sistema integrado lavoura-pecu&aacute;ria &eacute; que &eacute; muito barato. &ldquo;O produtor vai apenas adicionar na lavoura a semente da brachiaria ou de outro capim. O restante ele j&aacute; faz, precisa apenas de um acompanhamento, uma boa gest&atilde;o&rdquo;, destaca.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><strong><br \/> &ldquo;Salva&ccedil;&atilde;o da agricultura no Cerrado goiano&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">Para o agropecuarista Donizete Peixoto, que faz a integra&ccedil;&atilde;o lavoura-pecu&aacute;ria em todas as suas sete unidades de produ&ccedil;&atilde;o, nos munic&iacute;pios de Bela Vista, Piracanjuba e Hidrol&acirc;ndia, o plantio de gr&atilde;os consorciado &agrave; brachiaria &eacute;, sem sombra de d&uacute;vida, o grande respons&aacute;vel pelo &ecirc;xito dos seus empreendimentos. Ele entrou na atividade agr&iacute;cola j&aacute; no sistema de integra&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o se arrepende. &ldquo;Quem n&atilde;o usa ainda, pode acreditar, porque as vantagens dariam para escrever um jornal inteiro&rdquo;, disse o produtor durante a abertura do Dia de Campo na sua Fazenda S&atilde;o Jos&eacute;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"> O sistema de integra&ccedil;&atilde;o, conforme destacou, traz entre os in&uacute;meros benef&iacute;cios, a vantagem econ&ocirc;mica, muito maior que o processo tradicional de agricultura e pecu&aacute;ria dissociadas. &ldquo;Hoje eu produzo um boi no m&iacute;nimo 25% mais barato no custo da engorda&rdquo;, afirmou o produtor que para este ano mudou a estrat&eacute;gia de engorda e espera obter melhores resultados ainda. Iniciou o per&iacute;odo de engorda ainda na palhada, logo ap&oacute;s a colheita da soja. &ldquo;A expectativa &eacute; vender o boi uma arroba e meia mais pesado e com menos tempo de confinamento, aproveitando ainda a &aacute;rea para a recria a partir de julho&rdquo;, explicou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"> De toda a diversidade que o sistema integrado lavoura-pecu&aacute;ria apresenta, combinando diferentes culturas, como a soja, o milho, o arroz, o sorgo, com diferentes capins, o que Donizete Peixoto considera mais eficiente para a sua propriedade &eacute; o cons&oacute;rcio da soja com a sobressemeadura de&nbsp;<em>Brachiara ruziziensis<\/em>. &ldquo;O melhor resultado que obtenho &eacute; com ela&rdquo;, informou, justificando que suas propriedades n&atilde;o s&atilde;o frutos de heran&ccedil;a, foram todas compradas com recursos pr&oacute;prios gra&ccedil;as ao sistema de integra&ccedil;&atilde;o lavoura-pecu&aacute;ria.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"> Al&eacute;m das vantagens econ&ocirc;micas, Donizete Peixoto destacou os benef&iacute;cios do sistema de integra&ccedil;&atilde;o para o solo que a cada ano est&aacute; melhor. &ldquo;Fazemos an&aacute;lises frequentes e temos sempre resultados positivos&rdquo;, garantiu. &ldquo;A mat&eacute;ria org&acirc;nica &eacute; mantida o ano inteiro e h&aacute; redu&ccedil;&atilde;o na emiss&atilde;o de g&aacute;s carb&ocirc;nico, aproveitamos tudo que h&aacute; at&eacute; ervas daninhas, n&atilde;o se desperdi&ccedil;a nada&rdquo;, continuou. &nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"> <strong>Apoio<br \/><\/strong>&ldquo;O Governo de Goi&aacute;s tem me dado muito suporte de uns anos para c&aacute; e eu reconhe&ccedil;o a import&acirc;ncia desse apoio, do acompanhamento que os t&eacute;cnicos fazem do trabalho realizado aqui e nas outras propriedades&rdquo;, considerou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"> Para um agricultor que j&aacute; iniciou a atividade agr&iacute;cola integrando lavoura e pecu&aacute;ria, Donizete alerta os demais produtores para que n&atilde;o percam tempo. &nbsp;&ldquo;Podem acreditar que esse sistema &eacute; a salva&ccedil;&atilde;o da agricultura no Cerrado goiano&rdquo;, disse.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"> Ao seu lado, para estimular o cuidado com o meio ambiente e reverenciar a sua curiosidade e a sede por inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, Donizete conta com a parceria da esposa, Luzanir Luiza de Moura Peixoto, psic&oacute;loga e mestre em artes pl&aacute;sticas que se dedica ao repovoamento das matas ciliares das propriedades, al&eacute;m de utilizar esp&eacute;cies nativas em projetos de paisagismo rural, com uso de materiais de demoli&ccedil;&atilde;o na composi&ccedil;&atilde;o de interiores e de ambientes abertos. &ldquo;&Eacute; fant&aacute;stico, nosso padr&atilde;o econ&ocirc;mico mudou muito com esse sistema e a terra n&atilde;o fica ociosa e os trabalhadores t&ecirc;m servi&ccedil;o o ano inteiro, ou seja, melhorou para n&oacute;s e para nossos funcion&aacute;rios&rdquo;, disse ela.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"> <strong>Fotos: Wildes Barbosa<\/p>\n<p> Comunica&ccedil;&atilde;o Setorial<br \/> Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico, Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico e de Agricultura, Pecu&aacute;ria e Irriga&ccedil;&atilde;o (SED)<\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Evento promovido pela SED teve parceria da Embrapa e Emater e apoio do Banco do Brasil, entidades civis e iniciativa privada Na Fazenda S&atilde;o Jos&eacute;, munic&iacute;pio de Bela Vista de Goi&aacute;s, o casal propriet&aacute;rio Donizete Peixoto da Costa e Luzanir Luiza de Moura Peixoto recebeu, neste final de semana, cerca de 300 pessoas, entre t&eacute;cnicos, 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