

{"id":1768,"date":"2016-05-31T11:05:15","date_gmt":"2016-05-31T14:05:15","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/industriaecomercio\/goias-lidera-criacao-de-postos-de-trabalho-em-abril\/"},"modified":"2016-05-31T11:05:15","modified_gmt":"2016-05-31T14:05:15","slug":"goias-lidera-criacao-de-postos-de-trabalho-em-abril","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/goias-lidera-criacao-de-postos-de-trabalho-em-abril\/","title":{"rendered":"Goi\u00e1s lidera cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho em abril"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dados organizados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que Goi&aacute;s ocupou a primeira coloca&ccedil;&atilde;o em abril ao gerar 5.170 novos postos de trabalho. O resultado supera o seu desempenho em mar&ccedil;o, quando o Estado ficou em segundo lugar no ranking ao gerar 3.331 vagas de trabalho.<\/p>\n<p>A ind&uacute;stria de transforma&ccedil;&atilde;o foi respons&aacute;vel por gerar 52% das novas vagas, gerando 2.709 novos postos. Em segundo lugar ficou a agricultura, com 2.134 empregos formais abertos. No m&ecirc;s anterior a ind&uacute;stria de transforma&ccedil;&atilde;o e o agroneg&oacute;cio puxaram a alta das vagas.<\/p>\n<p>A regi&atilde;o Centro-Oeste foi a &uacute;nica do Pa&iacute;s a ter saldo positivo na gera&ccedil;&atilde;o de emprego em abril. Ao pesquisar por regi&otilde;es, o Nordeste apresentou maior redu&ccedil;&atilde;o de emprego. Em todo o Pa&iacute;s foram fechados 62.844 postos de trabalho em abril. No entanto, pela primeira vez em 13 meses houve uma desacelera&ccedil;&atilde;o nos &iacute;ndices de desemprego, quando houve a invers&atilde;o do saldo positivo para negativo, na m&eacute;dia do Pa&iacute;s.<\/p>\n<p>Segundo os dados do Caged, houve crescimento do emprego em seis Estados. Goi&aacute;s encabe&ccedil;a o ranking, seguido por Minas Gerais (3.886 carteira-de-trabalhopostos), Distrito Federal (1.202), Mato Grosso do Sul (919 postos), Esp&iacute;rito Santo (466) e Amap&aacute; (50). As maiores quedas foram registradas em S&atilde;o Paulo (-16.583 postos), Rio de Janeiro (-11.754 postos) e Alagoas (-7.102).<\/p>\n<p>&ldquo;Os dados do Caged demonstram um recuo na perda de postos de trabalho no Pa&iacute;s. No m&ecirc;s, o n&iacute;vel de emprego apresentou decl&iacute;nio de 0,16% em rela&ccedil;&atilde;o ao estoque do m&ecirc;s anterior, equivalente a uma redu&ccedil;&atilde;o de 62.844 postos de trabalhos formais, o menor resultado negativo desde abril de 2015, quando o mercado deu in&iacute;cio &agrave; s&eacute;rie de resultados negativos&rdquo;, diz o informe do Minist&eacute;rio do Trabalho sobre o n&iacute;vel de emprego no Brasil em abril.<\/p>\n<p>&ldquo;O n&uacute;mero, segundo o ministro Ronaldo Nogueira, pode significar um recuo na trajet&oacute;ria de perdas de postos de trabalho no Brasil e demonstra uma recupera&ccedil;&atilde;o do mercado&rdquo;, afirma o texto. O resultado no Pa&iacute;s &ndash; saldo de 1.258.970 admiss&otilde;es contra 1.321.814 desligamentos &ndash; &eacute; menor que o verificado em mar&ccedil;o, quando foram perdidos 118.776 postos de trabalho formais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Texto: Goi&aacute;s Agora<\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados organizados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que Goi&aacute;s ocupou a primeira coloca&ccedil;&atilde;o em abril ao gerar 5.170 novos postos de trabalho. O resultado supera o seu desempenho em mar&ccedil;o, quando o Estado ficou em segundo lugar no ranking ao gerar 3.331 vagas de trabalho. 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