

{"id":1390,"date":"2015-10-28T12:10:58","date_gmt":"2015-10-28T14:10:58","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/industriaecomercio\/artesa-de-olhos-dagu-troca-palha-pelo-barro-e-alcanca-resultados-surpreendentes\/"},"modified":"2015-10-28T12:10:58","modified_gmt":"2015-10-28T14:10:58","slug":"artesa-de-olhos-dagu-troca-palha-pelo-barro-e-alcanca-resultados-surpreendentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/artesa-de-olhos-dagu-troca-palha-pelo-barro-e-alcanca-resultados-surpreendentes\/","title":{"rendered":"Artes\u00e3 de Olhos D\u0092\u00c1gua troca palha pelo barro e alcan\u00e7a resultados surpreendentes"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1389\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/10\/vic30482-ca7-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1696\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/10\/vic30482-ca7-scaled.jpg 2560w, https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/10\/vic30482-ca7-300x199.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/10\/vic30482-ca7-1024x678.jpg 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/10\/vic30482-ca7-768x509.jpg 768w, https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/10\/vic30482-ca7-1536x1017.jpg 1536w, https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/10\/vic30482-ca7-2048x1356.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"center\"><span style=\"font-size: 12px;\"><em>Suas pe&ccedil;as est&atilde;o expostas no sagu&atilde;o do Pal&aacute;cio Pedro Ludovico Teixeira at&eacute; o dia 30 deste m&ecirc;s<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px;\">Hilda da Costa Freire, 38 anos, tem tudo para acreditar que sua arte estava adormecida na palha e foi despertada no barro. Por mais de 15 anos ela tran&ccedil;ou fibras e palhas e construiu imagens de grande beleza na oficina da artes&atilde; Maria de F&aacute;tima Dutra Barros, a Fatinha, sua amiga e incentivadora. Mas foi em maio deste ano, depois de ganhar um saco de barro j&aacute; preparado pelo sogro Divino, que ela experimentou pela primeira vez uma profunda satisfa&ccedil;&atilde;o interior ao modelar a primeira boneca. &ldquo;Ainda cheguei a colocar uns adere&ccedil;os de palha no chap&eacute;u dessa primeira boneca, mas, foi a &uacute;ltima vez&rdquo;, garante a artes&atilde;.<\/p>\n<p>Quem v&ecirc; a delicadeza e a suavidade de suas pe&ccedil;as, dificilmente imagina que no in&iacute;cio deste ano Hilda sequer havia ousado em tocar no barro que a fam&iacute;lia do esposo Luiz Carlos Rodrigues da Costa, fam&iacute;lia de artes&atilde;os, tem como base para o trabalho no torno. &ldquo;Sempre trabalhei tran&ccedil;ando a palha e nunca pensei em lidar com a cer&acirc;mica, mas, agora, n&atilde;o quero fazer outra coisa&rdquo;, assegura Hilda, que tem tr&ecirc;s filhos e vive, atualmente, entre Olhos D&rsquo;&Aacute;gua e Alex&acirc;nia, cidade onde estudou e vem comercializando a maior parte de sua produ&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">As suas pe&ccedil;as est&atilde;o expostas at&eacute; o pr&oacute;ximo dia 30 de outubro no sagu&atilde;o do Pal&aacute;cio Pedro Ludovico Teixeira, na Pra&ccedil;a C&iacute;vica. Trata-se da 18&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do programa Goi&aacute;s Mostra Artesanato, da Ger&ecirc;ncia de Artesanato da Superintend&ecirc;ncia de Micro e Pequena Empresa da Secretaria de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (SED). Est&atilde;o expostas 32 pe&ccedil;as, entre elas as muitas mulheres carregando potes, panelas de ferro, chap&eacute;us, livros e flores, muitas flores, no cabelo, nos vestidos e at&eacute; nos potes, seguramente para reduzir em alguma medida o peso de cada objeto ou da pr&oacute;pria vida retratada por Hilda. H&aacute;, tamb&eacute;m, uma nossa senhora com Jesus e um s&atilde;o Francisco de Assis. &ldquo;Quero fazer de tudo, n&atilde;o vou me prender a uma tem&aacute;tica, quero moldar no barro o que vejo na vida&rdquo;, diz a artes&atilde;.<\/p>\n<p>Segundo afirma, em breve dever&aacute; deixar o trabalho na oficina da amiga, pois o tempo &eacute; curto para produzir e atender toda a demanda que chega. Enquanto preparava as pe&ccedil;as para a exposi&ccedil;&atilde;o da Ger&ecirc;ncia de Artesanato, Hilda da Costa Freire participou do projeto Mulheres Coralinas, desenvolvido na cidade de Goi&aacute;s, onde ministrou oficinas de artesanato a 15 mulheres por duas semanas. &ldquo;Comecei h&aacute; t&atilde;o pouco tempo e j&aacute; acharam que eu podia ensinar, fiquei muito feliz&rdquo;, comemorou a artes&atilde;.<\/p>\n<p>Hilda Freire comemora tamb&eacute;m o fato de estar expondo no Pal&aacute;cio Pedro Ludovico Teixeira. &ldquo;&Eacute; a minha primeira exposi&ccedil;&atilde;o individual e as pessoas est&atilde;o gostando do meu trabalho, pra mim isso &eacute; muito importante porque abre novas oportunidades&rdquo;, justifica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><strong>Incentivo<br \/><\/strong>Embora tenha tido uma inf&acirc;ncia dif&iacute;cil, tendo que ir trabalhar de bab&aacute; em Bras&iacute;lia ainda aos 11 anos de idade e ficado l&aacute;, de emprego em emprego, at&eacute; os 19 anos, Hilda Freire teve a sorte de encontrar pessoas certas na hora certa, ao longo de sua trajet&oacute;ria como artes&atilde;. Primeiro, a oportunidade de trabalhar com Fatinha, em Olhos D&rsquo;&Aacute;gua, aprendendo os segredos e as possibilidades da palha. E quando, em maio, decidiu trabalhar com barro, teve o incentivo da fam&iacute;lia do marido e, em especial, de uma moradora de Olhos D&rsquo;&Aacute;gua, &Acirc;ngela C&acirc;ndida Madrilis, patroa de seu esposo, que ao ver as primeiras pe&ccedil;as falou que iria ajud&aacute;-la, mas que, independentemente de qualquer coisa, que ela deveria seguir adiante, pois tinha muito potencial.<\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px;\">&Acirc;ngela encomendou algumas pe&ccedil;as &agrave; Hilda e tamb&eacute;m disse a ela que iria apresent&aacute;-la ao gerente de Artesanato da SED, Andr&eacute; Franco. Hilda nem tinha acabado de fazer a encomenda, quando &Acirc;ngela faleceu. A artes&atilde;, ent&atilde;o, exp&ocirc;s suas primeiras pe&ccedil;as na Feira do Troca, e em um s&oacute; dia vendeu quase todas. Coincidentemente, Andr&eacute; Franco viu o seu trabalho e a convidou para a exposi&ccedil;&atilde;o no Goi&aacute;s Mostra Artesanato. Indicada, entre v&aacute;rios artes&atilde;os, para o projeto Mulheres Coralinas ela foi a &uacute;nica selecionada. &ldquo;Tudo foi muito r&aacute;pido pra mim&rdquo;, diz Hilda Freire.<\/p>\n<p><strong>Fotos: Marcos Prado<\/p>\n<p>Comunica&ccedil;&atilde;o Setorial<br \/>Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico, Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico e de Agricultura, Pecu&aacute;ria e Irriga&ccedil;&atilde;o (SED)<br \/>(62) 3201-5463, 3201-5487<\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Suas pe&ccedil;as est&atilde;o expostas no sagu&atilde;o do Pal&aacute;cio Pedro Ludovico Teixeira at&eacute; o dia 30 deste m&ecirc;s &nbsp; Hilda da Costa Freire, 38 anos, tem tudo para acreditar que sua arte estava adormecida na palha e foi despertada no barro. 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