{"id":1021,"date":"2015-06-29T07:06:16","date_gmt":"2015-06-29T10:06:16","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/industriaecomercio\/empresarios-goianos-destacam-oportunidades-no-leste-europeu\/"},"modified":"2015-06-29T07:06:16","modified_gmt":"2015-06-29T10:06:16","slug":"empresarios-goianos-destacam-oportunidades-no-leste-europeu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/empresarios-goianos-destacam-oportunidades-no-leste-europeu\/","title":{"rendered":"Empres\u00e1rios goianos destacam oportunidades no leste europeu"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1020\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/06\/rodada-de-neg_cios-614-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1696\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/06\/rodada-de-neg_cios-614-scaled.jpg 2560w, https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/06\/rodada-de-neg_cios-614-300x199.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/06\/rodada-de-neg_cios-614-1024x678.jpg 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/06\/rodada-de-neg_cios-614-768x509.jpg 768w, https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/06\/rodada-de-neg_cios-614-1536x1017.jpg 1536w, https:\/\/goias.gov.br\/industriaecomercio\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2015\/06\/rodada-de-neg_cios-614-2048x1356.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\"><em>Empreendedores avaliam como positiva primeira etapa da miss&atilde;o. Depois da R&uacute;ssia, atividades come&ccedil;am nesta segunda (29\/06) em Belarus. Presidente da Fieg, Pedro Alves celebra acordo de coopera&ccedil;&atilde;o com o Conselho de Neg&oacute;cios R&uacute;ssia-Brasil<\/em>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\">Empres&aacute;rios goianos que participam da miss&atilde;o comercial a tr&ecirc;s pa&iacute;ses do leste europeu avaliam como positiva a etapa russa das rodadas de negocia&ccedil;&otilde;es encerrada na sexta-feira (26\/06). Os eventos aconteceram em Moscou e em S&atilde;o Petersburgo.<\/p>\n<p> Eles enxergam possibilidades de alavancar ou ampliar as atividades comerciais. A comitiva chefiada pelo vice-governador e secret&aacute;rio de Desenvolvimento (SED), Jos&eacute; Eliton, come&ccedil;a nesta segunda-feira (29) a segunda fase dos encontros, desta feita em Minsk, capital de Belarus,&nbsp;maior cidade do pa&iacute;s e sede da Comunidade de Estados Independentes (CEI).<\/p>\n<p>&ldquo;A Fieg vai fazer a aproxima&ccedil;&atilde;o entre o setor produtivo goiano e a R&uacute;ssia para que aproveitem as oportunidades&rdquo;, disse o presidente da Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado de Goi&aacute;s, Pedro Alves. &ldquo;Foi uma &oacute;tima surpresa perceber que h&aacute; um grande interesse daquele pa&iacute;s em ampliar as rela&ccedil;&otilde;es comerciais e industriais com o Brasil e, em especial, Goi&aacute;s&rdquo;, afirma. Ele ainda ressalta o fato de a R&uacute;ssia ter uma grande influ&ecirc;ncia em todo o leste europeu.<\/p>\n<p>De acordo com Pedro Alves, a R&uacute;ssia tem crescente interesse em comprar dos goianos alimentos como carnes (aves, bovinos, su&iacute;nos), gr&atilde;os (soja, milho, derivados) e tamb&eacute;m a&ccedil;&uacute;car. O pa&iacute;s, por sua vez, tem em abund&acirc;ncia adubos e fertilizantes que interessam diretamente aos produtores goianos. O presidente da Fieg informa que os russos v&atilde;o agendar visita ao Estado e a Fieg ir&aacute; promover esse encontro.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Com um dos resultados da primeira etapa da miss&atilde;o, o presidente da Fieg assinou carta de inten&ccedil;&otilde;es com o Conselho de Neg&oacute;cios R&uacute;ssia-Brasil, se&ccedil;&atilde;o do Distrito Federal Noroeste, por interm&eacute;dio do chefe da Representa&ccedil;&atilde;o Regional, Evgeny Zhikh, e Associa&ccedil;&atilde;o para a Promo&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento de Neg&oacute;cios de S&atilde;o Petersburgo &ndash; Informa&ccedil;&otilde;es Interregionais e Centro de Neg&oacute;cios, por interm&eacute;dio da presidente Lidia Alexeevna. <\/p>\n<p>As partes se comprometeram a desenvolver coopera&ccedil;&atilde;o nos &acirc;mbitos comerciais, econ&ocirc;micos, financeiros, cient&iacute;ficos e t&eacute;cnicos, apoiando as iniciativas das autoridades p&uacute;blicas, sociais e outras organiza&ccedil;&otilde;es pertinentes aos setores mencionados.<\/p>\n<p>Pedro Alves acredita que poder&aacute; haver reciprocidade de coopera&ccedil;&atilde;o grande e citou setores importantes como unidades de ensino voltadas para alimenta&ccedil;&atilde;o, automa&ccedil;&atilde;o e f&aacute;rmaco. &ldquo;Acredito que a miss&atilde;o trar&aacute; resultados positivos para Goi&aacute;s e a R&uacute;ssia&rdquo;, avalia. Outro aspecto que julga importante &eacute; a intera&ccedil;&atilde;o entre o setor privado e o governo do Estado. &ldquo;Os objetivos s&atilde;o convergentes&rdquo;, diz.<\/p>\n<p>Francisco Tomazini, dirigente da Nutriza Agroindustrial de Alimentos S.A., observa que sua companhia j&aacute; atua h&aacute; bastante tempo na R&uacute;ssia. Ele acredita que a demanda ser&aacute; crescente. &ldquo;O Brasil se tornar&aacute; cada vez mais importante para abastecer o mundo de alimentos, em especial prote&iacute;na animal&rdquo;, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Log&iacute;stica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Gilberto Lucena J&uacute;nior, do setor comercial do Centro Log&iacute;stico de Apoio &agrave; Exporta&ccedil;&atilde;o (Claex), celebra o fato de a miss&atilde;o ter resultado em novos parceiros nos setores de fertilizantes e adubos. &ldquo;Com a nova log&iacute;stica multimodal, aproximamos Goi&aacute;s das fronteiras mar&iacute;timas&rdquo;, observa. Segundo ele, a comitiva coordenada pelo Governo do Estado, em parceria com entidades goianas, vem de encontro &agrave; tend&ecirc;ncia mundial dos grandes armadores, o aproveitamento do frete retorno.&nbsp; <\/p>\n<p>&ldquo;A Claex agradece ao vice-governador Jos&eacute; Eliton e &agrave;s autoridades por abrirem as fronteiras com a R&uacute;ssia, Belarus e Pol&ocirc;nia&rdquo;.<\/p>\n<p>Segundo Hugo Leonardo Spenciere, tamb&eacute;m dirigente comercial da Claex, a companhia que integra executa estudos necess&aacute;rios &agrave; implanta&ccedil;&atilde;o deste aproveitamento do frete retorno: containers que integram a rota do com&eacute;rcio n&atilde;o voltariam vazios.<\/p>\n<p>Ele cita um caso, no que se refere ao com&eacute;rcio entre Brasil e R&uacute;ssia: os containers sa&iacute;ram do Brasil com carnes e retornariam com fertilizantes, por exemplo. Situa&ccedil;&otilde;es similares, envolvendo os demais produtos, teriam a mesma l&oacute;gica.<\/p>\n<p>&ldquo;A Claex executa estudos de intelig&ecirc;ncia de mercado para mapear o sistema de importa&ccedil;&atilde;o\/exporta&ccedil;&atilde;o de mercadorias entre o Brasil e os pa&iacute;ses onde temos atua&ccedil;&atilde;o&rdquo;, explica. &ldquo;Queremos casar esse processo para que n&atilde;o haja perna vazia e, com isso, reduzirmos de maneira significativa os valores do frete&rdquo;.<\/p>\n<p>Ele avalia que, no caso de Goi&aacute;s, todo processo que envolve importa&ccedil;&atilde;o\/exporta&ccedil;&atilde;o no raio de mil quil&ocirc;metros nesta regi&atilde;o, a log&iacute;stica seria mais eficiente, e com custos mais atrativos, se fosse realizada via Porto Seco de An&aacute;polis, com quem a Claex possui uma parceria.<\/p>\n<p>Hugo Leonardo tamb&eacute;m fez quest&atilde;o de agradecer o governo do Estado, na pessoa do vice-governador Jos&eacute; Eliton, pela iniciativa de promover as potencialidades de Goi&aacute;s e os produtos goianos no mercado internacional.<\/p>\n<p>Aroldo Silva Amorim Filho, presidente da Bonasa, companhia voltada para a produ&ccedil;&atilde;o de alimentos (aves, su&iacute;nos) cita as experi&ecirc;ncias como exportador para na&ccedil;&otilde;es e continentes como Hong Kong, &Aacute;frica e Am&eacute;rica Latina. &ldquo;Considero extremamente importante celebrar acordos com pa&iacute;ses do leste europeu&rdquo;, observa.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">&ldquo;Percebemos que os russos foram muito receptivos, em especial no que diz respeito &agrave;s carnes. Eles j&aacute; s&atilde;o grandes importadores de alimentos do Brasil mas, frente ao embargo imposto pelos EUA e Comunidade Europeia, aumentam ainda mais as possibilidades, j&aacute; que n&atilde;o s&atilde;o autossuficientes&rdquo;, completa. O empres&aacute;rio tamb&eacute;m considera importante o ingresso de Goi&aacute;s na C&acirc;mara de Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio de S&atilde;o Petersburgo.<\/p>\n<p>Roberval Dias Martins, diretor comercial da Alca Foods, espera novas oportunidades de neg&oacute;cios e acredita que, especialmente na Pol&ocirc;nia, poder&aacute; formalizar parceiros importantes para a distribui&ccedil;&atilde;o dos produtos. Sua empresa se destaca por popularizar o consumo de cereais matinais entre todas as classes sociais.<\/p>\n<p>A Alca Foods, Ind&uacute;stria de Cereais Matinais, foi fundada em Itumbiara em 1995, com in&iacute;cio das atividades operacionais em fevereiro de 1996. A empresa possui cerca de 280 colaboradores internos em tr&ecirc;s turnos de trabalho. O complexo industrial possui &aacute;rea constru&iacute;da de 4800 m&sup2;, em que s&atilde;o realizadas a fabrica&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de cereais matinais &agrave; base de milho, arroz, trigo, soja, mel e aveia.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m participaram da primeira etapa da miss&atilde;o, na R&uacute;ssia, Mar&ccedil;al Henrique Soares, presidente executivo do Sindicato das Ind&uacute;strias Farmac&ecirc;uticas no Estado de Goi&aacute;s e Alexandre Moura, diretor comercial da Sotrigo.<\/p>\n<p><em>(Foto: Ambiente de neg&oacute;cios entre empres&aacute;rios goianos e russos na C&acirc;mara de Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio de S&atilde;o Petersburgo. Presidente da Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado de Goi&aacute;s (Fieg), Pedro Alves&nbsp;vai fazer a aproxima&ccedil;&atilde;o entre o setor produtivo goiano e a R&uacute;ssia.)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><em><br \/><\/em><strong>Comunica&ccedil;&atilde;o Setorial<br \/>Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico, Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico e de Agricultura, Pecu&aacute;ria e Irriga&ccedil;&atilde;o (SED)<br \/>(62) 3201-5463, 3201-5487<\/p>\n<p><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Empreendedores avaliam como positiva primeira etapa da miss&atilde;o. Depois da R&uacute;ssia, atividades come&ccedil;am nesta segunda (29\/06) em Belarus. 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