{"id":8804,"date":"2008-09-23T12:11:23","date_gmt":"2008-09-23T15:11:23","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/imb\/mais-de-50-dos-trabalhadores-contribuem-para-a-previdencia\/"},"modified":"2008-09-23T12:11:23","modified_gmt":"2008-09-23T15:11:23","slug":"mais-de-50-dos-trabalhadores-contribuem-para-a-previdencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/imb\/mais-de-50-dos-trabalhadores-contribuem-para-a-previdencia\/","title":{"rendered":"Mais de 50% dos trabalhadores contribuem para a previd\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html xmlns:v=\"urn:schemas-microsoft-com:vml\" lang=\"PT-BR\" style=\"tab-interval:35.4pt\"><body><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Percentual (50,7%) foi atingido pela primeira vez, desde os anos 90, devido ao aumento do n&Atilde;&ordm;mero de trabalhadores com carteira assinada: em 2007 eles eram 32,0 milh&Atilde;&micro;es, ou 6,1 % a mais que no ano anterior, e atingiram a maior participa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o na popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada (35,3%) desde o in&Atilde;&shy;cio da s&Atilde;&copy;rie da PNAD. A popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada chegou a 90,8 milh&Atilde;&micro;es e cresceu 1,6% em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006. J&Atilde;&iexcl; o n&Atilde;&ordm;mero de desocupados caiu 1,8% no per&Atilde;&shy;odo, e a taxa de desocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o recuou de 8,4% para 8,2%.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">O rendimento m&Atilde;&copy;dio real dos trabalhadores cresceu 3,2% em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006 e chegou a R$ 956,00. Esse indicador atingiu seu maior n&Atilde;&shy;vel desde 1999, mas ainda est&Atilde;&iexcl; 5,0% abaixo da remunera&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o m&Atilde;&copy;dia recebida pelos trabalhadores em 1997 (R$ 1.011,00).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Tamb&Atilde;&copy;m pela primeira vez, mais da metade dos 56,3 milh&Atilde;&micro;es de domic&Atilde;&shy;lios brasileiros estavam ligados &Atilde;&nbsp; rede de esgoto, 2,4 milh&Atilde;&micro;es de unidades a mais que no ano anterior. O acesso aos servi&Atilde;&sect;os fundamentais e a posse dos principais bens cresceu, mas os destaques foram o telefone &#8211; presente em 77,0% dos domic&Atilde;&shy;lios (ou 43,4 milh&Atilde;&micro;es de unidades) e os microcomputadores &#8211; encontrados em 15 milh&Atilde;&micro;es deles (ou 26,6%), sendo 11,4 milh&Atilde;&micro;es (20,2%) com acesso a internet. Desde 2002, o n&Atilde;&ordm;mero de domic&Atilde;&shy;lios com telefone m&Atilde;&sup3;vel celular vem crescendo mais de 15% ao ano.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Mas a PNAD 2007 mostrou que ainda havia 4,8 milh&Atilde;&micro;es de crian&Atilde;&sect;as e adolescentes trabalhando no Brasil. Eles representavam 10,8% das pessoas de 5 a 17 anos em 2007, pouco menos que os 11,5% do ano anterior. Em 2007, quase um ter&Atilde;&sect;o (30,5%) das crian&Atilde;&sect;as e adolescentes de 5 a 17 anos ocupados trabalhavam pelo menos 40 horas semanais, e uma em cada cinco delas (19,8%) morava em domic&Atilde;&shy;lios com rendimento per capita inferior a &Acirc;&frac14; do sal&Atilde;&iexcl;rio m&Atilde;&shy;nimo.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Fica evidente o reflexo negativo do trabalho infantil quando se examina a taxa de escolariza&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o <sup>1<\/sup> entre 2006 e 2007, no grupo de crian&Atilde;&sect;as e adolescentes de 5 a 17 anos ela subiu, (de 93,5% para 94%), mas entre as crian&Atilde;&sect;as desse grupo et&Atilde;&iexcl;rio que trabalhavam, a taxa caiu de 81,0% para 80,0%.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">De 2006 para 2007, a taxa de analfabetismo passou de 10,4% para 10,0% da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o com 15 anos ou mais de idade, o que representava cerca de 14,1 milh&Atilde;&micro;es de analfabetos. Em 2007, por outro lado, 70,1% das crian&Atilde;&sect;as de 4 a 5 anos freq&Atilde;&frac14;entavam creche ou escola, um aumento de 2,5 pontos percentuais em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006. No mesmo per&Atilde;&shy;odo, o n&Atilde;&ordm;mero de estudantes de n&Atilde;&shy;vel superior aumentou em 251 mil.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">A Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&Atilde;&shy;lios 2007 investigou cerca de 400 mil pessoas em quase 148 mil domic&Atilde;&shy;lios por todo o pa&Atilde;&shy;s a respeito de sete temas: dados gerais da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o, migra&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o, educa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o, trabalho, fam&Atilde;&shy;lia, domic&Atilde;&shy;lios e rendimento. A seguir, suas principais informa&Atilde;&sect;&Atilde;&micro;es.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>N&Atilde;&ordm;mero de desocupados caiu 1,8% entre 2006 e 2007<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em 2007, havia no Brasil 159 milh&Atilde;&micro;es de pessoas em idade ativa (10 anos ou mais de idade), 2,0% mais que em 2006. Dessas, 62,0% eram economicamente ativas, ou seja, estavam inseridas no mercado de trabalho, sendo que 57,0% estavam ocupadas e 5,1%, desocupadas. Em 2006, a taxa de atividade havia sido estimada em 62,4%, com 57,2% de ocupados e 5,3% de desocupados. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Embora o n&Atilde;&shy;vel de ocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o<sup>2<\/sup> tenha registrado ligeira redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de um ano para o outro &#8211; por conta do crescimento maior da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o em idade ativa do que da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada -, o total de ocupados cresceu 1,6%, totalizando 90,8 milh&Atilde;&micro;es de pessoas em 2007. O n&Atilde;&shy;vel de ocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o para os homens (68,0%) mantinha-se mais elevado que o das mulheres (46,7%).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Al&Atilde;&copy;m da pequena queda no n&Atilde;&shy;vel de desocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o<sup>3<\/sup> entre 2006 e 2007, tamb&Atilde;&copy;m diminuiu o contingente de desocupados, de 8,2 milh&Atilde;&micro;es para 8,1 milh&Atilde;&micro;es de pessoas (-1,8%). A taxa de desocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o<sup>4<\/sup> era de 8,2% em 2007 (em 2006, havia sido de 8,4%), sendo menor para os homens (6,1%) que para as mulheres (10,8%).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Entre 2006 e 2007, o total de ocupados cresceu em todas as regi&Atilde;&micro;es, destacando-se a Centro-Oeste (4,2%), com reflexo no n&Atilde;&shy;vel de ocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o dessa regi&Atilde;&pound;o, &Atilde;&ordm;nica a registrar aumento desse indicador, de 57,8%, em 2006, para 59,1%, em 2007. Nas regi&Atilde;&micro;es Sul (62,4%) e Sudeste (56,1%), n&Atilde;&pound;o houve altera&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o no n&Atilde;&shy;vel de ocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de um ano para o outro; enquanto nas regi&Atilde;&micro;es Nordeste (55,1%) e Norte (55,5%), a taxa teve quedas estimadas de 0,6 e 1,1 ponto percentual, respectivamente. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"text-align:center\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"665\" height=\"301\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" v:shapes=\"_x0000_i1025\"><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Enquanto nas regi&Atilde;&micro;es Sudeste (-5,1%) e Sul (-1,3%) houve quedas no contingente dos desocupados, nas demais houve crescimento, com destaque para o Norte (11,4%). O aumento foi mais discreto no Nordeste (0,4%) e no Centro-Oeste (0,8%). Na regi&Atilde;&pound;o Sul, foi registrada a menor taxa de desocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o (5,8%); e na Sudeste, a maior (9,0%). Em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006, a taxa de desocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o na regi&Atilde;&pound;o Nordeste n&Atilde;&pound;o variou (8,2%), na regi&Atilde;&pound;o Norte, houve eleva&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o (de 7,1% para 7,8%), e houve queda nas regi&Atilde;&micro;es Sudeste (de 9,6% para 9,0%), Sul (de 6,0% para 5,8%) e Centro-Oeste (de 8,4% para 8,1%).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Grupo de ocupados com mais de 40 anos de idade foi o que mais aumentou<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Por faixa et&Atilde;&iexcl;ria, a popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada estava assim distribu&Atilde;&shy;da em 2007: de 10 a 14 anos, 1,8%; de 15 a 19 anos, 7,4%; de 20 a 24 anos, 12,4%; de 25 a 39 anos, 37,7%; de 40 a 59 anos, 34,1% e de 60 anos ou mais, 6,6%. Em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006, os grupos et&Atilde;&iexcl;rios de 40 a 49 anos de idade (3,8%) e de 50 a 59 anos de idade (2,8%) foram os que mais cresceram. Por outro lado, as popula&Atilde;&sect;&Atilde;&micro;es ocupadas de 10 a 14 anos e de 15 a 17 reduziram-se, a primeira em 7,1% e a segunda em 2,6%.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Cresceu a propor&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de ocupados com maior escolaridade<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em 2007, a popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada mostrou maior escolariza&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o do que em 2006. Para as pessoas ocupadas sem instru&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o e com menos de 1 ano de estudo e para as parcelas com de 1 a 3 anos e de 4 a 7 anos de estudo, houve redu&Atilde;&sect;&Atilde;&micro;es (-1,5%, -2,4% e -4,2%, respectivamente). J&Atilde;&iexcl; a popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada com 8 a 10 anos de estudo cresceu em 5,4%, e aquela com 11 anos ou mais de estudo registrou aumento de 5,9%.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Esse aumento da escolariza&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o foi observado em todas as grandes regi&Atilde;&micro;es e para ambos os sexos, embora na regi&Atilde;&pound;o Nordeste ainda 16,8% das pessoas ocupadas sequer completaram um ano de estudo.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Na popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada, 39,1% tinham 11 anos ou mais de estudo; 17,2%, de 8 a 10 anos de estudo; 24,7%, de 4 a 7 anos de estudo; 10,3%, de 1 a 3 anos de estudo; e 8,4% encontravam-se no grupo dos sem instru&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o e menos de 1 ano de estudo.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Se, em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ao total da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o com 10 anos ou mais de idade, a popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada tinha uma propor&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o maior de pessoas com 11 anos ou mais de estudo (39,1% frente a 30,1%), entre as mulheres, essa concentra&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o era ainda maior: 45,7% entre as ocupadas frente a 32,0% do total. O n&Atilde;&ordm;mero m&Atilde;&copy;dio de anos de estudo tamb&Atilde;&copy;m era maior, em 2007, para a popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada (7,7 anos) do que para as pessoas com 10 anos ou mais de idade (6,9 anos), diferen&Atilde;&sect;a que aumentava ainda mais na popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o feminina. As mulheres ocupadas tinham, em m&Atilde;&copy;dia, 8,3 anos de estudo, enquanto para as em idade ativa a m&Atilde;&copy;dia era 7,1 anos.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>N&Atilde;&ordm;mero de ocupados na agricultura s&Atilde;&sup3; aumentou no Centro-Oeste<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">No Brasil, a atividade agr&Atilde;&shy;cola sofreu redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de 4,0% no contingente de pessoas ocupadas, passando de 17,2 milh&Atilde;&micro;es de pessoas em 2006 (19,3% do total de ocupados) para 16,6 milh&Atilde;&micro;es em 2007 (18,3%). Apenas na regi&Atilde;&pound;o Centro-Oeste n&Atilde;&pound;o houve redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o desse grupo, que cresceu 4,0%.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">O contingente de ocupados na ind&Atilde;&ordm;stria chegou a 13,8 milh&Atilde;&micro;es de pessoas em setembro de 2007, 4,6% acima do observado em 2006. Quase todas as regi&Atilde;&micro;es apresentaram crescimento, exceto a Norte. No Brasil, esse grupamento respondia por 15,3% da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada. A constru&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o tamb&Atilde;&copy;m apresentou aumento de 4,6% no n&Atilde;&ordm;mero de ocupados e correspondia a 6,7% do pessoal ocupado, em 2007, no pa&Atilde;&shy;s. Foi verificado aumento desse contingente em todas as grandes regi&Atilde;&micro;es.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">No com&Atilde;&copy;rcio e repara&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o, em setembro de 2007, estavam alocados 16,3 milh&Atilde;&micro;es de trabalhadores, 18,0% da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada. Em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006, houve um acr&Atilde;&copy;scimo de 3,6%, e todas as regi&Atilde;&micro;es apresentaram aumentos. Por fim, os servi&Atilde;&sect;os ocupavam 37,7 milh&Atilde;&micro;es de pessoas em 2007, 1,9% a mais que em 2006. O servi&Atilde;&sect;o dom&Atilde;&copy;stico, inclu&Atilde;&shy;do nesse grupamento, correspondia a 7,4% dos trabalhadores.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>35,3% dos trabalhadores tinham carteira assinada<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em 2007, 35,3% dos trabalhadores brasileiros tinham carteira de trabalho assinada, totalizando 32,0 milh&Atilde;&micro;es de pessoas. Em 2005, esse percentual era de 33,1%, tendo aumentado para 33,8% em 2006. As cinco grandes regi&Atilde;&micro;es apresentaram crescimento nesse indicador, com destaque para o Nordeste, que teve eleva&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de 8,5% no n&Atilde;&ordm;mero de ocupados com carteira assinada &#8211; no Brasil como um todo, esse aumento foi de 6,1%.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Os militares e funcion&Atilde;&iexcl;rios p&Atilde;&ordm;blicos estatut&Atilde;&iexcl;rios representavam 6,8% da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada em 2007, o que correspondia a 6,2 milh&Atilde;&micro;es de pessoas (5,0% a mais que em 2006).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Apesar da queda (-0,7%) no n&Atilde;&ordm;mero de empregados sem carteira de trabalho assinada (incluindo trabalhadores dom&Atilde;&copy;sticos), eles eram 20,6 milh&Atilde;&micro;es, ou 22,7% do total de pessoas ocupadas, em 2007. As regi&Atilde;&micro;es Norte e Sul n&Atilde;&pound;o acompanharam o movimento de queda. No Norte houve crescimento de 3,1% no total de pessoas contratadas sem carteira de trabalho e, no Sul, de 3,7%.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">O contingente de trabalhadores por conta pr&Atilde;&sup3;pria (19,2 milh&Atilde;&micro;es) aumentou ligeiramente (1,5%) em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006, mas permaneceu est&Atilde;&iexcl;vel em termos de participa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o no total de ocupados, 21,2%. As regi&Atilde;&micro;es Norte e Nordeste apresentaram as maiores propor&Atilde;&sect;&Atilde;&micro;es de pessoas ocupadas nessa categoria (25%). O total de trabalhadores n&Atilde;&pound;o-remunerados (5,3 milh&Atilde;&micro;es) em 2007 caiu 1,7% em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006. Caiu tamb&Atilde;&copy;m a participa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o desses trabalhadores na popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada, de 6,0% em 2006 para 5,8% em 2007.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Ocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o aumentou, mas&Acirc;&nbsp;a propor&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de pessoas ocupadas&Acirc;&nbsp;n&Atilde;&pound;o atingiu patamar do in&Atilde;&shy;cio da d&Atilde;&copy;cada de 90<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Segundo os dados da s&Atilde;&copy;rie hist&Atilde;&sup3;rica harmonizada<sup>5<\/sup>, de 1996 a 2007, o n&Atilde;&shy;vel de ocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o passou de 55,1% para 56,9%, mostrando uma recupera&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o nos &Atilde;&ordm;ltimos anos, mas n&Atilde;&pound;o alcan&Atilde;&sect;ando os percentuais d o in&Atilde;&shy;cio da d&Atilde;&copy;cada de 1990 (em torno de 57,5% at&Atilde;&copy; 1995). Para os homens, a tend&Atilde;&ordf;ncia foi de queda nesse indicador (de 72,4%, em 1992, para 67,8% em 2007); e para as mulheres, de eleva&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o (de 43,4% para 46,7% no per&Atilde;&shy;odo). <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Entre 1997 e 2007, houve redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o da ocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o para as faixas at&Atilde;&copy; 20 anos e de 60 anos ou mais, enquanto para os grupos de idade entre 20 e 59 anos, o n&Atilde;&shy;vel de ocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o cresceu no per&Atilde;&shy;odo.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">O percentual de pessoas trabalhando no com&Atilde;&copy;rcio e repara&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o passou de 15,9% para 18,2% nesse per&Atilde;&shy;odo. J&Atilde;&iexcl; a parcela de pessoal ocupado na atividade agr&Atilde;&shy;cola caiu de 24,4% em 1997 para 17,5% em 2007 &#8211; redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o que foi maior entre as mulheres. Na ind&Atilde;&ordm;stria, o percentual de ocupados foi de 14,6% para 15,3%, entre 1997 e 2007, enquanto na constru&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o, o percentual passou de 6,9% para 6,8%.<br \/> Em dez anos, a propor&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de empregados na popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada aumentou de 52,1% para 57,9%, crescimento que foi maior entre aqueles com carteira assinada: de 28,7%, em 1997 para 33,7%, em 2007. Houve queda na participa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o dos trabalhadores por conta pr&Atilde;&sup3;pria e dos empregadores na popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada no per&Atilde;&shy;odo, de 22,7% para 21,0% e de 4,0% para 3,8%, respectivamente. O percentual de trabalhadores na produ&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o para o pr&Atilde;&sup3;prio consumo, que representavam em 2007 4,2% da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada, praticamente n&Atilde;&pound;o variou nos &Atilde;&ordm;ltimos dez anos, j&Atilde;&iexcl; o de n&Atilde;&pound;o-remunerados caiu de 9,0% para 5,5% nesse mesmo per&Atilde;&shy;odo.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Pela 1&Acirc;&ordf; vez desde os anos 90, a maioria dos trabalhadores contribu&Atilde;&shy;a para a Previd&Atilde;&ordf;ncia <\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em 2007, 46,1 milh&Atilde;&micro;es de trabalhadores contribu&Atilde;&shy;am para instituto de Previd&Atilde;&ordf;ncia. Em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006, foi registrado um crescimento de 5,7% nesse contingente: de 48,8%, para 50,7% em 2007. Em todas as regi&Atilde;&micro;es foi registrado crescimento da propor&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de contribuintes para a Previd&Atilde;&ordf;ncia Social, sendo que o maior percentual deles entre os ocupados foi verificado no Sudeste (61,6%), e o mais baixo (32,1%), no Nordeste. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em 2007, havia 16,0 milh&Atilde;&micro;es de associados a sindicatos, n&Atilde;&ordm;mero que caiu 3,3% em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006. Os sindicalizados eram, em 2006, a 18,6% da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada, propor&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o que caiu para 17,7% em 2007. A regi&Atilde;&pound;o Sul tinha o maior percentual de trabalhadores sindicalizados (21,2%); e a Norte, o menor (13,3%).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Ao longo dos &Atilde;&ordm;ltimos dez anos, aumentou a propor&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de trabalhadores que contribu&Atilde;&shy;am para a Previd&Atilde;&ordf;ncia no trabalho principal, de 42,6% em 1997 para 51,1% em 2007. Pela primeira vez, desde o in&Atilde;&shy;cio da d&Atilde;&copy;cada de 1990, esse percentual ultrapassa a metade dos trabalhadores.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">A propor&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de trabalhadores sindicalizados tamb&Atilde;&copy;m aumentou em dez anos, de 16,2%, em 1997, para 17,6%, em 2007. Houve um aumento expressivo de trabalhadores sindicalizados nas atividades agr&Atilde;&shy;colas. Na ind&Atilde;&ordm;stria de transforma&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o foi verificada pequena redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o: h&Atilde;&iexcl; dez anos eram 21,0% e, em 2007, eram 20,3%. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Rendimento de trabalho cresceu 3,2% em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">O rendimento m&Atilde;&copy;dio real mensal das pessoas de 10 anos ou mais de idade ocupadas (e com rendimento de trabalho) cresceu pelo terceiro ano consecutivo e chegou a R$ 956,00. O aumento real de 3,2% observado de 2006 para 2007, no entanto, foi inferior aos de 2005 para 2006 (7,2%) e de 2004 para 2005 (4,5%). Assim, o crescimento acumulado desde 2004 (R$ 827,00) foi de 15,7%.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006, as maiores taxas de crescimento foram nas regi&Atilde;&micro;es Centro-Oeste (8,0%) e Norte (5,7%). No Nordeste, Sul e Sudeste, as taxas foram de 2,2%, 3,8% e 1,9%, respectivamente. Em 2007, o menor rendimento m&Atilde;&copy;dio real mensal de trabalho das pessoas ocupadas foi observado no Nordeste (R$ 606,00) e o maior valor no Centro-Oeste (R$ 1.139,00).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Desigualdade nos rendimentos caiu, mas ainda persiste <\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Entre 2004 e 2007, houve redu&Atilde;&sect;&Atilde;&micro;es sucessivas no &Atilde;&shy;ndice de Gini, no pa&Atilde;&shy;s (0,547, em 2004; 0,543, em 2005; 0,540, em 2006; e 0,528, em 2007). Entre 2006 e 2007, no Norte houve estabilidade (0,495 para 0,493); reduziu-se a concentra&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o no Nordeste (de 0,565 para 0,547) no Sudeste (0,523 para 0,505) e no Sul (0,502 para 0,494). O Centro-Oeste teve aumento de concentra&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o, de 0,541 para 0,551. Tais redu&Atilde;&sect;&Atilde;&micro;es, apesar de persistentes, tiveram baixo impacto. Em 2007, os 10% da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada com os mais baixos rendimentos detiveram 1,1% do total dos rendimentos de trabalho, enquanto os 10% com os maiores rendimentos recebiam 43,2%, demonstrando que a concentra&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de rendimento ainda perdura.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"text-align:center\"><img decoding=\"async\" width=\"563\" height=\"331\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" v:shapes=\"_x0000_i1026\"><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Todas as categorias de posi&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o na ocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o obtiveram ganhos reais, pelo segundo ano consecutivo. As remunera&Atilde;&sect;&Atilde;&micro;es m&Atilde;&copy;dias dos empregados com carteira cresceram 1,8%, as dos militares e estatut&Atilde;&iexcl;rios cresceram 2,3% e as dos outros sem carteira, 5,2%. O rendimento m&Atilde;&copy;dio real dos trabalhadores dom&Atilde;&copy;sticos cresceu 4,8%, de 2006 para 2007. No caso dos trabalhadores por conta pr&Atilde;&sup3;pria, esse crescimento foi de 17,0% e o dos empregadores situou-se em 0,4%.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em 2007, o rendimento m&Atilde;&copy;dio real de todos os trabalhos das mulheres correspondia a 66,1% da remunera&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o masculina. Mas os rendimentos m&Atilde;&copy;dios de homens e mulheres est&Atilde;&pound;o mais pr&Atilde;&sup3;ximos que nos anos anteriores (65,6% em 2006, 64,5% em 2005 63,5% em 2004).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006, o rendimento de todas as fontes cresceu 2,7% <\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">O rendimento m&Atilde;&copy;dio real de todas as fontes (das pessoas de 10 anos ou mais de idade com rendimentos) cresceu 14,8% entre 2004 e 2007, com ganhos de 5,1%, de 2004 para 2005, de 6,1%, de 2005 para 2006, e de 2,7%, de 2006 para 2007. Os valores reais m&Atilde;&copy;dios nestes quatro anos foram R$ 820,00, R$ 862,00, R$ 916,00 e, R$ 941,00, respectivamente. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Os ganhos reais nos rendimentos m&Atilde;&copy;dios de todas as fontes para as classes de rendimentos mais baixos foram, em geral, superiores aos observados nas classes de rendimentos mais altos. A metade inferior da distribui&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de rendimentos de todas as fontes detinha, em 2004, 15,2% do total; em 2005, 15,8%; em 2006, 16,1%; e em 2007, 16,8%. Tais resultados e a evolu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o dos &Atilde;&shy;ndices de Gini demonstraram discreta redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o na concentra&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o desses rendimentos.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"text-align:center\"><img decoding=\"async\" width=\"676\" height=\"279\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" v:shapes=\"_x0000_i1027\"><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Rendimento domiciliar cresceu 1,5% em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">O rendimento m&Atilde;&copy;dio real dos domic&Atilde;&shy;lios particulares permanentes com rendimento foi de R$ 1.567,00 em 2004, de R$ 1.645,00 em 2005, de R$ 1.770,00 em 2006 e de R$ 1.796,00, em 2007, com ganhos reais por tr&Atilde;&ordf;s anos consecutivos: de 5,0% em 2005, de 7,6% em 2006 e de 1,5% em 2007. Neste &Atilde;&ordm;ltimo per&Atilde;&shy;odo, a exce&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o do Sudeste, onde houve estabilidade (de R$ 2.089,00 para R$ 2.086,00), o rendimento domiciliar cresceu nas demais regi&Atilde;&micro;es, sendo que a maior varia&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o (6,1%) foi no Centro-Oeste, e a menor (1,9%) no Nordeste. No Norte, o ganho real do rendimento domiciliar m&Atilde;&copy;dio correspondeu a 3,8% e no Sul a 3,2%. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Cresceu a desigualdade regional nos rendimentos domiciliares: o menor rendimento (R$ 1.164,00 no Nordeste) correspondeu a 55,8% do maior (R$ 2.086,00 no Sudeste) em 2007, contra 54,7% em 2006 e 52,8% em 2005. Al&Atilde;&copy;m disso, em 2007, no Pa&Atilde;&shy;s, 12,6% do total dos domic&Atilde;&shy;lios tinham rendimentos de at&Atilde;&copy; 1 sal&Atilde;&iexcl;rio m&Atilde;&shy;nimo. Essa parcela correspondia a 25,0% no Nordeste, contra 7,5% no Sudeste e 7,3% no Sul. Nas Regi&Atilde;&micro;es Norte e Centro-Oeste, esses percentuais foram 15,0% e 10,4%, respectivamente. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Rendimento do trabalho &Atilde;&copy; o maior desde 1999, mas ainda &Atilde;&copy; inferior ao de 1997<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">O patamar do rendimento m&Atilde;&copy;dio real de trabalho do ano de 1997 n&Atilde;&pound;o foi retomado, embora tenham ocorrido ganhos, especialmente, no per&Atilde;&shy;odo mais recente (2004 a 2007). Em 2007, o rendimento m&Atilde;&copy;dio mensal real de trabalho das pessoas ocupadas e com rendimento (R$ 960,00) superou o de 1999 (R$ 932,00), mas teve perda de 6,0% em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o 1997 (R$ 1.011,00).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"text-align:center\">\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Pela primeira vez, mais da metade dos domic&Atilde;&shy;lios do pa&Atilde;&shy;s tem acesso &Atilde;&nbsp; rede de esgoto<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em 2007, a Pnad estimou em 56,345 milh&Atilde;&micro;es os domic&Atilde;&shy;lios particulares permanentes no pa&Atilde;&shy;s, 1,735 milh&Atilde;&pound;o de unidades a mais que no ano anterior. A quantidade de domic&Atilde;&shy;lios pr&Atilde;&sup3;prios cresceu em 0,7 ponto percentual, destacando-se o percentual de domic&Atilde;&shy;lios pr&Atilde;&sup3;prios quitados (69,8%), que aumentou em todas as regi&Atilde;&micro;es. No Sudeste houve o maior aumento de unidades (665 mil) e a regi&Atilde;&pound;o Norte apresentou o maior crescimento percentual: 2,8 pontos percentuais em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ao ano anterior. &Atilde;&#8240;, tamb&Atilde;&copy;m, a regi&Atilde;&pound;o Norte, a que apresenta a maior parcela de domic&Atilde;&shy;lios pr&Atilde;&sup3;prios j&Atilde;&iexcl; quitados (79.3%).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006, na regi&Atilde;&pound;o Norte o n&Atilde;&ordm;mero m&Atilde;&copy;dio de moradores por domic&Atilde;&shy;lio teve pequena redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o (de 4,0 para 3,9). No Sul e o Centro-Oeste tamb&Atilde;&copy;m houve quedas de 0,1 ponto percentual, apresentando m&Atilde;&copy;dias de 3,1 e 3,2 moradores por domic&Atilde;&shy;lio, respectivamente. Nordeste e Sudeste mantiveram-se est&Atilde;&iexcl;veis.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"text-align:center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"725\" height=\"344\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" v:shapes=\"_x0000_i1029\"><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">O percentual de domic&Atilde;&shy;lios atendidos por rede geral de abastecimento de &Atilde;&iexcl;gua (83,3%) cresceu 0,1 ponto percentual (ou mais 1,498 milh&Atilde;&pound;o de unidades) em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006. Destaca-se a evolu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o no Centro-Oeste, com mais 1,2 ponto percentual no per&Atilde;&shy;odo. Entretanto, Norte e Sudeste reduziram suas propor&Atilde;&sect;&Atilde;&micro;es de domic&Atilde;&shy;lios atendidos em 0,2 e 0,3 pontos percentuais, respectivamente.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">J&Atilde;&iexcl; a participa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de domic&Atilde;&shy;lios atendidos por rede coletora de esgoto aumentou 2,8 pontos percentuais e, dessa forma, o Brasil passou a ter mais da metade (51,3%) dos seus domic&Atilde;&shy;lios ligados a rede coletora de esgotamento sanit&Atilde;&iexcl;rio. Na regi&Atilde;&pound;o Norte, a quantidade de domic&Atilde;&shy;lios ligados &Atilde;&nbsp; rede coletora mais que dobrou de 2006 para 2007, passando de 186 mil para 381 mil. Mesmo assim, essa regi&Atilde;&pound;o continuou com a menor parcela de domic&Atilde;&shy;lios ligados &Atilde;&nbsp; rede de esgoto (9,8%). Em 2007, o Sudeste tinha 19,961 milh&Atilde;&micro;es de domic&Atilde;&shy;lios ligados a rede coletora (contra 18,834 milh&Atilde;&micro;es no ano anterior) e manteve-se como a &Atilde;&ordm;nica regi&Atilde;&pound;o a apresentar um percentual (79,4%) superior ao do Brasil. O Nordeste, mesmo apresentando a maior redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o no n&Atilde;&ordm;mero de domic&Atilde;&shy;lios sem acesso a rede coletora ou fossa s&Atilde;&copy;ptica, (menos 693 mil, ou queda de 6,6 pontos percentuais), permaneceu com o maior n&Atilde;&ordm;mero de domic&Atilde;&shy;lios nesta condi&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o (6,405 milh&Atilde;&micro;es).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Ap&Atilde;&sup3;s um crescimento de 0,9 ponto percentual em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ao ano anterior, 87,5% dos domic&Atilde;&shy;lios passaram a contar com o servi&Atilde;&sect;o de coleta de lixo. Todas as regi&Atilde;&micro;es do Brasil contribu&Atilde;&shy;ram para tal avan&Atilde;&sect;o, sendo que as regi&Atilde;&micro;es Nordeste e Sudeste apresentaram as maiores contribui&Atilde;&sect;&Atilde;&micro;es em valores absolutos, 496 e 693 mil unidades, respectivamente. O Nordeste, mesmo com um avan&Atilde;&sect;o de 1,1 ponto percentual nesse indicador, continua com o menor &Atilde;&shy;ndice de domic&Atilde;&shy;lios com coleta de lixo.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Energia el&Atilde;&copy;trica chegava a 98,2% dos domic&Atilde;&shy;lios do pa&Atilde;&shy;s<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">O fornecimento de energia el&Atilde;&copy;trica &Atilde;&copy; o servi&Atilde;&sect;o p&Atilde;&ordm;blico que possui o maior alcance no pa&Atilde;&shy;s. Com a expans&Atilde;&pound;o de 0,5 ponto percentual desde 2006, 98,2% domic&Atilde;&shy;lios do pa&Atilde;&shy;s tinham este servi&Atilde;&sect;o em 2007.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Mesmo com o avan&Atilde;&sect;o de 2,0 pontos percentuais na propor&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de domic&Atilde;&shy;lios com fornecimento de energia el&Atilde;&copy;trica, o Norte continua com a menor cobertura: 94,0% dos domic&Atilde;&shy;lios. No Sudeste e no Sul o fornecimento de energia el&Atilde;&copy;trica s&Atilde;&sup3; n&Atilde;&pound;o atende a 0,2% e 0,5% dos domic&Atilde;&shy;lios, respectivamente.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">O acesso &Atilde;&nbsp; telefonia cresceu fortemente, mais uma vez, principalmente devido &Atilde;&nbsp; telefonia celular. De 2006 para 2007, mais 2,7 milh&Atilde;&micro;es de domic&Atilde;&shy;lios passaram ter algum tipo de telefone e, entre os que possu&Atilde;&shy;am somente telefone m&Atilde;&sup3;vel celular, o aumento foi de 2,680 milh&Atilde;&micro;es. Com uma varia&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de 2,5 pontos percentuais, 77,0% dos domic&Atilde;&shy;lios brasileiros (43.379 mil unidades) possu&Atilde;&shy;am algum tipo de telefone. J&Atilde;&iexcl; o n&Atilde;&ordm;mero de domic&Atilde;&shy;lios com somente telefone m&Atilde;&sup3;vel celular alcan&Atilde;&sect;ou 17,814 milh&Atilde;&micro;es (ou 31,6% do total), um aumento de 3,9 pontos percentuais em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ao ano anterior. As regi&Atilde;&micro;es Norte e Nordeste apresentaram os maiores aumentos relativos nos percentuais de domic&Atilde;&shy;lios com telefone.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"text-align:center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"716\" height=\"200\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" v:shapes=\"_x0000_i1030\"><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Dos 56.345 mil domic&Atilde;&shy;lios brasileiros, 15 milh&Atilde;&micro;es (26,6%) possu&Atilde;&shy;am microcomputador, sendo 11,4 milh&Atilde;&micro;es (20,2%) com acesso a internet. Mais da metade dos domic&Atilde;&shy;lios com computador (8,8 milh&Atilde;&micro;es) est&Atilde;&pound;o no Sudeste, e 6,896 milh&Atilde;&micro;es t&Atilde;&ordf;m acesso a internet. O Sudeste possui 27,4% de seus domic&Atilde;&shy;lios conectados a internet; a regi&Atilde;&pound;o Sul, 24%; o Centro-Oeste, 18,4%; o Nordeste, 8,8%; e o Norte, 8,2%.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Desde 2002, n&Atilde;&ordm;mero de domic&Atilde;&shy;lios com celular vem crescendo mais de 15% ao ano<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em 2007, ap&Atilde;&sup3;s crescimento de 3,2% em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ao ano anterior, o pa&Atilde;&shy;s ultrapassou o n&Atilde;&ordm;mero de 55,6 milh&Atilde;&micro;es de domic&Atilde;&shy;lios. Houve melhoras nos indicadores de posse de quase todos os bens e servi&Atilde;&sect;os pesquisados, tais como energia el&Atilde;&copy;trica, telefonia, fornecimento de &Atilde;&iexcl;gua, saneamento b&Atilde;&iexcl;sico e coleta de lixo.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Mais da metade dos domic&Atilde;&shy;lios (52,0% no dado harmonizado)estavam ligados &Atilde;&nbsp; rede coletora de esgotamento sanit&Atilde;&iexcl;rio, um aumento de: 5,5 pontos percentuais em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2002; de 11,2 pontos percentuais em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 1997 e de 13,1 pontos percentuais em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 1992. Em 2007, 28,9 milh&Atilde;&micro;es estavam ligados &Atilde;&nbsp; rede de esgoto, contra 22,3 milh&Atilde;&micro;es em 2002. Desde 1997, o percentual de domic&Atilde;&shy;lios atendidos pelo servi&Atilde;&sect;o de coleta de lixo cresceu 12,1 pontos percentuais.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Destaca-se o consistente avan&Atilde;&sect;o do n&Atilde;&ordm;mero de domic&Atilde;&shy;lios com telefone: 43,1 milh&Atilde;&micro;es (77,7% dos domic&Atilde;&shy;lios) em 2007, ante 29,6 milh&Atilde;&micro;es (61,7%) em 2002. Mas o fog&Atilde;&pound;o, existente em 98,2% dos domic&Atilde;&shy;lios, a televis&Atilde;&pound;o (94,8%) e a geladeira (91,4%) continuam sendo os bens mais presentes.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Foi grande o avan&Atilde;&sect;o do n&Atilde;&ordm;mero de domic&Atilde;&shy;lios com telefone m&Atilde;&sup3;vel celular. Desde 2002 seu crescimento se mat&Atilde;&copy;m acima dos 15% ao ano e o auge foi entre 2003 e 2004: 51,4%. Em 2007, a varia&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de domic&Atilde;&shy;lios somente com telefone celular foi de 17,8% em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006, alcan&Atilde;&sect;ando 17,6 milh&Atilde;&micro;es de domic&Atilde;&shy;lios.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Segundo a Pnad 2007, mais de um quarto dos domic&Atilde;&shy;lios possu&Atilde;&shy;am microcomputador, e pouco mais de um quinto, microcomputador com acesso a Internet. Havia microcomputadores em 15,0 milh&Atilde;&micro;es de domic&Atilde;&shy;lios, sendo 11,4 milh&Atilde;&micro;es, com acesso a Internet. Tal avan&Atilde;&sect;o foi significativo em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2001, quando 6,0 milh&Atilde;&micro;es de domic&Atilde;&shy;lios possu&Atilde;&shy;am microcomputador, sendo 4,0 milh&Atilde;&micro;es com acesso a Internet.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"text-align:center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"681\" height=\"214\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" v:shapes=\"_x0000_i1031\"><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Bens como filtro de &Atilde;&iexcl;gua e freezer est&Atilde;&pound;o, relativamente, menos presentes nos domic&Atilde;&shy;lios brasileiros, em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 1997. A parcela de domic&Atilde;&shy;lios que possuem filtro de &Atilde;&iexcl;gua diminuiu de 57,2% em 1997 para 51,4% em 2007. J&Atilde;&iexcl; os domic&Atilde;&shy;lios que possu&Atilde;&shy;am freezer em 1997 eram 18,8%, contra 16,2% em 2007.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>4,8 milh&Atilde;&micro;es de brasileiros com entre 5 a 17 anos estavam trabalhando em 2007<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Houve redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o no trabalho infantil<sup>6<\/sup> no pa&Atilde;&shy;s de acordo com a Pnad 2007. A propor&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de crian&Atilde;&sect;as e adolescentes entre 5 a 17 anos que trabalhavam caiu de 11,5%, em 2006, para 10,8%, em 2007. Ou seja, de um total de 44,7 milh&Atilde;&micro;es de pessoas nesta faixa et&Atilde;&iexcl;ria, a redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o foi de 5,1 milh&Atilde;&micro;es para 4,8 milh&Atilde;&micro;es de trabalhadores (menos cerca de 300 mil ocupados).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"text-align:center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"538\" height=\"298\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" v:shapes=\"_x0000_i1032\"><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">O Nordeste concentrava, em n&Atilde;&ordm;meros absolutos, o maior contingente de crian&Atilde;&sect;as e adolescentes trabalhadores (1,8 milh&Atilde;&pound;o) enquanto o Sul, com 13,6% de n&Atilde;&shy;vel de ocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o, tinha o maior percentual de crian&Atilde;&sect;as e jovens trabalhadores em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ao total das crian&Atilde;&sect;as e jovens daquela regi&Atilde;&pound;o. A Pnad verificou que nas regi&Atilde;&micro;es Norte e Nordeste houve as maiores redu&Atilde;&sect;&Atilde;&micro;es nos percentuais de trabalho infantil. Apesar dos avan&Atilde;&sect;os no que tange &Atilde;&nbsp; redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o do trabalho infantil, que passou de 19,6% para 10,8%, no per&Atilde;&shy;odo 1992\/2007, a Pnad 2007 constatou que ainda persiste no pa&Atilde;&shy;s um contingente elevado de crian&Atilde;&sect;as e adolescentes trabalhando.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">A Pnad 2007 tra&Atilde;&sect;ou um perfil do trabalho infantil: 39,3% das crian&Atilde;&sect;as e jovens estavam em atividades agr&Atilde;&shy;colas; predominava entre elas, o sexo masculino (65,7%) e a cor preta ou parda (59,5%); a maioria (71,7%) vivia em domic&Atilde;&shy;lios sem rendimento ou com rendimento m&Atilde;&copy;dio per capita de at&Atilde;&copy; um sal&Atilde;&iexcl;rio-m&Atilde;&shy;nimo.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Na faixa et&Atilde;&iexcl;ria de 5 a 13 anos em que o trabalho infantil &Atilde;&copy; considerado ilegal, a pesquisa revelou que havia no pa&Atilde;&shy;s 1,2 milh&Atilde;&pound;o de crian&Atilde;&sect;as e adolescentes ocupados, predominantemente (60,0%) em atividades agr&Atilde;&shy;colas. O resultado representou um decr&Atilde;&copy;scimo de 4,5% para 4,0% nesta faixa.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"text-align:center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"583\" height=\"330\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" v:shapes=\"_x0000_i1033\"><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Com o objetivo de compreender melhor as caracter&Atilde;&shy;sticas do trabalho infantil ilegal, a an&Atilde;&iexcl;lise da pesquisa destacou dois subgrupos et&Atilde;&iexcl;rios: de 5 a 9 anos de idade e de 10 a 13 anos. No primeiro, havia 157 mil crian&Atilde;&sect;as, a maioria trabalhava em atividades agr&Atilde;&shy;colas (116 mil); pertencia ao sexo masculino (70,0%), &Atilde;&nbsp; cor preta ou parda (69,6%) e morava em domic&Atilde;&shy;lios com rendimento m&Atilde;&copy;dio per capita em torno de R$ 189,00. No subgrupo de 10 a 13 anos (1,1 milh&Atilde;&pound;o de crian&Atilde;&sect;as e adolescentes ocupados), 632 mil trabalhavam em atividades agr&Atilde;&shy;colas, a maioria (67,4%) era do sexo masculino, de cor preta ou parda (65,1%) e morava em domic&Atilde;&shy;lios cujo rendimento m&Atilde;&copy;dio domiciliar per capita era de cerca de R$ 229,00.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Nas regi&Atilde;&micro;es Norte (de 6,1% para 5,1%) e Nordeste (de 7,3% para 6,5%), o n&Atilde;&shy;vel da ocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o na faixa de 5 a 13 anos de idade diminuiu aproximadamente um ponto percentual, em 2007 frente a 2006. Na faixa et&Atilde;&iexcl;ria de 14 a 17 anos de idade, foram verificadas redu&Atilde;&sect;&Atilde;&micro;es ainda mais expressivas: no Norte caiu de 27,4% para 26,1%, no Nordeste 30,3% para 28,9% e no Sudeste de 22,3% para 21,8%, neste per&Atilde;&shy;odo. No Sul e Centro-Oeste n&Atilde;&pound;o se verificou altera&Atilde;&sect;&Atilde;&micro;es significativas. Nas cinco regi&Atilde;&micro;es, o n&Atilde;&shy;vel da ocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o das crian&Atilde;&sect;as e adolescentes do sexo masculino era superior ao do feminino, em todas as faixas et&Atilde;&iexcl;rias.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ao grupo et&Atilde;&iexcl;rio de 14 ou 15 anos, faixa na qual o trabalho &Atilde;&copy; permitido por lei desde que seja na condi&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de aprendiz, ainda havia 1,3 milh&Atilde;&pound;o de ocupados, mesmo com queda no n&Atilde;&shy;vel de ocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de 19,0%, em 2006, para 18,1%, em 2007. Aproximadamente 521 mil estavam ocupados em atividades agr&Atilde;&shy;colas. Essa m&Atilde;&pound;o-de-obra era integrada por uma maioria de rapazes (67,7%), de cor preta ou parda (60,9%), que vivia em domic&Atilde;&shy;lios com rendimento m&Atilde;&copy;dio domiciliar per capita em torno de R$ 275,00. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">No grupo de adolescentes de 16 e 17 anos, que de acordo com a legisla&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o podem trabalhar desde que n&Atilde;&pound;o seja em atividades noturnas, perigosas e insalubres, cerca de 2,3 milh&Atilde;&micro;es estavam ocupados. O n&Atilde;&shy;vel de ocupa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o nesta faixa et&Atilde;&iexcl;ria manteve-se est&Atilde;&iexcl;vel em 34,7%, entre 2006\/2007. Aproximadamente 636 mil estavam ocupados em atividades agr&Atilde;&shy;colas. O perfil desses trabalhadores adolescentes reproduziu o das faixas et&Atilde;&iexcl;rias citadas anteriormente: 63,5% pertenciam ao sexo masculino, 55,4% &Atilde;&nbsp; cor preta ou parda, e moravam em domic&Atilde;&shy;lios com rendimento m&Atilde;&copy;dio domiciliar per capita em torno de R$ 352,00.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">O trabalho infantil tem reflexo negativo nas taxas de freq&Atilde;&frac14;&Atilde;&ordf;ncia &Atilde;&nbsp; escola. No grupo de crian&Atilde;&sect;as e adolescentes de 5 a 17 anos ocupados, a taxa de escolariza&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o<sup>7<\/sup> caiu de 81,0%, em 2006, para 80,0%, em 2007, enquanto entre os n&Atilde;&pound;o-ocupados passou de 93,5% para 94%. A menor taxa de escolariza&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de crian&Atilde;&sect;as e jovens ocupados, em 2007, foi verificada na regi&Atilde;&pound;o Norte (76,6%), seguida pelo Sudeste (78,1%).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Maior parte do trabalho infantil era agr&Atilde;&shy;cola, n&Atilde;&pound;o-remunerado ou remunerado mas sem registro<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">A Pnad 2007 confirmou uma das principais caracter&Atilde;&shy;sticas do trabalho infantil no pa&Atilde;&shy;s: 60,7% das crian&Atilde;&sect;as na idade de 5 a 13 anos ocupados estavam inseridos em atividades agr&Atilde;&shy;colas. Havia predomin&Atilde;&cent;ncia de atividades n&Atilde;&pound;o-agr&Atilde;&shy;colas nas faixa de 14 ou 15 anos de idade (58,9%) e 16 ou 17 anos (72,9%). A regi&Atilde;&pound;o Nordeste apresentava, em 2007, o maior percentual (68,2%) dos trabalhadores na faixa de 5 a 13 anos em atividades agr&Atilde;&shy;colas do pa&Atilde;&shy;s, enquanto o Centro-Oeste apresentava o menor percentual (36,6%).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">A maioria (83,87%) das crian&Atilde;&sect;as e adolescentes (de 5 a 17 anos) inseridos em atividades agr&Atilde;&shy;colas no pa&Atilde;&shy;s n&Atilde;&pound;o recebia contrapartida em dinheiro por suas tarefas. O trabalho infantil agr&Atilde;&shy;cola n&Atilde;&pound;o-remunerado na faixa de 5 a 13 era liderado pelas regi&Atilde;&micro;es Norte (97,5%), Nordeste (96,4%) e Sul (96,3%), seguidos pelo Centro-Oeste (94,4%) e pelo Sudeste (88,4%).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Entre as crian&Atilde;&sect;as e jovens ocupados de 5 a 13 anos, 60% exerciam trabalhos n&Atilde;&pound;o-remunerados, 17,3% eram empregados ou trabalhadores dom&Atilde;&copy;sticos e 16% eram trabalhadores para o pr&Atilde;&sup3;prio consumo e 6,7% eram conta pr&Atilde;&sup3;pria e empregadores. Na faixa de 14 ou 15 anos, predominavam os trabalhadores e empregados dom&Atilde;&copy;sticos (44,3%), seguidos por trabalhadores n&Atilde;&pound;o-remunerados (39,1%). Entre os adolescentes de 16 e 17 anos, 66,3% eram empregados ou trabalhadores dom&Atilde;&copy;sticos e 21,3% trabalhadores n&Atilde;&pound;o-remunerados.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">O percentual de crian&Atilde;&sect;as e adolescentes na faixa de 5 a 17 anos de idade trabalhando sem remunera&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o em atividades n&Atilde;&pound;o-agr&Atilde;&shy;colas apresentou redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o em todas as regi&Atilde;&micro;es, caindo no total do pa&Atilde;&shy;s de 21,1% para 19,4%, entre 2006 e 2007, enquanto nas atividades agr&Atilde;&shy;colas sem remunera&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o, o percentual aumentou, neste per&Atilde;&shy;odo, nas regi&Atilde;&micro;es Norte (de 87,7% para 89,6%) e Nordeste (de 85,9% para 86,4%). <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"text-align:center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"524\" height=\"416\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" v:shapes=\"_x0000_i1034\"><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">No Brasil, na passagem de 2006 para 2007, subiu de 79% para aproximadamente 87,4% o percentual de crian&Atilde;&sect;as e adolescentes de 16 ou 17 anos de idade que estavam trabalhando como empregados ou trabalhadores dom&Atilde;&copy;sticos e n&Atilde;&pound;o tinham carteira assinada. Regionalmente, no Nordeste esse percentual (98,2%) era o mais alto e no Sul, o menor (81,0%). Na regi&Atilde;&pound;o Nordeste, foi encontrado o percentual mais baixo do total de crian&Atilde;&sect;as e adolescentes, nessa faixa et&Atilde;&iexcl;ria, ocupados com carteira de trabalho assinada, 1,8%. Na regi&Atilde;&pound;o Sul, o percentual dos trabalhadores com carteira assinada era o mais alto (19,0%).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Crian&Atilde;&sect;as e jovens do sexo masculino trabalhavam mais horas do que as do sexo feminino<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Quase um ter&Atilde;&sect;o (30,5%) das crian&Atilde;&sect;as e adolescentes de 5 a 17 anos ocupados cumpria jornada semanal de trabalho de 40 horas ou mais. O percentual de homens ocupados com 5 a 17 anos de idade que cumpria 40 horas ou mais de trabalho semanal (31,9%) era superior ao de mulheres da mesma faixa et&Atilde;&iexcl;ria (27,3%). Por outro lado, o percentual de mulheres (27,8%) que trabalhavam at&Atilde;&copy; 14 horas semanais era superior ao de homens (19,4%). Em m&Atilde;&copy;dia, um adulto com 18 anos ou mais de idade trabalhava cerca de 41,1 horas, enquanto um menor de 5 a 17 anos de idade, trabalhava aproximadamente 27,0 horas.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Na faixa et&Atilde;&iexcl;ria de 5 a 13 anos, prevaleciam crian&Atilde;&sect;as e jovens que trabalhavam at&Atilde;&copy; 14 horas por semana (44,2%). Do total de crian&Atilde;&sect;as e adolescentes de 5 a 13 anos de idade, 6,6% trabalhavam 40 horas ou mais. Dentre os trabalhadores de 16 ou 17 anos de idade, esse percentual era de 46,6%. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Os homens ocupados de 5 a 17 anos de idade trabalhavam cerca de 27,7 horas por semana, enquanto as mulheres da mesma faixa et&Atilde;&iexcl;ria trabalhavam cerca de 25,5 horas por semana. A Pnad 2007 mostrou que enquanto na faixa de 5 a 13 anos de idade a diferen&Atilde;&sect;a entre as jornadas de homens e mulheres era de 1,8 hora (17,9 contra 16,1), nas faixas superiores as diferen&Atilde;&sect;as eram mais significativas. Na idade adulta (18 anos ou mais), a diferen&Atilde;&sect;a era de 44,6 horas para homens e 36,4 horas para as mulheres.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Quase metade das crian&Atilde;&sect;as e adolescentes ocupados trabalhava sem remunera&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Uma parcela relevante das crian&Atilde;&sect;as e adolescentes de 5 a 17 anos de idade ocupados na semana de refer&Atilde;&ordf;ncia trabalhava sem receber rendimento por seu trabalho (44,9%). A regi&Atilde;&pound;o Nordeste apresentou o maior percentual de ocupados nesta faixa et&Atilde;&iexcl;ria sem rendimento (61,4%) e com rendimento de at&Atilde;&copy; &Acirc;&frac14; de sal&Atilde;&iexcl;rio-m&Atilde;&shy;nimo (16,0%), enquanto o Sudeste tinha o menor percentual de ocupados sem rendimento (22,6%).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"text-align:center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"670\" height=\"363\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" v:shapes=\"_x0000_i1035\"><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em 2007, o rendimento m&Atilde;&copy;dio mensal do trabalho das crian&Atilde;&sect;as e adolescentes com remunera&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o no Pa&Atilde;&shy;s era R$ 246,00 e teve crescimento de 11,6% em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006. No Sudeste (R$ 291,00), Sul (R$ 297,00) e Centro-Oeste (R$ 285,00) era aproximadamente o dobro do observado no Nordeste (R$ 138,00). O rendimento das crian&Atilde;&sect;as e jovens entre 5 a 17 anos do sexo feminino (R$ 218,00) era inferior ao das crian&Atilde;&sect;as e jovens do sexo masculino (R$ 263,00), tanto no total do pa&Atilde;&shy;s quanto em todas as grandes regi&Atilde;&micro;es. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Do total de crian&Atilde;&sect;as e adolescentes de 5 a 17 anos ocupados no pa&Atilde;&shy;s, aproximadamente 19,8% moravam em domic&Atilde;&shy;lios sem rendimento ou com rendimento m&Atilde;&copy;dio mensal domiciliar per capita menor que 1\/4 do sal&Atilde;&iexcl;rio m&Atilde;&shy;nimo. Na regi&Atilde;&pound;o Nordeste, a propor&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de crian&Atilde;&sect;as e adolescentes trabalhadores, residindo em domic&Atilde;&shy;lios desta classe de rendimento chegava a 37,4%. Pertenciam a fam&Atilde;&shy;lias com rendimento per capita entre &Acirc;&frac14; a menos de &Acirc;&frac12; sal&Atilde;&iexcl;rio m&Atilde;&shy;nimo, 23,1% dos ocupados nessa faixa de idade. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em torno de 60,7% das crian&Atilde;&sect;as e adolescentes ocupados no Brasil exerciam afazeres dom&Atilde;&copy;sticos em 2007. Dentre os n&Atilde;&pound;o-ocupados, foi verificado que quase metade realizava estas atividades (47,6%). Em 2006, o percentual de crian&Atilde;&sect;as adolescentes ocupadas e que exerciam afazeres dom&Atilde;&copy;sticos era de 64,4%. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Santa Catarina tinha a maior propor&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de jovens de 7 a 14 anos na escola<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em 2007, do total de pessoas com 4 anos ou mais de idade no Brasil (190 milh&Atilde;&micro;es), cerca de 56,3 milh&Atilde;&micro;es eram estudantes. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">No contingente de jovens de 7 a 14 anos de idade foi verificada a maior freq&Atilde;&frac14;&Atilde;&ordf;ncia &Atilde;&nbsp; escola (97,6%), resultado est&Atilde;&iexcl;vel em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006. Em termos regionais, essa taxa foi de, aproximadamente, 98% nas regi&Atilde;&micro;es Sudeste, Sul e Centro-Oeste; 97,1% no Nordeste e 96,2% no Norte. As Unidades da Federa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o da regi&Atilde;&pound;o Sul foram as que mais se destacaram, como no caso de Santa Catarina, onde 99% de crian&Atilde;&sect;as e adolescentes de 7 a 14 anos de idade estavam na escola. J&Atilde;&iexcl; as menores taxas de escolariza&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o para este grupo de idade foram verificadas nas Unidades da Federa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o das regi&Atilde;&micro;es Norte e Nordeste, particularmente, nos estados do Acre (91,3%), Par&Atilde;&iexcl; (96,2%) e Alagoas (96,2%).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"text-align:center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"596\" height=\"454\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" v:shapes=\"_x0000_i1036\"><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">De 1992 a 2007, a da taxa de escolariza&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o das pessoas de 7 a 14 anos de idade aumentou 11,1 pontos percentuais, passando de 86,6% para 97,7%, que representou um contingente de aproximadamente, 27 milh&Atilde;&micro;es de estudantes nessa faixa de idade em 2007. Dentre as regi&Atilde;&micro;es, o crescimento mais significativo da taxa de escolariza&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o foi na regi&Atilde;&pound;o Nordeste, que era de 79,7% em 1992 subindo para 97,1%, o que equivaleu a um aumento de 17,4% no per&Atilde;&shy;odo. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Cresceu o percentual de freq&Atilde;&frac14;&Atilde;&ordf;ncia &Atilde;&nbsp; escola no grupo de crian&Atilde;&sect;as de 4 ou 5 anos<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">A pesquisa chama aten&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o para o crescimento da freq&Atilde;&frac14;&Atilde;&ordf;ncia &Atilde;&nbsp; escola entre as crian&Atilde;&sect;as de 4 ou 5 anos. Em 2007, o percentual foi de 70,1%, que representa 2,5 pontos percentuais acima do resultado de 2006. A maior eleva&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o foi na regi&Atilde;&pound;o Norte: de 54,6%, em 2006, para 59,7% em 2007. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">De 2006 para 2007, Amazonas, Alagoas e Paran&Atilde;&iexcl; tiveram os maiores crescimentos de freq&Atilde;&frac14;&Atilde;&ordf;ncia escolar no grupo de 4 ou 5 anos, respectivamente, de 12,1; 7,5; e 7,1 pontos percentuais. As maiores quedas da taxa de escolariza&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o nesse grupo foram no Amap&Atilde;&iexcl; (de 59,4% para 51,7%), em Santa Catarina (de 73,7% para 69,7%) e no Mato Grosso (de 54,3% para 47,9%).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>De 2006 para 2007, mais de 250 mil alunos entraram no ensino superior <\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em todo o pa&Atilde;&shy;s, dos 56,3 milh&Atilde;&micro;es de estudantes de 4 anos ou mais, 7,9% estavam cursando o ensino pr&Atilde;&copy;-escolar (maternal, jardim de inf&Atilde;&cent;ncia etc.); 63,0%, o ensino fundamental e alfabetiza&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o; 16,6% o ensino m&Atilde;&copy;dio e 10,9% o ensino superior. Em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006, o n&Atilde;&ordm;mero de estudantes no ensino superior cresceu 4,3% e, em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2005, a taxa de crescimento foi de 13,2%. O ensino m&Atilde;&copy;dio, por outro lado, teve ligeira queda, de 0,6% em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Quanto &Atilde;&nbsp; cobertura segundo a rede de ensino, a rede p&Atilde;&ordm;blica foi preponderante, com percentual de 79,2% de atendimento aos que freq&Atilde;&frac14;entavam a escola. O predom&Atilde;&shy;nio da rede p&Atilde;&ordm;blica foi observado em quase todos os n&Atilde;&shy;veis de ensino, sobretudo, no Ensino Fundamental e Classe de Alfabetiza&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o, com 87,9% de cobertura, seguido pelo ensino m&Atilde;&copy;dio (86,2%) e maternal e jardim de inf&Atilde;&cent;ncia (74,1%). A obrigatoriedade constitucional leva &Atilde;&nbsp; grande absor&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de estudantes pela rede p&Atilde;&ordm;blica, entretanto, isso n&Atilde;&pound;o ocorre no n&Atilde;&shy;vel Superior, onde a rede particular responde por 76,0% dos estudantes nesse n&Atilde;&shy;vel de ensino. Entre 2006 e 2007, o contingente de estudantes de n&Atilde;&shy;vel Superior, na rede particular, passou de 4,4 milh&Atilde;&micro;es para 4,7 milh&Atilde;&micro;es e, na rede p&Atilde;&ordm;blica de ensino, de 1,4 milh&Atilde;&pound;o para 1,5 milh&Atilde;&pound;o de alunos. <\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">De 2006 para 2007, o n&Atilde;&ordm;mero m&Atilde;&copy;dio de anos de estudo das pessoas de 10 anos ou mais de idade passou de 6,3 para 6,9 anos. Nos grupos de idade mais avan&Atilde;&sect;ada esse n&Atilde;&ordm;mero era bem menor do que entre as pessoas mais jovens. Em 2007, nas faixas et&Atilde;&iexcl;rias de 18 ou 19 anos, o n&Atilde;&ordm;mero m&Atilde;&copy;dio de anos de estudo foi de 8, 8 anos, de 20 a 24 anos idade, 9,3 anos, e no grupo de 25 a 29 anos, 8,9 anos de estudo. J&Atilde;&iexcl; entre as pessoas de 50 a 59 anos, o n&Atilde;&ordm;mero m&Atilde;&copy;dio de anos de estudo foi de 6,1 e no grupo de 60 anos ou mais, 3,9..<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em 2007, 14 milh&Atilde;&micro;es de brasileiros com 15 anos ou mais de idade eram analfabetos<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">De 2006 para 2007, a taxa de analfabetismo<sup>8<\/sup>passou de 10,4% para 10,0%, que representa cerca de 14,1 milh&Atilde;&micro;es de analfabetos com 15 anos ou mais de idade. A Pnad mostra que, nos &Atilde;&ordm;ltimos 15 anos, foram verificados avan&Atilde;&sect;os significativos na educa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o, lembrando que a taxa de analfabetismo das pessoas com 15 anos ou mais chegara a 17,2% em 1992. A queda dessa taxa foi observada em todas as grandes regi&Atilde;&micro;es investigadas, sendo que no Nordeste houve a maior redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o da taxa de analfabetismo, passando de 32,7%, em 1992, para 19,9% em 2007.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Apesar dessa redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o significativa, o Nordeste registra ainda a maior taxa dentre todas as regi&Atilde;&micro;es (19,9%), seguido pela regi&Atilde;&pound;o Norte com 10,8%. As menores taxas de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade foram observadas no Sudeste (5,7%) e na Regi&Atilde;&pound;o Sul (5,4%). Em 1992 essas duas regi&Atilde;&micro;es tinham taxas de 10,9% e 10,2%, respectivamente. Na Regi&Atilde;&pound;o Norte Urbana esse indicador foi de 8,4% e na Regi&Atilde;&pound;o Centro-Oeste, 8,1%, contra 13,1% e 14,5%, nessa ordem, em 1992.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em 2007, 21,6% das pessoas de 15 anos ou mais de idade eram analfabetas funcionais, contra 22,2% em 2006. Norte e Nordeste tinham as maiores taxas: 25,0% e 33,5%, respectivamente.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o feminina chegou a 97,2 milh&Atilde;&micro;es<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em 2007, a popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o do pa&Atilde;&shy;s somava 189,8 milh&Atilde;&micro;es de pessoas, sendo que as mulheres respondiam por 51,2% da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o residente e os homens, por 48,8%; respectivamente, 97,2 milh&Atilde;&micro;es e 92,6 milh&Atilde;&micro;es de pessoas. Em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006 n&Atilde;&pound;o houve mudan&Atilde;&sect;a significativa na distribui&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o por sexo da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o residente, que era 51,3% de mulheres e 48,7% de homens.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em 2007, a popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o do pa&Atilde;&shy;s estava composta por 49,4% de brancos, 7,4% de pretos, 42,3% de pardos e 0,8% de outras. Em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o a 2006, houve aumento de 0,5 ponto percentual entre os declarados pretos, e redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de 0,3 ponto percentual entre os brancos. Houve aumento da participa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o dos pretos em todas as regi&Atilde;&micro;es, exceto a Norte, onde houve queda de 0,7 ponto percentual. Nas demais regi&Atilde;&micro;es, o crescimento da participa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o preta foi acompanhado pela queda da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o branca: Sudeste (-0,4 ponto percentual), Sul (-0,9 ponto percentual), Centro-Oeste (-1,9 ponto percentual). J&Atilde;&iexcl; na Regi&Atilde;&pound;o Norte observou-se crescimento da participa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o branca (0,8 ponto percentual) e redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o dos pretos (-0,7 ponto percentual) e pardos (-0,7 ponto percentual).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>De 2006 a 2007, popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o jovem caiu 0,7%<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">A Pnad 2007 reafirma a tend&Atilde;&ordf;ncia de envelhecimento da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o verificada nos &Atilde;&ordm;ltimos anos. De 2006 para 2007, o contingente da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de 40 anos ou mais de idade cresceu 4,2% enquanto que o grupo mais jovem, de 0 a 14 anos, apresentou redu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de 0,7%. Segundo a pesquisa, esse comportamento se repete em todas as regi&Atilde;&micro;es, com exce&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o da Regi&Atilde;&pound;o Norte, onde na faixa et&Atilde;&iexcl;ria de 0 a 14 anos foi registrado um crescimento de 1,3% no per&Atilde;&shy;odo. Assim, os maiores percentuais de pessoas de 0 a 4 anos foram verificados na Regi&Atilde;&pound;o Norte, sobretudo, em Roraima e Amap&Atilde;&iexcl; com participa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de 10,9%. J&Atilde;&iexcl; as menores participa&Atilde;&sect;&Atilde;&micro;es nessa faixa et&Atilde;&iexcl;ria ficaram com os estados das regi&Atilde;&micro;es Sudeste e Sul como, por exemplo, Rio de Janeiro (5,7%), S&Atilde;&pound;o Paulo (6,3%), Santa Catarina (6,1%) e Rio Grande do Sul (6,3%).<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\"><b>Mais da metade da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o do Centro-Oeste n&Atilde;&pound;o nasceu no munic&Atilde;&shy;pio em que residia<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Arial\">Em 2007, as pessoas n&Atilde;&pound;o-naturais do munic&Atilde;&shy;pio de resid&Atilde;&ordf;ncia representavam 39,8% da popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o residente do pa&Atilde;&shy;s, e os n&Atilde;&pound;o-naturais da Unidade da Federa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o em que moravam, 15,8%. Na regi&Atilde;&pound;o Centro-Oeste, 53,1% dos residentes eram n&Atilde;&pound;o-naturais do munic&Atilde;&shy;pio de moradia, e foi a &Atilde;&ordm;nica regi&Atilde;&pound;o onde a popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o n&Atilde;&pound;o-natural superou a natural. A Regi&Atilde;&pound;o Nordeste registrou 32,0% de n&Atilde;&pound;o-naturais do munic&Atilde;&shy;pio; o Sudeste, 40,5%; o Norte, 43,0%; e o Sul, 44,4%.<\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin:0cm;margin-bottom:.0001pt\">Na an&Atilde;&iexcl;lise da naturalidade em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o &Atilde;&nbsp; Unidade da Federa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o em que residiam, observou-se que a Regi&Atilde;&pound;o Centro-Oeste tinha o maior percentual de moradores n&Atilde;&pound;o-naturais, 35,2%. Nessa regi&Atilde;&pound;o destacou-se o Distrito Federal, onde 51,4% dos moradores eram n&Atilde;&pound;o-naturais. Em termos nacionais, destacaram-se Roraima, que permaneceu sendo a Unidade da Federa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o com maior percentual de moradores n&Atilde;&pound;o-naturais, 50,5%; e o Rio Grande do Sul, com o menor percentual de residentes n&Atilde;&pound;o-naturais, 4,2%.<\/p>\n<p style=\"margin:0cm;margin-bottom:.0001pt\">\n<hr>\n<p style=\"margin:0cm;margin-bottom:.0001pt\"><sup>1<\/sup> Percentagem dos estudantes de um grupo et&Atilde;&iexcl;rio em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ao total de pessoas do mesmo grupo. <\/p>\n<p style=\"margin:0cm;margin-bottom:.0001pt\"><sup>2<\/sup> Percentual de pessoas ocupadas com 10 anos ou mais de idade.<\/p>\n<p style=\"margin:0cm;margin-bottom:.0001pt\"><sup>3<\/sup> Percentual de pessoas desocupadas com 10 anos ou mais de idade.<\/p>\n<p style=\"margin:0cm;margin-bottom:.0001pt\"><sup>4<\/sup> Propor&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de pessoas desocupadas no total de pessoas economicamente ativas.<\/p>\n<p style=\"margin:0cm;margin-bottom:.0001pt\"><sup>5<\/sup> Com a cobertura geogr&Atilde;&iexcl;fica existente at&Atilde;&copy; 2003, que exclu&Atilde;&shy;a as zonas rurais dos estados da regi&Atilde;&pound;o Norte, exceto o Tocantins.<\/p>\n<p style=\"margin:0cm;margin-bottom:.0001pt\"><sup>6<\/sup> O trabalho infantil &Atilde;&copy; considerado ilegal na faixa de 5 a 13 anos de idade. Entre 14 e 15 anos, &Atilde;&copy; permitido por lei desde que seja na condi&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de aprendiz. Jovens de 16 e 17 anos podem trabalhar desde que n&Atilde;&pound;o seja em atividades noturnas, perigosas e insalubres. <\/p>\n<p style=\"margin:0cm;margin-bottom:.0001pt\"><sup>7<\/sup> Percentagem dos estudantes de um grupo et&Atilde;&iexcl;rio em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ao total de pessoas do mesmo grupo.<\/p>\n<p style=\"margin:0cm;margin-bottom:.0001pt\"><sup>8<\/sup> Percentagem dos indiv&Atilde;&shy;duos analfabetos de um determinado grupo et&Atilde;&iexcl;rio, em rela&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ao total de pessoas do mesmo grupo. Na PNAD, por defini&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o, uma pessoa alfabetizada &Atilde;&copy; aquela que reponde que sabe ler e escrever pelo menos um bilhete simples no idioma que conhece.<\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Percentual (50,7%) foi atingido pela primeira vez, desde os anos 90, devido ao aumento do n&Atilde;&ordm;mero de trabalhadores com carteira assinada: em 2007 eles eram 32,0 milh&Atilde;&micro;es, ou 6,1 % a mais que no ano anterior, e atingiram a maior participa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o na popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada (35,3%) desde o in&Atilde;&shy;cio da s&Atilde;&copy;rie da PNAD. A popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[727],"tags":[],"class_list":["post-8804","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-pnad-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios"],"rttpg_featured_image_url":null,"rttpg_author":{"display_name":"gustavogoncalves","author_link":"https:\/\/goias.gov.br\/imb\/author\/gustavogoncalves\/"},"rttpg_comment":0,"rttpg_category":"<a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/imb\/categoria\/biblioteca\/digital\/produtos-descontinuados-do-imb\/pnad-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios\/\" rel=\"category tag\">PNAD - Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios<\/a>","rttpg_excerpt":"Percentual (50,7%) foi atingido pela primeira vez, desde os anos 90, devido ao aumento do n&Atilde;&ordm;mero de trabalhadores com carteira assinada: em 2007 eles eram 32,0 milh&Atilde;&micro;es, ou 6,1 % a mais que no ano anterior, e atingiram a maior participa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o na popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada (35,3%) desde o in&Atilde;&shy;cio da s&Atilde;&copy;rie da PNAD. A popula&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o ocupada&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/imb\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8804","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/imb\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/imb\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/imb\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/imb\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8804"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/imb\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8804\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/imb\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8804"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/imb\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8804"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/imb\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8804"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}