
{"id":10509,"date":"2013-12-03T09:12:30","date_gmt":"2013-12-03T11:12:30","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/imb\/geoprocessamento\/"},"modified":"2013-12-03T09:12:30","modified_gmt":"2013-12-03T11:12:30","slug":"geoprocessamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/imb\/geoprocessamento\/","title":{"rendered":"Geoprocessamento"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<div style=\"margin-bottom: 0.1em; width: 100%;\">\n<p><strong>O QUE &Eacute; GEOPROCESSAMENTO?<\/strong><\/p>\n<p>&ldquo;Quase tudo que acontece, acontece em algum lugar&rdquo; (LONGLEY et. al., 2005). Portanto, a localiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica de uma ocorr&ecirc;ncia torna-se pe&ccedil;a chave para a perfeita compreens&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es intr&iacute;nsecas de determinado fen&ocirc;meno. A busca deste entendimento passa obrigatoriamente pela aplica&ccedil;&atilde;o das t&eacute;cnicas de geoprocessamento.<\/p>\n<p>Segundo C&acirc;mara et. al. (2001), o geoprocessamento denota a disciplina do conhecimento que utiliza t&eacute;cnicas matem&aacute;ticas e computacionais para a obten&ccedil;&atilde;o, manipula&ccedil;&atilde;o e apresenta&ccedil;&atilde;o de dados e informa&ccedil;&otilde;es geogr&aacute;ficas. Esse tem influenciado sobremaneira as &aacute;reas da Cartografia, An&aacute;lise de Recursos Naturais, Transportes, Comunica&ccedil;&atilde;o, Energia e Planejamento Urbano e Regional.<\/p>\n<p>Rodrigues (2003), define Geoprocessamento como um conjunto de tecnologias de coleta, tratamento, manipula&ccedil;&atilde;o e representa&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es espaciais voltado para um objetivo espec&iacute;fico.<\/p>\n<p>Tais defini&ccedil;&otilde;es evidenciam que o geoprocessamento &eacute; uma &aacute;rea do conhecimento aplic&aacute;vel a diferentes quest&otilde;es ligadas a sociedade. Essas t&eacute;cnicas vem sendo aplicadas com grande sucesso nas &aacute;reas da sa&uacute;de, meio ambiente, neg&oacute;cios, administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica entre outras.<br \/>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 100%;\" border=\"0\">\n<tbody>\n<tr align=\"center\" valign=\"middle\">\n<td>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/td>\n<td>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; vertical-align: middle;\" src=\"images\/imagens_migradas\/upload\/fotos\/2014-01\/geoprocessamento.png\" alt=\"\" width=\"640\"><\/p>\n<\/td>\n<td>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O QUE &Eacute; SENSORIAMENTO REMOTO?<\/strong><\/p>\n<p>Sensoriamento remoto &eacute; a arte e a ci&ecirc;ncia de obter informa&ccedil;&atilde;o sobre um objeto sem estar em contato f&iacute;sico direto com o objeto. Novo (2010), apresenta uma defini&ccedil;&atilde;o menos abrangente que recorta melhor a atividade de sensoriamento remoto realizada na &aacute;rea de geoprocessamento:<\/p>\n<p><em>Sensoriamento Remoto trata-se da utiliza&ccedil;&atilde;o conjunta de sensores, equipamentos para processamento de dados, equipamentos de transmiss&atilde;o de dados colocados a bordo de aeronaves, espa&ccedil;onaves, ou outras plataformas, com objetivo de estudar eventos, fen&ocirc;menos e processos que ocorrem na superf&iacute;cie do planeta Terra a partir do registro e da an&aacute;lise das intera&ccedil;&otilde;es entre a radia&ccedil;&atilde;o eletromagn&eacute;tica e as subst&acirc;ncias que o comp&otilde;em em suas mais diversas &nbsp;manifesta&ccedil;&otilde;es (NOVO, 2010).<\/em><\/p>\n<p><em><\/em>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O QUE &Eacute; GEOD&Eacute;SIA?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Geod&eacute;sia est&aacute; intimamente ligada &agrave; necessidade inerente de localiza&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie humana (Bueno, 2005). Geodesia &eacute; a ci&ecirc;ncia que trata da aquisi&ccedil;&atilde;o de dados por meio de levantamentos e da representa&ccedil;&atilde;o da forma e da superf&iacute;cie terrestre, com as suas fei&ccedil;&otilde;es naturais e artificiais, al&eacute;m de considerar o campo gravitacional da Terra (Helmert, 1880). Dentre suas aplica&ccedil;&otilde;es est&aacute; o apoio ao mapeamento, demarca&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas e regulariza&ccedil;&atilde;o fundi&aacute;ria. Al&eacute;m disso, &eacute; uma importante ferramenta no aux&iacute;lio &agrave; administra&ccedil;&atilde;o urbana e ambiental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir do advento do GPS (Global Positioning System), as atividades que necessitam de posicionamento foram revolucionadas em fun&ccedil;&atilde;o da obten&ccedil;&atilde;o de coordenadas de forma precisa e r&aacute;pida. Tais atividades no Brasil s&atilde;o de responsabilidade do <span style=\"color: #0000ff;\"><a href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"color: #0000ff;\">Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE)<\/span><\/a><\/span> que criou o <span style=\"color: #0000ff;\"><a href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/home\/geociencias\/geodesia\/default_sgb_int.shtm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"color: #0000ff;\">Sistema Geod&eacute;sico Brasileiro (SGB)<\/span><\/a><\/span> , constitu&iacute;do de uma rede de esta&ccedil;&otilde;es de monitoramento cont&iacute;nuo que servem de refer&ecirc;ncia aos usu&aacute;rios em seus trabalhos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O QUE S&Atilde;O SISTEMAS DE INFORMA&Ccedil;&Otilde;ES GEOGR&Aacute;FICAS?<\/strong><\/p>\n<p>Sistemas de Informa&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas (SIG), s&atilde;o sistemas de informa&ccedil;&atilde;o constru&iacute;dos especialmente para armazenar, analisar e manipular dados geogr&aacute;ficos, ou seja, dados que representam objetos e fen&ocirc;menos em que a localiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica &eacute; uma caracter&iacute;stica inerente e indispens&aacute;vel para trata-los. Dados geogr&aacute;ficos s&atilde;o coletados a partir de diversas fontes e armazenados via de regra nos chamados bancos de dados geogr&aacute;ficos (C&Acirc;MARA et. al., 2006).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O QUE &Eacute; FOTOGRAMETRIA?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fotogrametria &eacute; a ci&ecirc;ncia e tecnologia de obter informa&ccedil;&otilde;es confi&aacute;veis atrav&eacute;s de processo de registro, interpreta&ccedil;&atilde;o e mensura&ccedil;&atilde;o de imagens fotogr&aacute;ficas (Andrade, 1998). A elabora&ccedil;&atilde;o de mapas antes dessa ci&ecirc;ncia necessitava de uma s&eacute;rie excessiva de mensura&ccedil;&otilde;es em campo, e foi a partir da fotografia, que o homem encontrou uma forma de otimizar a determina&ccedil;&atilde;o da posi&ccedil;&atilde;o das fei&ccedil;&otilde;es do terreno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com Andrade (1998), a Fotogrametria encontra o seu maior campo de aplica&ccedil;&atilde;o na elabora&ccedil;&atilde;o de mapas em colabora&ccedil;&atilde;o com outras ci&ecirc;ncias como Geod&eacute;sia e Cartografia. &Eacute; classificada em anal&oacute;gica, anal&iacute;tica e digital, sendo que, esta &uacute;ltima predomina atualmente. A Fotogrametria digital possibilita a reconstru&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica do espa&ccedil;o tridimensional (espa&ccedil;o objeto) a partir de imagens bidimensionais (espa&ccedil;o imagem).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O QUE &Eacute; CARTOGRAFIA?<\/strong><\/p>\n<p>Segundo Menezes e Fernandes (2013), a produ&ccedil;&atilde;o de mapas e a no&ccedil;&atilde;o de Cartografia, como um conjunto de t&eacute;cnicas utilizadas para representar o espa&ccedil;o geogr&aacute;fico, est&atilde;o relacionadas com a hist&oacute;ria da humanidade. H&aacute; evid&ecirc;ncias da confec&ccedil;&atilde;o de mapas antes mesmo da inven&ccedil;&atilde;o da escrita, o que comprova que povos pr&eacute;-hist&oacute;ricos j&aacute; dominavam a habilidade do tra&ccedil;ado de mapas.<\/p>\n<p>A cartografia &eacute; uma palavra derivada do grego <em>graphein<\/em>, que significa escrita, e do latim <em>charta<\/em>, significa papel. Assim, cartografia refere-se &agrave; apresenta&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica da informa&ccedil;&atilde;o, com sua representa&ccedil;&atilde;o em papel. No entanto, para atingir seu objetivo final&iacute;stico, a cartografia engloba &ldquo;[&#8230;] todas as atividades que v&atilde;o do levantamento de campo ou da pesquisa bibliogr&aacute;fica at&eacute; a impress&atilde;o definitiva e a publica&ccedil;&atilde;o do mapa elaborado. Ela &eacute; ao mesmo tempo uma ci&ecirc;ncia, uma arte e uma t&eacute;cnica&rdquo;. (MENEZES E FERNANDES, 2013, p. 18).<\/p>\n<p>Para sintetizar, a Cartografia visa estudar formas de elaborar, produzir e utilizar a representa&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica, consoante a seguinte defini&ccedil;&atilde;o:<\/p>\n<p>&ldquo;[&#8230;] ci&ecirc;ncia que trata da organiza&ccedil;&atilde;o, apresenta&ccedil;&atilde;o, comunica&ccedil;&atilde;o e utiliza&ccedil;&atilde;o da geoinforma&ccedil;&atilde;o, sob uma forma que pode ser visual, num&eacute;rica ou t&aacute;til, incluindo todos os processos de elabora&ccedil;&atilde;o, ap&oacute;s a prepara&ccedil;&atilde;o dos dados, bem como o estudo e utiliza&ccedil;&atilde;o dos mapas ou meios de representa&ccedil;&atilde;o, em todas as suas formas&rdquo; (TAYLOR, 1991, <em>apud<\/em>, MENEZES E FERNANDES, 2013, p. 19).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANDRADE, J. B. <strong>Fotogrametria.<\/strong> Curitiba: SBEE, 2003.<\/p>\n<p>BUENO, R.<strong> Redes Ativas de GPS. InfoGPS<\/strong>, Curitiba, ano 2, n.10, 2005.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/imb\/wp-content\/uploads\/sites\/29\/2013\/12\/anatomia-771.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"color: #0000ff;\">C&Acirc;MARA, G.; CASANOVA, M.; HEMERLY, A.; MEDEIROS, C. B.; MAGALH&Atilde;ES, G. <strong>Anatomia de sistemas de informa&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica.<\/strong> Campinas: UNICAMP &#8211; Instituto de Computa&ccedil;&atilde;o, 1996b. 193p.&nbsp;<\/span><\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><a href=\"https:\/\/www.dpi.inpe.br\/gilberto\/livro\/introd\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"color: #0000ff;\">C&Acirc;MARA, G.; DAVIS, C.; MONTEIRO, A. M. V. <strong>Introdu&ccedil;&atilde;o &agrave; Ci&ecirc;ncia da Geoinforma&ccedil;&atilde;o<\/strong>. S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos, INPE, 2001.<\/span><\/a><\/span><\/p>\n<p>HELMERT, F.R.. <strong>Die Mathematischen und Physikalischen Theorien der H&ouml;heren <\/strong><strong>Geod&auml;sie<\/strong>, Leipzig, 1880.<\/p>\n<p>LONGLEY, P. A.; Goodchild, M. F.; Maguire, D. J.; Rhind, D. W. <strong>Geographical Information Systems and Science.<\/strong> 2&ordf; ed. John Wiley &amp; Sons Ltd. England. 2005.<\/p>\n<p>MENEZES, P. M. L.; FERNANDES, M. C.&nbsp;<strong>Roteiro de Cartografia<\/strong>.&nbsp; S&atilde;o Paulo: Oficina de Textos, 2013.<\/p>\n<p>NOVO, E. M. L. de M. <strong>Sensoriamento Remoto: Princ&iacute;pios e Aplica&ccedil;&otilde;es. <\/strong>4 ed. S&atilde;o Paulo: Blucher, 2010.<\/p>\n<p>RODRIGUES, M. Geoprocessamento: um retrato atual. <strong>Revista Fator GIS<\/strong>. Sagres Cartografia e Editora, Curitiba, PR, 1993, Ano1, n&ordm;2, p&aacute;g. 20-23.<\/p>\n<\/div>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O QUE &Eacute; GEOPROCESSAMENTO? &ldquo;Quase tudo que acontece, acontece em algum lugar&rdquo; (LONGLEY et. al., 2005). Portanto, a localiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica de uma ocorr&ecirc;ncia torna-se pe&ccedil;a chave para a perfeita compreens&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es intr&iacute;nsecas de determinado fen&ocirc;meno. A busca deste entendimento passa obrigatoriamente pela aplica&ccedil;&atilde;o das t&eacute;cnicas de geoprocessamento. Segundo C&acirc;mara et. al. 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