
{"id":10465,"date":"2015-12-04T09:12:49","date_gmt":"2015-12-04T11:12:49","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/imb\/imb-colabora-com-o-ibge-no-nomodelo-de-ondulacao-geoidal-do-brasil\/"},"modified":"2023-12-11T17:00:59","modified_gmt":"2023-12-11T20:00:59","slug":"imb-colabora-com-o-ibge-no-nomodelo-de-ondulacao-geoidal-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/imb\/imb-colabora-com-o-ibge-no-nomodelo-de-ondulacao-geoidal-do-brasil\/","title":{"rendered":"IMB colabora com o IBGE no novo modelo de ondula\u00e7\u00e3o geoidal do Brasil"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p>IBGE disponibilizou na &uacute;ltima segunda-feira (30\/11\/2015), em conjunto com a Escola Polit&eacute;cnica da Universidade de S&atilde;o Paulo &ndash; EPUSP, uma nova vers&atilde;o do modelo de ondula&ccedil;&atilde;o geoidal do Brasil, o MAPGEO2015. A nova vers&atilde;o foi realizada com a colabora&ccedil;&atilde;o do Instituto Mauro Borges de Estat&iacute;sticas e Estudos Socioecon&ocirc;micos (IMB) da Secretaria de Gest&atilde;o e Planejamento (Segplan), atrav&eacute;s da participa&ccedil;&atilde;o do Pesquisador em Cartografia, Luis Ot&aacute;vio Rodrigues Sampaio, em duas campanhas gravim&eacute;tricas no interior do Estado de Goi&aacute;s. Juntamente com os t&eacute;cnicos da Unidade Estadual do IBGE em Goi&aacute;s, foram realizadas medi&ccedil;&otilde;es da acelera&ccedil;&atilde;o da gravidade em aproximadamente 180 novos pontos considerados no adensamento da rede, proporcionando uma melhor acur&aacute;cia na determina&ccedil;&atilde;o das alturas geoidais em territ&oacute;rio goiano. &nbsp;<\/p>\n<p>Com o sistema de interpola&ccedil;&atilde;o, disponibilizado juntamente com o modelo, os usu&aacute;rios podem obter a altura geoidal em um ponto ou conjunto de pontos do territ&oacute;rio nacional a partir das suas coordenadas planim&eacute;tricas.<\/p>\n<p>O Sistema MAPGEO2015 est&aacute; dispon&iacute;vel para download no link a seguir, onde tamb&eacute;m podem ser obtidas maiores informa&ccedil;&otilde;es sobre o modelo:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/home\/geociencias\/geodesia\/modelo_geoidal.shtm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.ibge.gov.br\/home\/geociencias\/geodesia\/modelo_geoidal.shtm<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/imb\/mapa-interativo-i3geo\/\" target=\"_parent\" rel=\"noopener\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"images\/imagens_migradas\/upload\/arquivos\/2015-12\/3043_4162_082054_522341.gif\" alt=\"\" width=\"247\" height=\"257\"><\/a><\/p>\n<p>A nova vers&atilde;o MAPGEO2015 utiliza o modelo geopotencial global EIGEN-6C4, combinado com aproximadamente 950.000 esta&ccedil;&otilde;es gravim&eacute;tricas terrestres (pontos nos quais se determina a acelera&ccedil;&atilde;o da gravidade) na Am&eacute;rica do Sul, sendo 450.000 dentro do Brasil. Entre estas, 18.485 correspondem a novas esta&ccedil;&otilde;es medidas no territ&oacute;rio brasileiro desde a divulga&ccedil;&atilde;o da vers&atilde;o anterior, o MAPGEO2010.<\/p>\n<p>O MAPGEO2015 foi avaliado utilizando-se as alturas geoidais obtidas pela diferen&ccedil;a entre as altitudes ortom&eacute;tricas (altitudes acima do n&iacute;vel m&eacute;dio do mar) oriundas do nivelamento geom&eacute;trico de 592 refer&ecirc;ncias de n&iacute;vel em conex&atilde;o com pontos cujas altitudes elipsoidais foram obtidas por t&eacute;cnica de posicionamento por sat&eacute;lite. Tais pontos foram selecionados atrav&eacute;s de criterioso estudo realizado na Rede Altim&eacute;trica Brasileira, identificando-se as conex&otilde;es pertencentes a linhas de nivelamento fechadas e com valores de altitude ajustados. A consist&ecirc;ncia entre as alturas geoidais obtidas pela interpola&ccedil;&atilde;o com o modelo e os valores diretos obtidos das conex&otilde;es apresentou melhora de aproximadamente 20% em rela&ccedil;&atilde;o ao modelo anterior, com um erro m&eacute;dio quadr&aacute;tico de &plusmn;0,17 m.<\/p>\n<p><strong>MAPGEO2015 permite determinar com maior precis&atilde;o altitudes referidas ao n&iacute;vel m&eacute;dio do mar<\/strong><\/p>\n<p>Em fun&ccedil;&atilde;o de sua rapidez e precis&atilde;o na obten&ccedil;&atilde;o de coordenadas, os Sistemas Globais de Navega&ccedil;&atilde;o por Sat&eacute;lite (GNSS, na sigla em ingl&ecirc;s) revolucionaram as atividades que necessitam de posicionamento.<\/p>\n<p>Entretanto, a altitude determinada utilizando um receptor GNSS n&atilde;o est&aacute; relacionada ao n&iacute;vel m&eacute;dio do mar (ou, de forma mais rigorosa, ao geoide, que &eacute; a superf&iacute;cie equipotencial do campo de gravidade da Terra que coincide com o n&iacute;vel m&eacute;dio do mar em repouso), mas a um elipsoide de refer&ecirc;ncia com dimens&otilde;es espec&iacute;ficas, adotado como forma geom&eacute;trica da Terra. Assim, torna-se necess&aacute;rio conhecer a diferen&ccedil;a entre as superf&iacute;cies do geoide e do elipsoide, isto &eacute;, a altura ou ondula&ccedil;&atilde;o geoidal, para que se possa obter a altitude ortom&eacute;trica (acima do n&iacute;vel m&eacute;dio do mar). O modelo de ondula&ccedil;&atilde;o geoidal &eacute; utilizado para aplica&ccedil;&otilde;es nas &aacute;reas de mapeamento e engenharia, e o IBGE, em conjunto com a EPUSP, vem trabalhando nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas para determinar modelos cada vez mais precisos.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"images\/imagens_migradas\/home\/presidencia\/noticias\/images\/3043_4162_082110_323685.gif\" alt=\"\"><\/p>\n<p>Adaptado de: <a href=\"https:\/\/saladeimprensa.ibge.gov.br\/noticias?view=noticia&amp;id=1&amp;busca=1&amp;idnoticia=3043\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">IBGE<\/a>.<\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>IBGE disponibilizou na &uacute;ltima segunda-feira (30\/11\/2015), em conjunto com a Escola Polit&eacute;cnica da Universidade de S&atilde;o Paulo &ndash; EPUSP, uma nova vers&atilde;o do modelo de ondula&ccedil;&atilde;o geoidal do Brasil, o MAPGEO2015. 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