

{"id":2524,"date":"2017-02-10T11:02:50","date_gmt":"2017-02-10T13:02:50","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/goiasprev\/nova-leva-de-fundos-estaduais\/"},"modified":"2017-02-10T11:02:50","modified_gmt":"2017-02-10T13:02:50","slug":"nova-leva-de-fundos-estaduais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/goiasprev\/nova-leva-de-fundos-estaduais\/","title":{"rendered":"Nova leva de fundos estaduais"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-2522\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/goiasprev\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/02\/01-c57.png\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"1166\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/goiasprev\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/02\/01-c57.png 800w, https:\/\/goias.gov.br\/goiasprev\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/02\/01-c57-206x300.png 206w, https:\/\/goias.gov.br\/goiasprev\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/02\/01-c57-703x1024.png 703w, https:\/\/goias.gov.br\/goiasprev\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/02\/01-c57-768x1119.png 768w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">Depois de S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro, Esp&iacute;rito Santo e Minas Gerais terem criado um fundo de pens&atilde;o Para Servidores p&uacute;blicos, uma nova leva de estados enviou &agrave; Superintend&ecirc;ncia Nacional de Previd&ecirc;ncia Complementar (Previc) pedidos de autoriza&ccedil;&atilde;o de planos e estatuto de entidades pr&oacute;prias. Entre os estados de menor porte que demonstraram interesse em criar uma funda&ccedil;&atilde;o est&aacute; Rond&ocirc;nia, que destacou que n&atilde;o deve esperar mais pelo fundo multipatrocinado do governo federal para criar sua entidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">Outros estados s&atilde;o Rio Grande do Sul e Bahia, que j&aacute; obtiveram a aprova&ccedil;&atilde;o da Previc para iniciar seu plano de benef&iacute;cios. O fundo de pens&atilde;o da Bahia&nbsp;&nbsp; est&aacute; estruturado desde mar&ccedil;o deste ano, tendo como diretor Jeremias Moura, que atuou por seis anos como diretor administrativo-financeiro da Faelba, fundo de pens&atilde;o dos funcion&aacute;rios da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba). O estado de Goi&aacute;s tamb&eacute;m j&aacute; instituiu a Funda&ccedil;&atilde;o de Previd&ecirc;ncia Complementar do Estado (Prevcom\/GO), que administrar&aacute; planos aos servidores dos Poderes Legislativo e Judici&aacute;rio, al&eacute;m do Tribunal de Contas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">Esses estados que j&aacute; criaram um fundo de pens&atilde;o pr&oacute;prio nos &uacute;ltimos meses podem ser considerados de m&eacute;dio porte. Entre eles, a Bahia &eacute; o estado com maior quantidade de servidores que ganha acima do teto do INSS (ver tabela ao lado). J&aacute; o estado de Goi&aacute;s n&atilde;o &eacute; t&atilde;o grande quanto os dois citados antes, mas tamb&eacute;m possui um grupo importante de servidores que ganham acima do teto e, por isso, devem ter interesse em participar de um plano de previd&ecirc;ncia complementar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">A cria&ccedil;&atilde;o de um fundo de previd&ecirc;ncia &eacute; tida como ben&eacute;fica aos estados e munic&iacute;pios que, em sua maioria, passam por dificuldades com a previd&ecirc;ncia social de servidores. No caso de Goi&aacute;s, o regime pr&oacute;prio de previd&ecirc;ncia social (RPPS) do estado, Goi&aacute;sPrev, possui um fundo financeiro e um previdenci&aacute;rio. O instituto forneceu apenas dados em rela&ccedil;&atilde;o aos servidores do Poder Executivo, sendo que no fundo financeiro a mais de 126,6 mil participantes e R$ 127,9 milh&otilde;es em insufici&ecirc;ncias financeiras mensalmente. J&aacute; o fundo previdenci&aacute;rio em capitaliza&ccedil;&atilde;o, criado em 2013, possui 1,5 mil participantes do Executivo, todos ativos, ou seja, o fundo ainda n&atilde;o arca com pagamento de benef&iacute;cios, portanto tem saldo positivo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">O t&eacute;cnico da secretaria da fazenda do estado, Murilo Luciano, destaca que Goi&aacute;s chegou a fazer uma an&aacute;lise sobre&nbsp;&nbsp; poss&iacute;vel ades&atilde;o ao fundo de pens&atilde;o do Poder Executivo da Uni&atilde;o, o Funpresp-Exe, como gestor do plano de previd&ecirc;ncia, proposta do governo federal que substitui a ideia inicial do Prev-Federa&ccedil;&atilde;o de criar um fundo multi patrocinado. O governo estadual chegou a conclus&atilde;o, contudo, de que &eacute; poss&iacute;vel manter uma estrutura pr&oacute;pria. &ldquo;Considerando a reposi&ccedil;&atilde;o desses servidores ao longo do tempo, podemos trabalhar na gest&atilde;o interna. Podemos aderir futuramente ao Funpresp-Exe, mas j&aacute; estamos sendo cobrados por nosso Tribunal de Contas para fazer essa virada em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; previd&ecirc;ncia&rdquo;, destaca.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">Para o gerente de planejamento e finan&ccedil;as do regime pr&oacute;prio de previd&ecirc;ncia do estado, Goi&aacute;sPrev, Marcos Medeiros, a previd&ecirc;ncia complementar contribui para solucionar o problema previdenci&aacute;rio do estado, mas n&atilde;o tem a pretens&atilde;o de resolv&ecirc;-lo por completo. &ldquo;A solu&ccedil;&atilde;o para o estado passa pela promo&ccedil;&atilde;o de altera&ccedil;&otilde;es de regras na concess&atilde;o de benef&iacute;cios&rdquo;, diz o executivo, destacando que certos benef&iacute;cios, como idade m&iacute;nima para aposentadoria ou pens&otilde;es precisam ser alterados para que a previd&ecirc;ncia seja sustent&aacute;vel no futuro. &ldquo;A previd&ecirc;ncia complementar garante aos participantes o pagamento de benef&iacute;cios somente&nbsp;&nbsp; at&eacute; o limite do regime geral. Esse modelo se torna um grande aliado na busca por uma solu&ccedil;&atilde;o no longo prazo, mas ainda &eacute; preciso fazer uma altera&ccedil;&atilde;o nas regras&rdquo;, salienta Medeiros.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">PLANOS&ndash; Por determina&ccedil;&atilde;o constitucional, todos os planos destinados a servidores p&uacute;blicos devem ser estruturados na modalidade de contribui&ccedil;&atilde;o definida (CD), para assim reduzir o risco de insufici&ecirc;ncias para pagamento de benef&iacute;cios no futuro. As funda&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m criado planos CD, sendo que algumas admitem algum tipo de risco atuarial, enquanto outras n&atilde;o. A maioria dos planos vigentes, contudo, s&atilde;o planos CD puros, ou seja, n&atilde;o comportam nenhum tipo de risco, e somente agregando um seguro para cobertura de risco por morte e invalidez, normalmente terceirizado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">Esse modelo foi adotado pela Funda&ccedil;&atilde;o de Previd&ecirc;ncia Complementar do Estado de S&atilde;o Paulo (SP-Prevcom), primeira entidade voltada a servidores p&uacute;blicos a ser criada, em 2011. O plano da SP-Prevcom foi desenhado pela Conde Consultoria Atuarial, que desenhou tamb&eacute;m o plano de benef&iacute;cios do fundo de pens&atilde;o do estado do Esp&iacute;rito Santo, o Preves; o do fundo de pens&atilde;o do Rio Grande do Sul, RS-Prev; e o da entidade da Bahia, o PrevBahia, sendo os dois &uacute;ltimos rec&eacute;m-aprovados pela Previc. No caso da Bahia, o governo optou por acrescentar um pec&uacute;lio por morte.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">J&aacute; na Funpresp-Exe, o plano de&nbsp; previd&ecirc;ncia &eacute; CD, mas o benef&iacute;cio de risco ser&aacute; coberto por um fundo espec&iacute;fico criado dentro da pr&oacute;pria funda&ccedil;&atilde;o. Essa modelagem foi seguida pelo fundo de pens&atilde;o do Rio de Janeiro, o RJPrev, enquanto o fundo de Minas Gerais, Prevcom-MG, optou por um modelo semelhante ao da SP-Prevcom. &ldquo;Os estados que n&atilde;o se preocupam muito com o desequil&iacute;brio acabam ecoando o modelo da Funpresp-Exe&rdquo;, opina o atu&aacute;rio e consultor previdenci&aacute;rio da Conde Consultoria Atuarial, Newton Conde.<\/span><\/p>\n<div style=\"width: 450px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\"><img decoding=\"async\" title=\"\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/goiasprev\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/02\/021-a04.png\" alt=\"\"><\/div>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><br \/><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">O atu&aacute;rio e diretor de opera&ccedil;&otilde;es e previd&ecirc;ncia da Gama, Jo&atilde;o Marcelo Barros Carvalho, alerta que a defini&ccedil;&atilde;o da modelagem do plano deve ser considerada de acordo com o tamanho das entidades. &ldquo;Quanto maior a quantidade de participantes, maior capacidade de reter riscos. Para entidades pequenas, a recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; o repasse da totalidade de seu risco de morte e invalidez a uma seguradora&rdquo;, destaca Carvalho. &ldquo;N&atilde;o existe uma f&oacute;rmula que diga que o correto &eacute; terceirizar ou n&atilde;o, mas se a entidade for pequena e estiver no come&ccedil;o, um evento de morte e invalidez pode desequilibrar o plano. Essa avalia&ccedil;&atilde;o deve ser feita de tempos em tempos&rdquo;, salienta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">O atu&aacute;rio da Gama diz ainda que os estados, ao criarem seus fundos de pen- s&atilde;o, devem observar tamb&eacute;m o risco de longevidade, avaliando a cria&ccedil;&atilde;o de uma cobertura para esse tipo de risco. &ldquo;Hoje, os servidores p&uacute;blicos que n&atilde;o est&atilde;o no regime complementar est&atilde;o habituados a obterem uma renda vital&iacute;cia do governo. Um plano CD, a priori, n&atilde;o permite isso, ent&atilde;o surge a necessidade de buscar estruturas para oferecer isso&rdquo;, diz. O atu&aacute;rio da Gama explica que na Funpresp-Exe foi criado um fundo de sobreviv&ecirc;ncia, e isso &eacute; vi&aacute;vel desde que a entidade seja bastante robusta, como &eacute; o caso do fundo dos servidores da Uni&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">DIFICULDADES&nbsp; &#8211; a maior dificuldade de estados e munic&iacute;pios atualmente &eacute; ter escala para cria&ccedil;&atilde;o de uma entidade pr&oacute;pria de previd&ecirc;ncia. Por conta disso, esperou-se por muito tempo a cria&ccedil;&atilde;o do Prev-Federa&ccedil;&atilde;o, programa do governo que instituiria um fundo de pens&atilde;o da Uni&atilde;o para abrigar planos de previd&ecirc;ncia de diversos entes da federa&ccedil;&atilde;o. Posteriormente, o projeto visou transferir para a Funpresp-Exe a gest&atilde;o desses planos, mas ainda &eacute; preciso alterar a legisla&ccedil;&atilde;o do fundo para que isso ocorra.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">A demora fez com que alguns estados tenham desistido de esperar, manifestando interesse em criar sua entidade pr&oacute;pria. Em junho, o governador de Rond&ocirc;nia, Conf&uacute;cio Moura, declarou que decidiu criar um fundo de pens&atilde;o pr&oacute;prio do estado &#8211; o PreviRond&ocirc;nia ap&oacute;s um encontro com o atual secret&aacute;rio de previd&ecirc;ncia Marcelo Caetano. O governador alegou, na &eacute;poca, que n&atilde;o houve avan&ccedil;os no projeto que prev&ecirc; que a Funpresp-Exe assuma a gest&atilde;o de outros planos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">Mas para estados menores, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel criar um fundo pr&oacute;prio, como &eacute; o caso da Para&iacute;ba. O atu&aacute;riope consultor Newton Conde destaca que faz consultoria para o estado, e que o mesmo dificilmente teria condi&ccedil;&otilde;es de gerir internamente um plano de previd&ecirc;ncia complementar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">O motivo &eacute; que o n&uacute;mero de servidores do estado que ganham acima do teto do INSS &eacute; muito baixo. Por isso, o fundo de pens&atilde;o tamb&eacute;m teria um n&uacute;mero reduzido de participantes, o que inviabilizaria a manuten&ccedil;&atilde;o dos custos administrativos. Ou seja, o fundo n&atilde;o seria vi&aacute;vel em termos de custeio, pois a acumula&ccedil;&atilde;o de patrim&ocirc;nio seria muito lenta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">Conde salienta que h&aacute; uma urg&ecirc;ncia para solucionar a quest&atilde;o da previd&ecirc;ncia complementar. O consultor avalia que nem mesmo a Funpresp-Exe seria capaz de abrigar tantos entes da federa&ccedil;&atilde;o, sendo necess&aacute;rio dividir a gest&atilde;o com outras funda&ccedil;&otilde;es. Uma das possibilidades seria a SP-Prevcom abrigar planos de munic&iacute;pios. &ldquo;Temos mais de 5 mil munic&iacute;pios no Brasil, e se todos eles resolverem aderir a fundos de previd&ecirc;ncia complementar, ser&aacute; preciso mudar a legisla&ccedil;&atilde;o. A retirada de patroc&iacute;nio, por exemplo, teria que ser diferente, pois se um prefeito novo tomar posse e retirar o patroc&iacute;nio do plano, acaba o benef&iacute;cio dos servidores&rdquo;, diz Conde.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><br \/><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10px;\"><strong>fonte:&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Rep&oacute;rter&nbsp;<strong>Bruna Chieco&nbsp;<\/strong><\/strong><\/p>\n<p><strong><strong><\/strong><\/strong><strong>Revista &#8203;Investidor Institucional<\/strong><\/p>\n<div><span><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro, Esp&iacute;rito Santo e Minas Gerais terem criado um fundo de pens&atilde;o Para Servidores p&uacute;blicos, uma nova leva de estados enviou &agrave; Superintend&ecirc;ncia Nacional de Previd&ecirc;ncia Complementar (Previc) pedidos de autoriza&ccedil;&atilde;o de planos e estatuto de entidades pr&oacute;prias. 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