{"id":38596,"date":"2024-02-20T09:25:16","date_gmt":"2024-02-20T12:25:16","guid":{"rendered":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/?p=38596"},"modified":"2024-02-20T09:59:36","modified_gmt":"2024-02-20T12:59:36","slug":"pesquisa-fomentada-pela-fapeg-registra-fragmento-de-bagre-em-rochas-da-era-dos-dinossauros-em-goias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/pesquisa-fomentada-pela-fapeg-registra-fragmento-de-bagre-em-rochas-da-era-dos-dinossauros-em-goias\/","title":{"rendered":"Pesquisa fomentada pela Fapeg registra fragmento de Bagre em rochas da Era dos Dinossauros em Goi\u00e1s"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Voc\u00ea conhece ou j\u00e1 ouviu falar de um peixe chamado Bagre? Mais da metade das esp\u00e9cies conhecidas atualmente s\u00e3o nativas da Am\u00e9rica do Sul, e uma pesquisa recente que recebe fomento da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de Goi\u00e1s (Fapeg), revelou que parentes dele j\u00e1 habitavam o estado de Goi\u00e1s h\u00e1 cerca de 72 milh\u00f5es a 66 milh\u00f5es de anos, \u00e9poca da extin\u00e7\u00e3o dos grandes dinossauros, no est\u00e1gio Maastrichtiano, o \u00faltimo momento do Per\u00edodo Cret\u00e1ceo. A Fapeg financia o projeto de pesquisa intitulado \u201cDo Cret\u00e1ceo de Goi\u00e1s para o mundo: explora\u00e7\u00e3o, prospec\u00e7\u00e3o, coleta, prepara\u00e7\u00e3o e curadoria dos dinossauros e outros f\u00f3sseis de rochas do Grupo Bauru\u201d por meio da Chamada P\u00fablica n\u00ba 03\/2022 \u2013 Programa de Aux\u00edlio \u00e0 Pesquisa Cient\u00edfica e Tecnol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O artigo cient\u00edfico \u201cPrimeiro registro de Siluriformes da por\u00e7\u00e3o mais setentrional do Grupo Bauru (Cret\u00e1ceo Superior) na regi\u00e3o Centro-Oeste do Brasil\u201d, resultado da pesquisa, foi publicado em uma das melhores revistas da \u00e1rea das Geoci\u00eancias do mundo: Journal of South American Earth Sciences (da Holanda). O estudo descreve o primeiro registro de peixes \u00f3sseos da ordem siluriformes (bagres) da Era dos dinossauros no Estado de Goi\u00e1s e est\u00e1 revolucionando a hist\u00f3ria deste grupo para a Am\u00e9rica do Sul\u201d. A afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 do professor Carlos Roberto dos Anjos Candeiro, do Curso de Geologia da Universidade Federal de Goi\u00e1s (UFG), do Programa em P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Animal\/UFG e do futuro Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Geoci\u00eancias\/<em>Campus<\/em> Aparecida de Goi\u00e2nia\/UFG que foi aprovado recentemente pela CAPES.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Roberto Candeiro coordena uma equipe multidisciplinar e internacional\/nacional, com colabora\u00e7\u00f5es de paleont\u00f3logos da Su\u00ed\u00e7a e Uruguai, al\u00e9m de pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade de S\u00e3o Paulo (USP\/Ribeir\u00e3o Preto) e Universidade Federal do Tocantins (UFT). Ele explica, ainda, que os achados da pesquisa colaboraram para atualiza\u00e7\u00f5es de paleogeogr\u00e1ficos e paleoambientes do Cret\u00e1ceo Superior do bagre sul-americano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Fapeg investiu um total de R$ 80.000,00 no projeto. Segundo Roberto Candeiro, o edital \u00e9 de grande import\u00e2ncia, pois, \u201cal\u00e9m de valorizar as pesquisas realizadas dentro do estado de Goi\u00e1s, ele colabora para a forma\u00e7\u00e3o de alunos de gradua\u00e7\u00f5es e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00f5es&nbsp;do estado; proporciona e estimula a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica com dados dos dinossauros e outras formas de vidas que viveram em nosso estado; e divulga de forma ampla a pesquisa paleontol\u00f3gica em alto n\u00edvel internacional\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Do espinho \u00e0 descoberta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/bagre-do-Candeiro-rio-2-1.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"2411\" height=\"1422\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/bagre-do-Candeiro-rio-2-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-38611\" style=\"width:750px;height:auto\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Paleoarte do bagre feita pelo paleont\u00f3logo Luciano Vidal &#8211; doutorando da UFRJ<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cUm fragmento da extremidade de espinho peitoral do que foi a nadadeira do peixe foi recuperado a partir da lavagem de tela (peneira) de sedimentos, esp\u00e9cime esse que representa claramente um importante registro de bagres (Siluriformes) do Neocret\u00e1ceo da Am\u00e9rica do Sul. O material, que pertenceu a um peixe de pequenas propor\u00e7\u00f5es foi encontrado em dep\u00f3sitos sedimentares no Sul de Goi\u00e1s, no munic\u00edpio de Rio Verde (Forma\u00e7\u00e3o Mar\u00edlia, Grupo Bauru) e possui semelhan\u00e7as com formas encontradas em rochas mais antigas no oeste do estado de S\u00e3o Paulo e do Tri\u00e2ngulo Mineiro. Os mesmos registros foram reportados para rochas da Argentina, Bol\u00edvia e Peru,\u201d relata o professor, acrescentando que o registro de Goi\u00e1s vem provar que as terras do nosso estado abrigaram no final do Per\u00edodo Cret\u00e1ceo uma grande riqueza da paleodiversidade da Am\u00e9rica do Sul. \u201cO material goiano vem expandir geograficamente mais ao norte o registro de bagres para esse per\u00edodo no nosso continente\u201d. A Forma\u00e7\u00e3o Mar\u00edlia \u00e9 uma forma\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica que ocorre nos estados de Goi\u00e1s, Minas Gerais e S\u00e3o Paulo e \u00e9 a mais prol\u00edfica em termos de restos de vertebrados do Cret\u00e1ceo no estado de Goi\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/80cdf586-dcc4-4696-9b81-07031dcb2d2f-2.jpg\"><img decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/80cdf586-dcc4-4696-9b81-07031dcb2d2f-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-38614\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Professor Roberto Candeiro e fragmento do peixe<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo Roberto, a inclus\u00e3o do novo material de Goi\u00e1s no conjunto de dados para as \u00e1reas mencionadas dentro de um cen\u00e1rio paleoambiental fornece evid\u00eancias de que o bagre do Neocret\u00e1ceo tinha uma distribui\u00e7\u00e3o mais ampla do que se conhecia anteriormente. Os pesquisadores descrevem no artigo o primeiro registro de um siluriforme da Forma\u00e7\u00e3o Mar\u00edlia, recentemente recuperado e estudado pelo Laborat\u00f3rio de Paleontologia e Evolu\u00e7\u00e3o do Curso de Geologia da Universidade Federal de Goi\u00e1s.\u00a0Tamb\u00e9m discutem seu significado paleogeogr\u00e1fico e biocronol\u00f3gico para a compreens\u00e3o do registro siluriforme da Am\u00e9rica do Sul. Segundo o artigo, \u201cnossos resultados lan\u00e7am luz sobre a composi\u00e7\u00e3o faun\u00edstica dos vertebrados terrestres e de \u00e1gua doce na regi\u00e3o, particularmente durante o Cret\u00e1ceo Superior\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Equipe<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipe \u00e9 formada por Carlos Roberto A. Candeiro, Fernanda Canile, Gleicy Kelly Queiroz, Danillo Santos (Universidade Federal de Goi\u00e1s); Paulo Marques Brito (Universidade do Estado do Rio de Janeiro); Lionel Cavin (Mus\u00e9um d\u00b4histoire naturelle de Gen\u00e8ve, Sui\u00e7a); Yuri Modesto Alves (Universidade Federal do Tocantins); Fellipe Muniz (Universidade de S\u00e3o Paulo\/Ribeir\u00e3o Preto); e Pablo Tori\u00f1o (Universidad de la Rep\u00fablica, Uruguay). A paleoarte do bagre foi feita pelo paleont\u00f3logo Luciano Vidal (atualmente doutorando da UFRJ).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O professor Roberto Candeiro \u00e9 membro de importantes sociedades paleontol\u00f3gicas do Brasil e do exterior. Possui in\u00fameros artigos cient\u00edficos em revistas internacionais e nacionais, cerca de uma centena de contribui\u00e7\u00f5es em eventos cient\u00edficos nacionais e internacionais e desenvolve pesquisas cont\u00ednuas e trabalhos paleontol\u00f3gicos de campo sistem\u00e1ticos em Goi\u00e1s. Em 2021, ele e uma equipe de pesquisadores publicaram outro artigo cient\u00edfico, cuja pesquisa tamb\u00e9m contou com fomento da Fapeg por meio de um outro edital, em parceria com o Fundo Newton\/British Council \u2013 (Confap\/Academias Brit\u00e2nicas) que por meio de chamada p\u00fablica de 2016, viabilizou a vinda do pesquisador do Reino Unido ao Brasil para desenvolver estudos com parceiros brasileiros. No caso, foi contemplado o projeto da \u00e1rea da Paleontologia \u2013 Dinosaurs and other fossil vertebrates from the Bauru Group of southern Goi\u00e1s State, Central Brazil \u2013 e trouxe a Goi\u00e1s o pesquisador Stephen Louis Brusatte, da School of GeoSciences, da University of Edinburgh, para empreender estudos em conjunto com o professor Carlos, que contribu\u00edram para colocar o Estado de Goi\u00e1s no mapa mundial de pesquisas de dinossauros e de outras \u00e1reas da paleontologia do Per\u00edodo Cret\u00e1ceo. <a href=\"http:\/\/?\">Leia mat\u00e9ria sobre este outro artigo aqui.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Helenice Ferreira, Comunica\u00e7\u00e3o Setorial Fapeg<br>Fotos: Arquivo do pesquisador<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/thumbnail.jpg\"><img decoding=\"async\" width=\"1600\" height=\"655\" data-id=\"38615\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/thumbnail.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-38615\" \/><\/a><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/3657baa4-3eae-47c3-b888-2ca2155699ae.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"960\" data-id=\"38617\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/3657baa4-3eae-47c3-b888-2ca2155699ae.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-38617\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/bagre-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1080\" height=\"810\" data-id=\"38609\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/bagre-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-38609\" \/><\/a><\/figure>\n<\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea conhece ou j\u00e1 ouviu falar de um peixe chamado Bagre? Mais da metade das esp\u00e9cies conhecidas atualmente s\u00e3o nativas da Am\u00e9rica do Sul, e uma pesquisa recente que recebe fomento da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de Goi\u00e1s (Fapeg), revelou que parentes dele j\u00e1 habitavam o estado de Goi\u00e1s h\u00e1 cerca de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":94,"featured_media":38620,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[57,4],"tags":[],"class_list":["post-38596","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-especiais","category-noticias"],"rttpg_featured_image_url":{"full":["https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/47254878-6cab-4832-912f-2811eaae52ad.jpg",1025,1280,false],"landscape":["https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/47254878-6cab-4832-912f-2811eaae52ad.jpg",1025,1280,false],"portraits":["https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/47254878-6cab-4832-912f-2811eaae52ad.jpg",1025,1280,false],"thumbnail":["https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/47254878-6cab-4832-912f-2811eaae52ad.jpg",120,150,false],"medium":["https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/47254878-6cab-4832-912f-2811eaae52ad.jpg",240,300,false],"large":["https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/47254878-6cab-4832-912f-2811eaae52ad.jpg",820,1024,false],"1536x1536":["https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/47254878-6cab-4832-912f-2811eaae52ad.jpg",1025,1280,false],"2048x2048":["https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2024\/02\/47254878-6cab-4832-912f-2811eaae52ad.jpg",1025,1280,false]},"rttpg_author":{"display_name":"helenicesouza","author_link":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/author\/helenicesouza\/"},"rttpg_comment":0,"rttpg_category":"<a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/categoria\/noticias\/especiais\/\" rel=\"category tag\">Especiais<\/a> <a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/categoria\/noticias\/\" rel=\"category tag\">Not\u00edcias<\/a>","rttpg_excerpt":"Voc\u00ea conhece ou j\u00e1 ouviu falar de um peixe chamado Bagre? Mais da metade das esp\u00e9cies conhecidas atualmente s\u00e3o nativas da Am\u00e9rica do Sul, e uma pesquisa recente que recebe fomento da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de Goi\u00e1s (Fapeg), revelou que parentes dele j\u00e1 habitavam o estado de Goi\u00e1s h\u00e1 cerca de&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38596","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/users\/94"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38596"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38596\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":38619,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38596\/revisions\/38619"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38620"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38596"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38596"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38596"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}