
{"id":35360,"date":"2023-03-20T08:25:10","date_gmt":"2023-03-20T11:25:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.fapeg.go.gov.br\/?p=35360"},"modified":"2023-03-20T08:28:27","modified_gmt":"2023-03-20T11:28:27","slug":"pesquisa-fomentada-pela-fapeg-estuda-a-ecologia-quimica-de-toxinas-alcaloides-no-cerrado-o-caso-das-formigas-peconhentas-e-sapos-venenosos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/pesquisa-fomentada-pela-fapeg-estuda-a-ecologia-quimica-de-toxinas-alcaloides-no-cerrado-o-caso-das-formigas-peconhentas-e-sapos-venenosos\/","title":{"rendered":"Pesquisa fomentada pela Fapeg estuda a ecologia qu\u00edmica de toxinas alcaloides no Cerrado: O caso das formigas pe\u00e7onhentas e sapos venenosos"},"content":{"rendered":"<p><em><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/indice.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-35376\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/indice.jpg\" alt=\"\" width=\"293\" height=\"235\" \/><\/a>Os trabalhos recebem fomento da Fapeg e do CNPq e estudam a estrat\u00e9gia de anf\u00edbios que aparentemente dependem de alimentar-se de formigas pe\u00e7onhentas para sequestrarem toxinas de defesa, numa complexa rela\u00e7\u00e3o de simbiose qu\u00edmica entre esp\u00e9cies que podem revelar novos compostos de import\u00e2ncia ecol\u00f3gica e biom\u00e9dica<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O caso das formigas pe\u00e7onhentas e de sapos venenosos come\u00e7a a ser estudado em Goi\u00e1s pelo pesquisador Eduardo Gon\u00e7alves Paterson Fox do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ambiente e Sociedade da Universidade Estadual de Goi\u00e1s (PPGAS\/UEG). O pesquisador vai coordenar o projeto em parceria com os professores pesquisadores Marcos Pesquero (PPGAS\/UEG) e Fausto Nomura (UFG), tamb\u00e9m em colabora\u00e7\u00e3o externa com as pesquisadoras Anita Marsaioli (Unicamp) e Flavia Virginio (Butantan). A pesquisa est\u00e1 sendo realizada na UEG de Quirin\u00f3polis, com o suporte do Centro de An\u00e1lises, Inova\u00e7\u00e3o e Tecnologia (CAITec do C\u00e2mpus Central da UEG).<\/p>\n<p>Os trabalhos est\u00e3o recebendo fomento da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de Goi\u00e1s (Fapeg) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq). A pesquisa foi selecionada por meio da Chamada P\u00fablica 06\/2020, Programa de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico Regional (PDCTR). O edital foi lan\u00e7ado com o objetivo de reduzir as desigualdades regionais e estimular a mobilidade e a fixa\u00e7\u00e3o de doutores com experi\u00eancia em ci\u00eancia, tecnologia e inova\u00e7\u00e3o e\/ou reconhecida compet\u00eancia profissional em institui\u00e7\u00f5es ou empresas, p\u00fablicas ou privadas, de ensino superior (IES) e\/ou de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (ICTI) para atuarem no Estado de Goi\u00e1s no desenvolvimento de pesquisas avan\u00e7adas com poss\u00edveis desenvolvimentos aplicados.<\/p>\n<p><strong>Lacunas<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/anfibio-5.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-35363\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/anfibio-5.jpg\" alt=\"\" width=\"309\" height=\"225\" \/><\/a>A equipe quer entender as diversas lacunas ainda existentes na din\u00e2mica da ecologia qu\u00edmica de toxinas alcaloides no Cerrado, como seria o caso do poss\u00edvel sequestro de alcaloides de formigas por sapos predadores, principalmente no que diz respeito \u00e0 origem e ao processamento fisiol\u00f3gico destes alcaloides pelos animais. \u201cSuspeitamos de um sequestro de toxinas alcaloides a partir de formigas pela alimenta\u00e7\u00e3o por sapos, com poss\u00edvel altera\u00e7\u00e3o metab\u00f3lica das mol\u00e9culas para gerar maior toxicidade\u201d, relata o pesquisador Eduardo Fox.<\/p>\n<figure id=\"attachment_35362\" aria-describedby=\"caption-attachment-35362\" style=\"width: 232px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/anfibio-4.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-35362\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/anfibio-4.jpg\" alt=\"\" width=\"232\" height=\"170\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-35362\" class=\"wp-caption-text\"><em>Alcaloide do tipo registrado na literatura entre sapos e formigas<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>O pesquisador explica que alcaloides s\u00e3o um grupo muito diverso de compostos c\u00edclicos nitrogenados, incluindo compostos usados h\u00e1 s\u00e9culos pela medicina tradicional. Os mais famosos foram isolados e descritos a partir de plantas, como a nicotina do tabaco, a coniina da cicuta e a morfina do \u00f3pio. Hoje sabe-se da exist\u00eancia de alcaloides que s\u00e3o origin\u00e1rios exclusivamente de animais. \u201cNosso objetivo \u00e9 entender como estas toxinas s\u00e3o processadas biologicamente pelo metabolismo de formigas pe\u00e7onhentas e de sapos venenosos que delas se alimentam. Algumas toxinas alcaloides s\u00e3o utilizadas h\u00e1 muito tempo como venenos e medicamentos de origem natural, como a quinina\u201d, explica o pesquisador.<\/p>\n<p>Diversos destes compostos bioativos t\u00eam propriedades marcantes que fundamentam um grande interesse biom\u00e9dico e biotecnol\u00f3gico (p.ex. gefirotoxinas e solenopsinas). \u201cAinda sabemos pouco sobre alcaloides animais. N\u00e3o se sabe ao certo como as formigas lava-p\u00e9s produzem seus alcaloides de veneno, conhecidos como solenopsinas. Alguns sapos que comem formigas deste grupo apresentam alcaloides semelhantes na pele\u201d, e a\u00ed est\u00e1 o foco do estudo. O pesquisador explica que as formigas usam os alcaloides como toxinas injetadas por meio de ferroadas como armas contra presas e inimigos naturais. Os sapos ostentam alcaloides t\u00f3xicos na pele como prote\u00e7\u00e3o contra parasitas e predadores.<\/p>\n<figure id=\"attachment_35367\" aria-describedby=\"caption-attachment-35367\" style=\"width: 250px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/anfibio.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-35367\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/anfibio.jpg\" alt=\"\" width=\"250\" height=\"260\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-35367\" class=\"wp-caption-text\"><em>Coleta de amostra no campo.\u00a0<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>A pesquisa utilizar\u00e1 como modelo as r\u00e3s-de-seta-de-bolinhas-amarelas (Anura: Dendrobatoidea &#8211; <em>Ameerega flavopicta<\/em> e <em>Ameerega berohoka<\/em>, do sudeste e sudoeste goianos) que se alimentam de formigas lava-p\u00e9s (Insecta: Formicidae: <em>Solenopsis<\/em>). Al\u00e9m de realizar um levantamento da diversidade dos alcaloides de veneno entre as esp\u00e9cies e checar se houve sequestro por alimenta\u00e7\u00e3o, os pesquisadores pretendem buscar informa\u00e7\u00f5es sobre a origem destes compostos nas formigas, e sobre poss\u00edveis modifica\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas pelos anf\u00edbios, possivelmente engendradas por micro-organismos simbiontes.<\/p>\n<p><strong>Apoio internacional<br \/>\n<\/strong>Segundo o pesquisador, o projeto conta com o apoio de uma rede de colaboradores internacional e interdisciplinar, externos ao projeto, na possibilidade de posteriormente desenvolver tecnologias de obten\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise de compostos de interesse farmac\u00eautico acerca de modelos animais ecologicamente importantes. Ele esclarece que o Brasil carece de grupos de pesquisas dedicados aos estudos de formigas pe\u00e7onhentas, e que \u201ca UEG passa a ser uma boa sede para esta iniciativa\u201d.<\/p>\n<figure id=\"attachment_35364\" aria-describedby=\"caption-attachment-35364\" style=\"width: 309px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/anfibio-6.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-35364\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/anfibio-6.jpg\" alt=\"\" width=\"309\" height=\"232\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-35364\" class=\"wp-caption-text\"><em>Coleta em formigueiros.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Atualmente o trabalho da equipe encontra-se na fase de descrever a qu\u00edmica de toxinas destas esp\u00e9cies, buscando evid\u00eancias sobre a possibilidade de um sequestro bioqu\u00edmico. Os animais s\u00e3o capturados em seus habitats naturais em regi\u00f5es de cachoeiras e po\u00e7as tempor\u00e1rias pelo sul goiano. Os sapinhos s\u00e3o normalmente localizados pelo seus cantos (coachar) e s\u00e3o capturados manualmente. As formigas s\u00e3o localizadas por meio dos formigueiros e escavadas da terra nas proximidades. Ser\u00e3o utilizadas poucas dezenas de sapos como amostras, e tamb\u00e9m dezenas de formigueiros\u201d, relata o pesquisador.<\/p>\n<p><strong>Insetos e anf\u00edbios<br \/>\n<\/strong>Apesar de os alcaloides mais famosos terem sido isolados de plantas, hoje estudos j\u00e1 comprovam a exist\u00eancia de muitos origin\u00e1rios de animais. Dentre os grupos de animais que mais destacam-se por apresentar compostos alcaloides, est\u00e3o os insetos (principalmente lagartas, besouros e formigas) e anf\u00edbios (sapos, pererecas e salamandras), explica o pesquisador.<\/p>\n<figure id=\"attachment_35365\" aria-describedby=\"caption-attachment-35365\" style=\"width: 228px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/anfibio-8.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-35365\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/anfibio-8.jpg\" alt=\"\" width=\"228\" height=\"304\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-35365\" class=\"wp-caption-text\"><em>Tipo de ambiente prop\u00edcio para a captura do sapo de flecha.\u00a0<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Seres humanos v\u00eam utilizando, h\u00e1 s\u00e9culos, os efeitos bioativos de alcaloides venenosos como armas, a exemplo do curare usado em zarabatanas e pontas de flechas; e medicamentos como a quinina contra doen\u00e7as e febres, a partir de extratos naturais de plantas e animais. \u201cCom o advento dos m\u00e9todos de pesquisa cient\u00edfica, diversos alcaloides t\u00eam se mostrado promissores no tratamento de doen\u00e7as e como adjuvantes em uma diversidade de outras atividades humanas, sendo um dos grupos de compostos naturais de maior interesse para estudo, bioprospec\u00e7\u00e3o e biotecnologia\u201d, destaca Eduardo Fox.<\/p>\n<p>S\u00e3o in\u00fameros os casos de insetos que adquirem alcaloides t\u00f3xicos ao se alimentarem de plantas venenosas (como no cl\u00e1ssico caso das borboletas monarcas), bem como de anf\u00edbios que sequestram alcaloides de invertebrados dos quais se alimentam, como nos mais famosos sapos venenosos amaz\u00f4nicos de g\u00eanero <em>Dendrobates<\/em> e <em>Oophaga<\/em> spp. Um exemplo not\u00e1vel dentre os insetos s\u00e3o as formigas, que se destacam pela capacidade de produzir uma larga gama de compostos qu\u00edmicos, onde principalmente suas toxinas de veneno incluem compostos ativos que ainda hoje permanecem parcamente descritos, segundo explica\u00e7\u00e3o do pesquisador.<\/p>\n<p>Formigas da tribo Solenopsidini s\u00e3o bem conhecidas e comuns em todos biomas brasileiros. Incluem g\u00eaneros comuns como <em>Solenopsis<\/em> e <em>Monomorium<\/em>, que s\u00e3o abundantes em diversos tipos estruturais de alcaloides t\u00f3xicos de veneno, incluindo compostos famosos de interesse. A diversidade de esp\u00e9cies de formigas Solenopsidini (cerca de 1000) no Brasil \u00e9 a maior do mundo, e poucas esp\u00e9cies (menos de 20) foram investigadas sobre sua diversidade qu\u00edmica. Ainda persistem grandes obst\u00e1culos atrasando a pesquisa dos alcaloides de animais, principalmente envolvendo a extra\u00e7\u00e3o em quantidades suficientes para testes, e as dificuldades para identifica\u00e7\u00e3o e cromatografia em grau de pureza suficiente para bioensaios mais espec\u00edficos, esclarece Eduardo Fox.<\/p>\n<p><strong>Tecnologias de manipula\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/strong>Algumas novas tecnologias de manipula\u00e7\u00e3o de formigas, extra\u00e7\u00e3o de veneno e fracionamento v\u00eam sendo desenvolvidas pelo professor Eduardo Fox permitindo, segundo ele, de maneira relativamente simples obter a baixo custo extratos daquelas fra\u00e7\u00f5es de potencial interesse para imunoterapia e\/ou pesquisa sobre determinadas classes bioqu\u00edmicas. O pesquisador comenta que ainda se sabe muito pouco sobre o metabolismo de compostos alcaloides, principalmente nas esp\u00e9cies animais. Mesmo onde as vias enzim\u00e1ticas para produ\u00e7\u00e3o destes metab\u00f3litos secund\u00e1rios ainda sejam o alvo de diversos estudos, ele relata que tem por estabelecido que determinados grupos de formigas t\u00eam a capacidade de produzir e bioacumular alcaloides como mecanismo de defesa contra predadores e pat\u00f3genos. \u201cExiste a possibilidade de que alguma microbiota simbionte esteja envolvida na s\u00edntese de alcaloides nas formigas <em>Solenopsis<\/em>, provavelmente associada ao aparato de veneno. De maneira an\u00e1loga, tamb\u00e9m ainda n\u00e3o foi avaliada a exist\u00eancia de tal microbiota associada a sapos venenosos\u201d, revela o pesquisador.<\/p>\n<figure id=\"attachment_35366\" aria-describedby=\"caption-attachment-35366\" style=\"width: 321px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/anfibio-13.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-35366\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/anfibio-13.jpg\" alt=\"\" width=\"321\" height=\"180\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-35366\" class=\"wp-caption-text\"><em>Equipamento de an\u00e1lise dos compostos amostrados. GC-MS.\u00a0<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Vertentes do Programa<br \/>\n<\/strong>O PDCTR atua em duas vertentes: Regionaliza\u00e7\u00e3o: caracterizada pela atra\u00e7\u00e3o de doutores de outras regi\u00f5es do pa\u00eds e de outros pa\u00edses para institui\u00e7\u00f5es de ensino superior e\/ou pesquisa localizados na Regi\u00e3o Metropolitana de Goi\u00e2nia ou no munic\u00edpio de An\u00e1polis; e Interioriza\u00e7\u00e3o: caracterizada pela atra\u00e7\u00e3o de doutores para institui\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas e institutos de pesquisa localizados fora da \u00e1rea metropolitana de Goi\u00e2nia e fora do munic\u00edpio de An\u00e1polis (permitida a concess\u00e3o de bolsa a doutor formado e\/ou radicado no estado de Goi\u00e1s).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Helenice Ferreira, da Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o da Fapeg<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong> Fotos: arquivo do pesquisador<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os trabalhos recebem fomento da Fapeg e do CNPq e estudam a estrat\u00e9gia de anf\u00edbios que aparentemente dependem de alimentar-se de formigas pe\u00e7onhentas para sequestrarem toxinas de defesa, numa complexa rela\u00e7\u00e3o de simbiose qu\u00edmica entre esp\u00e9cies que podem revelar novos compostos de import\u00e2ncia ecol\u00f3gica e biom\u00e9dica &nbsp; O caso das formigas pe\u00e7onhentas e de sapos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":32,"featured_media":35376,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[57,4],"tags":[],"class_list":["post-35360","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-especiais","category-noticias"],"rttpg_featured_image_url":{"full":["https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/indice.jpg",1186,950,false],"landscape":["https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/indice.jpg",1186,950,false],"portraits":["https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/indice.jpg",1186,950,false],"thumbnail":["https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/indice.jpg",150,120,false],"medium":["https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/indice.jpg",300,240,false],"large":["https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/indice.jpg",1024,820,false],"1536x1536":["https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/indice.jpg",1186,950,false],"2048x2048":["https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/03\/indice.jpg",1186,950,false]},"rttpg_author":{"display_name":"sabrinamorais","author_link":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/author\/sabrinamorais\/"},"rttpg_comment":0,"rttpg_category":"<a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/categoria\/noticias\/especiais\/\" rel=\"category tag\">Especiais<\/a> <a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/categoria\/noticias\/\" rel=\"category tag\">Not\u00edcias<\/a>","rttpg_excerpt":"Os trabalhos recebem fomento da Fapeg e do CNPq e estudam a estrat\u00e9gia de anf\u00edbios que aparentemente dependem de alimentar-se de formigas pe\u00e7onhentas para sequestrarem toxinas de defesa, numa complexa rela\u00e7\u00e3o de simbiose qu\u00edmica entre esp\u00e9cies que podem revelar novos compostos de import\u00e2ncia ecol\u00f3gica e biom\u00e9dica &nbsp; O caso das formigas pe\u00e7onhentas e de sapos&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35360","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/users\/32"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35360"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35360\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":35415,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35360\/revisions\/35415"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/media\/35376"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35360"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35360"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35360"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}