

{"id":32291,"date":"2021-08-25T09:30:40","date_gmt":"2021-08-25T12:30:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.fapeg.go.gov.br\/?p=32291"},"modified":"2021-08-24T17:45:39","modified_gmt":"2021-08-24T20:45:39","slug":"nanobiotecnologia-contribui-com-alternativas-para-o-controle-de-carrapatos-e-caramujos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/nanobiotecnologia-contribui-com-alternativas-para-o-controle-de-carrapatos-e-caramujos\/","title":{"rendered":"Nanobiotecnologia contribui com alternativas para o controle de carrapatos e caramujos"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_32292\" aria-describedby=\"caption-attachment-32292\" style=\"width: 370px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/08\/Etapas-para-obtencao-do-extrato-e-sintese-das-nanoparticulas-2.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-32292\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/08\/Etapas-para-obtencao-do-extrato-e-sintese-das-nanoparticulas-2.jpg\" alt=\"\" width=\"370\" height=\"208\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-32292\" class=\"wp-caption-text\"><em>Etapas para obten\u00e7\u00e3o do extrato e s\u00edntese das nanopart\u00edculas. Foto: arquivo do pesquisador<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Projeto apoiado pela Fapeg investiga uso de nanopart\u00edculas de prata, verdes, sintetizadas a partir de uma planta do Cerrado para preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as como a febre maculosa brasileira e a esquistossomose<\/em><\/p>\n<p>Helenice Ferreira, da Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o da Fapeg<\/p>\n<p>Definitivamente a nanotecnologia veio para ocupar, neste s\u00e9culo XXI, um papel fundamental para dar maior impulso \u00e0 ci\u00eancia. S\u00e3o in\u00fameras as suas aplica\u00e7\u00f5es nas diferentes \u00e1reas do conhecimento que demandam cada vez mais da nanoescala, seja para propriedades qu\u00edmicas, mec\u00e2nicas, magn\u00e9ticas, eletr\u00f4nicas e \u00f3ticas.<\/p>\n<p>Aliar nanotecnologia e biotecnologia significa avan\u00e7ar ainda mais em medicina, agricultura, meio ambiente, cosm\u00e9ticos etc. A nanobiotecnologia surge como uma ci\u00eancia de fronteira e ganha refor\u00e7o na medida em que passa a utilizar os princ\u00edpios da qu\u00edmica verde para o desenvolvimento sustent\u00e1vel. As nanopart\u00edculas verdes podem ser sintetizadas a partir de plantas, algas, microrganismos ou seus produtos\/metab\u00f3licos. A s\u00edntese das nanopart\u00edculas a partir de extratos de plantas \u00e9 um processo r\u00e1pido, de baixo custo e que permite a obten\u00e7\u00e3o de nanopart\u00edculas est\u00e1veis e mais seguras para o meio ambiente e o ser humano.<\/p>\n<figure id=\"attachment_32293\" aria-describedby=\"caption-attachment-32293\" style=\"width: 233px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/08\/Croton-urucurana-1.jpeg\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-32293\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/08\/Croton-urucurana-1.jpeg\" alt=\"\" width=\"233\" height=\"311\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-32293\" class=\"wp-caption-text\"><em>C. urucurana \u00e9 uma planta comum no Cerrado, encontrada especialmente em locais mais \u00famidos. Foto: arquivo do pesquisador<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Neste sentido, uma equipe de pesquisadores, sob a coordena\u00e7\u00e3o dos professores Caio M\u00e1rcio de Oliveira Monteiro e Thiago Lopes Rocha, do Instituto de Patologia Tropical e Sa\u00fade P\u00fablica, da Universidade Federal de Goi\u00e1s, vai investigar se as nanopart\u00edculas de prata (NPs), verdes, sintetizadas a partir do extrato foliar de <em>Croton urucurana<\/em>, planta encontrada no bioma Cerrado, possuem atividade contra o carrapato <em>Amblyomma sculptum<\/em> e o molusco <em>Biomphalaria glabrata, <\/em>por meio de testes de toxicidade e an\u00e1lise da resposta de m\u00faltiplos biomarcadores.<\/p>\n<p>O projeto de pesquisa visa desenvolver produtos de inova\u00e7\u00e3o e patentes, alinhados com o conceito de \u201cSa\u00fade \u00danica\u201d e sustentabilidade, para controle de vetores e hospedeiros intermedi\u00e1rios de doen\u00e7as tropicais, bem como estrat\u00e9gias de preven\u00e7\u00e3o e controle de doen\u00e7as infecciosas de relev\u00e2ncia epidemiol\u00f3gica para o Estado de Goi\u00e1s.<\/p>\n<p>Caio Monteiro explica que, nos \u00faltimos anos, a interface entre nanobiotecnologia e parasitologia tem contribu\u00eddo para estudos de alternativas promissoras para o controle de vetores e hospedeiros intermedi\u00e1rios de agentes patog\u00eanicos. \u201cA s\u00edntese de nanopart\u00edculas a partir de extratos vegetais tem sido indicada como uma estrat\u00e9gia mais segura para o meio ambiente, sa\u00fade animal e humana\u201d, ressalta o professor.<\/p>\n<p>\u201cNo nosso trabalho, as NPs ser\u00e3o sintetizadas e caracterizadas, os testes de toxicidade ser\u00e3o realizados com diferentes fases do desenvolvimento e ser\u00e3o realizadas an\u00e1lises de bioacumula\u00e7\u00e3o, citotoxicidade, genotoxicidade, mutagenicidade, neurotoxicidade, dano oxidativo e altera\u00e7\u00f5es histopatol\u00f3gicas,\u201d revela Monteiro. Os pesquisadores v\u00e3o analisar se as nanopart\u00edculas de prata, verdes, apresentam atividade sobre diferentes fases de vida de <em>A. sculptum<\/em> e <em>B. glabrata<\/em>. Os resultados poder\u00e3o subsidiar informa\u00e7\u00f5es para o desenvolvimento de nanobiotecnologias verdes aplicadas ao controle de doen\u00e7as como a febre maculosa brasileira e a esquistossomose.<\/p>\n<p>O professor Thiago Rocha destaca que as nanopart\u00edculas podem interagir com diferentes fases do desenvolvimento dos carrapatos e caramujos. Segundo ele, \u201cos principais efeitos t\u00f3xicos induzidos pelas nanopart\u00edculas s\u00e3o produ\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies reativas de oxig\u00eanio, estresse oxidativo, danos no material gen\u00e9tico e nas membranas das c\u00e9lulas\u201d. Essas altera\u00e7\u00f5es, explica ele, podem inibir o desenvolvimento e a reprodu\u00e7\u00e3o, bem como levar a morte dos carrapatos e caramujos (estrat\u00e9gia para o controle desses animais).<\/p>\n<p><strong>Apoio da Fapeg<\/strong><br \/>\nO projeto de pesquisa do professor Caio Monteiro, denominado \u201cNanobiotecnologia verde aplicada ao controle de vetores e hospedeiros intermedi\u00e1rios de import\u00e2ncia m\u00e9dica (Projeto NanoMed Verde)\u201d foi um dos 20 selecionados pela Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de Goi\u00e1s (Fapeg) por meio da Chamada P\u00fablica 05\/2020 \u2013 7\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Programa Pesquisa para o SUS: Gest\u00e3o Compartilhada em Sa\u00fade. A Fapeg vai investir R$ 109.177,24 para a execu\u00e7\u00e3o dos trabalhos de pesquisa.<\/p>\n<p>O projeto ser\u00e1 desenvolvido nos laborat\u00f3rios do Instituto de Patologia Tropical e Sa\u00fade P\u00fablica &#8211; IPTSP\/UFG (Laborat\u00f3rio de Biologia, Ecologia e Controle Carrapatos (Labec), e Laborat\u00f3rio de Biotecnologia Ambiental e Ecotoxicologia (Labae) em colabora\u00e7\u00e3o com os laborat\u00f3rios multiusu\u00e1rios da UFG e do Instituto Federal Goiano Campus Rio Verde e Campus Uruta\u00ed, Universidade Estadual de Goi\u00e1s (UEG) e Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT).<\/p>\n<p><strong>Equipe<br \/>\n<\/strong>A equipe do projeto \u00e9 multidisciplinar e composta por professores do IPTSP\/UFG (Dr. Caio M\u00e1rcio de Oliveira Monteiro, Dr. Thiago Lopes Rocha e Dr. Jos\u00e9 Clecildo Barreto Bezerra) e Instituto de Qu\u00edmica (Dra. Em\u00edlia Celma de Oliveira Lima) da UFG, p\u00f3s-doutorando Bruno Bastos Gon\u00e7alves (PPGBAN\/UFG) e os doutorandos Maxwell Batista Caixeta (PPGBRPH\/UFG), Paula Sampaio Ara\u00fajo (PPGBRPH\/UFG) e Mayara Macedo Barrozo Santos (PPGCA\/UFG), e da aluna de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica (Victoria Aparecida Santos de Sousa), bem como, de outros discentes de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o que fazem parte do Labec e Labae. O projeto tamb\u00e9m contar\u00e1 com a colabora\u00e7\u00e3o de professores do Instituto Federal Goiano Campus Rio Verde (Eloiza da Silva Nunes) e Uruta\u00ed (Dr. Guilherme Malafaia), da Universidade Estadual de Goi\u00e1s (Dra. Luciana Damacena Silva) e da Universidade Federal do Mato Grosso (Dra. Viviane Zeringota).<\/p>\n<p><strong><em>Croton urucurana<br \/>\n<\/em><\/strong><em>C. urucurana <\/em>\u00e9 uma planta comum no Cerrado, encontrada especialmente em regi\u00f5es mais \u00famidas pr\u00f3ximas de bordas de ribeir\u00f5es e em \u00e1reas alteradas pelo homem. Al\u00e9m do Brasil, ela tamb\u00e9m ocorre na Argentina, Bol\u00edvia, Paraguai e Argentina.<\/p>\n<p><strong>Carrapato<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_32294\" aria-describedby=\"caption-attachment-32294\" style=\"width: 261px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/08\/Amblyomma-sculptum-1.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-32294\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/08\/Amblyomma-sculptum-1.jpg\" alt=\"\" width=\"261\" height=\"266\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-32294\" class=\"wp-caption-text\"><em>Amblyomma sculptum, conhecido popularmente como carrapato-estrela. Foto: arquivo do pesquisador<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><em>A. sculptum<\/em>, conhecido vulgarmente como carrapato-estrela, tem equinos, antas e capivaras como hospedeiros preferenciais, mas devido \u00e0 baixa especificidade parasit\u00e1ria, pode ser encontrado em outros hospedeiros, incluindo humanos. Sua import\u00e2ncia \u00e9 caracterizada principalmente pelo fato de ser o vetor da bact\u00e9ria <em>R. rickettsii<\/em>, agente etiol\u00f3gico da febre maculosa brasileira. Esse carrapato \u00e9 encontrado em estados de todas as regi\u00f5es do Brasil, e no Centro-Oeste, ocorre em todos os estados, incluindo Goi\u00e1s. Os maiores problemas relacionados \u00e0 febre maculosa, tendo <em>A. sculptum<\/em> com vetor, ocorrem nos estados da regi\u00e3o Sudeste, principalmente em S\u00e3o Paulo, mas j\u00e1 existem registros de alguns casos no Estado de Goi\u00e1s.<\/p>\n<p>O primeiro caso confirmado foi de um professor da UFG, que entrou em contato com carrapatos durante as atividades de trabalho na Escola de Agronomia da UFG. O local apresenta caracter\u00edsticas epidemiol\u00f3gicas para ocorr\u00eancia da doen\u00e7a, como presen\u00e7a de capivaras e outros animais silvestres, presen\u00e7a de equinos, elevado n\u00famero de carrapatos do g\u00eanero <em>Amblyomma<\/em> na vegeta\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o constante de pessoas. A febre maculosa brasileira representa um grave problema de sa\u00fade p\u00fablica, com elevada taxa de letalidade, podendo chegar a 80%.<\/p>\n<p>Para o professor Caio Monteiro, o desenvolvimento dessa pesquisa pode resultar em tecnologia que ajude no controle desse carrapato, n\u00e3o s\u00f3 no estado de Goi\u00e1s, como em outros locais do pa\u00eds tamb\u00e9m.<\/p>\n<p><strong>Caramujo<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_32295\" aria-describedby=\"caption-attachment-32295\" style=\"width: 265px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/08\/Biomphalaria-glabrata-4.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-32295\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/08\/Biomphalaria-glabrata-4.jpeg\" alt=\"\" width=\"265\" height=\"236\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-32295\" class=\"wp-caption-text\"><em>Biomphalaria glabrata. Foto: arquivo do pesquisador<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>O caramujo <em>Biomphalaria glabrata<\/em> \u00e9 a esp\u00e9cie hospedeira intermedi\u00e1ria do <em>Schistosoma<\/em><em> mansoni<\/em> mais importante nas Am\u00e9ricas por apresentar altos n\u00edveis de infec\u00e7\u00e3o e ter sua distribui\u00e7\u00e3o, no Brasil, quase sempre associada \u00e0 ocorr\u00eancia da esquistossomose. Sua presen\u00e7a foi notificada em 16 estados brasileiros (Alagoas, Bahia, Esp\u00edrito Santo, Goi\u00e1s, Maranh\u00e3o, Minas Gerais, Par\u00e1, Para\u00edba, Paran\u00e1, Pernambuco, Piau\u00ed, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, S\u00e3o Paulo e Sergipe), al\u00e9m do Distrito Federal. A esquistossomose mansoni \u00e9 considerada a segunda maior doen\u00e7a tropical. Acomete 230 milh\u00f5es de pessoas e cerca de 600 milh\u00f5es de pessoas vivem em \u00e1rea de risco.<\/p>\n<p>Para o professor Thiago, o estudo desenvolvido no estado de Goi\u00e1s contribuir\u00e1 com o desenvolvimento de estrat\u00e9gias para o controle do caramujo em todo o Brasil e outros pa\u00edses.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Continuidade<br \/>\n<\/strong>Estudos anteriores, coordenados pelo professor Thiago Lopes Rocha, da UFG, cujo projeto tamb\u00e9m foi contemplado pelo PPSUS, na Chamada P\u00fablica 04 do ano de 2017 permitiram a caracteriza\u00e7\u00e3o da atividade moluscicida de NPs inorg\u00e2nicas em moluscos e permitiu uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica da literatura sobre a toxicidade dos nanomateriais em gastr\u00f3podes. Trata-se do projeto NanoBiompPhal \u2013 Avalia\u00e7\u00e3o do uso de nanopart\u00edculas inorg\u00e2nicas no controle do caramujo Biomphalaria glabrata (Mollusca, Planorbidae).<\/p>\n<p>O professor Thiago explica que os resultados daquele estudo indicaram a necessidade de investiga\u00e7\u00e3o de NPs que possuem atividade moluscicida, juntamente com baixo impacto ambiental, tais como as NPs verdes. \u201cDesse modo, al\u00e9m de contribuir com o desenvolvimento de novas tecnologias para o controle dos carrapatos e caramujos, os resultados do presente projeto ir\u00e3o colaborar com pol\u00edticas p\u00fablicas de sa\u00fade para o controle da febre maculosa brasileira e esquistossomose\u201d, detalha o professor.<\/p>\n<p><strong>PPSUS: Gest\u00e3o Compartilhada<br \/>\n<\/strong>O Programa Pesquisa para o SUS: Gest\u00e3o Compartilhada em Sa\u00fade (PPSUS) \u00e9 conduzido, em Goi\u00e1s, pela Fapeg em parceria com a Secretaria Estadual da Sa\u00fade (SES), o Departamento de Ci\u00eancia e Tecnologia da Secretaria de Ci\u00eancia, Tecnologia e Insumos Estrat\u00e9gicos do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade (Decit\/SCTIE\/MS) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq).<\/p>\n<p>\u00c9 um programa que une a ci\u00eancia e a pesquisa como formas de colaborar com a forma\u00e7\u00e3o de profissionais altamente capacitados e com a melhoria da qualidade de aten\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade no Estado de Goi\u00e1s oferecendo respostas aos principais problemas e car\u00eancias da popula\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma iniciativa de descentraliza\u00e7\u00e3o do fomento \u00e0 pesquisa que prioriza a gest\u00e3o compartilhada de a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O professor Caio Monteiro ministra disciplinas para o curso de Bacharelado em Biotecnologia (Introdu\u00e7\u00e3o ao M\u00e9todo Cient\u00edfico e Biotecnologia Aplicada a Parasitologia) e para o curso de Medicina Veterin\u00e1ria (Parasitologia Veterin\u00e1ria). \u00c9 vinculado em dois programas de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o: o Programa de Ci\u00eancia Animal (EZV\/UFG) e o Programa de Medicina Tropical e Sa\u00fade P\u00fablica (IPTSP\/UFG), onde participa de disciplinas relacionadas \u00e0 Parasitologia e Pesquisa em Bases de Dados, al\u00e9m de colaborar em disciplina de Controle Biol\u00f3gico no Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da Escola de Agronomia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto apoiado pela Fapeg investiga uso de nanopart\u00edculas de prata, verdes, sintetizadas a partir de uma planta do Cerrado para preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as como a febre maculosa brasileira e a esquistossomose Helenice Ferreira, da Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o da Fapeg Definitivamente a nanotecnologia veio para ocupar, neste s\u00e9culo XXI, um papel fundamental para dar maior impulso 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