

{"id":32247,"date":"2021-08-18T09:31:49","date_gmt":"2021-08-18T12:31:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.fapeg.go.gov.br\/?p=32247"},"modified":"2023-09-18T15:53:45","modified_gmt":"2023-09-18T18:53:45","slug":"pesquisadores-utilizam-inteligencia-artificial-e-ensaios-experimentais-para-desenvolver-larvicidas-ecossustentaveis-contra-o-aedes-aegypti","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/pesquisadores-utilizam-inteligencia-artificial-e-ensaios-experimentais-para-desenvolver-larvicidas-ecossustentaveis-contra-o-aedes-aegypti\/","title":{"rendered":"Pesquisadores utilizam intelig\u00eancia artificial e ensaios experimentais para desenvolver larvicidas ecossustent\u00e1veis contra o Aedes aegypti"},"content":{"rendered":"<p><em><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/08\/Aedes-aegypti.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-32248\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/08\/Aedes-aegypti.jpg\" alt=\"Aedes aegypti\" width=\"309\" height=\"245\" \/><\/a>O projeto de pesquisa foi selecionado por meio de chamada p\u00fablica do Programa Pesquisa para o SUS lan\u00e7ada pela Fapeg. Os cientistas apostam em inseticidas mais eficazes e menos t\u00f3xicos capazes de substituir os atuais cuja<\/em><em> efic\u00e1cia j\u00e1 \u00e9 afetada com o surgimento de mosquitos resistentes<\/em><\/p>\n<p>Helenice Ferreira, da Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o da Fapeg<\/p>\n<p>O surgimento de popula\u00e7\u00f5es do <em>Aedes aegypti<\/em> cada vez mais resistentes a inseticidas tem comprometido o controle populacional do mosquito e se tornado um dos maiores desafios das autoridades sanit\u00e1rias do Brasil. O mosquito f\u00eamea \u00e9 o principal agente transmissor de arboviroses como dengue, chikungunya, zika e febre amarela urbana. Destas doen\u00e7as, apenas a febre amarela disp\u00f5e atualmente de uma vacina para controle de transmiss\u00e3o em larga escala. Fazer o controle vetorial \u00e9 a principal estrat\u00e9gia na atualidade para atenuar o agravamento da crise epidemiol\u00f3gica decorrente dessas doen\u00e7as. Uma das principais armas dos agentes de controle de endemias do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) para conter a popula\u00e7\u00e3o do mosquito \u00e9 a aplica\u00e7\u00e3o de larvicidas em reservat\u00f3rios de \u00e1gua fixos (caixas d\u2019\u00e1gua, piscinas abandonadas, vasos de plantas) que podem conter as larvas de <em>Aedes aegypti.<\/em><\/p>\n<p>Diante do surgimento de mosquitos resistentes aos compostos larvicidas utilizados pelo SUS, uma equipe de pesquisadores, coordenada pelo professor Bruno Junior Neves, da Universidade Federal de Goi\u00e1s (UFG), come\u00e7a a desenvolver de forma in\u00e9dita, novos compostos qu\u00edmicos mais eficazes, menos t\u00f3xicos, mais seguros e ecossustent\u00e1veis atrav\u00e9s da integra\u00e7\u00e3o de ferramentas de Intelig\u00eancia Artificial (IA) e ensaios experimentais. O pesquisador entende ser urgente a pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o (PD&amp;I) de novos larvicidas. \u201cEssa abordagem apresenta potencial acelera\u00e7\u00e3o da pesquisa, pois no campo da IA os computadores s\u00e3o capazes de aprender com dados experimentais de compostos dispon\u00edveis em bases de dados\u201d, aponta Bruno Neves. Segundo o pesquisador, avaliar a atividade larvicida em <em>Aedes aegypti<\/em> e o perfil toxicol\u00f3gico de uma grande quantidade de compostos \u00e9 insustent\u00e1vel tanto financeiramente quanto experimentalmente.<\/p>\n<p>\u201cNossa inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que essas ferramentas sirvam como suporte para nos auxiliar a tomar decis\u00f5es bem-sucedidas, ou seja, selecionar apenas os compostos mais promissores para avan\u00e7ar para outras fases da pesquisa (avalia\u00e7\u00e3o experimental), reduzindo os custos e o n\u00famero de animais\/experimentos na pesquisa. Poderemos identificar, ainda nas etapas iniciais da pesquisa, compostos ineficazes ou potencialmente problem\u00e1ticos (t\u00f3xicos) que possam causar preju\u00edzos \u00e0 sa\u00fade humana e riscos ao meio ambiente\u201d, explica o professor. Bruno Neves destaca que atrav\u00e9s dessa abordagem multiparam\u00e9trica, poder\u00e3o ser priorizados compostos com padr\u00e3o estrutural diferentes dos larvicidas cuja efic\u00e1cia j\u00e1 \u00e9 afetada com o surgimento de mosquitos resistentes, reduzindo o risco de resist\u00eancia cruzada.<\/p>\n<p>O pesquisador ressalta tamb\u00e9m que a prioriza\u00e7\u00e3o de compostos n\u00e3o t\u00f3xicos implica na redu\u00e7\u00e3o do risco de intoxica\u00e7\u00e3o de seres humanos e animais, dada a possibilidade de ingest\u00e3o de \u00e1gua de consumo tratada com larvicidas. \u201cOutra caracter\u00edstica inerente ao perfil ecotoxicol\u00f3gico desses produtos \u00e9 a possibilidade de utiliza\u00e7\u00e3o dos mesmos em combina\u00e7\u00e3o com estrat\u00e9gias de controle biol\u00f3gico, como por exemplo, preda\u00e7\u00e3o de larvas por peixes soltos em reservat\u00f3rios de \u00e1gua\u201d, diz ele.<\/p>\n<p>O pesquisador explica que, uma vez conclu\u00eddas as etapas de aprendizagem e valida\u00e7\u00e3o, as ferramentas de IA ser\u00e3o utilizadas para simular experimentos com animais, incluindo o pr\u00f3prio <em>Aedes aegypti<\/em>, possibilitando a triagem virtual de milh\u00f5es de compostos ainda n\u00e3o testados.<\/p>\n<p><strong>Ciclo do mosquito<br \/>\n<\/strong>No seu ciclo de vida, o <em>Aedes aegypti<\/em> apresenta quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto. Em m\u00e9dia, cada mosquito vive em torno de 30 dias e uma f\u00eamea p\u00f5e cerca de 100 ovos, de quatro a seis vezes durante sua vida, em locais contendo \u00e1gua limpa e parada. Bruno Neves destaca que, um ovo do <em>Aedes aegypti<\/em> pode sobreviver por at\u00e9 450 dias (aproximadamente 1 ano e 2 meses), mesmo que o local onde ele foi depositado fique seco. \u201cSe esse recipiente receber \u00e1gua novamente, o ovo volta a ficar ativo, podendo se transformar em larva, posteriormente em pupa e atingir a fase adulta depois de, aproximadamente, dois ou tr\u00eas dias. O mosquito f\u00eamea quando n\u00e3o encontra recipientes apropriados (criadouros) pode voar grandes dist\u00e2ncias em busca de outros locais para depositar seus ovos\u201d, ressalta o pesquisador.<\/p>\n<p><strong>Equipe e laborat\u00f3rios<br \/>\n<\/strong><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/08\/equipe.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-32249\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/08\/equipe.jpg\" alt=\"Equipe de pesquisadores\" width=\"334\" height=\"188\" \/><\/a>A pesquisa ser\u00e1 desenvolvida no Laborat\u00f3rio de Planejamento de F\u00e1rmacos e Modelagem Molecular (LabMol), localizado na Faculdade de Farm\u00e1cia (FF) da UFG. A equipe do LabMol tamb\u00e9m \u00e9 composta pela Profa. Dra. Carolina Horta Andrade, Dr. Rodolpho de Campos Braga (pesquisador associado), Dr. Jos\u00e9 Te\u00f3filo Moreira Filho (p\u00f3s-doutorando), Dra. Joyce Villa Verde Bastos (p\u00f3s-doutoranda), al\u00e9m de estudantes de doutorado, mestrado e inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n<p>O projeto ainda contar\u00e1 com a participa\u00e7\u00e3o de uma equipe de pesquisadores do Laborat\u00f3rio de Intera\u00e7\u00e3o Pat\u00f3geno-Hospedeiro (LIPH) do Instituto de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas da UnB, coordenado pela Profa. Dra. Izabela Marques Dourado Bastos Charneau, que conduzir\u00e1 ensaios experimentais com <em>Aedes aegypti<\/em>. Al\u00e9m disso, o projeto ter\u00e1 a participa\u00e7\u00e3o da equipe do Laborat\u00f3rio de Pesquisa em Toxicologia Ambiental (EnvTox) da FF-UFG, coordenado pela da Profa. Dra. Gisele Augusto Rodrigues, que ficar\u00e1 respons\u00e1vel pela condu\u00e7\u00e3o de ensaios ecotoxicol\u00f3gicos em organismos n\u00e3o alvo.<\/p>\n<p><strong>PPSUS<br \/>\n<\/strong>O projeto foi um dos 20 selecionados pela Fapeg por meio da Chamada P\u00fablica n\u00ba 05\/2020 \u2013 7\u00aa Edi\u00e7\u00e3o do Programa Pesquisa para o SUS: Gest\u00e3o Compartilhada em Sa\u00fade (PPSUS). A pesquisa, que recebe o t\u00edtulo de \u201cDescoberta de inseticidas ecossustent\u00e1veis para o controle populacional de <em>Aedes aegypti<\/em> utilizando intelig\u00eancia artificial\u201d receber\u00e1 investimentos no valor de R$ 126.230,00 que ser\u00e3o aplicados em custeio de bolsas de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e mestrado dos estudantes envolvidos no projeto, em custeio de materiais de consumo como reagentes e insumos, e compra de equipamentos, explica o professor Bruno Neves.<\/p>\n<p>O PPSUS \u00e9 uma parceria da Fapeg com o Departamento de Ci\u00eancia e Tecnologia (Decit) da Secretaria de Ci\u00eancia, Tecnologia e Insumos Estrat\u00e9gicos do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq) e Secretaria de Estado da Sa\u00fade (SES). O objetivo do Programa \u00e9 fomentar e fortalecer pesquisas cient\u00edficas, tecnol\u00f3gicas ou de inova\u00e7\u00e3o que tenham potencial para oferecer novos servi\u00e7os e dar respostas a problemas priorit\u00e1rios de sa\u00fade enfrentados pela popula\u00e7\u00e3o usu\u00e1ria do SUS, fortalecendo a pol\u00edtica nacional de sa\u00fade, melhorando os indicadores de sa\u00fade, aproximando a academia, a gest\u00e3o p\u00fablica da sa\u00fade e a sociedade.<\/p>\n<p>\u201cAcredito que esta edi\u00e7\u00e3o do PPSUS transcender\u00e1 seu objetivo central para melhoria da qualidade da aten\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade. A proposta tamb\u00e9m ter\u00e1 um papel fundamental para fortalecimento da linha de pesquisa do LabMol-FF-UFG voltada ao uso de IA para a descoberta de subst\u00e2ncias bioativas e desenvolvimento de m\u00e9todos computacionais alternativos ao uso de animais para avalia\u00e7\u00e3o toxicol\u00f3gica\u201d, comenta o professor. Segundo ele, o LabMol foi pioneiro e atualmente \u00e9 refer\u00eancia nacional e internacional nessa \u00e1rea.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/08\/professor-Bruno.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-32250\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/08\/professor-Bruno.jpg\" alt=\"Professor Bruno\" width=\"196\" height=\"262\" \/><\/a>O pesquisador ressalta ainda que, com a execu\u00e7\u00e3o da proposta, ser\u00e1 fortalecida a forma\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica de estudantes de cursos de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o nos cursos de sa\u00fade e \u00e1reas afins da UFG.\u00a0 \u201cAtualmente, o estado de Goi\u00e1s apresenta o segundo maior polo farmoqu\u00edmico do Brasil, portanto \u00e9 extremamente importante preparar profissionais habilitados para o desenvolvimento da Ci\u00eancia Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade (CT&amp;IS)\u201d, lembra o professor.<\/p>\n<p>Bruno Neves ministra disciplinas no campo da Qu\u00edmica Medicinal para estudantes de gradua\u00e7\u00e3o da UFG. Nos \u00faltimos anos, ele e a professora Carolina Horta, tamb\u00e9m t\u00eam se dedicado \u00e0 oferta de disciplinas de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o voltadas ao desenvolvimento e utiliza\u00e7\u00e3o de ferramentas IA e Quimioinform\u00e1tica para descoberta de f\u00e1rmacos e biotecnologia. \u201cNosso objetivo \u00e9 que os discentes dos cursos de sa\u00fade e \u00e1reas afins tamb\u00e9m apresentem habilidades e compet\u00eancias para o desenvolvimento e aplica\u00e7\u00e3o de IA nas \u00e1reas de sa\u00fade e biotecnologia\u201d, diz o professor.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O projeto de pesquisa foi selecionado por meio de chamada p\u00fablica do Programa Pesquisa para o SUS lan\u00e7ada pela Fapeg. 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