
{"id":128497,"date":"2026-06-19T08:12:33","date_gmt":"2026-06-19T11:12:33","guid":{"rendered":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/?p=128497"},"modified":"2026-06-19T08:42:45","modified_gmt":"2026-06-19T11:42:45","slug":"pesquisa-em-goias-aposta-no-controle-cultural-para-frear-resistencia-de-plantas-daninhas-a-herbicidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/pesquisa-em-goias-aposta-no-controle-cultural-para-frear-resistencia-de-plantas-daninhas-a-herbicidas\/","title":{"rendered":"Pesquisa em Goi\u00e1s aposta no controle cultural para frear resist\u00eancia de plantas daninhas a herbicidas"},"content":{"rendered":"\n<p><em>O avan\u00e7o da resist\u00eancia de plantas daninhas aos herbicidas desafia a agricultura brasileira e exp\u00f5e a necessidade de novas estrat\u00e9gias. Em Goi\u00e1s, pesquisa da Universidade de Rio Verde, com apoio da FAPEG e CNPq, aposta na consorcia\u00e7\u00e3o de culturas e no controle cultural como caminho para reduzir a depend\u00eancia qu\u00edmica e tornar o manejo mais sustent\u00e1vel no campo<\/em><br><\/p>\n\n\n\n<p>Um projeto de pesquisa desenvolvido no Sudoeste de Goi\u00e1s busca enfrentar um dos principais desafios da agricultura moderna: o avan\u00e7o da resist\u00eancia de plantas daninhas aos herbicidas. Intitulado \u201cControle cultural de plantas daninhas para redu\u00e7\u00e3o da press\u00e3o de sele\u00e7\u00e3o de resist\u00eancia a herbicidas\u201d, o estudo \u00e9 conduzido pelo pesquisador Guilherme Braga Pereira Braz, professor da Universidade de Rio Verde (UniRV), com apoio da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de Goi\u00e1s (FAPEG) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq).<\/p>\n\n\n\n<p>Para o pesquisador, o papel da ci\u00eancia brasileira ser\u00e1 decisivo nos pr\u00f3ximos anos. \u201cEstamos lidando com uma quest\u00e3o diretamente ligada \u00e0 seguran\u00e7a alimentar. Precisamos diversificar as estrat\u00e9gias de controle para garantir a sustentabilidade da produ\u00e7\u00e3o\u201d. Braz destaca ser fundamental a participa\u00e7\u00e3o e o apoio de universidades, institui\u00e7\u00f5es de pesquisa e de ag\u00eancias de fomento para enfrentar o desafio que tem sido ocasionado pela exist\u00eancia de plantas daninhas com resist\u00eancia a herbicidas.<\/p>\n\n\n\n<p>A iniciativa integra um acordo de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica entre as duas institui\u00e7\u00f5es (FAPEG\/CNPq) de fomento e tem vig\u00eancia at\u00e9 abril de 2029. O projeto foi contemplado em Chamada P\u00fablica que concede bolsas de produtividade a pesquisadores com destaque cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um problema crescente no campo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O pano de fundo da pesquisa \u00e9 preocupante. Dados recentes de um estudo conduzido pela Embrapa Meio Ambiente em parceria com a UniRV teve como foco o mapeamento do mercado de herbicidas no Brasil e como a resist\u00eancia ao glifosato impacta em termos de aumento da intensidade de uso desta classe de defensivos agr\u00edcolas. Os dados obtidos mostram que o uso de herbicidas no Brasil cresceu 128% entre 2010 e 2020, saltando de 157.500 para 329.700 toneladas por ano, muito acima da expans\u00e3o da \u00e1rea agr\u00edcola no per\u00edodo. O aumento do consumo est\u00e1 diretamente ligado \u00e0 perda de efic\u00e1cia de mol\u00e9culas amplamente utilizadas, como o glifosato, o herbicida mais utilizado no Brasil, e do uso intensivo de outras solu\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas concomitante, e ao surgimento de plantas daninhas resistentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Guilherme Braz participou deste estudo em parceria com a Embrapa Meio Ambiente. Ele destaca que para enfrentar o problema, os agricultores t\u00eam procurado fazer o controle qu\u00edmico como principal solu\u00e7\u00e3o, complementando o uso do glifosato com outras mol\u00e9culas qu\u00edmicas nos pulverizadores para compensar a perda da efic\u00e1cia ou at\u00e9 mesmo, aumentando o n\u00famero de aplica\u00e7\u00f5es nas lavouras, o que tem aumentado, ainda mais, a press\u00e3o de sele\u00e7\u00e3o para o surgimento de esp\u00e9cies resistentes, al\u00e9m de aumentar os custos de produ\u00e7\u00e3o e os riscos ao meio ambiente e \u00e0 sa\u00fade humana.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o estudo, historicamente, a consolida\u00e7\u00e3o do glifosato como base para o controle de plantas daninhas no Brasil est\u00e1 associada a dois marcos principais: a ado\u00e7\u00e3o do sistema de plantio direto na d\u00e9cada de 1990 e o lan\u00e7amento, a partir dos anos 2000, de cultivares transg\u00eanicas tolerantes ao herbicida. Embora essa tecnologia tenha simplificado o manejo, criou-se um paradoxo, como destaca o pesquisador Guilherme Braz, da UniRV: o uso cont\u00ednuo e recorrente do mesmo produto intensificou a press\u00e3o de sele\u00e7\u00e3o sobre as esp\u00e9cies-alvo, favorecendo o surgimento de plantas daninhas resistentes. Diversos estudos corroboram que o uso prolongado e repetitivo de um \u00fanico herbicida \u00e9 o principal fator respons\u00e1vel por esse processo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Prosseguindo os estudos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, Guilherme Braz d\u00e1 continuidade a esse campo de pesquisa com o projeto intitulado \u201cControle cultural de plantas daninhas para redu\u00e7\u00e3o da press\u00e3o de sele\u00e7\u00e3o de resist\u00eancia a herbicidas\u201d, que recebe fomento da FAPEG e CNPq, como bolsista de produtividade em pesquisa estadual (PQ\/DT \u2013 N\u00edvel C), fruto de um acordo de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica FAPEG\/CNPq. Guilherme Braz \u00e9 professor da Faculdade de Agronomia e docente permanente do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Produ\u00e7\u00e3o Vegetal, da Universidade de Rio Verde (UniRV), campus Rio Verde. Sua \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o principal est\u00e1 vinculada \u00e0 prote\u00e7\u00e3o de plantas, mais especificamente na \u00e1rea de Ci\u00eancia das Plantas Daninhas.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Braz comenta que, esse cen\u00e1rio evidencia a necessidade de mudan\u00e7a: \u201cSe continuarmos dependentes exclusivamente do controle qu\u00edmico, a tend\u00eancia \u00e9 de agravamento do problema\u201d. Ele explica que, o principal objetivo de sua pesquisa \u00e9 compreender como a inser\u00e7\u00e3o de culturas de cobertura pode auxiliar no controle de plantas daninhas e por meio desta pr\u00e1tica, buscar atuar na redu\u00e7\u00e3o da press\u00e3o de sele\u00e7\u00e3o para resist\u00eancia a herbicidas nas diferentes esp\u00e9cies de plantas daninhas. Segundo ele, a ideia do projeto surgiu por meio da observa\u00e7\u00e3o de que no contexto agr\u00edcola atual, o principal m\u00e9todo de manejo utilizado para controlar as plantas daninhas refere-se \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o de herbicidas.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Apesar da import\u00e2ncia dos defensivos agr\u00edcolas para a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola em larga escala, ele aponta que o uso exclusivo do m\u00e9todo de controle qu\u00edmico pode trazer alguns desafios, dentre os quais cita a sele\u00e7\u00e3o de popula\u00e7\u00f5es de plantas daninhas resistentes. \u201cA lacuna que a pesquisa pretende preencher refere-se \u00e0 mudan\u00e7a de vis\u00e3o em termos de ado\u00e7\u00e3o de manejo integrado de plantas daninhas, visando \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da depend\u00eancia do controle qu\u00edmico, buscando medidas mais sustent\u00e1veis de manejo, como o uso de plantas de cobertura\u201d.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-large is-resized\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/infestacao.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/infestacao-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-128486\" style=\"aspect-ratio:0.750009931275573;width:336px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/infestacao-768x1024.jpg 768w, https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/infestacao-225x300.jpg 225w, https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/infestacao-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/infestacao.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Infesta\u00e7\u00e3o de capim-p\u00e9-de-galinha resistente ao glifosato na cultura da soja. Foto: Guilherme Braz<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Os estudos ter\u00e3o foco nos cons\u00f3rcios direcionados ao bioma Cerrado com a utiliza\u00e7\u00e3o de uma cultura de interesse econ\u00f4mico (milho, sorgo ou milheto) em cons\u00f3rcio com a braqui\u00e1ria (capim). Estas esp\u00e9cies demonstram maior potencial, pois apresentam uma maior adaptabilidade \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de cultivo (clima e solo) inerentes ao Estado de Goi\u00e1s. Esp\u00e9cies de plantas daninhas como capim-amargoso, buva, capim-p\u00e9-de-galinha e caruru-roxo j\u00e1 apresentam resist\u00eancia em diversas regi\u00f5es produtoras em Goi\u00e1s, elevando custos, ampliando o uso de qu\u00edmicos e aumentando riscos ambientais. O foco do projeto \u00e9 o chamado controle cultural de plantas daninhas, pr\u00e1tica que envolve o uso de estrat\u00e9gias agr\u00edcolas que favorecem a cultura principal na competi\u00e7\u00e3o com esp\u00e9cies invasoras.<\/p>\n\n\n\n<p>Guilherme Braz explica que, os resultados que ser\u00e3o produzidos no projeto em Goi\u00e1s ter\u00e3o aplicabilidade em outras regi\u00f5es geogr\u00e1ficas do pa\u00eds, sendo necess\u00e1rios apenas ajustes fitot\u00e9cnicos para as varia\u00e7\u00f5es edafoclim\u00e1ticas existentes entre as regi\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>O controle cultural de plantas daninhas consiste na ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas de manejo que favore\u00e7am a cultura no processo de competi\u00e7\u00e3o com as plantas daninhas e apresenta sustentabilidade em compara\u00e7\u00e3o com outros m\u00e9todos de controle (ex.: controle mec\u00e2nico ou qu\u00edmico), traz benef\u00edcios para o ambiente de produ\u00e7\u00e3o (melhorias do solo e manejo de nematoides), al\u00e9m de apresentar baixo custo de execu\u00e7\u00e3o, se comparado com outras medidas de manejo das plantas daninhas, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>Na pr\u00e1tica, o estudo vai avaliar o cons\u00f3rcio entre milho e gram\u00edneas forrageiras (como braqui\u00e1rias), sistema j\u00e1 adotado por produtores, mas ainda pouco explorado sob a \u00f3tica do controle direto de plantas daninhas. Esse modelo vai atuar de tr\u00eas formas principais: ocupa\u00e7\u00e3o do solo, reduzindo espa\u00e7o para invasoras; libera\u00e7\u00e3o de compostos alelop\u00e1ticos que inibem o crescimento de outras plantas; forma\u00e7\u00e3o de palhada, funcionando como barreira f\u00edsica \u00e0 germina\u00e7\u00e3o das plantas daninhas. \u201cO controle cultural deve ganhar mais espa\u00e7o e destaque por ser mais sustent\u00e1vel, melhorar a qualidade do solo e reduzir custos quando comparado a m\u00e9todos exclusivamente qu\u00edmicos\u201d, explica o pesquisador.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Metodologia em campo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os experimentos est\u00e3o sendo conduzidos em Rio Verde, principal polo agr\u00edcola de Goi\u00e1s, em \u00e1reas representativas das condi\u00e7\u00f5es reais de produ\u00e7\u00e3o. A pesquisa inclui testes com diferentes esp\u00e9cies de gram\u00edneas consorciadas ao milho; avalia\u00e7\u00e3o do impacto na produtividade do milho e da soja cultivada em sucess\u00e3o; monitoramento da comunidade de plantas daninhas, com e sem interfer\u00eancia direta. Al\u00e9m disso, \u00e1reas comerciais ser\u00e3o analisadas para comparar sistemas consorciados e monocultivos, permitindo mensurar, na pr\u00e1tica, os efeitos do manejo cultural.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Impacto esperado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto pretende gerar conhecimento t\u00e9cnico para orientar produtores na ado\u00e7\u00e3o de sistemas mais eficientes e sustent\u00e1veis. Entre os resultados esperados est\u00e3o a redu\u00e7\u00e3o da infesta\u00e7\u00e3o de plantas daninhas; menor depend\u00eancia de herbicidas; aumento da sustentabilidade econ\u00f4mica e ambiental; melhoria no desempenho agron\u00f4mico das culturas.<\/p>\n\n\n\n<p>A proposta n\u00e3o elimina o uso de herbicidas, mas defende sua integra\u00e7\u00e3o com outras pr\u00e1ticas. \u201cO controle cultural n\u00e3o substitui o qu\u00edmico, mas pode reduzir a press\u00e3o de sele\u00e7\u00e3o que leva \u00e0 resist\u00eancia\u201d, destaca Braz. \u201cA ideia central, desde que validada a possibilidade de uso das plantas de cobertura como fator para o controle cultural de plantas daninhas, \u00e9 de demonstrar para os produtores, por meio de a\u00e7\u00f5es de extens\u00e3o, que h\u00e1 outras formas de se proceder ao controle da comunidade infestante al\u00e9m do uso exclusivo de herbicidas. Neste cen\u00e1rio, a ideia \u00e9 de tra\u00e7ar programas de manejo integrado de plantas daninhas que englobem os diferentes m\u00e9todos de controle destas esp\u00e9cies e desta forma, buscar uma maior sustentabilidade econ\u00f4mica e ambiental\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ci\u00eancia e pol\u00edticas p\u00fablicas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m das contribui\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, o estudo pode influenciar pol\u00edticas agr\u00edcolas, aponta o pesquisador. Caso os resultados confirmem os benef\u00edcios do sistema, h\u00e1 potencial para cria\u00e7\u00e3o de incentivos a produtores que adotem pr\u00e1ticas de manejo integrado, com menor uso de insumos qu\u00edmicos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um novo caminho para o manejo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto surge como resposta a um modelo que, embora eficiente no passado, mostra sinais de esgotamento. Ao propor uma abordagem integrada, baseada em conhecimento cient\u00edfico e pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis, a pesquisa aponta para um futuro em que produtividade e preserva\u00e7\u00e3o ambiental caminhem lado a lado. A mensagem final do pesquisador aos produtores \u00e9 clara: antecipar-se ao problema pode ser mais eficaz do que reagir a ele.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/instalacao-de-experimento.jpg\"><img decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" data-id=\"128482\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/instalacao-de-experimento-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-128482\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/instalacao-de-experimento-768x1024.jpg 768w, https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/instalacao-de-experimento-225x300.jpg 225w, https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/instalacao-de-experimento-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/instalacao-de-experimento.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Preparativos para instala\u00e7\u00e3o do experimento com pr\u00e1ticas de diversifica\u00e7\u00e3o de culturas. Foto: Guilherme Braz<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/capim-pe-de-galinha.jpg\"><img decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" data-id=\"128478\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/capim-pe-de-galinha-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-128478\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/capim-pe-de-galinha-768x1024.jpg 768w, https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/capim-pe-de-galinha-225x300.jpg 225w, https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/capim-pe-de-galinha-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/capim-pe-de-galinha.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Infesta\u00e7\u00f5es de capim-p\u00e9-de-galinha e caruru: um desafio amplamente disseminado das \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o de soja em Goi\u00e1s. Foto: Guilherme Braz<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/milheto-com-braquiaria.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" data-id=\"128474\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/milheto-com-braquiaria-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-128474\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/milheto-com-braquiaria-768x1024.jpg 768w, https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/milheto-com-braquiaria-225x300.jpg 225w, https:\/\/goias.gov.br\/fapeg\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/milheto-com-braquiaria.jpg 960w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cultivo de milheto consorciado com braqui\u00e1ria para produ\u00e7\u00e3o de palhada visando ao controle cultural de plantas daninhas. Foto: Gabriel Roque<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O avan\u00e7o da resist\u00eancia de plantas daninhas aos herbicidas desafia a agricultura brasileira e exp\u00f5e a necessidade de novas estrat\u00e9gias. 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