

{"id":45708,"date":"2023-05-26T12:09:16","date_gmt":"2023-05-26T15:09:16","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/educacao\/palestra-telma-vinha\/"},"modified":"2023-05-26T12:09:16","modified_gmt":"2023-05-26T15:09:16","slug":"palestra-telma-vinha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/educacao\/palestra-telma-vinha\/","title":{"rendered":"Governo de Goi\u00e1s deu exemplo para o pa\u00eds no enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia na escola, diz especialista"},"content":{"rendered":"<p><em>Coordenadora de um grupo de estudos sobre conviv&ecirc;ncia escolar e forma&ccedil;&atilde;o &eacute;tica na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Telma Vinha veio a Goi&acirc;nia para participar de semin&aacute;rio sobre paz nas escolas, realizado no audit&oacute;rio da Seduc Goi&aacute;s&nbsp;<\/em><\/p>\n<p>O Estado de Goi&aacute;s &eacute; um bom exemplo para o pa&iacute;s no enfrentamento &agrave;s recentes amea&ccedil;as de ataques &agrave;s escolas. A an&aacute;lise foi feita pela professora Telma Vinha, considerada hoje uma das maiores autoridades brasileiras nas &aacute;reas de conviv&ecirc;ncia, conflitos e viol&ecirc;ncia nas escolas.<\/p>\n<p>Durante palestra no audit&oacute;rio da Seduc Goi&aacute;s, nesta semana, Telma elogiou o trabalho articulado e intersetorial que vem sendo realizado pelo Governo de Goi&aacute;s, por meio do Gabinete de Pol&iacute;ticas Sociais, Organiza&ccedil;&atilde;o das Volunt&aacute;rias de Goi&aacute;s e das secretarias estaduais de Educa&ccedil;&atilde;o, Sa&uacute;de e Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, com o apoio do Minist&eacute;rio P&uacute;blico, Defensoria P&uacute;blica e Conselho Estadual de Educa&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>De acordo com ela, mesmo que cada um desses parceiros tenha perspectivas diferentes de educa&ccedil;&atilde;o, os objetivos s&atilde;o os mesmos e est&atilde;o articulados. &ldquo;E isso &eacute; muito interessante, pois voc&ecirc;s se mobilizaram para construir e fortalecer cada vez mais as a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o que trar&atilde;o bons resultados em m&eacute;dio e longo prazos&rdquo;.<\/p>\n<p><strong>Goi&aacute;s na vanguarda <\/strong><\/p>\n<p>Telma tamb&eacute;m elogia Goi&aacute;s por sair na frente pela exist&ecirc;ncia dessa rede de prote&ccedil;&atilde;o, que conta com a participa&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos e entidades. &ldquo;Essas a&ccedil;&otilde;es que est&atilde;o sendo realizadas aqui de forma coordenada, outros Estados v&atilde;o demorar anos e talvez nem consigam tornar isso realidade&rdquo;, avaliou.<br \/>\n&ldquo;Eu aprendi muito aqui e quero levar e compartilhar essa experi&ecirc;ncia para as palestras, debates e congressos dos quais participo. &Eacute; inovadora a perspectiva pela qual voc&ecirc;s olham e buscam solu&ccedil;&otilde;es para a viol&ecirc;ncia na escola. At&eacute; hoje eu s&oacute; vi isso em congressos internacionais&rdquo;, acrescentou.<\/p>\n<p>Coordenadora de um grupo de estudos na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) sobre o tema, Telma destacou a import&acirc;ncia das autoridades discutirem pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e a&ccedil;&otilde;es integradas direcionadas &agrave; preven&ccedil;&atilde;o da viol&ecirc;ncia nas escolas.<\/p>\n<p><strong>Fen&ocirc;meno complexo <\/strong><\/p>\n<p>Na avalia&ccedil;&atilde;o da especialista, como se trata de um fen&ocirc;meno novo, agravado pelo fato de os ataques violentos serem planejados e articulados no submundo das comunidades virtuais, o Brasil enfrenta um grande desafio. &ldquo;O problema &eacute; complexo e exige uma s&eacute;rie de a&ccedil;&otilde;es que envolvem as &aacute;reas da assist&ecirc;ncia social, educa&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de, seguran&ccedil;a p&uacute;blica, justi&ccedil;a e direitos humanos&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n<p>Para Telma, uma das iniciativas que podem colaborar para uma melhor conviv&ecirc;ncia dentro da escola vem da aplica&ccedil;&atilde;o da lei n&ordm; 13.935\/2019, que determina a contrata&ccedil;&atilde;o de psic&oacute;logos para atender a comunidade escolar. Ela, no entanto, alerta que a atua&ccedil;&atilde;o desses profissionais n&atilde;o deve focar no atendimento cl&iacute;nico, mas na elabora&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es coletivas que melhorem a qualidade do ambiente escolar.<\/p>\n<p><strong>Escola que acolhe <\/strong><\/p>\n<p>Segundo a especialista, um ponto em comum apontado pelas pesquisas na an&aacute;lise do perfil dos alunos que est&atilde;o &agrave; frente dos ataques violentos &agrave;s escolas &eacute; que todos eles tiveram uma experi&ecirc;ncia muito negativa relacionada ao ambiente escolar.<\/p>\n<p>Nesse contexto, ela ressalta tamb&eacute;m o papel da institui&ccedil;&atilde;o de ensino e aponta que a solu&ccedil;&atilde;o parte de dentro da escola tamb&eacute;m, reconstruindo e fortalecendo os v&iacute;nculos da boa conviv&ecirc;ncia, da amizade, da toler&acirc;ncia, da compreens&atilde;o e do respeito &agrave; diversidade.<\/p>\n<p>O comprometimento de gestores e professores &eacute; fundamental para um ambiente saud&aacute;vel, aponta ela, que sugere projetos nas &aacute;reas de cultura e esporte, de promo&ccedil;&atilde;o de rodas de di&aacute;logos e escuta ativa dos estudantes. Ao poder p&uacute;blico, cabe a forma&ccedil;&atilde;o continuada dos professores priorizando a media&ccedil;&atilde;o de conflitos e as compet&ecirc;ncias socioemocionais.<\/p>\n<p>&ldquo;Essas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o fundamentais para que as crian&ccedil;as e adolescentes que ali est&atilde;o se sintam queridas, acolhidas, respeitadas e valorizadas. Isso melhora a autoestima, traz seguran&ccedil;a e conforto. &ldquo;A escola tem que ser humanizada para humanizar e isso significa investir em uma cultura de cuidado, de acolhimento e de pertencimento&rdquo;, finaliza.<\/p>\n<style>\r\n                        .custom-gallery {\r\n                            display: flex;\r\n                            flex-wrap: wrap;\r\n                        }\r\n\r\n                        .gallery-item {\r\n                            flex: 0 0 calc(33.33% - 10px);\r\n                            margin: 5px;\r\n                        }\r\n\r\n                        .gallery-item img {\r\n                            width: 100%;\r\n                            height: auto;\r\n                        }\r\n                    <\/style><div class=\"custom-gallery\"><\/div><script>\r\n                        jQuery(document).ready(function($) {\r\n                            $(\".magnific-popup\").magnificPopup({\r\n                                type: \"image\",\r\n                                gallery: { enabled: true }\r\n                            });\r\n                        });\r\n                    <\/script>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Plano Estadual de Educa&ccedil;&atilde;o<\/strong><br \/>\nEssa a&ccedil;&atilde;o atende a meta 2, estrat&eacute;gia 2.15&nbsp;do Plano Estadual de Educa&ccedil;&atilde;o (PEE)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coordenadora de um grupo de estudos sobre conviv&ecirc;ncia escolar e forma&ccedil;&atilde;o &eacute;tica na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Telma Vinha veio a Goi&acirc;nia para participar de semin&aacute;rio sobre paz nas escolas, realizado no audit&oacute;rio da Seduc Goi&aacute;s&nbsp; 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