

{"id":36050,"date":"2017-05-26T18:45:07","date_gmt":"2017-05-26T21:45:07","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/educacao\/biblioteca-braille-lanca-audiolivro-abracadabras-crio-enquanto-falo\/"},"modified":"2017-05-26T18:45:07","modified_gmt":"2017-05-26T21:45:07","slug":"biblioteca-braille-lanca-audiolivro-abracadabras-crio-enquanto-falo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/educacao\/biblioteca-braille-lanca-audiolivro-abracadabras-crio-enquanto-falo\/","title":{"rendered":"Biblioteca Braille lan\u00e7a audiolivro\u00a0\u201cAbracadabras: crio enquanto falo\u201d"},"content":{"rendered":"<p>Obra\u00a0de C\u00e1ssia Fernandes \u00e9 a primeira originalmente acess\u00edvel para deficientes visuais publicada em Goi\u00e1s<\/p>\n<p>A Biblioteca Braille Jos\u00e9 Alvares de Azevedo juntamente com a Biblioteca P\u00fablica Estadual Escritor Pio Vargas, ambas unidades da Seduce, e a Editora Nega Lilu realizaram nesta sexta-feira, 27\/04, o\u00a0lan\u00e7amento da primeira obra originalmente acess\u00edvel para deficientes visuais publicada em Goi\u00e1s. O audiolivro \u201cAbracadabras: crio enquanto falo\u201d, de C\u00e1ssia Fernandes, foi produzido\u00a0com o apoio do Fundo de Arte e Cultura de Goi\u00e1s e ter\u00e1 suas primeiras mil c\u00f3pias digitais disponibilizadas para download gratuito.<\/p>\n<p>No\u00a0evento, \u00a0que contou com o apoio do\u00a0Centro Brasileiro de Reabilita\u00e7\u00e3o e Apoio ao Deficiente Visual (Cebrav &#8211; Seduce) e da Associa\u00e7\u00e3o dos Deficientes visuais do estado de Goi\u00e1s (Adveg), C\u00e1ssia Fernandes\u00a0\u00a0e Larissa Mundim, da Nega Lilu,\u00a0debateram a obra com usu\u00e1rios da biblioteca.<\/p>\n<p>C\u00e1ssia Fernandes contou que o livro surgiu da ideia de explorar o car\u00e1ter sonoro dos poemas e de criar uma obra que fosse acess\u00edvel \u00e0s pessoas com defici\u00eancia visual. \u201cAgora estamos\u00a0no grande momento, j\u00e1 que temos tecnologias que podem baratear essa produ\u00e7\u00e3o e tornar melhor o acesso dessas pessoas.&#8221;<\/p>\n<p>Larissa Mundim disse\u00a0que, em sua primeira semana, a obra j\u00e1 teve 10% das assinaturas digitais gratuitas baixadas. Para a editora, o lan\u00e7amento do audiolivro \u00e9 uma oportunidade de expandir a\u00e7\u00f5es que apoiem o est\u00edmulo a leitura, a forma\u00e7\u00e3o de leitores e a democratiza\u00e7\u00e3o de acesso. Larissa explica que deficientes visuais e pessoas com baixa vis\u00e3o s\u00e3o hoje quase 10% da popula\u00e7\u00e3o brasileira. Para ela, eventos como o desta sexta-feira proporcionam o encontro com\u00a0esse p\u00fablico, com o qual muitas vezes n\u00e3o se tem contato. \u201cTivemos a oportunidade de aproximar a autora de um p\u00fablico que talvez n\u00e3o tiv\u00e9ssemos de outra forma\u201d, comenta.<\/p>\n<p>A comunicadora social e servidora p\u00fablica F\u00e1tima Martins Eugenia \u00e9 usu\u00e1ria da biblioteca braile h\u00e1 20 anos e acredita que os audiolivros s\u00e3o \u00a0inclusivos, j\u00e1 que podem ser acessados por mais pessoas. A\u00a0diretora da biblioteca Maria Eunice Suares Barboza, por sua vez, \u00a0acredita que o lan\u00e7amento do livro d\u00e1 in\u00edcio \u00e0\u00a0concretiza\u00e7\u00e3o do desejo de que as editoras passem a se preocupar com as pessoas com defici\u00eancia visual. &#8220;Elas tamb\u00e9m s\u00e3o consumidoras de cultura e de livros\u00a0e gastam dinheiro com isso\u201d.\u00a0A diretora defende que o grande diferencial do audiolivro \u00e9 sua praticidade e a possibilidade de ouvir em v\u00e1rios lugares, o que pode tamb\u00e9m promover intera\u00e7\u00e3o entre deficientes visuais e pessoas que enxergam.<\/p>\n<p><strong>Abracadabras: crio enquanto falo\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>\u201cAbracadabras: crio enquanto falo\u201d\u00a0\u00e9 um\u00a0audiolivro de poemas, que associa o g\u00eanero l\u00edrico ao \u00e9pico. \u00c9 dividido entre tr\u00eas narradoras, de\u00a0perfis e momentos hist\u00f3ricos diferentes. Condessa, uma vi\u00fava do s\u00e9culo XVIII, Miss Austen, uma dama do s\u00e9culo XIX, e Madame Natasha, uma cigana bruxa atemporal dividem o protagonismo,\u00a0trazendo diferentes abordagens sobre o amor no universo contempor\u00e2neo. Cassia Fernandes, a cantora e atriz Debora Di S\u00e1 e a atriz Carol Schmid emprestaram suas vozes para as personagens.<\/p>\n<p>A autora explica que a palavra \u201cabracadabras\u201d, apesar de ser habitualmente ligada ao universo infantil, \u00e9 presente em diversos idiomas pelo mundo, carregando diferentes significados, como \u201ccrio enquanto falo\u201d, cura, magia e cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A obra \u00e9 a terceira de C\u00e1ssia, que lan\u00e7ou \u00a0o romance \u201cCartas que n\u00e3o te escrevi\u201d, em 2000, e \u201cAlmofariz do tempo\u201d, \u00a0em 2016. A autora explica que j\u00e1 trabalhava com a ideia de poemas em \u00e1udio, que eram gravados e musicados em podcasts. Para ela, a poesia tem em sua origem o car\u00e1ter auditivo, tendo surgido de forma musicada. \u201cQuando voc\u00ea grava os poemas voc\u00ea resgata esse car\u00e1ter l\u00edrico tradicional da poesia.&#8221;<\/p>\n<p>O livro pode ser baixado gratuitamente pelo site da Editora <a href=\"https:\/\/www.negalilu.com.br\/novo\/#.WSiuRGjyvIU\">Nega Lilu<\/a>.<\/p>\n<p>Goi\u00e2nia, 26 de maio de 2017.<\/p>\n<p><em>Comunica\u00e7\u00e3o Setorial da Seduce*<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Obra\u00a0de C\u00e1ssia Fernandes \u00e9 a primeira originalmente acess\u00edvel para deficientes visuais publicada em Goi\u00e1s A Biblioteca Braille Jos\u00e9 Alvares de Azevedo juntamente com a Biblioteca P\u00fablica Estadual Escritor Pio Vargas, ambas unidades da Seduce, e a Editora Nega Lilu realizaram nesta sexta-feira, 27\/04, o\u00a0lan\u00e7amento da primeira obra originalmente acess\u00edvel para deficientes visuais publicada em Goi\u00e1s. 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