

{"id":30276,"date":"2018-11-13T15:11:58","date_gmt":"2018-11-13T17:11:58","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/economia\/goias-mantem-rating-na-analise-da-stn\/"},"modified":"2018-11-13T15:11:58","modified_gmt":"2018-11-13T17:11:58","slug":"goias-mantem-rating-na-analise-da-stn","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/economia\/goias-mantem-rating-na-analise-da-stn\/","title":{"rendered":"Goi\u00e1s mant\u00e9m rating na an\u00e1lise da STN"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-30275\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/economia\/wp-content\/uploads\/sites\/45\/2018\/11\/tesouro-125.jpeg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"262\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/economia\/wp-content\/uploads\/sites\/45\/2018\/11\/tesouro-125.jpeg 350w, https:\/\/goias.gov.br\/economia\/wp-content\/uploads\/sites\/45\/2018\/11\/tesouro-125-300x225.jpeg 300w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">13 de novembro de 2018<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A capacidade de pagamento de Goi&aacute;s se manteve com rating C. O resultado foi divulgado hoje (13) pela Secretaria Nacional do Tesouro (STN), e integra o Boletim dos Entes Subnacionais de 2018. A STN leva em conta tr&ecirc;s indicadores: endividamento, poupan&ccedil;a corrente e liquidez. Com o rating C, Goi&aacute;s permanece na mesma posi&ccedil;&atilde;o dos dois &uacute;ltimos anos. Isso significa que pode continuar a realizar opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;ditos, dentro do espa&ccedil;o fiscal e utilizando o Fundo de Participa&ccedil;&atilde;o dos Estados (FPE), mas sem a Uni&atilde;o como garantidora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De forma geral, a an&aacute;lise aponta que o quadro n&atilde;o se alterou no pa&iacute;s. Das 27 unidades da federa&ccedil;&atilde;o, apenas 13 Estados possuem nota de capacidade de pagamento A ou B, sendo somente o Esp&iacute;rito Santo com rating A. Maranh&atilde;o e Rio Grande do Norte ca&iacute;ram para &ldquo;C&rdquo;, e o Piau&iacute; foi o &uacute;nico que subiu de C para B.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com a institui&ccedil;&atilde;o, a rela&ccedil;&atilde;o entre receitas e despesas correntes, que indicam pouca margem para o crescimento das despesas obrigat&oacute;rias estaduais, foi respons&aacute;vel pela perda da capacidade de pagamento. Al&eacute;m disso, devido &agrave; atual conjuntura de crise no pa&iacute;s, a an&aacute;lise da STN aponta que Acre, Amazonas, Para&iacute;ba, Piau&iacute;, Paran&aacute; e S&atilde;o Paulo est&atilde;o pr&oacute;ximos de perder o rating &ldquo;B&rdquo;, pois a rela&ccedil;&atilde;o Despesa Corrente e Receitas Correntes desses estados j&aacute; se encontra pr&oacute;xima da margem dos 95%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre as medidas defendidas pela STN para que Estados possam voltar ao rating A e B est&atilde;o o aumento da Receita Corrente L&iacute;quida a partir do 1) aumento de al&iacute;quotas de impostos; 2) moderniza&ccedil;&atilde;o da m&aacute;quina arrecadat&oacute;ria; 3) redu&ccedil;&atilde;o dos incentivos fiscais e; 4) melhorar o indicador de poupan&ccedil;a corrente a partir das concess&otilde;es<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na primeira parte, o Boletim dos Entes Subnacionais de 2018 apresenta um panorama fiscal dos Estados, Distrito Federal e Munic&iacute;pios. Tamb&eacute;m mostra que, a partir do esfor&ccedil;o fiscal realizado desde 2015, Goi&aacute;s tem conseguido investir e manter os servi&ccedil;os p&uacute;blicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Receitas e Despesas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No per&iacute;odo analisado, Goi&aacute;s obteve o 4&ordm; maior crescimento nas receitas pr&oacute;prias. Contudo, as receitas de transfer&ecirc;ncia da Uni&atilde;o ca&iacute;ram, o que impactou no resultado final e, ainda assim, o Estado manteve-se com arrecada&ccedil;&atilde;o crescente. J&aacute; as despesas prim&aacute;rias tamb&eacute;m aumentaram, sendo que o gasto com pessoal representou a m&eacute;dia de 50% das despesas prim&aacute;rias em 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Gasto com pessoal<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre as 27 unidades da federa&ccedil;&atilde;o, Goi&aacute;s est&aacute; na 17&ordf; posi&ccedil;&atilde;o em aumento de gasto com pessoal, tanto de ativos quanto de inativos. O Estado aumentou essas despesas dentro da m&eacute;dia geral dos Estados que foi de 31,58% entre os anos de 2011 e 2017. Para se ter uma ideia, o Rio de Janeiro aumentou em 100%, seguido de Maranh&atilde;o e Mato Grosso do Sul em torno de 80%.<\/p>\n<p>O estudo mostra ainda que Goi&aacute;s, como a maioria das unidades, ter&aacute; que enfrentar o crescimento vertiginoso dos gastos com a previd&ecirc;ncia, o custo aumentou 18% entre 2015 e 2017, gerando d&eacute;ficit de R$ 2,4 bilh&otilde;es. De acordo com a an&aacute;lise da STN, &ldquo;Tal crescimento &eacute; ind&iacute;cio do problema da insustentabilidade dos regimes de previd&ecirc;ncia estaduais, tendo em vista o consumo cada vez maior de recursos financeiros, que poderiam estar sendo direcionados para atender e ampliar os servi&ccedil;os b&aacute;sicos exigidos pela sociedade&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Investimentos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Goi&aacute;s est&aacute; na 18&ordf; posi&ccedil;&atilde;o entre os Estados brasileiros que menos recebeu opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito entre 2015 e 2017, entre as 27 unidades federadas. Al&eacute;m disso, os recursos de investimentos do Estado tamb&eacute;m cresceram, conforme o estudo. A rela&ccedil;&atilde;o entre d&iacute;vida consolidada e receita corrente l&iacute;quida, como vem ocorrendo ao longo dos anos, reduziu de 2016 para 2017. J&aacute; o servi&ccedil;o da d&iacute;vida, que reflete o pagamento mensal, caiu de 2,5 bilh&otilde;es ao ano em 2014 para 1,8 bilh&atilde;o em 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Comunica&ccedil;&atilde;o Setorial &#8211; Sefaz<\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>13 de novembro de 2018 A capacidade de pagamento de Goi&aacute;s se manteve com rating C. O resultado foi divulgado hoje (13) pela Secretaria Nacional do Tesouro (STN), e integra o Boletim dos Entes Subnacionais de 2018. A STN leva em conta tr&ecirc;s indicadores: endividamento, poupan&ccedil;a corrente e liquidez. 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