
{"id":27357,"date":"2012-08-17T12:08:09","date_gmt":"2012-08-17T15:08:09","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/economia\/vocabulario-do-itcd\/"},"modified":"2012-08-17T12:08:09","modified_gmt":"2012-08-17T15:08:09","slug":"vocabulario-do-itcd","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/economia\/vocabulario-do-itcd\/","title":{"rendered":"Vocabul\u00e1rio do ITCD"},"content":{"rendered":"<p id=\"sumario\" style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p id=\"sumario\" style=\"text-align: center;\"><a href=\"#a\">A<\/a> | <a href=\"#b\">B<\/a> | <a href=\"#c\">C<\/a> | <a href=\"#d\">D<\/a> | <a href=\"#e\">E<\/a> |<a href=\"#f\"> F<\/a> | <a href=\"#h\">H<\/a> |<a href=\"#i\"> I<\/a> | <a href=\"#l\">L<\/a> |<a href=\"#m\"> M<\/a> | <a href=\"#n\">N<\/a> | <a href=\"#o\">O<\/a>|&nbsp;<a href=\"#p\">P<\/a> | <a href=\"#q\">Q<\/a> | <a href=\"#r\">R<\/a> | <a href=\"#r\">S<\/a> | <a href=\"#t\">T<\/a> | <a href=\"#u\">U<\/a><\/p>\n<h4>&nbsp;<\/h4>\n<p><strong><a id=\"a\" name=\"a\"><\/a>ABERTURA DE SUCESS&Atilde;O<\/strong> &ndash; a abertura da sucess&atilde;o heredit&aacute;ria ocorre no momento do falecimento de uma pessoa que deixa bens, independentemente de qualquer ato. Assim, quando uma pessoa morre e deixa bens ou direitos sobre bens, estes ser&atilde;o transmitidos aos seus herdeiros leg&iacute;timos ou testament&aacute;rios, que ir&atilde;o suceder o falecido na propriedade ou na posse dos bens herdados.<\/p>\n<p><strong>ACEITA&Ccedil;&Atilde;O DA HERAN&Ccedil;A<\/strong> &ndash; &eacute; o ato pelo qual o herdeiro manifesta a sua vontade de aceitar a heran&ccedil;a, quando &eacute; chamado a suceder o falecido na propriedade ou direito sobre os bens que eram deste. A aceita&ccedil;&atilde;o pode ser expressa (quando se d&aacute; por declara&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica ou particular), t&aacute;cita (identificada por algum ato praticado pelo herdeiro que demonstre que ele aceitou a heran&ccedil;a) ou presumida (quando o herdeiro n&atilde;o se manifesta sobre a heran&ccedil;a). N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ao herdeiro aceitar s&oacute; uma parte da heran&ccedil;a ou colocar condi&ccedil;&otilde;es para receb&ecirc;-la. Ou se aceita a heran&ccedil;a na sua totalidade, ou ent&atilde;o, se renuncia &agrave; sua totalidade.<\/p>\n<p><strong>ADIANTAMENTO DA LEG&Iacute;TIMA<\/strong> &ndash; &eacute; qualquer entrega antecipada, por conta da heran&ccedil;a, feita pela pessoa, em vida, a um herdeiro seu. Por exemplo, a doa&ccedil;&atilde;o dos pais feita aos filhos, com exclus&atilde;o de um ou mais herdeiros. Esse adiantamento significa que, quando for feita a partilha da heran&ccedil;a, o bem doado antecipadamente vai ser descontado, ou seja, que aquele herdeiro que recebeu parte da sua heran&ccedil;a &ldquo;adiantada&rdquo;, receber&aacute;, na partilha, parte menor que a dos demais.<\/p>\n<p><strong>ADJUDICA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong> &ndash; &eacute; um ato judicial que permite a transfer&ecirc;ncia da propriedade e da posse de um bem. Durante o invent&aacute;rio, a adjudica&ccedil;&atilde;o permite a transfer&ecirc;ncia da propriedade ou do direito sobre um bem a um herdeiro.<\/p>\n<p><strong>AL&Iacute;QUOTA<\/strong> &ndash; &eacute; um percentual ou valor fixo usado para calcular um tributo (imposto, empr&eacute;stimo compuls&oacute;rio, taxa, contribui&ccedil;&atilde;o) a ser pago por uma pessoa f&iacute;sica ou por uma empresa. A al&iacute;quota a ser aplicada a cada tributo deve ser definida por lei federal, estadual ou municipal, de acordo com a responsabilidade sobre o tributo que est&aacute; sendo cobrado.<\/p>\n<p><strong>AL&Iacute;QUOTA PROGRESSIVA<\/strong> &ndash; &eacute; uma forma de utiliza&ccedil;&atilde;o de al&iacute;quotas de um tributo, prevista na nossa Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, pela qual pagar&aacute; mais quem tiver mais recursos. Assim, a al&iacute;quota progressiva aplicada ao ITCD prev&ecirc; que, quanto maior o valor da heran&ccedil;a ou da doa&ccedil;&atilde;o recebida, maior ser&aacute; a al&iacute;quota aplicada.<\/p>\n<p><strong>ALTERA&Ccedil;&Atilde;O DO REGIME DE BENS<\/strong> &ndash; &eacute; um direito previsto na legisla&ccedil;&atilde;o que permite a altera&ccedil;&atilde;o do regime de bens previsto inicialmente no ato do matrim&ocirc;nio ou da declara&ccedil;&atilde;o de uni&atilde;o est&aacute;vel, mas que depende do cumprimento de determinadas condi&ccedil;&otilde;es: para ocorrer, a altera&ccedil;&atilde;o do regime de bens precisa de autoriza&ccedil;&atilde;o judicial, depois de ser formulada por ambos os c&ocirc;njuges, a partir de um motivo considerado relevante, e desde que n&atilde;o implique em preju&iacute;zo de terceiros ou dos pr&oacute;prios c&ocirc;njuges.<\/p>\n<p><strong>ARROLAMENTO<\/strong> &ndash; &eacute; um ato judicial que tem a mesma finalidade que o invent&aacute;rio, mas &eacute; mais simples que este, porque n&atilde;o exige alguns atos processuais exigidos no invent&aacute;rio.&nbsp; Pode ser feito quando todos os herdeiros capazes estiverem de acordo e o valor dos bens da heran&ccedil;a for igual ou menor que mil sal&aacute;rios-m&iacute;nimos. Ele poder&aacute; ser sum&aacute;rio ou simples, dependendo do valor dos bens que forma o esp&oacute;lio.<\/p>\n<p><strong>ATO TRANSLATIVO<\/strong> &ndash; &eacute; o ato que permite que a propriedade de uma coisa ou de um direito passe de uma pessoa para outra; um ato de transla&ccedil;&atilde;o, ou de transfer&ecirc;ncia. A sucess&atilde;o por heran&ccedil;a &eacute; um exemplo de ato translativo, porque permite que um bem deixado pelo falecido seja transferido para outra pessoa, o herdeiro. A doa&ccedil;&atilde;o &eacute; outro exemplo de ato translativo gratuito, sem &ocirc;nus.<\/p>\n<p><strong>AVALIA&Ccedil;&Atilde;O JUDICIAL <\/strong>&#8211; &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o realizada por determina&ccedil;&atilde;o do juiz, durante uma a&ccedil;&atilde;o judicial, para se chegar ao valor financeiro dos bens que est&atilde;o sendo inventariados ou partilhados. Essa avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; feita pelo perito judicial, ou por outra pessoa designada que tenha habilidade t&eacute;cnica para realiz&aacute;-la.<\/p>\n<p><strong><a id=\"b\" name=\"b\"><\/a>BASE DE C&Aacute;LCULO<\/strong> &#8211; No Direito tribut&aacute;rio, a base de c&aacute;lculo &eacute; a grandeza econ&ocirc;mica sobre a qual se aplicar&aacute; a al&iacute;quota, para se chegar ao valor do imposto a ser pago. Exemplos:<\/p>\n<ul>\n<li>Na venda de um bem im&oacute;vel, a base de c&aacute;lculo do Imposto de Renda &eacute; a diferen&ccedil;a entre o valor da venda e o valor declarado do im&oacute;vel na declara&ccedil;&atilde;o anual de renda e patrim&ocirc;nio;<\/li>\n<li>Na defini&ccedil;&atilde;o do valor da aposentadoria do regime previdenci&aacute;rio p&uacute;blico, a base de c&aacute;lculo &eacute; o sal&aacute;rio de contribui&ccedil;&atilde;o recolhido pelo trabalhador;<\/li>\n<li>No IPTU, a base de c&aacute;lculo &eacute; o valor do im&oacute;vel;<\/li>\n<li>No ITCD, a base de c&aacute;lculo &eacute; o valor total dos bens transmitidos por doa&ccedil;&atilde;o ou heran&ccedil;a, descontados destes as d&iacute;vidas e encargos, se existentes.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>BEM EM CONDOM&Iacute;NIO<\/strong> &#8211; O condom&iacute;nio ocorre quando existe um dom&iacute;nio de mais de uma pessoa, ao mesmo tempo, sobre um determinado bem, ou partes de um bem, todas com os mesmos direitos sobre o bem. Nessa situa&ccedil;&atilde;o, cada cond&ocirc;mino tem assegurada uma fra&ccedil;&atilde;o ou cota desse bem. Um exemplo:&nbsp; filhos que herdam dos pais uma fazenda e tornam-se propriet&aacute;rios em comum do im&oacute;vel, na condi&ccedil;&atilde;o de cond&ocirc;minos, at&eacute; que seja feito o seu desmembramento em partes desse bem, de forma a individualizar a propriedade de cada um.<\/p>\n<p><strong><a id=\"c\" name=\"c\"><\/a>CESS&Atilde;O DE DIREITO <\/strong>&ndash; A cess&atilde;o de direito ocorre quando uma pessoa, f&iacute;sica ou jur&iacute;dica, cede para outra pessoa algum direito sobre alguma coisa. Esta cess&atilde;o pode ser onerosa (compra e venda) ou gratuita (doa&ccedil;&atilde;o). Por meio da cess&atilde;o de direitos onerosa, por exemplo, o vendedor, conhecido como cedente, repassa ao comprador, o cession&aacute;rio, o direito sobre o bem objeto da cess&atilde;o, que poder&aacute; ser m&oacute;vel ou im&oacute;vel. Por meio da cess&atilde;o de direitos gratuita, como no direito de usufruto de um bem, o cedente (a pessoa que tem a propriedade e a posse do bem), cede a outros, sem &ocirc;nus, ou seja, gratuitamente, o direito de posse e usufruto sobre esse bem, sem deixar de ser seu propriet&aacute;rio.<\/p>\n<p><strong>CEDENTE<\/strong> &ndash; Aquele que cede o direito sobre um bem, de forma onerosa (mediante retribui&ccedil;&atilde;o financeira, por exemplo, como na venda de um direito) ou gratuita (sem &ocirc;nus).<\/p>\n<p><strong>CESSION&Aacute;RIO<\/strong> &#8211; Benefici&aacute;rio de uma cess&atilde;o; aquele a quem se faz uma cess&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>COLA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong> &ndash; Ato jur&iacute;dico pelo qual o herdeiro &eacute; obrigado a trazer (juntar) &agrave; massa comum da heran&ccedil;a toda e qualquer esp&eacute;cie de bem que tenha recebido do falecido em vida. A cola&ccedil;&atilde;o de bens &eacute; feita pelo valor que foi atribu&iacute;do a esses bens na doa&ccedil;&atilde;o, a n&atilde;o ser que essa avalia&ccedil;&atilde;o n&atilde;o tenha sido realizada, caso em que se far&aacute; a avalia&ccedil;&atilde;o para definir o quinh&atilde;o, a parte que caber&aacute; ao herdeiro benefici&aacute;rio da doa&ccedil;&atilde;o em vida (ver ADIANTAMENTO DA LEG&Iacute;TIMA).<\/p>\n<p><strong>COMPANHEIRO (A)<\/strong> &ndash; Condi&ccedil;&atilde;o das pessoas que se unem sem v&iacute;nculo matrimonial, mas que convivem como se fossem casados, constituindo, assim, uma fam&iacute;lia de fato. Para se reconhecer a condi&ccedil;&atilde;o de companheiro\/companheira &eacute; necess&aacute;rio que nenhum dos conviventes seja impedido de se casar, exceto na hip&oacute;tese que se encontre casado e estiver separado de fato ou judicialmente do parceiro anterior. (vide UNI&Atilde;O EST&Aacute;VEL).<\/p>\n<p><strong>COMUNH&Atilde;O PARCIAL DE BENS<\/strong> &ndash; &Eacute; o regime de bens entre os c&ocirc;njuges\/companheiros em que somente os bens adquiridos durante a uni&atilde;o pertencem ao casal. O patrim&ocirc;nio adquirido antes do casamento\/uni&atilde;o est&aacute;vel ou herdados n&atilde;o comunicam ao outro c&ocirc;njuge\/companheiro, isto &eacute;, n&atilde;o passam a pertencer a ele pelo fato de terem se unido pelo casamento ou pela uni&atilde;o est&aacute;vel.<\/p>\n<p><strong>COMUNH&Atilde;O UNIVERSAL DE BENS<\/strong> &#8211; &Eacute; o regime de bens entre os c&ocirc;njuges\/companheiros em que os bens pertencem ao casal, independentemente da data ou da forma de sua aquisi&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>C&Ocirc;NJUGE<\/strong> &#8211; Designa&ccedil;&atilde;o dada a cada uma das pessoas unidas pelos la&ccedil;os de uni&atilde;o civil.<\/p>\n<p><strong>C&Ocirc;NJUGE MEEIRO(A) <\/strong>&ndash; C&ocirc;njuge s&oacute;cio(a) para o(a)a qual est&aacute; destinada a metade dos bens do casal, metade esta que n&atilde;o far&aacute; parte da heran&ccedil;a a ser partilhada entre os herdeiros.<\/p>\n<p><strong>C&Ocirc;NJUGE SUP&Eacute;RSTITE <\/strong>&ndash; O c&ocirc;njuge sobrevivente; aquele que sobreviveu ao c&ocirc;njuge que faleceu.<\/p>\n<p><strong>CONTRIBUINTE<\/strong> &#8211; &Eacute; a pessoa natural ou jur&iacute;dica a quem a lei imp&otilde;e a obriga&ccedil;&atilde;o de pagar o tributo.<\/p>\n<p><strong>CONVIVENTE<\/strong> &ndash; &Eacute; a pessoa que convive com outra, com a inten&ccedil;&atilde;o de constituir uma fam&iacute;lia.<\/p>\n<p><strong><a id=\"d\" name=\"d\"><\/a>DE CUJUS<\/strong> &ndash; &Eacute; uma express&atilde;o latina, derivada de &quot;de cujus sucessione agitur&quot;, que significa &ldquo;de cuja sucess&atilde;o se trata&rdquo;, usada na &aacute;rea jur&iacute;dica como sin&ocirc;nimo de &ldquo;pessoa falecida&rdquo; ou &ldquo;autor da heran&ccedil;a&rdquo;, indicando que aquela pessoa deixou bens a inventariar.<\/p>\n<p><strong>DIREITOS REAIS<\/strong> &ndash; s&atilde;o os direitos previstos em lei sobre coisas, tais como o direito de propriedade, de uso, de usufruto, de servid&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>DISSOLU&Ccedil;&Atilde;O DE SOCIEDADE CONJUGAL<\/strong> &ndash; &eacute; o instituto jur&iacute;dico que estabelece o fim do regime matrimonial de bens dos c&ocirc;njuges e os frutos civis do trabalho ou ind&uacute;stria de ambos ou de cada um deles.<\/p>\n<p><strong>DISSOLU&Ccedil;&Atilde;O DE UNI&Atilde;O EST&Aacute;VEL<\/strong> &ndash; &eacute; representada por um ato jur&iacute;dico que formaliza o fim de uma uni&atilde;o est&aacute;vel. Pode ser feito por instrumento particular (um contrato entre as partes que tem o objetivo de documentar a data de t&eacute;rmino da uni&atilde;o, cessar os direitos e deveres das partes, liberar ambas as partes para iniciarem outro relacionamento) ou por meio de declara&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, isto &eacute;, feita no Tabelionato de Notas. Ter&aacute; que ser feita por via judicial quando o fim da uni&atilde;o n&atilde;o for amig&aacute;vel (n&atilde;o for de comum acordo) e quando houver filhos menores de idade ou incapazes, tal como no div&oacute;rcio.<\/p>\n<p><strong>DIV&Oacute;RCIO<\/strong> &ndash; &eacute; uma das formas de dissolu&ccedil;&atilde;o da sociedade conjugal dentre todas as formas previstas no c&oacute;digo civil brasileiro: pela morte de um dos c&ocirc;njuges; pela nulidade ou anula&ccedil;&atilde;o do casamento; pela separa&ccedil;&atilde;o judicial; pelo div&oacute;rcio. Para o div&oacute;rcio ser feito extrajudicialmente, ou seja, diretamente no cart&oacute;rio, &eacute; necess&aacute;rio que seja de comum acordo (amig&aacute;vel) e que o casal n&atilde;o tenha filhos menores de idade ou incapazes. O div&oacute;rcio judicial ser&aacute; obrigat&oacute;rio no processo de dissolu&ccedil;&atilde;o conjugal se existirem filhos menores de idade ou incapazes e se o casal n&atilde;o estiver de acordo quanto &agrave; partilha dos bens e das obriga&ccedil;&otilde;es e direitos parentais (se houver lit&iacute;gio). O div&oacute;rcio dever&aacute; ser sempre assistido por advogado, nas duas situa&ccedil;&otilde;es (judicial e extrajudicial). &nbsp;<\/p>\n<p><strong>DOA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong> &ndash; &eacute; um ato de liberalidade pelo qual a pessoa disp&otilde;e, gratuitamente, de bens ou vantagens do seu patrim&ocirc;nio. Ou seja, por livre e espont&acirc;nea vontade, por generosidade, a pessoa entrega a outra algo do seu patrim&ocirc;nio material. A doa&ccedil;&atilde;o depende tamb&eacute;m da aceita&ccedil;&atilde;o do donat&aacute;rio, aquele que a recebe. Chama-se de &ldquo;doa&ccedil;&atilde;o plena&rdquo; quando ela ocorre de forma plena, sem que sejam definidas condi&ccedil;&otilde;es ou reservas de uso ou frui&ccedil;&atilde;o do bem doado. Nesse caso, o donat&aacute;rio (aquele que est&aacute; recebendo a doa&ccedil;&atilde;o) passa a ter, ao mesmo tempo, a posse e a propriedade do bem. Por exemplo, a doa&ccedil;&atilde;o de uma casa, de pai para filho, onde o pai entrega ao filho a propriedade e a posse da casa, ao mesmo tempo.<\/p>\n<p><strong>DOA&Ccedil;&Atilde;O COM ENCARGO<\/strong> &#8211; &eacute; aquela em que o doador imp&otilde;e ao donat&aacute;rio uma incumb&ecirc;ncia, um encargo, que pode ser em benef&iacute;cio do doador, em benef&iacute;cio de um terceiro ou de interesse geral. Por exemplo, a doa&ccedil;&atilde;o de um terreno com a condi&ccedil;&atilde;o de o donat&aacute;rio construir nele uma escola.<\/p>\n<p><strong>DOA&Ccedil;&Atilde;O COM RESERVA DE USUFRUTO<\/strong> &#8211; &eacute; a forma de doa&ccedil;&atilde;o em que, ao mesmo tempo em que o bem &eacute; doado, o doador reserva, ret&eacute;m para si ou para outra pessoa o direito de usufruir do bem (usufruto). Por exemplo: os pais que tinham a plena propriedade do im&oacute;vel, doam ao filho a propriedade sobre uma casa e reservam para si o usufruto da casa, onde podem continuar morando (usufruindo), mesmo depois de doada a propriedade do im&oacute;vel ao filho.&nbsp; Neste caso, o ITCD n&atilde;o incide sobre o usufruto, pois o propriet&aacute;rio j&aacute; exercia o direito de usar e fruir do bem. O ITCD vai incidir sobre a transmiss&atilde;o n&atilde;o onerosa (sem &ocirc;nus, sem custo) da nua propriedade, isto &eacute;, vai incidir sobre a doa&ccedil;&atilde;o da nua propriedade. Atualmente, a base de c&aacute;lculo do valor do ITCD corresponde ao valor total (da propriedade e da posse) do bens ou dos bens doados, mas, no per&iacute;odo de 01\/01\/2001 a 02\/08\/2013, em que vigorou a Lei 13.772\/2000, a base de c&aacute;lculo da doa&ccedil;&atilde;o com reserva de usufruto era apenas de 50% sobre o valor do bens ou dos bens doados, no ato da doa&ccedil;&atilde;o. Os restantes 50% eram cobrados na extin&ccedil;&atilde;o desse usufruto, por ren&uacute;ncia ou por morte do usufrutu&aacute;rio. O usufruto pode ser formalizado por escritura p&uacute;blica lavrada no Tabelionato de Notas ou por documento judicial (formal de partilha, mandado ou carta de senten&ccedil;a), mas s&oacute; ser&aacute; constitu&iacute;do com o registro no Cart&oacute;rio de Registro de Im&oacute;veis.<\/p>\n<p><strong>DOA&Ccedil;&Atilde;O DA NUA PROPRIEDADE:<\/strong> ocorre quando a doa&ccedil;&atilde;o de um bem se d&aacute; de forma que o &ldquo;nu propriet&aacute;rio&rdquo; (aquele que det&eacute;m somente a propriedade do bem, sem ter a sua posse) transmite por doa&ccedil;&atilde;o, a uma terceira pessoa, essa nua propriedade. &ldquo;Nua-propriedade&rdquo; &eacute; o nome usado para a propriedade que n&atilde;o &eacute; completa, em que o seu propriet&aacute;rio est&aacute; &ldquo;despido&rdquo;, &ldquo;nu&rdquo; com rela&ccedil;&atilde;o ao usufruto do bem. A pessoa que n&atilde;o &eacute; propriet&aacute;ria do bem, mas usufrui da sua posse, &eacute; chamada de &ldquo;usufrutu&aacute;rio&rdquo;. Por exemplo, um filho que recebeu dos pais a doa&ccedil;&atilde;o da propriedade da casa em que eles continuam morando (usufruindo) &eacute; considerado o nu-propriet&aacute;rio do im&oacute;vel. O nu-propriet&aacute;rio do im&oacute;vel pode doar a propriedade que det&ecirc;m sobre ele a uma terceira pessoa. Essa terceira pessoa, que recebeu em doa&ccedil;&atilde;o a nua-propriedade sobre o im&oacute;vel doado, tamb&eacute;m n&atilde;o vai poder usufruir do bem, enquanto n&atilde;o acontecer a morte dos usufrutu&aacute;rios ou estes n&atilde;o renunciarem ao usufruto ou o prazo previsto para o usufruto terminar, conforme o caso.<\/p>\n<p><strong>DOM&Iacute;NIO DIRETO<\/strong> &ndash; &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica relativa &agrave; propriedade de um bem onde o propriet&aacute;rio possui o seu dom&iacute;nio direto por meio da propriedade, embora n&atilde;o possa usufruir do bem ou das suas utilidades. &Eacute; tamb&eacute;m chamado de dom&iacute;nio limitado, para ser diferenciado do dom&iacute;nio pleno, que &eacute; o dom&iacute;nio de todos os direitos reais sobre a coisa.<\/p>\n<p><strong>DONAT&Aacute;RIO<\/strong> &ndash; &eacute; aquele que recebeu e aceitou uma doa&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong><a id=\"e\" name=\"e\"><\/a>ESP&Oacute;LIO<\/strong> &ndash; &eacute; o conjunto dos bens ou direitos deixados pelo falecido, administrado e representado pelo inventariante, at&eacute; a partilha entre os herdeiros e legat&aacute;rios.<\/p>\n<p><strong>EXCEDENTE DE MEA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong> &ndash; &eacute; a parte que excede &agrave; mea&ccedil;&atilde;o legal, destinada a um dos c&ocirc;njuges na partilha realizada durante o processo de dissolu&ccedil;&atilde;o conjugal.<\/p>\n<p><strong>EXCEDENTE DE QUINH&Atilde;O<\/strong> &ndash; &eacute; a parte a maior que excede o quinh&atilde;o legal destinado a um herdeiro na partilha realizada durante o processo de invent&aacute;rio causa mortis.<\/p>\n<p><strong>EXTIN&Ccedil;&Atilde;O DO USUFRUTO<\/strong> &ndash; &eacute; o fim do direito assegurado a algu&eacute;m de gozar ou usufruir das utilidades e frutos de um bem, cuja propriedade pertence a outra pessoa. A extin&ccedil;&atilde;o do usufruto pode se dar pela morte do usufrutu&aacute;rio (quem usufrui) ou pelo t&eacute;rmino do contrato, ou pela ren&uacute;ncia do usufrutu&aacute;rio, ou ainda pela consolida&ccedil;&atilde;o da propriedade plena, dentre outras possibilidades. A consolida&ccedil;&atilde;o significa que o nu propriet&aacute;rio passar&aacute; a exercer a posse plena (posse direta + posse indireta) do bem objeto do usufruto, como, por exemplo, acontece quando o usufrutu&aacute;rio adquire o bem e passa a ser tamb&eacute;m o seu nu-propriet&aacute;rio.&nbsp;<\/p>\n<p><strong><a id=\"f\" name=\"f\"><\/a>FATO GERADOR DO TRIBUTO<\/strong> &ndash; &eacute; o fato efetivamente realizado, materializado, que representa a realiza&ccedil;&atilde;o concreta de um comportamento descrito na lei, e que faz nascer uma obriga&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica com rela&ccedil;&atilde;o a um tributo.<\/p>\n<p><strong>FIDEICOMISSO<\/strong> &ndash; &eacute; a estipula&ccedil;&atilde;o de testamento por uma pessoa, na qual ela aponta uma outra como herdeiro ou legat&aacute;rio, e imp&otilde;e-lhe a obriga&ccedil;&atilde;o de, por sua morte ou sob determinada condi&ccedil;&atilde;o, transmitir a outra pessoa, a heran&ccedil;a ou o legado, indicado pelo testador. Assim, o fideicomisso resulta na indica&ccedil;&atilde;o de dois herdeiros ou legat&aacute;rios sucessivos, mostrando uma forma de substitui&ccedil;&atilde;o de herdeiros ou legat&aacute;rios. O primeiro herdeiro ou legat&aacute;rio &eacute; chamado de fiduci&aacute;rio; o segundo, a quem o fiduci&aacute;rio tem a obriga&ccedil;&atilde;o de transmitir a heran&ccedil;a ou o legado, &eacute; chamado de fideicomiss&aacute;rio.<\/p>\n<p><strong>FIDEICOMISS&Aacute;RIO <\/strong>&ndash; no fideicomisso, &eacute; o segundo legat&aacute;rio que receber&aacute; do fiduci&aacute;rio o bem transmitido pelo testador.<\/p>\n<p><strong>FIDUCI&Aacute;RIO<\/strong> &ndash; &eacute; o legat&aacute;rio a quem coube transmitir um bem recebido em raz&atilde;o de um fideicomisso.<\/p>\n<p><strong><a id=\"h\" name=\"h\"><\/a>HERAN&Ccedil;A<\/strong> &ndash; Em sentido comum, geral, &eacute; entendido como o conjunto de bens ou o patrim&ocirc;nio deixado por uma pessoa que faleceu. Neste sentido se compreendem todos os bens, direitos e a&ccedil;&otilde;es do falecido, como todas as suas d&iacute;vidas e encargos a que estava obrigado. Em sentido restrito, o termo &quot;heran&ccedil;a&quot; indica a parte ou quinh&atilde;o do acervo heredit&aacute;rio que coube a cada herdeiro; motivo pelo qual se diz que a responsabilidade ou a obriga&ccedil;&atilde;o do herdeiro n&atilde;o vai al&eacute;m da for&ccedil;a da heran&ccedil;a, isto &eacute;, da parte que lhe foi atribu&iacute;da.<\/p>\n<p><strong>HERDEIRO<\/strong> &#8211; &eacute; aquele que tem direito de suceder na propriedade dos bens, no todo ou em parte, ap&oacute;s a morte do propriet&aacute;rio.<\/p>\n<p><strong>HERDEIRO LEG&Iacute;TIMO<\/strong> &ndash; &eacute; o herdeiro natural, isto &eacute;, aquele que &eacute; reconhecido pela lei e como tal &eacute; convocado para partilhar da heran&ccedil;a. Tamb&eacute;m chamado de herdeiro necess&aacute;rio, em distin&ccedil;&atilde;o ao herdeiro testament&aacute;rio.<\/p>\n<p><strong>HERDEIRO NECESS&Aacute;RIO<\/strong> &ndash; &eacute; a pessoa que, pela lei, necessariamente deve herdar os bens do falecido por fazer parte da linha de sucess&atilde;o prevista na lei, tais como os descendentes (filho, neto, bisneto etc.) e os ascendentes (pai, av&ocirc;, bisav&ocirc; etc.). Tamb&eacute;m chamado de legitim&aacute;rio ou reservat&aacute;rio.<\/p>\n<p><strong>HERDEIRO TESTAMENT&Aacute;RIO<\/strong> &ndash; &eacute; a pessoa que herda por for&ccedil;a de testamento, mesmo n&atilde;o fazendo parte da linha sucess&oacute;ria do falecido.<\/p>\n<p><strong>HIP&Oacute;TESE DE INCID&Ecirc;NCIA<\/strong> &ndash; &eacute; uma das situa&ccedil;&otilde;es previstas em lei para as quais cabe a obriga&ccedil;&atilde;o de pagamento do Imposto, isto &eacute;, s&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es que a lei aponta como situa&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis de acontecerem e que, se acontecerem, ser&atilde;o consideradas como fato gerador do ITCD.<\/p>\n<p><strong><a id=\"i\" name=\"i\"><\/a>INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O TESTAMENT&Aacute;RIA<\/strong> &ndash; &eacute; o ato de instituir um testamento, de testemunhar a vontade do testador. O testador &eacute; a pessoa que, estando em sua plena capacidade e na livre administra&ccedil;&atilde;o e disposi&ccedil;&atilde;o de seus bens, institui herdeiros e legat&aacute;rios da parte dispon&iacute;vel do seu patrim&ocirc;nio ap&oacute;s a sua morte.<\/p>\n<p><strong>INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O DE USUFRUTO<\/strong> &#8211; &eacute; o ato de conceder a algu&eacute;m que n&atilde;o &eacute; propriet&aacute;rio do bem o direito de gozar ou usufruir das utilidades e frutos desse bem, cuja propriedade pertence a outra pessoa. A institui&ccedil;&atilde;o do usufruto pode se dar de forma vital&iacute;cia (at&eacute; que o usufrutu&aacute;rio morra), ou por tempo determinado. Exemplo:&nbsp; uma pessoa &ldquo;A&rdquo; que tem a propriedade plena de um bem (det&eacute;m a propriedade mais a posse desse bem) transfere para a pessoa &ldquo;B&rdquo; o seu usufruto (direito de usar e fruir), de forma gratuita ou onerosa. Se a institui&ccedil;&atilde;o ocorrer de forma gratuita, incidir&aacute; sobre ela o ITCD, pago ao estado. Se a institui&ccedil;&atilde;o ocorrer de forma onerosa (mediante pagamento), incidir&aacute; o ITBI, pago ao munic&iacute;pio. Na institui&ccedil;&atilde;o de usufruto n&atilde;o h&aacute; incid&ecirc;ncia de imposto sobre a venda\/doa&ccedil;&atilde;o do bem, mas sim sobre a venda\/doa&ccedil;&atilde;o do direito de usar e gozar sobre a coisa.<\/p>\n<p><strong>INVENTARIANTE<\/strong> &ndash; &eacute; a pessoa que administra e representa o esp&oacute;lio, isto &eacute;, os bens e d&iacute;vidas deixadas pelo falecido, at&eacute; que estes sejam inventariados e partilhado entre os herdeiros. No invent&aacute;rio judicial, o inventariante &eacute; nomeado pelo juiz, e no invent&aacute;rio extrajudicial s&atilde;o os herdeiros que o nomeiam.<\/p>\n<p><strong>INVENT&Aacute;RIO<\/strong> &ndash; &eacute; a forma legal para relacionar, descrever e avaliar todos os bens do falecido quando da sua morte, para, enfim, realizar a partilha entre os herdeiros. Existem duas formas de realiza&ccedil;&atilde;o do invent&aacute;rio: extrajudicial, isto &eacute;, diretamente no cart&oacute;rio, ou judicialmente, que &eacute; a forma exigida quando existir testamento, se houver herdeiros incapazes ou se os herdeiros n&atilde;o concordarem entre si sobre a partilha dos bens do esp&oacute;lio. Em qualquer das duas formas, judicial ou extrajudicial, ser&aacute; necess&aacute;ria a atua&ccedil;&atilde;o do advogado ou defensor p&uacute;blico.<\/p>\n<p><strong>ISTI<\/strong> &ndash; Imposto sobre Transmiss&atilde;o de Bens Im&oacute;veis. &Eacute; um imposto cobrado pelo munic&iacute;pio quando se vende um im&oacute;vel. A responsabilidade pelo seu pagamento &eacute; de quem compra.<\/p>\n<p><strong>ITCD <\/strong>&ndash; Imposto sobre Transmiss&atilde;o Causa Mortis e Doa&ccedil;&atilde;o de Quaisquer Bens ou Direito. &Eacute; um imposto cobrado pelo Estado sobre o valor de heran&ccedil;a e doa&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p><strong><a id=\"l\" name=\"l\"><\/a>LEGADO<\/strong> &ndash; &eacute; a doa&ccedil;&atilde;o feita em testamento, com o objetivo de dar a certa pessoa determinado benef&iacute;cio ou vantagem econ&ocirc;mica.<\/p>\n<p><strong>LEGAT&Aacute;RIO<\/strong> &#8211; &eacute; o titular de um legado, ou seja, a pessoa que foi beneficiada por uma doa&ccedil;&atilde;o realizada por testamento pelo falecido. Tamb&eacute;m chamado de herdeiro testament&aacute;rio.<\/p>\n<p><strong>LEG&Iacute;TIMA<\/strong> &#8211; &eacute; a por&ccedil;&atilde;o de bens da heran&ccedil;a da qual o testador n&atilde;o pode doar, por estar reservada aos herdeiros necess&aacute;rios. De acordo com o C&oacute;digo Civil, a leg&iacute;tima &eacute; constitu&iacute;da pela metade dos bens da heran&ccedil;a.<\/p>\n<p><strong>LEG&Iacute;TIMA GRAVADA<\/strong> &ndash; a leg&iacute;tima &eacute; gravada quando sobre elas incidem encargos (d&iacute;vidas), tal como acontece quando se herda um im&oacute;vel gravado com hipoteca, que significa que aquele im&oacute;vel est&aacute; gravado como garantia de uma d&iacute;vida e, portanto, n&atilde;o pode ser vendido, por exemplo.&nbsp;<\/p>\n<p><strong><a id=\"m\" name=\"m\"><\/a>MEA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong> &#8211; no Direito das Sucess&otilde;es, mea&ccedil;&atilde;o &eacute; a parte que cabe ao c&ocirc;njuge sobrevivente, que compreende a metade dos bens do acervo. Mea&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se confunde com heran&ccedil;a, pois representa o direito de cada um na sociedade conjugal independentemente da sucess&atilde;o. Na uni&atilde;o conjugal civil, a mea&ccedil;&atilde;o refere-se &agrave; parte que cabe a cada um dos c&ocirc;njuges, de acordo com o regime de bens.<\/p>\n<p><strong>MONTE MOR<\/strong> &ndash; &eacute; a soma do valor dos bens que fazem parte do invent&aacute;rio. &Eacute; tamb&eacute;m chamado de acervo heredit&aacute;rio.<\/p>\n<p><strong><a id=\"n\" name=\"n\"><\/a>NUA-PROPRIEDADE<\/strong> &ndash; &eacute; a express&atilde;o usada para definir a propriedade que n&atilde;o &eacute; plena, em refer&ecirc;ncia ao propriet&aacute;rio que est&aacute; despojado (despido) de fruir a coisa, de desfrutar da coisa. O nu-propriet&aacute;rio &eacute; o titular da nua-propriedade, diferente daquele que n&atilde;o &eacute; o propriet&aacute;rio mas usufrui da coisa, chamado usufrutu&aacute;rio.<\/p>\n<p><strong>NU-PROPRIET&Aacute;RIO<\/strong> &#8211; &eacute; aquele que det&eacute;m a nua-propriedade, ou seja, a propriedade despida, em raz&atilde;o da institui&ccedil;&atilde;o do usufruto, de direito de usar e gozar. O nu-propriet&aacute;rio tem a propriedade do bem, mas n&atilde;o tem a sua posse, n&atilde;o pode usufruir do bem.<\/p>\n<p><strong><a id=\"o\" name=\"o\"><\/a>&Oacute;BITOS SUCESSIVOS <\/strong>&ndash; s&atilde;o os &oacute;bitos ocorridos na cadeia de sucess&atilde;o entre os envolvidos no invent&aacute;rio (herdeiros, meeiros, legat&aacute;rios). Por exemplo: ap&oacute;s o falecimento do autor da heran&ccedil;a a ser inventariada, seu meeiro e um dos seus herdeiros falece, deixando outros herdeiros, antes que o invent&aacute;rio do primeiro falecido seja processado e a partilha seja conclu&iacute;da. Para cada &oacute;bito ocorrido dever&aacute; ser feita uma declara&ccedil;&atilde;o de ITCD espec&iacute;fica, de forma individualizada, j&aacute; que cada uma dessas ocorr&ecirc;ncias corresponde a um fato gerador espec&iacute;fico.<\/p>\n<p><strong><a id=\"p\" name=\"p\"><\/a>PARTICIPA&Ccedil;&Atilde;O FINAL NOS AQUESTOS<\/strong> &#8211; &eacute; um dos regimes de bens previstos na legisla&ccedil;&atilde;o (C&oacute;digo Civil), em que cada c&ocirc;njuge possui o seu patrim&ocirc;nio pr&oacute;prio e, quando o casamento terminar, as partes repartir&atilde;o os bens que foram adquiridos durante o matrim&ocirc;nio a t&iacute;tulo oneroso (mediante pagamento). Exige o registro de pacto antenupcial.&nbsp; Assim, por exemplo, durante o casamento, qualquer bem que o c&ocirc;njuge possu&iacute;a antes de casar-se, ou que venha a adquirir a qualquer t&iacute;tulo (gratuito ou oneroso) durante a uni&atilde;o, ser&aacute; considerado particular. Com o t&eacute;rmino do casamento, ser&aacute; feito um balan&ccedil;o no patrim&ocirc;nio total para verificar quais bens foram adquiridos durante o casamento a t&iacute;tulo oneroso. Estes bens ser&atilde;o os aquestos, e dever&atilde;o ser partilhados entre os c&ocirc;njuges, de forma que cada c&ocirc;njuge ficar&aacute; com seus bens particulares adquiridos antes do casamento; com metade dos bens comuns, que foram adquiridos juntos pelo casal durante o casamento; com os bens pr&oacute;prios adquiridos durante o casamento, e com metade da diferen&ccedil;a do valor dos bens adquiridos pelo seu c&ocirc;njuge em nome pr&oacute;prio durante o casamento.<\/p>\n<p><strong>PARTILHA<\/strong> &ndash; &eacute; a reparti&ccedil;&atilde;o ou distribui&ccedil;&atilde;o dos bens e direitos do falecido no processo de invent&aacute;rio causa mortis, ou a reparti&ccedil;&atilde;o dos bens e direitos comuns do casal no processo de dissolu&ccedil;&atilde;o conjugal, ou a reparti&ccedil;&atilde;o dos bens e direitos entre os cond&ocirc;minos\/s&oacute;cios no processo de dissolu&ccedil;&atilde;o de condom&iacute;nio ou sociedade.<\/p>\n<p><strong>PROPRIEDADE PLENA<\/strong> &ndash; &eacute; a propriedade sobre um bem em que todos os direitos relativos sobre esse bem encontram-se nas m&atilde;os de uma mesma pessoa. &Eacute; composta da nua propriedade e dos direitos relativos a essa propriedade (direito de posse, de usufruto, de dispor etc.).<\/p>\n<p><strong><a id=\"q\" name=\"q\"><\/a>QUINH&Atilde;O<\/strong> &#8211; &eacute; a por&ccedil;&atilde;o que cabe a cada pessoa na divis&atilde;o de uma coisa. No invent&aacute;rio causa mortis &eacute; a parte da heran&ccedil;a que cabe a cada herdeiro.<\/p>\n<p><strong>REGIME DE BENS<\/strong> &#8211; &eacute; o conjunto de regras previstas na legisla&ccedil;&atilde;o (C&oacute;digo Civil) que os c&ocirc;njuges ou companheiros escolhem ao celebrar sua uni&atilde;o civil por meio do casamento ou da declara&ccedil;&atilde;o de uni&atilde;o est&aacute;vel, para definir juridicamente como os bens do casal ser&atilde;o administrados durante a uni&atilde;o e ao fim dessa uni&atilde;o, quer seja pelo div&oacute;rcio\/dissolu&ccedil;&atilde;o de uni&atilde;o est&aacute;vel, ou pela morte de um dos c&ocirc;njuges ou companheiros. Os regimes de bens previstos na lei s&atilde;o: comunh&atilde;o parcial de bens; comunh&atilde;o universal de bens; separa&ccedil;&atilde;o total ou convencional de bens; separa&ccedil;&atilde;o obrigat&oacute;ria de bens e participa&ccedil;&atilde;o final nos aquestos.<\/p>\n<p><strong><a id=\"r\" name=\"r\"><\/a>REN&Uacute;NCIA &Agrave; HERAN&Ccedil;A<\/strong> &ndash; &eacute; um neg&oacute;cio jur&iacute;dico pelo qual o herdeiro manifesta a sua inten&ccedil;&atilde;o de renunciar &agrave; sua parte na heran&ccedil;a deixada pelo falecido. A ren&uacute;ncia, para ser considerada v&aacute;lida e fazer parte do invent&aacute;rio, precisa cumprir determinadas condi&ccedil;&otilde;es, como ser expressa e formalizada por documento oficial.<\/p>\n<p><strong>REN&Uacute;NCIA A PESSOA DETERMINADA<\/strong> &ndash; tamb&eacute;m chamada de ren&uacute;ncia translativa, n&atilde;o se trata realmente de uma &ldquo;ren&uacute;ncia &agrave; heran&ccedil;a&rdquo;, pois, para que o herdeiro possa dispor da parte que lhe caberia na heran&ccedil;a em favor de outro herdeiro ou do meeiro, por exemplo, ele ter&aacute; que primeiro a&nbsp;receb&ecirc;-la. Isto quer dizer que, na verdade, ele aceitou a heran&ccedil;a e depois doou a sua parte, o seu quinh&atilde;o da heran&ccedil;a, a outra pessoa.<\/p>\n<p><strong>REN&Uacute;NCIA AO MONTE<\/strong> &ndash; &eacute; a forma de ren&uacute;ncia &agrave; heran&ccedil;a em que o herdeiro desiste da totalidade do quinh&atilde;o que lhe caberia, devolvendo ao monte da heran&ccedil;a esse quinh&atilde;o, de forma que a sua parte ser&aacute; distribu&iacute;da aos demais herdeiros.<\/p>\n<p><strong><a id=\"s\" name=\"s\"><\/a>SEPARA&Ccedil;&Atilde;O TOTAL OBRIGAT&Oacute;RIA<\/strong> &#8211; &eacute; um dos poss&iacute;veis regimes de bens do casamento ou da uni&atilde;o est&aacute;vel previsto na legisla&ccedil;&atilde;o (C&oacute;digo Civil), imposto para determinados casos: pessoas que se casaram com inobserv&acirc;ncia das causas suspensivas da celebra&ccedil;&atilde;o do casamento; pessoa maior de setenta anos; todos os que dependerem, para casar, de suprimento judicial. Se houver um div&oacute;rcio ou dissolu&ccedil;&atilde;o da uni&atilde;o est&aacute;vel a partir desse regime de bens, os bens adquiridos de forma onerosa durante a uni&atilde;o ser&atilde;o divididos, desde que haja comprova&ccedil;&atilde;o de que houve um esfor&ccedil;o comum para sua aquisi&ccedil;&atilde;o. Na morte de um dos c&ocirc;njuges, o c&ocirc;njuge sobrevivente n&atilde;o &eacute; considerado herdeiro daquele que faleceu. Ter&aacute; direito apenas &agrave; mea&ccedil;&atilde;o dos bens adquiridos onerosamente durante o relacionamento (aquilo a que teria direito em caso de div&oacute;rcio).<\/p>\n<p><strong>SEPARA&Ccedil;&Atilde;O CONVENCIONAL<\/strong> &ndash; &eacute; um dos poss&iacute;veis regimes de bens do casamento ou da uni&atilde;o est&aacute;vel previsto na legisla&ccedil;&atilde;o (C&oacute;digo Civil), adotado pelo casal por vontade pr&oacute;pria, por meio de pacto antenupcial. Em caso de div&oacute;rcio ou dissolu&ccedil;&atilde;o da uni&atilde;o est&aacute;vel em que esse regime de bens foi escolhido, n&atilde;o haver&aacute; divis&atilde;o dos bens que o casal durante a uni&atilde;o. Caber&aacute; a cada um o bem adquirido em nome pr&oacute;prio. Ocorrendo a morte de um dos c&ocirc;njuges ou companheiros, o c&ocirc;njuge sobrevivente &eacute; considerado herdeiro, concorrendo com os descendentes e ascendentes, se houver.<\/p>\n<p><strong>SOBREPARTILHA<\/strong> &ndash; &eacute; uma nova partilha de bens que, por qualquer raz&atilde;o, n&atilde;o foram divididos entre os herdeiros ou legat&aacute;rios, ou seja, &eacute; a segunda partilha ou a nova reparti&ccedil;&atilde;o de bens ou de coisas, que n&atilde;o foram partilhados antes. Tamb&eacute;m &eacute; chamada de partilha adicional.<\/p>\n<p><strong>SONEGADOS<\/strong> &ndash; a sonega&ccedil;&atilde;o de bens do invent&aacute;rio ocorre quando os bens que deveriam ser inventariados ou levados &agrave; cola&ccedil;&atilde;o s&atilde;o ocultados, escondidos, n&atilde;o declarados.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>SUCESS&Atilde;O LEG&Iacute;TIMA<\/strong> &#8211; &eacute; a que ocorre da forma prevista na lei, onde est&atilde;o registradas as possibilidades de sucess&atilde;o na propriedade dos bens deixados em heran&ccedil;a. Ocorre quando o falecido transmitente, o autor da heran&ccedil;a, n&atilde;o deixa testamento ou este &eacute; nulo, anul&aacute;vel ou caduco.<\/p>\n<p><strong>SUCESS&Atilde;O TESTAMENT&Aacute;RIA OU VOLUNT&Aacute;RIA<\/strong> &#8211; &eacute; aquela em que ocorre a transmiss&atilde;o heredit&aacute;ria por ato formalizado de &uacute;ltima vontade, ou seja, por testamento.<\/p>\n<p><strong>SUCESS&Atilde;O PROVIS&Oacute;RIA<\/strong> &#8211; &eacute; aquela que se abre quando h&aacute; senten&ccedil;a de declara&ccedil;&atilde;o de aus&ecirc;ncia de determinada pessoa, o que faz com que seus bens e direitos passem, com certas restri&ccedil;&otilde;es, aos seus herdeiros. Assim, uma pessoa considerada desaparecida, pode ter seus bens transmitidos aos seus herdeiros legais e testament&aacute;rios, de forma provis&oacute;ria, at&eacute; que a sua morte seja formalmente declarada, se for o caso.<\/p>\n<p><strong><a id=\"t\" name=\"t\"><\/a>TABELI&Atilde;O<\/strong> &#8211; Escriv&atilde;o p&uacute;blico, titular de cart&oacute;rio, que reconhece firmas, autentica c&oacute;pias de documentos, lavra escrituras, procura&ccedil;&otilde;es etc.<\/p>\n<p><strong>TESTAMENTO<\/strong> &ndash; &eacute; um ato jur&iacute;dico que tem como objetivo testemunhar a vontade do testador. O testador &eacute; a pessoa que, estando em sua plena capacidade e na livre administra&ccedil;&atilde;o e disposi&ccedil;&atilde;o de seus bens, institui herdeiros e legat&aacute;rios da parte dispon&iacute;vel do seu patrim&ocirc;nio ap&oacute;s a sua morte.<\/p>\n<p><strong>TRANSMISS&Atilde;O CAUSA MORTIS<\/strong> &ndash; &eacute; a transmiss&atilde;o, ou transfer&ecirc;ncia de um bem ou direito, por causa da morte da pessoa a quem esse bem ou direito pertencia.<\/p>\n<p><strong>TRANSMISS&Atilde;O N&Atilde;O ONEROSA<\/strong> &#8211; ato de transferir bem ou direito de forma gratuita, ou seja, n&atilde;o onerosa, sem &ocirc;nus. A transmiss&atilde;o causa mortis e a doa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o tipos de transmiss&atilde;o n&atilde;o onerosa.<\/p>\n<p><strong>TRIBUTO<\/strong> &ndash; &eacute; o pagamento obrigat&oacute;rio ao Estado, previsto em lei, devendo ocorrer sempre que se d&ecirc; o seu fato gerador, ou seja, sempre que ocorra, na pr&aacute;tica, a situa&ccedil;&atilde;o prevista em lei como suficiente para gerar o tributo. Os tipos de tributo previstos na Constitui&ccedil;&atilde;o Federal brasileira s&atilde;o: imposto, taxa, empr&eacute;stimo compuls&oacute;rio e contribui&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>TUTELA<\/strong> &ndash; t&iacute;tulo que se d&aacute; ao conjunto de direitos e obriga&ccedil;&otilde;es atribu&iacute;das a um terceiro (tutor) para que administre os bens e proteja a pessoa de um menor (tutelado), cujos pais tenham falecido ou tenham sido destitu&iacute;dos do poder de pais (p&aacute;trio poder) sobre esse menor.<\/p>\n<p><strong><a id=\"u\" name=\"u\"><\/a>UNI&Atilde;O EST&Aacute;VEL<\/strong> &ndash; Situa&ccedil;&atilde;o de fato de duas pessoas que se unem sem v&iacute;nculo matrimonial, mas que convivem como se fossem casados, constituindo, assim, uma fam&iacute;lia de fato, sem registro civil de casamento. A uni&atilde;o est&aacute;vel pode ser formalizada por meio de uma declara&ccedil;&atilde;o, mas, ainda assim, as pessoas unidas por essa condi&ccedil;&atilde;o de fato n&atilde;o t&ecirc;m seu estado civil alterado e, caso ocorra a dissolu&ccedil;&atilde;o da uni&atilde;o est&aacute;vel, o estado civil permanece o que era antes de constitu&iacute;-la.<\/p>\n<p><strong>UNI&Atilde;O EST&Aacute;VEL HOMOAFETIVA<\/strong> &ndash; Uni&atilde;o est&aacute;vel entre pessoas do mesmo sexo.<\/p>\n<p><strong>USUFRUTO<\/strong> &ndash; Direito assegurado a algu&eacute;m para que possa gozar ou fruir as utilidades e frutos de uma coisa, cuja propriedade pertence a outra. A institui&ccedil;&atilde;o do usufruto significa que duas pessoas ter&atilde;o direito sobre a coisa: o nu-propriet&aacute;rio (quem det&eacute;m a propriedade) e o usufrutu&aacute;rio (quem det&eacute;m a posse, uso, administra&ccedil;&atilde;o e recebe os frutos ou rendas produzidas pela coisa). O usufruto pode ser tempor&aacute;rio ou vital&iacute;cio. O direito ao usufruto &eacute; identificado como um dos direitos reais sobre as coisas, isto &eacute;, um poder jur&iacute;dico que uma pessoa, titular do bem, exerce sobre ele. S&atilde;o direitos reais previstos na lei: a propriedade, a superf&iacute;cie, as servid&otilde;es; o uso, a habita&ccedil;&atilde;o, o direito do promitente comprador do im&oacute;vel, o penhor, a hipoteca, a anticrese, a concess&atilde;o de uso especial para fins de moraria, a concess&atilde;o de direito real de uso, e o usufruto.<\/p>\n<p><strong>USUFRUTU&Aacute;RIO<\/strong> &ndash; &Eacute; a pessoa que tem o direito &agrave; posse, uso, administra&ccedil;&atilde;o e percep&ccedil;&atilde;o dos frutos ou rendas produzidas pelo bem, mas n&atilde;o tem a sua propriedade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; A | B | C | D | E | F | H | I | L | M | N | O|&nbsp;P | Q | R | S | T | U &nbsp; ABERTURA DE SUCESS&Atilde;O &ndash; a abertura da sucess&atilde;o heredit&aacute;ria ocorre no momento do falecimento de uma pessoa que deixa bens, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[135],"tags":[],"class_list":["post-27357","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-itcd"],"rttpg_featured_image_url":null,"rttpg_author":{"display_name":"wagner.viana","author_link":"https:\/\/goias.gov.br\/economia\/author\/wagner-viana\/"},"rttpg_comment":0,"rttpg_category":"<a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/economia\/categoria\/receita-estadual\/itcd\/\" rel=\"category tag\">ITCD<\/a>","rttpg_excerpt":"&nbsp; A | B | C | D | E | F | H | I | L | M | N | O|&nbsp;P | Q | R | S | T | U &nbsp; ABERTURA DE SUCESS&Atilde;O &ndash; a abertura da sucess&atilde;o heredit&aacute;ria ocorre no momento do falecimento de uma pessoa que deixa bens,&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/economia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27357","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/economia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/economia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/economia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/economia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27357"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/economia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27357\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/economia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27357"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/economia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27357"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/economia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27357"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}