

{"id":20321,"date":"2022-08-17T11:47:45","date_gmt":"2022-08-17T14:47:45","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/cultura\/vila-cultural-cora-coralina-inaugura-exposicao-da-artista-e-ativista-carioca-panmela-castro\/"},"modified":"2024-04-04T18:24:17","modified_gmt":"2024-04-04T21:24:17","slug":"vila-cultural-cora-coralina-inaugura-exposicao-da-artista-e-ativista-carioca-panmela-castro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/vila-cultural-cora-coralina-inaugura-exposicao-da-artista-e-ativista-carioca-panmela-castro\/","title":{"rendered":"Vila Cultural Cora Coralina inaugura exposi\u00e7\u00e3o da artista e ativista carioca Panmela Castro"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-20320\" src=\"http:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2022\/08\/190010_RetratosRelatos_003_A_-_G_3_1-657.jpeg\" alt=\"\" width=\"2383\" height=\"2393\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2022\/08\/190010_RetratosRelatos_003_A_-_G_3_1-657.jpeg 2383w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2022\/08\/190010_RetratosRelatos_003_A_-_G_3_1-657-300x300.jpeg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2022\/08\/190010_RetratosRelatos_003_A_-_G_3_1-657-1020x1024.jpeg 1020w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2022\/08\/190010_RetratosRelatos_003_A_-_G_3_1-657-150x150.jpeg 150w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2022\/08\/190010_RetratosRelatos_003_A_-_G_3_1-657-768x771.jpeg 768w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2022\/08\/190010_RetratosRelatos_003_A_-_G_3_1-657-1530x1536.jpeg 1530w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2022\/08\/190010_RetratosRelatos_003_A_-_G_3_1-657-2039x2048.jpeg 2039w\" sizes=\"(max-width: 2383px) 100vw, 2383px\" \/><\/p>\n<p align=\"center\"><em>Mostra &ldquo;Retratos Relatos&rdquo; reabre a grande sala da unidade de cultura que ficou fechada por quase tr&ecirc;s anos com pinturas que retratam a situa&ccedil;&atilde;o emblem&aacute;tica das mulheres durante a pandemia<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Vila Cultural Cora Coralina inaugura, &agrave;s 18h desta quinta-feira (18\/08), a exposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;Retratos Relatos&rdquo;, individual da artista carioca Panmela Castro, reconhecida nacional e internacionalmente por seu ativismo contra a viol&ecirc;ncia que atinge mulheres e a promo&ccedil;&atilde;o da Lei Maria da Penha. A mostra reabre a grande sala da unidade de cultura que ficou quase tr&ecirc;s anos fechada, durante o per&iacute;odo cr&iacute;tico da pandemia, e que passou por uma readequa&ccedil;&atilde;o na ilumina&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&quot;Agora estamos prontos para receber exposi&ccedil;&otilde;es maiores e j&aacute; temos programa&ccedil;&atilde;o fechada at&eacute; dezembro com exposi&ccedil;&otilde;es agendadas e espet&aacute;culos de teatro&quot;, comemora o coordenador da Vila Cultural Cora Coralina, Gilmar Camilo.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com curadoria e texto cr&iacute;tico de Keyna Eleison, a mostra chega ao p&uacute;blico goiano com novo recorte curatorial, ampliando o conhecimento e aprecia&ccedil;&atilde;o do mesmo acerca de sua obra e trajet&oacute;ria. Foram acrescentados cerca de 10 trabalhos entre pinturas e fotografias, criadas a partir de relatos de mulheres Brasil afora sobre casos de viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica, al&eacute;m de outras formas de abusos.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Durante a juventude, a pr&oacute;pria artista tamb&eacute;m foi v&iacute;tima de viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica, fato que a motivou a fundar, h&aacute; 10 anos, a Rede Nami, organiza&ccedil;&atilde;o que usa as artes para promo&ccedil;&atilde;o dos direitos das mulheres e o combate a abusos e viol&ecirc;ncias. &ldquo;O objetivo &eacute; que essas mo&ccedil;as n&atilde;o passem por situa&ccedil;&otilde;es ruins como a que passei&rdquo;, explica a artista.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Foi a partir dos relatos e depoimentos colhidos nas experi&ecirc;ncias com a Nami que Panmela deu in&iacute;cio &agrave; s&eacute;rie que comp&otilde;e a exposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;Retratos Relatos&rdquo; &#8211; composta por dezenas de hist&oacute;rias n&atilde;o s&oacute; sobre abuso contra a mulher, mas tamb&eacute;m sobre racismo, viol&ecirc;ncia institucional, maternidade, transi&ccedil;&atilde;o de g&ecirc;nero, etarismo e a situa&ccedil;&atilde;o feminina durante a pandemia, com o ac&uacute;mulo de fun&ccedil;&otilde;es do trabalho remoto e a responsabilidade pelos cuidados da fam&iacute;lia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Retratos Relatos&rdquo; tamb&eacute;m conta com o v&iacute;deo-performance &ldquo;Caminhar&rdquo;, sobre feminic&iacute;dio; e o objeto participativo &ldquo;Caixa de Descarte&rdquo;, obra in&eacute;dita da artista na qual o p&uacute;blico poder&aacute; abandonar objetos que trazem mem&oacute;rias ruins, presentear Panmela com objetos que considerem afetivos ou, ainda, eternizar outros itens, que vir&atilde;o a ser transformados em arte futuramente por ela, para a s&eacute;rie in&eacute;dita &ldquo;Objetos Afetivos&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A artista<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Panmela Castro &eacute; artista visual dedicada &agrave; pr&aacute;tica da performance. O foco em seu trabalho &eacute; o que a artista chama de &ldquo;uma busca incessante de afeto&rdquo;. Sua pr&aacute;tica, criada a partir de rela&ccedil;&otilde;es de alteridade e quest&otilde;es relacionadas ao sentimento de pertencimento, desdobra-se em mem&oacute;rias em diferentes m&iacute;dias, como pintura, v&iacute;deo, fotografia, objetos, instala&ccedil;&otilde;es, entre outros.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A partir de sua resid&ecirc;ncia permanente no Rio de Janeiro, a artista transita pelas cidades como andarilha, no que ela chama de deriva afetiva, deixando ao acaso contribui&ccedil;&otilde;es para o desenvolvimento de novos v&iacute;nculos afetivos e, assim, abrindo tamb&eacute;m novas rela&ccedil;&otilde;es afetivas com a arte.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2022, Panmela passou um m&ecirc;s entre Bras&iacute;lia, Goi&acirc;nia e o vilarejo goiano de Olhos D&rsquo;&Aacute;gua. Atualmente, Panmela &eacute; representada pela Galeria Luisa Strina, em S&atilde;o Paulo, uma das mais importante da Am&eacute;rica Latina.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al&eacute;m da Exposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;Retratos Relatos&rdquo; em Goi&acirc;nia, Panmela participa da exposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;Enciclop&eacute;dia Negra&rdquo;, em cartaz no Museu de Arte do Rio (MAR); &ldquo;Tomorrow is a Different Day&rdquo;, no Stedelijk Museum, um dos mais importantes da Europa; e da exposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;Encruzilhada&rdquo;, no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA).&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Projeto Letras Delas<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Durante a perman&ecirc;ncia da exposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;Retratos Relatos&rdquo;, tamb&eacute;m est&aacute; em andamento na Vila Cultural Cora Coralina o projeto Letras Delas, que abriga a mostra &ldquo;Autorretratos&rdquo; e sete viv&ecirc;ncias pr&aacute;ticas, as Confabula&ccedil;&otilde;es, com a curadoria educacional de C&aacute;ssia Nunes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Idealizado por Claudina Mattar, o &ldquo;Letra Delas&rdquo; &eacute; uma iniciativa que busca trazer a Goi&acirc;nia a intera&ccedil;&atilde;o com mulheres que rompem com o tradicional e que sejam vozes ativas na luta feminista. O objetivo principal do projeto &eacute; a contribui&ccedil;&atilde;o cultural para a regi&atilde;o Centro-oeste, que ainda &eacute; rodeada por preceitos machistas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O &ldquo;Letra Delas&rdquo; surge com a inten&ccedil;&atilde;o de propiciar esses di&aacute;logos atrav&eacute;s da arte aliados a programas educacionais que levem a sociedade a repensar as quest&otilde;es da luta feminista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Servi&ccedil;o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Exposi&ccedil;&atilde;o:<\/strong> Retratos e Relatos&nbsp; &ndash; Panmela Castro&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Abertura:<\/strong> 18\/08\/2022 | 18h<\/p>\n<p><strong>Curadoria:<\/strong> Keyna Eleison e Gilmar Camilo&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Local:<\/strong> Vila Cultural Cora Coralina (Rua 3, s\/n. St. Central. Goi&acirc;nia &#8211; GO).<\/p>\n<p><strong>Dura&ccedil;&atilde;o:<\/strong> 18 de agosto a 07 de outubro de 2022<\/p>\n<p><strong>Hor&aacute;rio de Visita&ccedil;&atilde;o: <\/strong>&nbsp;9h &agrave;s 17h (segunda a sexta);<\/p>\n<p><strong>Contato:<\/strong> (62) 3201-9863<\/p>\n<p>Entrada Franca.<\/p>\n<p>Contato: Jo&atilde;o Lucas Ribeiro &ndash; 62 994232423<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>PROGRAMA&Ccedil;&Atilde;O: EXPOSI&Ccedil;&Atilde;O &ldquo;RETRATOS RELATOS&rdquo; DE PANMELA CASTRO<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>25 AGOSTO<\/strong><\/p>\n<p>14h &ndash; 16h<\/p>\n<p>Confabula&ccedil;&atilde;o 1 &ndash; Ativa&ccedil;&otilde;es perform&aacute;ticas<\/p>\n<p>com&nbsp; &Acirc;mbar<\/p>\n<p>20 vagas<\/p>\n<p>P&uacute;blico desejado: pessoas pretas, ind&iacute;genas e amarelas.<\/p>\n<p>Requisito: Levar um objeto pequeno de significado afetivo pessoal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>16:30h &ndash; 18:30h<\/p>\n<p>Autorretrato 1 &ndash; Performance, feminismos e dissid&ecirc;ncias<\/p>\n<p>Ana Reis convida C&eacute;u Barbosa<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>01 SETEMBRO<\/strong><\/p>\n<p>14h &ndash; 16h<\/p>\n<p>Confabula&ccedil;&atilde;o 2 &ndash; Escritas de si<\/p>\n<p>com Mirna Kambeba Om&aacute;gua Yet&ecirc; Anaquiri<\/p>\n<p>12 vagas<\/p>\n<p>P&uacute;blico desejado: pessoas ind&iacute;genas, negras e demais interessadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>16:30h &ndash; 18:30h<\/p>\n<p>Autorretrato 2 &ndash; Como nascem as curandeiras?<\/p>\n<p>Priscilla Menescal convida Daya Gomes<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>08 SETEMBRO<\/strong><\/p>\n<p>14h &ndash; 16h<\/p>\n<p>Confabula&ccedil;&atilde;o 3 &ndash; Sanaci&oacute;n com rosas<\/p>\n<p>com Gabriela Rodrigues<\/p>\n<p>30 vagas<\/p>\n<p>P&uacute;blico desejado: qualquer pessoa interessada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>16:30h &ndash; 18:30h<\/p>\n<p>Autorretrato 3 &ndash; Desafios e resist&ecirc;ncias das mulheres ind&iacute;genas<\/p>\n<p>Evelin Cristina Tupinamb&aacute; convida Stefany Kambeba Om&aacute;gua Yet&ecirc; Anaquiri<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>15 SETEMBRO<\/strong><\/p>\n<p>14h &ndash; 16h<\/p>\n<p>Confabula&ccedil;&atilde;o 4 &ndash; Devaneios afro afetivos sob a perspectiva de AUTONOMIA DE QUERERES: a moda como vetor de transforma&ccedil;&atilde;o<\/p>\n<p>com Naya Violeta<\/p>\n<p>15 vagas<\/p>\n<p>P&uacute;blico desejado: prioritariamente pessoas que se identifiquem como mulheres, travestis, pessoas trans e\/ou n&atilde;o-bin&aacute;rias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>16:30h &ndash; 18:30h<\/p>\n<p>Autorretrato 4 &ndash; Boquinha de confus&atilde;o<\/p>\n<p>I&ecirc;da Figueir&oacute; convida Pietra Pedrosa<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>22 SETEMBRO<\/strong><\/p>\n<p>14h &ndash; 16h<\/p>\n<p>Confabula&ccedil;&atilde;o 5 &ndash; Contra a viol&ecirc;ncia obst&eacute;trica<\/p>\n<p>com Andr&eacute;ia Peroba Rosa<\/p>\n<p>20 vagas<\/p>\n<p>P&uacute;blico desejado: pessoas gestantes, acompanhantes e interessadas\/os\/es em geral<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>16:30h &ndash; 18:30h<\/p>\n<p>Autorretrato 5 &ndash; Saberes Quilombolas<\/p>\n<p>Kalu Oliveira convida Marta Quintiliano<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>29 SETEMBRO<\/strong><\/p>\n<p>14h &ndash; 16h<\/p>\n<p>Confabula&ccedil;&atilde;o 6 &ndash; Mexer a raba<\/p>\n<p>com Gleyde Lopes<\/p>\n<p>12 vagas<\/p>\n<p>P&uacute;blico desejado: negritude perif&eacute;rica que se identifique como LGBTQIAP+<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>16:30h &ndash; 18:30h<\/p>\n<p>Autorretrato 6 &ndash; Graffiti como ferramenta de transforma&ccedil;&atilde;o<\/p>\n<p>Karollez Viana convida Kaly<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>06 OUTUBRO<\/strong><\/p>\n<p>14h &ndash; 16h<\/p>\n<p>Confabula&ccedil;&atilde;o 7 &ndash; Inser&ccedil;&atilde;o profissional no circuito e mercado das artes visuais<\/p>\n<p>com Wanessa Cruz<\/p>\n<p>30 vagas<\/p>\n<p>P&uacute;blico desejado: prioritariamente pessoas que se identifiquem como mulheres, travestis, pessoas trans e\/ou n&atilde;o-bin&aacute;rias.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>16:30h &ndash; 18:30h<\/p>\n<p>Autorretrato 7 &ndash; Viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica familiar<\/p>\n<p>Fl&aacute;vys Guimar&atilde;es convida Luda Bulh&otilde;es<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mostra &ldquo;Retratos Relatos&rdquo; 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