

{"id":19067,"date":"2024-09-20T14:46:27","date_gmt":"2024-09-20T17:46:27","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/cultura\/?p=19067"},"modified":"2024-09-20T15:10:08","modified_gmt":"2024-09-20T18:10:08","slug":"galeria-antonio-sibasolly-e-mapa-lancam-ultimo-circuito-de-exposicoes-do-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/galeria-antonio-sibasolly-e-mapa-lancam-ultimo-circuito-de-exposicoes-do-ano\/","title":{"rendered":"Galeria Ant\u00f4nio Sibasolly e Mapa lan\u00e7am \u00faltimo circuito de exposi\u00e7\u00f5es do ano"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-19066\" src=\"http:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2021\/11\/Exposiao_Fereza-17b-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1920\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2021\/11\/Exposiao_Fereza-17b-scaled.jpg 2560w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2021\/11\/Exposiao_Fereza-17b-300x225.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2021\/11\/Exposiao_Fereza-17b-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2021\/11\/Exposiao_Fereza-17b-768x576.jpg 768w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2021\/11\/Exposiao_Fereza-17b-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2021\/11\/Exposiao_Fereza-17b-2048x1536.jpg 2048w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2021\/11\/Exposiao_Fereza-17b-600x450.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><\/p>\n<p align=\"center\"><em>Quatro mostras comp&otilde;em o circuito de 2021, realizadas com apoio financeiro do Fundo de Arte e Cultura, e ficam abertas &agrave; visita&ccedil;&atilde;o at&eacute; 14 de janeiro<\/em><\/p>\n<p>O calend&aacute;rio de atividades na &aacute;rea de artes visuais em An&aacute;polis est&aacute; movimentado. Na sexta-feira, dia 12, a Prefeitura e a Secretaria Municipal de Integra&ccedil;&atilde;o Social, Esporte e Cultura inauguram quatro exposi&ccedil;&otilde;es simultaneamente, as &uacute;ltimas do circuito 2021. Na Galeria Ant&ocirc;nio Sibasolly, &ldquo;Fereza&rdquo; e &ldquo;Pioneiros&rdquo;, e no Museu de Artes Pl&aacute;sticas (Mapa), &ldquo;Arte, tecnologia e gambiarra no acervo do Mapa&rdquo; e &ldquo;Excedente Monumental&rdquo;, primeira individual do artista anapolino Talles Lopes.<\/p>\n<p>As mostras contam com apoio financeiro do governo de Goi&aacute;s, por meio do Fundo de Arte e Cultura (FAC), mecanismo gerenciado pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult Goi&aacute;s), e&nbsp;ficam abertas &agrave; visita&ccedil;&atilde;o at&eacute; 14 de janeiro. &nbsp;&Eacute; importante ressaltar que o uso de m&aacute;scara continua obrigat&oacute;rio e tamb&eacute;m a observ&acirc;ncia de medidas de distanciamento como formas de preven&ccedil;&atilde;o &agrave; Covid-19.<\/p>\n<p>Talles Lopes &eacute; um artista que se dedica a pesquisar sobre os espa&ccedil;os a partir da cartografia (estudo dos mapas) e da arquitetura, que &eacute; sua &aacute;rea de forma&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica. Para &ldquo;Excedente Monumental&rdquo;, ele traz esses referenciais em trabalhos que partem da deforma&ccedil;&atilde;o cartogr&aacute;fica para dar &ecirc;nfase ao intermin&aacute;vel e inalcan&ccedil;&aacute;vel, ao sempre desconhecido interior brasileiro.<\/p>\n<p>O resultado dessa &ldquo;deforma&ccedil;&atilde;o&rdquo; &eacute; uma representa&ccedil;&atilde;o da monumentalidade do interior do pa&iacute;s e uma met&aacute;fora da dificuldade atual de superar a perman&ecirc;ncia dos argumentos de natureza colonialista impostos sobre o territ&oacute;rio h&aacute; mais cinco s&eacute;culos, destaca o artista.<\/p>\n<p>Segundo o curador e cr&iacute;tico de arte Divino Sobral, Lopes problematiza os processos cartogr&aacute;ficos como registro do espa&ccedil;o e de mensura&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es que nele ocorrem. Acentua o papel da cartografia tanto como arte quanto como ferramenta ideol&oacute;gica de controle sobre o territ&oacute;rio, e reflete sobre a representa&ccedil;&atilde;o do interior do Brasil na cartografia feita desde o s&eacute;culo 16 at&eacute; os anos 1960.<\/p>\n<p>Neste percurso, Talles Lopes conclui que os discursos de ocupa&ccedil;&atilde;o do interior brasileiro s&atilde;o continuamente atualizados em fun&ccedil;&atilde;o dos interesses de cada grupo e de cada &eacute;poca, mas se mant&ecirc;m com a mesma estrutura argumentativa sobre um lugar n&atilde;o dominado a ser permanentemente explorado, afirma Sobral.<\/p>\n<p><strong>Acervo<\/strong><\/p>\n<p>&ldquo;Arte, tecnologia e gambiarra no acervo do Mapa&rdquo;, montada na Sala Isaac Alarc&atilde;o, re&uacute;ne seis jovens artistas do cen&aacute;rio de arte contempor&acirc;nea brasileira: Carlos Mota de Morais, M&aacute;rcio H. Mota, Jo&atilde;o Angelini, Bruno Faria, Mario Grisolli, e a dupla Luciana Ohira e S&eacute;rgio Bonilha. Nela &eacute; apresentado um recorte com vis&atilde;o diversificada e pluralista de obras produzidas nas modalidades instala&ccedil;&atilde;o, videoinstala&ccedil;&atilde;o, anima&ccedil;&atilde;o e objeto, hoje integrantes do acervo do Mapa.<\/p>\n<p>A mostra tem a inten&ccedil;&atilde;o de provocar, no p&uacute;blico visitante, reflex&otilde;es sobre o desenvolvimento das narrativas po&eacute;ticas produzidas pelos artistas relacionadas &agrave;s m&iacute;dias digitais, seus conte&uacute;dos, temas, hist&oacute;ria, interfaces com as m&iacute;dias tradicionais da cria&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica, bem como a influ&ecirc;ncia destas nas cria&ccedil;&otilde;es de suas obras.<\/p>\n<p>O conceito curatorial da mostra &eacute; centrado na rela&ccedil;&atilde;o estabelecida entre a produ&ccedil;&atilde;o de artistas que lidam com m&iacute;dias h&iacute;bridas, como em Carlos Mota de Morais &ndash; GO, M&aacute;rcio H. Mota &ndash; DF, Jo&atilde;o Angelini &#8211; DF e Luciana Ohira e S&eacute;rgio Bonilha &ndash; SP\/MS; de artistas que lan&ccedil;am m&atilde;o da apropria&ccedil;&atilde;o de objetos funcionais (<em>ready made<\/em>), como em&nbsp; Bruno Faria &#8211; PE, e a de artistas como Mario Grisolli, em que os trabalhos s&atilde;o feitos a partir de gambiarras&nbsp; e t&eacute;cnicas seculares. O conjunto nos d&aacute; impress&atilde;o de que os artistas tendem a negar e, at&eacute; mesmo, se contrapor ao que h&aacute; de mais sofisticado nas tecnologias de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Tanto &ldquo;Excedente Monumental&rdquo; quanto a &ldquo;Arte, tecnologia e gambiarra&rdquo; integram o projeto Temporada de Exposi&ccedil;&otilde;es do MAPA, afirma o curador Paulo Henrique Silva. Ele acrescenta que o projeto inclui, ainda, &ldquo;Mulheres artistas no acervo do Mapa&rdquo;, realizada entre 15 de setembro e 6 de novembro, e uma mostra de fotografia, programada para o in&iacute;cio do pr&oacute;ximo ano.<\/p>\n<p>&ldquo;Nosso objetivo &eacute; levar ao p&uacute;blico a rica diversidade de obras que comp&otilde;em o acervo da institui&ccedil;&atilde;o, promovendo assim, a frui&ccedil;&atilde;o e visibilidade da cole&ccedil;&atilde;o de arte contempor&acirc;nea do munic&iacute;pio&rdquo;, acrescenta Paulo Henrique.<\/p>\n<p><strong>Fereza<\/strong><\/p>\n<p>Coletiva selecionada na modalidade nacional do Programa de Exposi&ccedil;&otilde;es da Galeria, &ldquo;Fereza&rdquo; &eacute; composta por trabalhos de &Eacute;lcio Miazaki (SP), J&uacute;nior Pimenta (CE) Kim Coimbra e Sara Uriarte, ambos de Santa Catarina. As obras apresentadas buscam a intensidade de como o outro sentir, pensar, reinventar o passado, vislumbrar o futuro e potencializar o presente na for&ccedil;a do dissenso, criando novas sensibilidades, entendimentos e perspectivas diante de determinadas situa&ccedil;&otilde;es e fatos.<\/p>\n<p>Fereza &eacute; uma exposi&ccedil;&atilde;o que, dentre outros aspectos, trata da rela&ccedil;&atilde;o do outro na arte a partir do olhar de um grupo de artistas com pesquisas muito espec&iacute;ficas que n&atilde;o se limitam ao tempo, ao espa&ccedil;o, as circunst&acirc;ncias e t&atilde;o pouco se reduz a quem as produz, afirma a curadora e pesquisadora Ana Cec&iacute;lia Soares.<\/p>\n<p>A proposta dos artistas &Eacute;lcio Miazaki, J&uacute;nior Pimenta, Kim Coimbra e Sara Uriarte foi selecionada entre as mais de duas centenas de inscri&ccedil;&otilde;es apresentadas para concorrer na modalidade nacional do Programa de Exposi&ccedil;&otilde;es da Galeria Ant&ocirc;nio Sibasolly.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m na Galeria, acontece nesse per&iacute;odo &ldquo;Pioneiros&rdquo;, idealizada para contribuir com o processo de conclus&atilde;o do projeto &ldquo;Pioneiros: a Hist&oacute;ria das Artes Visuais em An&aacute;polis&rdquo;, de autoria do Prof&ordm;. Dr. Jos&eacute; Loures. A exposi&ccedil;&atilde;o apresenta trabalhos de precursores das artes visuais em An&aacute;polis: Ant&ocirc;nio Sibasolly, Loures, Napefi, Zeneide Lucena, Isaac Alarc&atilde;o e Oswaldo Verano.<\/p>\n<p>O conjunto de trabalhos expostos faz parte do acervo do Museu de Artes Pl&aacute;sticas de An&aacute;polis (Mapa), e assim como o projeto &ldquo;Pioneiros&rdquo;, visa contribuir para a preserva&ccedil;&atilde;o da mem&oacute;ria das artes visuais de An&aacute;polis.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Servi&ccedil;o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Museu de Artes Pl&aacute;sticas de An&aacute;polis &#8211; Mapa<\/strong><\/p>\n<p><strong>&ldquo;Excedente Monumental&rdquo;<\/strong><br \/>\nIndividual de Talles Lopes<\/p>\n<p><strong>&ldquo;Arte, tecnologia e gambiarra no acervo do Mapa&rdquo;<\/strong><br \/>\nCom trabalhos de Carlos Mota de Morais, M&aacute;rcio H. Mota, Jo&atilde;o Angelini, Bruno Faria, Mario Grisolli, e a dupla Luciana Ohira e S&eacute;rgio Bonilha<\/p>\n<p>Quando: De 12\/11 a 14\/01<\/p>\n<p>Hor&aacute;rio de visita&ccedil;&atilde;o: 8h &agrave;s 12 e 14h &agrave;s 18h<br \/>\nAten&ccedil;&atilde;o: visita&ccedil;&atilde;o de p&uacute;blico &eacute; permitida de acordo com medidas preventivas de combate a Covid-19<\/p>\n<p><strong>Galeria Ant&ocirc;nio Sibasolly<\/p>\n<p>&ldquo;Fereza&rdquo;<\/strong><br \/>\nColetiva dos artistas &Eacute;lcio Miazaki, J&uacute;nior Pimenta, Sara Uriarte e Kim Coimbra<\/p>\n<p>Quando: De 12\/11 a 14\/01<br \/>\nHor&aacute;rio de visita&ccedil;&atilde;o: 8h &agrave;s 12 e 14h &agrave;s 18h<br \/>\nAten&ccedil;&atilde;o: visita&ccedil;&atilde;o de p&uacute;blico &eacute; permitida de acordo com medidas preventivas de combate a Covid-19<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quatro mostras comp&otilde;em o circuito de 2021, realizadas com apoio financeiro do Fundo de Arte e Cultura, e ficam abertas &agrave; visita&ccedil;&atilde;o at&eacute; 14 de janeiro O calend&aacute;rio de atividades na &aacute;rea de artes visuais em An&aacute;polis est&aacute; movimentado. 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