

{"id":18967,"date":"2021-10-18T15:41:34","date_gmt":"2021-10-18T18:41:34","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/cultura\/artista-plastico-goiano-gabriel-caetano-expoe-obras-ineditas-em-art-doll\/"},"modified":"2024-04-05T10:23:48","modified_gmt":"2024-04-05T13:23:48","slug":"artista-plastico-goiano-gabriel-caetano-expoe-obras-ineditas-em-art-doll","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/artista-plastico-goiano-gabriel-caetano-expoe-obras-ineditas-em-art-doll\/","title":{"rendered":"Artista pl\u00e1stico goiano, Gabriel Caetano exp\u00f5e obras in\u00e9ditas em ART DOLL"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-18966\" src=\"http:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2021\/10\/Bosque_De_Shambala_-_Foto_Felipe_Felps_12-07f-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1707\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2021\/10\/Bosque_De_Shambala_-_Foto_Felipe_Felps_12-07f-scaled.jpg 2560w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2021\/10\/Bosque_De_Shambala_-_Foto_Felipe_Felps_12-07f-300x200.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2021\/10\/Bosque_De_Shambala_-_Foto_Felipe_Felps_12-07f-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2021\/10\/Bosque_De_Shambala_-_Foto_Felipe_Felps_12-07f-768x512.jpg 768w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2021\/10\/Bosque_De_Shambala_-_Foto_Felipe_Felps_12-07f-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2021\/10\/Bosque_De_Shambala_-_Foto_Felipe_Felps_12-07f-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><\/p>\n<p align=\"center\"><em>A exposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;Bosque de Shambala&rdquo;, conta com a curadoria de Marco Ant&ocirc;nio Vieira, e mais um projeto contemplado pelo Fundo de Arte e Cultura<\/em><\/p>\n<p>Nesta quinta-feira, dia 21 de outubro, &agrave;s 19 horas, o artista pl&aacute;stico Gabriel Caetano abre exposi&ccedil;&atilde;o in&eacute;dita apresentando 21 obras em Art Doll, que expressam bio-personagens de aparente estranheza, de corpos transmorfos, que reclamam por vidas e exist&ecirc;ncias ceifadas, na trajet&oacute;ria humana da modernidade. &ldquo;Bosque de Shambala&rdquo; &eacute; um projeto de visita&ccedil;&atilde;o virtual, que estar&aacute; dispon&iacute;vel no site <a href=\"http:\/\/www.gabrielcaetano.art.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.gabrielcaetano.art.br<\/a>, criado para esta aprecia&ccedil;&atilde;o e reflex&atilde;o. O site vai reunir uma v&iacute;deo-exposi&ccedil;&atilde;o, dirigida por Simone Caetano, as fotos dos bonecos, feitas pela fot&oacute;grafa Jamilla Maria, e um v&iacute;deo sobre o processo criativo do artista criador. O projeto conta com apoio do Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goi&aacute;s.<\/p>\n<p><strong>Sobre a exposi&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>A montagem da exposi&ccedil;&atilde;o foi realizada em ambiente natural de Cerrado, &agrave;s margens do Ribeir&atilde;o Tapiocanga, em Piren&oacute;polis, e registrada pela fot&oacute;grafa Jamilla Maria. A &aacute;rea escolhida para a composi&ccedil;&atilde;o &eacute; um ambiente degradado por atividades ligadas &agrave; agropecu&aacute;ria, que foi revertida em &aacute;rea de preserva&ccedil;&atilde;o ambiental. O trabalho de cria&ccedil;&atilde;o do artista emergiu neste espa&ccedil;o de recupera&ccedil;&atilde;o, culminando na cria&ccedil;&atilde;o das pe&ccedil;as em <em>Art Doll, que<\/em> s&atilde;o elaboradas a partir de sele&ccedil;&atilde;o de elementos naturais org&acirc;nicos.<\/p>\n<p>Acompanhar o crescimento vegetal e o reaparecimento de p&aacute;ssaros e animais silvestres na reserva ambiental &agrave;s margens do Tapiocanga, batizada Terra Dhara, serviu como fonte de motiva&ccedil;&atilde;o e inspira&ccedil;&atilde;o para o desenvolvimento de arqu&eacute;tipos. Assim, o p&uacute;blico poder&aacute; conhecer os objetos de arte criados por Gabriel, que ressignificam seres e natureza, remontando idea&ccedil;&otilde;es de diferentes tempos, espa&ccedil;os e culturas, ao longo da hist&oacute;ria da humanidade, mas sobretudo, o que ebule na raiz destas figuras, em sua genealogia humana, existencial. A tecel&atilde;, a benzedeira, o ovo Filosofal, a fada Leda, a senhora do P&acirc;ntano, a raizeira, a costureira e a &aacute;rvore do ouro s&atilde;o algumas das personagens que integram a exposi&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Em sua leitura sobre as obras criadas por Gabriel, o curador Marco Ant&ocirc;nio Vieira diz: &ldquo;O Bosque de Shambhala ergue-se como uma nova utopia que acaba por apontar para o assassinato de vidas, culturas e saberes, o que se entende por epistemic&iacute;dio &ndash; a morte programada do conhecimento contra hegem&ocirc;nico.&rdquo;<\/p>\n<p>O curador ainda refor&ccedil;a: &ldquo;Esta mostra n&atilde;o se poderia conceber apartada da paisagem te&oacute;rica que ora se desenha, em que o Bosque de Shambhala transcende as fronteiras do misticismo de uma &lsquo;nova era&rsquo; e decididamente denuncia e descortina, por meio da elei&ccedil;&atilde;o de sua tem&aacute;tica e de seus processos, o que o desencantamento do mundo em verdade oculta, a saber, uma hist&oacute;ria de viol&ecirc;ncias simb&oacute;licas que compreendem desde a ca&ccedil;a &agrave;s bruxas na fronteira que marca a passagem do Medievo para a Renascen&ccedil;a, o exterm&iacute;nio ind&iacute;gena, a escravid&atilde;o de popula&ccedil;&otilde;es racializadas, a destrui&ccedil;&atilde;o e esgotamento dos recursos naturais, a persegui&ccedil;&atilde;o das dissid&ecirc;ncias sexuais e das desobedi&ecirc;ncias de g&ecirc;nero em nome do triunfo da hegemonia patriarcal que sobrevive agonizante e vampiresca na cultura neoliberal, cuja exist&ecirc;ncia s&oacute; se sustenta uma vez que tudo o que a ela se opuser for violentamente apagado, silenciado, soterrado, enterrado.&rdquo;<\/p>\n<p>Shambala, palavra que em s&acirc;nscrito significa: &ldquo;lugar de paz, felicidade, tranquilidade&rdquo;. Lugar vedado pela empresa da domina&ccedil;&atilde;o patriarcal.<\/p>\n<p><strong>O m&eacute;todo ou t&eacute;cnica<\/strong><\/p>\n<p><em>Art doll<\/em> &eacute; a t&eacute;cnica mista para se produzir um boneco utilizando materiais diversos. &Eacute; uma palavra que n&atilde;o ganhou tradu&ccedil;&atilde;o em nossa l&iacute;ngua, forasteira ainda, embora os primeiros bonecos da hist&oacute;ria sejam provenientes das Am&eacute;ricas. &ldquo;Tento criar mundos poss&iacute;veis habitados por seres fabulosos. Sou guiado por imers&otilde;es na natureza e meu trabalho surge, na maioria das vezes, a partir de um elemento org&acirc;nico j&aacute; sem vida. &Eacute; tanto um pedido de restitui&ccedil;&atilde;o como uma mistifica&ccedil;&atilde;o dos elementos naturais&rdquo;, explica o artista.<\/p>\n<p>As pe&ccedil;as s&atilde;o elaboradas de modo manual, com apar&ecirc;ncias multirraciais e zoomorfas. Gabriel se utilizou de diferentes procedimentos na composi&ccedil;&atilde;o t&ecirc;xtil, como descolora&ccedil;&atilde;o, tingimento com pigmentos naturais e outros tratamentos, que provocaram efeitos vari&aacute;veis e naturais aos bonecos. Al&eacute;m da introdu&ccedil;&atilde;o de material org&acirc;nico proveniente do Cerrado, a modelagem das fei&ccedil;&otilde;es e do corpo &eacute; feita a partir de suportes diversificados, podendo variar de cera de abelha, pol&iacute;mero, massa de biscuit, durepox, papier-m&acirc;ch&eacute; e outros, a depender do efeito desejado. Em sua maioria, as estruturas internas s&atilde;o feitas com fios de arame de diversas espessuras e depois recobertas. Pelo lento tempo de secagem de alguns materiais, intermitentes etapas v&atilde;o desvelando os rostos somente ap&oacute;s meses ou at&eacute; anos em desenvolvimento.<\/p>\n<p>Gabriel compartilha como &eacute; seu processo de cria&ccedil;&atilde;o: &ldquo;meu trabalho de pesquisa consiste em conectar achados: materiais, mem&oacute;rias e paisagens sociais de uma dimens&atilde;o m&iacute;tica ou de outras &eacute;pocas. Depois disso, passo a codific&aacute;-los em um patchwork de s&iacute;mbolos e a transferi-los para as dimens&otilde;es l&uacute;dicas da art doll. Nesse processo interv&ecirc;m as t&eacute;cnicas que d&atilde;o forma &agrave; obra, que passam basicamente pela modelagem do corpo e pelo desenvolvimento de figurinos, adere&ccedil;os e, por vezes, de cen&aacute;rios inteiros&rdquo;, comenta o artista.<\/p>\n<p><strong>Sobre o artista<\/strong><\/p>\n<p>Gabriel Caetano &eacute; artista pl&aacute;stico autodidata nascido em Goi&acirc;nia (1991). Vive e trabalha entre Piren&oacute;polis e a cidade de Goi&aacute;s, onde mant&eacute;m o projeto da Casa de Leodeg&aacute;ria &ndash; Resid&ecirc;ncia Art&iacute;stica. Sua produ&ccedil;&atilde;o dialoga com temas relacionados &agrave; conex&atilde;o entre a natureza e o corpo-esp&iacute;rito do homem, refletindo suas buscas pessoais, seus constantes tr&acirc;nsitos pelo mundo e as imers&otilde;es distantes dos centros urbanos. &Eacute; essa perspectiva de encontro com o natural que motiva seus desenhos e obras, trabalhos em t&eacute;cnica mista, experimentos em arte t&ecirc;xtil e figurinos, al&eacute;m de recentes incurs&otilde;es pela anima&ccedil;&atilde;o stopmotion. Entre 2015 e 2017, participou de processos de resid&ecirc;ncia art&iacute;stica com desenvolvimento de obras em Rishikesh (&Iacute;ndia) e Terre de Sacha &ndash; Pirineus (Fran&ccedil;a) &ndash; ambas resultando na exposi&ccedil;&atilde;o de art dolls em coletivas &ndash; e Verona (It&aacute;lia) &ndash; que visou o desenvolvimento de figurinos para um espet&aacute;culo de dan&ccedil;a. Desde 2011, realiza exposi&ccedil;&otilde;es do seu trabalho no estado em que nasceu.<\/p>\n<p><strong>Servi&ccedil;o: <\/strong>Bosque de Shambala: exposi&ccedil;&atilde;o virtual de Gabriel Caetano apresenta obras em <em>art doll<\/em><\/p>\n<p><strong>Data: <\/strong>Quinta-feira,<strong>&nbsp;<\/strong>21\/12<\/p>\n<p><strong>Hor&aacute;rio: <\/strong>19h<\/p>\n<p><strong>Site: <a href=\"http:\/\/www.gabrielcaetano.art.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.gabrielcaetano.art.br<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>Contato: <\/strong>N&aacute;dia Junqueira <a href=\"mailto:njunqueiraribeiro@gmail.com\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">njunqueiraribeiro@gmail.com<\/a> 61 9 8281 0759\/ Ana Paula Mota <a href=\"mailto:anapaulamota@gmail.com\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">anapaulamota@gmail.com<\/a> 62 9 9941-5464<\/p>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A exposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;Bosque de Shambala&rdquo;, conta com a curadoria de Marco Ant&ocirc;nio Vieira, e mais um projeto contemplado pelo Fundo de Arte e Cultura Nesta quinta-feira, dia 21 de outubro, &agrave;s 19 horas, o artista pl&aacute;stico Gabriel Caetano abre exposi&ccedil;&atilde;o in&eacute;dita apresentando 21 obras em Art Doll, que expressam bio-personagens de aparente estranheza, de corpos 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