

{"id":14133,"date":"2012-08-07T10:08:51","date_gmt":"2012-08-07T13:08:51","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/cultura\/cidade-de\/"},"modified":"2025-03-18T12:07:43","modified_gmt":"2025-03-18T15:07:43","slug":"cidade-de","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/cidade-de\/","title":{"rendered":"Cidade de Goi\u00e1s"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>1 &ndash; Hist&oacute;rico<\/strong><\/p>\n<p>A Cidade de Goi&aacute;s, antiga capital do Estado, surgiu com a chamada corrida do ouro. Foi fundada em 1727, por Bartolomeu Bueno da Silva Filho, com o nome de Arraial de Sant&rsquo;Anna. Tornou-se Vila Boa de Goi&aacute;s, em 1739, em homenagem a Bartolomeu Bueno e, ao mesmo tempo, aos &iacute;ndios Goyazes, seus primitivos habitantes. Na &eacute;poca, tomaram-se provid&ecirc;ncias para a constru&ccedil;&atilde;o dos primeiros pr&eacute;dios p&uacute;blicos para criar condi&ccedil;&otilde;es de abrigar a administra&ccedil;&atilde;o local. Assim, foram edificados, por exemplo, a Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte e o Pal&aacute;cio Conde dos Arcos &mdash; este foi constru&iacute;do entre 1735 e 1759.<\/p>\n<p>Vila Boa de Goi&aacute;s foi elevada a capitania geral em 8 de novembro de 1749, quando separou-se da capitania de S&atilde;o Paulo. A vila tornou-se cidade em 17 de setembro de 1818, por meio&nbsp;da carta R&eacute;gia de Dom Jo&atilde;o VI, com o nome de Cidade de Goi&aacute;s, mas a publica&ccedil;&atilde;o no Correio Oficial s&oacute; aconteceu exatamente um s&eacute;culo depois, em 17\/09\/1918. Foi capital do Estado at&eacute; 1937, quando se efetivou a mudan&ccedil;a da sede do governo para Goi&acirc;nia. A antiga capital teve seu tombamento na d&eacute;cada de 50. Gra&ccedil;as a esse esfor&ccedil;o, desde ent&atilde;o, tem podido preservar a singularidade de sua arquitetura e dos tra&ccedil;os do per&iacute;odo colonial.<\/p>\n<p>Em 26 de julho de 1961, o ent&atilde;o governador do Estado de Goi&aacute;s, Maurgo Borges, filho do interventor Pedro Ludovico Teixeira, assinou o decreto que transformou o Pal&aacute;cio Conde dos Arcos em monumento hist&oacute;rico e resid&ecirc;ncia de inverno dos governadores, bem como estabeleceu que, a partir daquele ano, no dia do anivers&aacute;rio da cidade (25 de julho), todos os governadores despachariam o expediente do governo na Cidade de Goi&aacute;s. Desde ent&atilde;o, durante dois dias, a cidade assiste &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do Governo Provis&oacute;rio, na &uacute;ltima semana do m&ecirc;s de julho, passando a ser, simbolicamente, a capital do Estado. Al&eacute;m disso, no mesmo ano Mauro Borges criou a Lei n&ordm; 3.635, que colocou a Cidade de Goi&aacute;s sob prote&ccedil;&atilde;o especial do governo. Com a transfer&ecirc;ncia da capital, Mauro Borges prestou homenagem &agrave; antiga Vila Boa e aos vilaboenses que, por mais de 200 anos, geriram os destinos do Estado.<\/p>\n<p>A Cidade de Goi&aacute;s travou intensa luta para conquistar o t&iacute;tulo de Patrim&ocirc;nio da Humanidade, junto &agrave; Unesco. Coordenado pelo Movimento Pr&oacute;-Cidade da Cidade de Goi&aacute;s Patrim&ocirc;nio da Humanidade, tendo &agrave; frente a professora Brasilete Caiado, morta em acidente automobil&iacute;stico, em 20 de setembro de 2003. O&nbsp;processo envolveu um conjunto de &oacute;rg&atilde;os e entidades, governo do Estado e comunidade e cumpriu um roteiro de a&ccedil;&otilde;es, definidas no Dossi&ecirc; de Goi&aacute;s. Este documento re&uacute;ne informa&ccedil;&otilde;es diversas sobre a antiga capital do Estado, abrangendo hist&oacute;ria&nbsp;e arquitetura, meio ambiente, popula&ccedil;&atilde;o e cultura.<\/p>\n<p>Em 1&ordm; de julho de 1999, o dossi&ecirc; foi entregue &agrave; Unesco (Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para Educa&ccedil;&atilde;o, Ci&ecirc;ncia e Cultura).&nbsp; Em audi&ecirc;ncia p&uacute;blica, em 25 de junho de 2001,&nbsp;a Unesco emitiu parecer favor&aacute;vel &agrave; concess&atilde;o do t&iacute;tulo, ap&oacute;s parecer tamb&eacute;m favor&aacute;vel do Icomos (Conselho Internacional de Monumentos e S&iacute;tios Hist&oacute;ricos).&nbsp; Finalmente, em 13 de dezembro de 2001,&nbsp; em Helsinque (Finl&acirc;ndia), a cidade&nbsp;foi declarada Patrim&ocirc;nio da Humanidade.<\/p>\n<p>Na noite de 31 de dezembro do mesmo ano (2001), uma forte chuva fez o Rio Vermelho transbordar. As &aacute;guas destru&iacute;ram a Igreja da Lapa, arrastou a Cruz do Anhanguera e causou estragos em v&aacute;rios outros pr&eacute;dios hist&oacute;ricos, como a prefeitura, o Hotel Municipal, Teatro S&atilde;o Joaquim e o Hospital S&atilde;o Pedro,&nbsp; danificando ainda 242 casas e deixando 180 pessoas desabrigadas. O governo do Estado, juntamente com a comunidade local, mobilizou v&aacute;rios &oacute;rg&atilde;os e institui&ccedil;&otilde;es num gigantesco esfor&ccedil;o de reconstru&ccedil;&atilde;o da cidade. O governo federal liberou R$ 2 milh&otilde;es do Projeto Monumenta, para as obras de reedifica&ccedil;&atilde;o do patrim&ocirc;nio atingido pelas &aacute;guas.<\/p>\n<p>Como mecanismo de valoriza&ccedil;&atilde;o da cultura, especialmente o cinema, e como forma de colocar Goi&aacute;s em evid&ecirc;ncia em &acirc;mbito mundial, no momento em que a Cidade de Goi&aacute;s come&ccedil;ava a pleitear o t&iacute;tulo de Patrim&ocirc;nio da Humanidade, o governo do Estado, por meio da Ag&ecirc;ncia Goiana de Cultura (Agepel), criou o&nbsp; Fica &ndash; Festival Internacional de Cinema e V&iacute;deo Ambiental. A primeira edi&ccedil;&atilde;o do festival aconteceu de 2 a 6 de junho de 1999 e teve 34 obras selecionadas, de 17 pa&iacute;ses. Em 2000 (de 35 de maio a 5 de junho) aconteceu o II Fica, com 38 obras selecionadas, de 15 pa&iacute;ses. A terceira edi&ccedil;&atilde;o (de 13 a 17 de junho de 2001) contou com 358 obras inscritas (36 selecionadas), de 42 pa&iacute;ses. Em 2002 (de 5 a 9 de junho), aconteceu o IV Fica, com 429 filmes inscritos, de 63 pa&iacute;ses. Foram selecionadas 49 obras, de 24 pa&iacute;ses. A quinta edi&ccedil;&atilde;o (de 10 a 15 de junho de 2003) contou com 299 obras, de 34 pa&iacute;ses (28 selecionadas, de 13 na&ccedil;&otilde;es). Contou com or&ccedil;amento de R$ 1,5 milh&atilde;o. A mais recente edi&ccedil;&atilde;o, o VI Fica (de 1&ordm; a 6 de junho), recebeu 222 inscri&ccedil;&otilde;es de 48 pa&iacute;ses. Uma das novidades foi a volta do Teatro S&atilde;o Joaquim &agrave; sua antiga condi&ccedil;&atilde;o de cinema e teatro, ap&oacute;s a&ccedil;&otilde;es de reforma e readapta&ccedil;&atilde;o. &nbsp;<\/p>\n<p>O apogeu do calend&aacute;rio tur&iacute;stico da Cidade de Goi&aacute;s acontece na Semana Santa, quando se celebra a Prociss&atilde;o do Fogar&eacute;u. A festa mistura religiosidade e folclore, uma tradi&ccedil;&atilde;o que se mant&eacute;m h&aacute; mais de dois s&eacute;culos. O evento atrai as aten&ccedil;&otilde;es do Pa&iacute;s.<\/p>\n<p><strong>2 &ndash; Popula&ccedil;&atilde;o:<\/strong>&nbsp;24.493 habitantes. (IBGE &ndash; 2007)<\/p>\n<p><strong>Economia:<\/strong> Agropequaria e turismo<\/p>\n<p><strong>3 &ndash; Festas Culturais\/Religiosas<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>06 de janeiro <\/strong>&ndash; Folia de Santo Reis &ndash; Data Fixa<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>05 a 10 de abril <\/strong>&ndash; Semana dos Passos &ndash; Data Fixa<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>11 a 14 de abril <\/strong>&ndash; Semana das Dores &ndash; Data Fixa<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>19 de abril <\/strong>&ndash; Prociss&atilde;o do Fogar&eacute;u &ndash; Data Fixa<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>17 a 21 de abril <\/strong>&ndash; Semana Santa &ndash; Data Fixa<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>1&ordf; quinzena de abril <\/strong>&ndash; Domingo de P&aacute;scoa &ndash; Sa&iacute;da da Folia do Divino &ndash; Data M&oacute;vel<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>29 de maio a 03 de junho <\/strong>&ndash; Festa de Santa Rita &ndash; Data Fixa<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>04 de junho <\/strong>&ndash; Festa do Divino Esp&iacute;rito Santo &ndash; Data Fixa<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>26 de julho &#8211;<\/strong> Festa de Sant&acute;Ana, padroeira da cidade<\/span><\/p>\n<p><strong>4 &ndash; Bens Culturais\/Monumentos Hist&oacute;ricos: <\/strong><\/p>\n<pre><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;\"><strong>Areias - Igreja de Nossa Senhora Aparecida -<\/strong> I<\/span><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;\">ntegra o conjunto dos bens tombados. <\/span><\/pre>\n<p><a href=\"http:\/\/e-commerce.cultura.com.br\/shopping\/mostra_noticia.asp?txtEntidade=24658\"><span style=\"color: #333333;\"><strong>Capela de S&atilde;o Jo&atilde;o Batista &ndash;<\/strong> Tombada em 5 de novembro de 1953, Livro do Tombo das Belas Artes, volume I, folha 79. Lei Estadual n&ordm; 8.915, de 13 de outubro de 1980. (no Arraial do Ferreiro).<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/e-commerce.cultura.com.br\/shopping\/mostra_noticia.asp?txtEntidade=24660\"><span style=\"color: #333333;\"><strong>Casa de Cora Coralina &ndash;<\/strong> o pr&eacute;dio n&atilde;o &eacute; tombado individualmente, mas integra o conjunto do Centro Hist&oacute;rico, com prote&ccedil;&atilde;o federal a partir do processo 345-T-42, inscri&ccedil;&atilde;o no Livro do Tombo das Belas Artes, fl.97, de 18\/09\/80.<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/e-commerce.cultura.com.br\/shopping\/mostra_noticia.asp?txtEntidade=24662\"><span style=\"color: #333333;\"><strong>Catedral de Sant&rsquo;Ana &ndash;<\/strong> Integra o conjunto tombado.<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/e-commerce.cultura.com.br\/shopping\/mostra_noticia.asp?txtEntidade=24663\"><strong><span style=\"color: #333333;\">Chafariz da Carioca<\/span><\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/e-commerce.cultura.com.br\/shopping\/mostra_noticia.asp?txtEntidade=24664\"><span style=\"color: #333333;\"><strong>Chafariz de Cauda da Boa Morte &ndash;<\/strong>Tombado pela Lei Estadual n&ordm; 8.915, de 13 de outubro de 1980.<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/e-commerce.cultura.com.br\/shopping\/mostra_noticia.asp?txtEntidade=24665\"><strong><span style=\"color: #333333;\">Cruz do Anhanguera <\/span><\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/e-commerce.cultura.com.br\/shopping\/mostra_noticia.asp?txtEntidade=24666\"><span style=\"color: #333333;\"><strong>Igreja de Nossa Senhora do Carmo &ndash;<\/strong> Tombada em 13 de agosto 1985, inscri&ccedil;&atilde;o no Livro do Tombo das Belas Artes, volume I, fl. 72. Lei Estadual n&ordm; 8.915, de 13 de outubro de 1980.<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/e-commerce.cultura.com.br\/shopping\/mostra_noticia.asp?txtEntidade=24669\"><span style=\"color: #333333;\"><strong>Igreja de Santa B&aacute;rbara &ndash;<\/strong> Tombada em 13 abril de 1950, prote&ccedil;&atilde;o federal, processo 345-T-42, inscri&ccedil;&atilde;o n&ordm; 360, Livro do Tombo das Belas Artes, fl.73.<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/e-commerce.cultura.com.br\/shopping\/mostra_noticia.asp?txtEntidade=24673\"><span style=\"color: #333333;\"><strong>Igreja do Ros&aacute;rio &ndash;<\/strong> Tombada em 18 de setembro de 1978, inscri&ccedil;&atilde;o no Livro do Tombo das Belas Artes, volume I, fl.97.<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/e-commerce.cultura.com.br\/shopping\/mostra_noticia.asp?txtEntidade=24675\"><span style=\"color: #333333;\"><strong>Igreja Nossa Senhora da Abadia &ndash; <\/strong>Tombada em 13 abril de 1950. Livro do Tombo das Belas Artes, folha 73, processo 345-T-42.<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/e-commerce.cultura.com.br\/shopping\/mostra_noticia.asp?txtEntidade=24679\"><span style=\"color: #333333;\"><strong>Museu das Bandeiras &ndash; <\/strong>Tombado em 1951, prote&ccedil;&atilde;o federal, processo n&ordm; 345-T-942, inscri&ccedil;&atilde;o n&ordm; 395, Livro do Tombo das Belas Artes, fl.77. Lei Estadual n&ordm; 8.915, de 13 de outubro de 1980 (antiga Casa de C&acirc;mara e Cadeia).<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/e-commerce.cultura.com.br\/shopping\/mostra_noticia.asp?txtEntidade=24683\"><span style=\"color: #333333;\"><strong>Museu de Arte Sacra da Boa Morte &ndash;<\/strong> Tombado em abril de 1950, Inscri&ccedil;&atilde;o no Livro do Tombo das Belas Artes, Volume I, folha 72 (Igreja da Boa Morte).<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/e-commerce.cultura.com.br\/shopping\/mostra_noticia.asp?txtEntidade=24684\"><span style=\"color: #333333;\"><strong>Pal&aacute;cio Conde dos Arcos &ndash; <\/strong>Tombado em 1951, inscri&ccedil;&atilde;o no Livro do Tombo das Belas Artes, volume I, folhas 77.<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/e-commerce.cultura.com.br\/shopping\/mostra_noticia.asp?txtEntidade=24686\"><span style=\"color: #333333;\"><strong>Quartel do 20&ordm; Batalh&atilde;o de Infantaria &ndash; <\/strong>Tombado em 3 de julho de 1950, pelo Patrim&ocirc;nio Federal, inscri&ccedil;&atilde;o n&ordm; 280, Livro do Tombo, Volume I, folha 48, processo 345-T42, 31\/07\/1950. Lei Estadual 8.915, de 13 de outubro de 1980.<\/span><\/a><\/p>\n<pre><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><strong>Sede da Real Fazenda -<\/strong> Tombada no conjunto de bens.<\/span><\/pre>\n<p><a href=\"http:\/\/e-commerce.cultura.com.br\/shopping\/mostra_noticia.asp?txtEntidade=24693\"><span style=\"color: #333333;\"><strong>Igreja de S&atilde;o Francisco de Paula &ndash; <\/strong>Tombada em 13 de abril de 1950, inscrita no Livro do Tombo das Belas Artes, volume I, folha 72 e Lei Estadual n&ordm; 8.915, de 13 de outubro de 1980. <\/span><\/a><\/p>\n<p><strong>5 &ndash; Pontos Tur&iacute;sticos:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Todos os Monumentos Hist&oacute;ricos<\/strong> (acima citados).<br \/><strong>Rio Bacalhau<\/strong><strong><br \/><strong>Balne&aacute;rio Santo Ant&ocirc;nio<\/strong><br \/><strong>Balne&aacute;rio Cachoeira<\/strong><br \/><strong>Cachoeira das Andorinhas<\/strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>6 &ndash; Distrito \/ Povoado:<\/strong><\/p>\n<p><strong>&Aacute;guas de S&atilde;o Jo&atilde;o &ndash;<\/strong> a&nbsp;sete quil&ocirc;metros do munic&iacute;pio. (600 habitantes)<\/p>\n<p><strong>Calcil&acirc;ndia &ndash; <\/strong>a 58 quil&ocirc;metros do munic&iacute;pio. (600 habitantes)<\/p>\n<p><strong>Lajinha &ndash;<\/strong> a 45 quil&ocirc;metros (n&atilde;o foi informada a popula&ccedil;&atilde;o).<\/p>\n<p><strong>Col&ocirc;nia Viva &ndash; <\/strong>a 37 quil&ocirc;metros do munic&iacute;pio (500 habitantes).<\/p>\n<p><strong>7 &ndash; Rede de Ensino: <\/strong><\/p>\n<p><strong>Municipal:<\/strong> 2.128 alunos.<br \/><strong>Estadual:<\/strong> 5.272 alunos.<\/p>\n<p><strong>8 &ndash; Via de Acesso: <\/strong><\/p>\n<p>Cidade de Goi&aacute;s est&aacute; a 128 quil&ocirc;metros de Goi&acirc;nia.<br \/>Trajeto: Partindo-se de Goi&acirc;nia, toma-se a GO-070, passando por Goianira, Inhumas, Itau&ccedil;u e Itabera&iacute;. Da&iacute; at&eacute; Goi&aacute;s s&atilde;o aproximadamente 35 quil&ocirc;metros.<\/p>\n<p><strong>Hotelaria:<\/strong><\/p>\n<p>Casa Verde Hotel &ndash; Telefone: (62) 3371-2006<br \/>Hotel Anhanguera &ndash; Telefone: (62) 3371-2306<br \/>Hotel Araguaia &ndash; Telefone: (62) 3371-1462<br \/>Hotel Rio Vermelho &ndash; Telefone: (62) 3371-1386<br \/>Hotel Serrano &ndash; Telefone: (62) 3371-1825<br \/>Hotel Vila Boa &ndash; Telefone: (62) 3371-1000\/3000<br \/>Pousada do Bacalhau &ndash; Telefone: (62) 3371-1783<br \/>Pousada do Ip&ecirc; &ndash; Telefone: (62) 3371-2065<br \/>Pousada do Sol &ndash; Telefone: (62) 3371-1717<\/p>\n<div>\n<hr align=\"left\" size=\"1\" width=\"100%\"><\/div>\n<p><strong>Fontes:<\/strong> Material enviado (via fax) pela prefeitura ao Banco de Dados dos Munic&iacute;pios.<br \/>DERG0 (Lista de Dist&acirc;ncia dos Munic&iacute;pios &agrave; Capital).<br \/>Telefone da Prefeitura: (62) 3371-2607.<br \/>Mary Y&aacute;zigi &ndash; historiadora, funcion&aacute;ria do Arquivo Hist&oacute;rico Estadual<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>*OBS: Texto atualizado at&eacute; novembro de 2004.<\/strong><\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; 1 &ndash; Hist&oacute;rico A Cidade de Goi&aacute;s, antiga capital do Estado, surgiu com a chamada corrida do ouro. 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