

{"id":14126,"date":"2012-08-06T14:08:36","date_gmt":"2012-08-06T17:08:36","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/cultura\/le\/"},"modified":"2012-08-06T14:08:36","modified_gmt":"2012-08-06T17:08:36","slug":"le","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/le\/","title":{"rendered":"Lendas Goianas"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Lendas Goianas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>Rom&atilde;ozinho<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">Era um negrinho muito levado, que tornou-se uma esp&eacute;cie de diabinho. Tudo come&ccedil;ou quando o menino foi levar comida para o pai, na ro&ccedil;a. No caminho, resolveu comer os peda&ccedil;os de frango e deixar os ossos para o pai. O garoto disse ao pai que sua m&atilde;e havia mandado apenas aquilo. Enfurecido, o homem foi para casa, onde deu uma grande surra na mulher. Enquanto isso, Rom&atilde;ozinho morria de rir. Diante disso, sua m&atilde;e jogou-lhe uma praga: nunca mais o menino conseguiria ficar quieto. Desde ent&atilde;o, ele percorreu o sert&atilde;o fazendo arte e maldades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>P&eacute;-de-Garrafa<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; um selvagem, cabeludo, que s&oacute; tem o p&eacute; esquerdo com o qual deixa no solo uma pegada redonda. Adora aparecer para as pessoas nas matas e desaparece a seguir, deixando quem o viu assombrado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>Negro d&rsquo;&aacute;gua<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">Habita as margens dos rios dos cerrados. &Eacute; todo negro, tem cabe&ccedil;a pelada, m&atilde;os e p&eacute;s de pato. Aparece entre pedras, &agrave; tardinha ou em noites de luar a canoeiros e pescadores, tentando virar a canoa. A lenda &eacute; mais conhecida a partir do norte do Estado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>Rodeiro<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">Habita o Vale do Rio Araguaia.&nbsp; Trata-se de uma arraia gigantesca, que ataca pessoas, embarca&ccedil;&otilde;es e animais, nas praias dos rios.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><em>&nbsp;(link Magias e Supersti&ccedil;&otilde;es):<\/em><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>Cura de dor de dente<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">Escreve-se no ch&atilde;o tr&ecirc;s vezes a frase &ldquo;ar a mate&rdquo;. A seguir, rezam-se tr&ecirc;s Pais Nossos e tr&ecirc;s Ave-Marias a Santa Apol&ocirc;nia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>Para abreviar um parto<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">O marido deve correr tr&ecirc;s vezes em volta da casa, segurando um machado bem pesado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>Chifre de boi<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">Coloca-se um chifre de boi ou a cabe&ccedil;a de um boi pendurada na entrada da fazenda ou casa para proteger de mau-olhado, trazer prosperidade, afastar as pragas da lavoura e livrar as pessoas das tempestades ou secas prolongadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>Olho-do-sol<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para fazer parar de chover, fazem-se tr&ecirc;s c&iacute;rculos no ch&atilde;o, desenhados com o calcanhar e o ded&atilde;o descal&ccedil;o.<\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lendas Goianas &nbsp; Rom&atilde;ozinho Era um negrinho muito levado, que tornou-se uma esp&eacute;cie de diabinho. 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