

{"id":14119,"date":"2012-08-06T14:08:34","date_gmt":"2012-08-06T17:08:34","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/cultura\/festas\/"},"modified":"2025-05-26T15:10:22","modified_gmt":"2025-05-26T18:10:22","slug":"festas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/festas\/","title":{"rendered":"Festas Populares"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Festas Populares<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o pesquisador Jacy Siqueira, os registros apontam as Cavalhadas de Santa Cruz de Goi&aacute;s como a festa mais antiga do Estado. Elas teriam vindo com os festejos religiosos da Igreja Cat&oacute;lica, no in&iacute;cio da coloniza&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Quase todas essas manifesta&ccedil;&otilde;es populares t&ecirc;m fundo religioso, surgido com a propaga&ccedil;&atilde;o da f&eacute;&rdquo;, observa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, as Cavalhadas eram consideradas a festa dos ricos, que apresentavam bons cavalos, arreios de excelente qualidade e vistosas espadas. J&aacute; a Congada era a festa dos pobres. Com isso, as Cavalhadas homenageiam o Divino Esp&iacute;rito Santo, enquanto as Congadas prestam culto a Nossa Senhora do Ros&aacute;rio e a S&atilde;o Benedito. &ldquo;&Eacute; rara a presen&ccedil;a de negro nas cavalhadas tradicionais. Na congada, j&aacute; est&aacute; tudo misturado. O reflexo disso &eacute; que em muitas cidades coloniais como a Cidade de Goi&aacute;s (antiga capital) havia a Igreja dos Pretos. Essa discrimina&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m aparece nas manifesta&ccedil;&otilde;es populares&rdquo;, analisa o pesquisador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra manifesta&ccedil;&atilde;o que acontece em Santa Cruz de Goi&aacute;s &eacute; a contradan&ccedil;a ou dan&ccedil;a do velho. Curiosamente, sua origem &eacute; francesa. Nela, os homens vestem-se com casacos, cartolas, bengalas, bem ao estilo franc&ecirc;s, enquanto seus pares s&atilde;o meninos (de 13 a 15 anos) travestidos. &Eacute; uma dan&ccedil;a extremamente sensual, que chega mesmo a evocar uma rela&ccedil;&atilde;o sexual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma manifesta&ccedil;&atilde;o popular que ainda resiste &eacute; a folia de reis. Trata-se de uma cantoria de remota origem crist&atilde; europ&eacute;ia, que acontece na zona rural e urbana, entre o Natal e o Dia de Santos Reis (6 de janeiro).&nbsp; &Eacute; formada por um grupo de 12 foli&otilde;es, quase sempre cantadores e m&uacute;sicos. Eles entoam cantigas que louvam Jesus Cristo, rec&eacute;m-nascido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Carnaval de Rua &mdash; Porangatu <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cidade de Porangatu, na divisa de Goi&aacute;s com o Tocantins, p&ocirc;s os seus blocos Jib&oacute;ia e Mata-Cobra na rua pela primeira vez em 1981. Desde ent&atilde;o, tem um dos carnavais mais animados do Centro-Oeste. Com a presen&ccedil;a de trios el&eacute;tricos, a cidade espera anualmente cerca de 50 mil turistas, procedentes de diferentes pontos de Goi&aacute;s, do Tocantins, Distrito Federal e de Minas Gerais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Data<\/strong>: M&oacute;vel &ndash; Carnaval<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cavalhadas &mdash; Corumb&aacute; de Goi&aacute;s<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As Cavalhadas de Corumb&aacute; de Goi&aacute;s surgiram em meados do s&eacute;culo 18 (de 5 a 8 de setembro). Vista como uma das mais tradicionais festas do Estado, a manifesta&ccedil;&atilde;o retrata a batalha entre mouros e crist&atilde;os e atrai milhares de turistas. S&atilde;o 24 cavaleiros. Os mouros se vestem de vermelho e os crist&atilde;os de azul. Em corridas e lutas eles se enfrentam. No segundo dia, h&aacute; a luta final, com a vit&oacute;ria dos crist&atilde;os que convencem os mouros a se batizarem. A encena&ccedil;&atilde;o &eacute; marcada pela m&uacute;sica da Corpora&ccedil;&atilde;o 13 de Maio, que se apresenta h&aacute; 113 anos. No terceiro dia da festa, os grupos se confraternizam. E, finalmente, no dia 8 de setembro (&uacute;ltimo dia), as aten&ccedil;&otilde;es se voltam para Nossa Senhora da Penha, a padroeira da cidade. Paralelamente, h&aacute; barracas com comidas t&iacute;picas e o com&eacute;rcio de roupas e artesanatos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Data<\/strong><strong>: M&oacute;vel &ndash; Setembro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cavalhadas &mdash; Palmeiras de Goi&aacute;s<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Palmeiras de Goi&aacute;s tamb&eacute;m &eacute; palco das tradicionais cavalhadas, que acontecem em maio. A festa, que retrata o confronto entre mouros e crist&atilde;os, chama a aten&ccedil;&atilde;o pela beleza e pelo colorido dos trajes (crist&atilde;os, vestem-se de azul e mouros, de vermelho). As cavalhadas retratam as lutas de Carlos Magno, imperador dos francos (800 d.C.) e dos doze Pares de Fran&ccedil;a, investidos pelo Papa Le&atilde;o em cruzadas, com a miss&atilde;o de lutar contra os Sarracenos (Mouros), povos b&aacute;rbaros que haviam invadido a Pen&iacute;nsula Ib&eacute;rica (hoje Portugal e Espanha).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As cavalhadas chegaram ao Brasil com os portugueses e espanh&oacute;is, no in&iacute;cio do s&eacute;culo 16. Enquanto a festa de Piren&oacute;polis tem origem espanhola, a de Palmeiras de Goi&aacute;s possui tradi&ccedil;&atilde;o portuguesa. O tra&ccedil;o comum entre ambas as cavalhadas &eacute; a participa&ccedil;&atilde;o da banda de m&uacute;sica, com composi&ccedil;&otilde;es t&iacute;picas da cavalaria. As cavalhadas de Palmeiras de Goi&aacute;s s&atilde;o reconhecidas pela exuber&acirc;ncia de sua apresenta&ccedil;&atilde;o. Os cavaleiros exibem bela vestimenta, com muito brilho e harmonia, do capacete &agrave;s botas. Os cavalos desfilam com adornos nas cores prata e dourada. Os crist&atilde;os colocam-se &agrave; direita das autoridades, trajando capacetes e t&uacute;nicas de veludo azul, cal&ccedil;as brancas e botas pretas. Os mouros usam turbantes, t&uacute;nicas e cal&ccedil;a de veludo vermelho ornamentados com plumas e pedrarias de cores variadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Data<\/strong>: M&oacute;vel &ndash; Maio<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cavalhadas e Contradan&ccedil;a &mdash; Santa Cruz de Goi&aacute;s <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A festa possui data m&oacute;vel. Como as demais cavalhadas, o ritual consiste no confronto entre mouros e crist&atilde;os, representados respectivamente pelo rei e pelo imperador. A celebra&ccedil;&atilde;o atrai cerca de 5 mil pessoas\/dia. Al&eacute;m das Cavalhadas, Santa Cruz de Goi&aacute;s exibe ao visitante, h&aacute; 138 anos, a Contradan&ccedil;a, um ritual de origem francesa, manifesta&ccedil;&atilde;o folcl&oacute;rica de beleza singular. A dan&ccedil;a constitui-se na evolu&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica de 10 mascarados (em trajes vermelhos) e seus pares, em igual n&uacute;mero (s&atilde;o rapazes travestidos). H&aacute; ainda dois palha&ccedil;os e uma pequena banda. Os mascarados, na verdade, representam os nobres. O restante do pessoal forma o grupo de apoio. Numa cad&ecirc;ncia r&iacute;tmica, eles marcam os passos da dan&ccedil;a, numa evolu&ccedil;&atilde;o de harmonia e cores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Data<\/strong>: M&oacute;vel &ndash; 40 dias ap&oacute;s a p&aacute;scoa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Congada de Catal&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Congada de Catal&atilde;o &eacute; uma das festas mais antigas de Goi&aacute;s. Acontece h&aacute; 125 anos. A festa divide-se em duas partes: a religiosa, com missas, prociss&atilde;o e ter&ccedil;o, e a folcl&oacute;rica, que consiste em apresenta&ccedil;&atilde;o de m&uacute;sica e dan&ccedil;a e de visitas &agrave;s casas de moradores pioneiros. A festa come&ccedil;a com os ternos de congos (grupos de dan&ccedil;arinos) reunidos na Igreja de Nossa Senhora do Ros&aacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap&oacute;s a alvorada, os cantadores saem pelas ruas. Durante toda a semana acontecem a novena e a visita&ccedil;&atilde;o &agrave;s casas. A Congada de Catal&atilde;o tem abertura no segundo domingo de outubro. De origem africana, o ritual era realizado inicialmente apenas por integrantes da Irmandade do Ros&aacute;rio. Hoje, a festa re&uacute;ne cerca de 1,3 mil dan&ccedil;adores, divididos em 16 ternos (grupos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Data<\/strong>: M&oacute;vel &ndash; 2&ordm; Segunda-Feira de Outubro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Exposi&ccedil;&atilde;o Nacional de Orqu&iacute;deas &mdash; Piracanjuba <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma festa de cores e muita beleza. Assim &eacute; a Exposi&ccedil;&atilde;o Nacional de Orqu&iacute;deas, que acontece anualmente em maio (no terceiro final de semana), em Piracanjuba. O evento se realiza h&aacute; cerca de 20 anos e re&uacute;ne colecionadores e vendedores de orqu&iacute;deas de todo o Brasil e de outros pa&iacute;ses. A mostra conta com cerca de 50 expositores e exibe a m&eacute;dia de 25 mil flores origin&aacute;rias de diversas regi&otilde;es do mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Data<\/strong>: M&oacute;vel &ndash; de acordo com do Calend&aacute;rio Nacional &ndash; Cood. Associa&ccedil;&atilde;o dos Orquidofolus Do Brasil.(3&ordm; domingo de Maio)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Festa de Nossa Senhora do Pilar<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A festa em louvor de Nossa Senhora do Pilar, em Pilar de Goi&aacute;s, &eacute; uma das mais antigas do Estado. H&aacute; registros que remetem ao ano de 1690, quando acontecia a celebra&ccedil;&atilde;o em Minas Gerais e no Nordeste. Em Goi&aacute;s, a festa acontece no primeiro s&aacute;bado de setembro. A programa&ccedil;&atilde;o prev&ecirc; missa cantada, prociss&atilde;o, novena, desfile c&iacute;vico e as cavalhadas, o ponto alto da festa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Data<\/strong>: Festa &#8211; 05 a 08\/ Setembro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cavalhadas<\/strong> &ndash; dia 08 de Setembro &ndash; Comemora na data da Nossa Sr&ordf; do Pilar<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Festa de S&atilde;o Sebasti&atilde;o &mdash; Silv&acirc;nia <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora n&atilde;o haja registro oficial, acredita-se que a Festa de S&atilde;o Sebasti&atilde;o tenha surgido no s&eacute;culo 19, em Silv&acirc;nia. Ela tem in&iacute;cio na segunda quinzena de julho. S&atilde;o dez dias, em que acontecem novena, folia e prociss&atilde;o luminosa. H&aacute; ainda bingos, leil&otilde;es e barraquinhas que comercializam produtos diversos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Data<\/strong>: M&oacute;vel &ndash; 2&ordm; quinzena de Julho<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Festa em Louvor ao Divino Pai Eterno &ndash; Trindade<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Festa do Divino Pai Eterno, em Trindade (a 18 quil&ocirc;metros de Goi&acirc;nia) &eacute; uma das mais importantes do Estado. A romaria teria come&ccedil;ado em 1840, no arraial de Barro Preto, que deu lugar ao munic&iacute;pio, onde moradores encontraram uma medalha de barro, onde estava representada a Sant&iacute;ssima Trindade coroando Nossa Senhora. O fato levou v&aacute;rias pessoas ao local. Com o tempo, surgiu a romaria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O antigo medalh&atilde;o foi substitu&iacute;do por uma imagem semelhante, esculpida em madeira pelo artista pl&aacute;stico Veiga Valle. Mesmo representando a Sant&iacute;ssima Trindade (Pai, Filho e Esp&iacute;rito Santo), a festa &eacute; em louvor ao Divino Pai Eterno. Com o tempo, a romaria foi crescendo e passou a arrastar multid&otilde;es. A romaria acontece entre a &uacute;ltima semana de junho e o primeiro domingo de julho. Ainda hoje se mant&eacute;m a tradi&ccedil;&atilde;o com a presen&ccedil;a do carro-de-boi, principal meio de transporte das pessoas nos primeiros tempos da festa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Data<\/strong>: M&oacute;vel &ndash; sempre no final de Junho e come&ccedil;o de Julho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Festival Internacional de Cinema (Fica) &#8211; Cidade de Goi&aacute;s<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Goi&aacute;s j&aacute; incorporou ao seu calend&aacute;rio de festas o Festival Internacional de Cinema e V&iacute;deo Ambiental (Fica), que acontece em junho, na Cidade de Goi&aacute;s, antiga capital. Realizado pelo governo do Estado, via Ag&ecirc;ncia Goiana de Cultura (Agepel), o festival tem como objetivo fomentar a cria&ccedil;&atilde;o de filmes (em pel&iacute;cula e v&iacute;deo) voltados para a preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente. Ao mesmo tempo, o evento movimenta os diversos setores da cultura goiana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Data<\/strong>: em junho, m&ecirc;s internacional do meio ambiente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mostra Nacional de Teatro de Porangatu<\/strong>&nbsp;<strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como mecanismo de valoriza&ccedil;&atilde;o das artes c&ecirc;nicas, o Governo do Estado, por meio da Agepel, criou a Mostra Nacional de Teatro que acontece em Porangatu (data m&oacute;vel, mas quase sempre em novembro). S&atilde;o apresentados espet&aacute;culos teatrais regionais e pe&ccedil;as com grupos de express&atilde;o nacional. Paralelamente acontece uma programa&ccedil;&atilde;o musical variada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Data<\/strong>: M&oacute;vel &ndash; Novembro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Canto da Primavera &mdash; Mostra de M&uacute;sica de Piren&oacute;polis <\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A festa foi inserida no calend&aacute;rio goiano de festas em novembro de 2000, quando se realizou a primeira edi&ccedil;&atilde;o do evento, como um dos mais novos projeto da Ag&ecirc;ncia de Cultura (Agepel). Trata-se de uma amostragem da m&uacute;sica brasileira nos seus diferentes g&ecirc;neros. Do erudito ao sertanejo, do rock ao popular, com destaque para as cria&ccedil;&otilde;es regionais. A primeira edi&ccedil;&atilde;o da mostra levou a Piren&oacute;polis um p&uacute;blico estimado em 25 mil pessoas, oriundas principalmente de Bras&iacute;lia e cidades vizinhas.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Data: <\/strong>M&oacute;vel &ndash; setembro\/outubro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Prociss&atilde;o do Fogar&eacute;u &ndash; Cidade de Goi&aacute;s<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma das cerim&ocirc;nias mais tradicionais do Estado, a Prociss&atilde;o do Fogar&eacute;u acontece h&aacute; 260 anos, na Cidade de Goi&aacute;s, por ocasi&atilde;o da Semana Santa. Ritual que mistura religiosidade e folclore, a Prociss&atilde;o do Fogar&eacute;u teria chegado ao Arraial de Sant&rsquo;Anna (que deu origem &agrave; Cidade de Goi&aacute;s) durante a explora&ccedil;&atilde;o do ouro pelos portugueses. A primeira Semana Santa no local teria sido organizada pelo padre Jo&atilde;o Perestelo de Vasconcelos Esp&iacute;ndola, em 1745.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Agrave; meia-noite da chamada Quarta-Feira das Trevas, 40 farricocos, encapuzados, entoam can&ccedil;&otilde;es oitocentistas. Eles seguem um percurso que passa pela Igreja da Boa Morte, Igreja de Nossa Senhora do Carmo e Igreja do Senhor dos Passos. No momento da sa&iacute;da da prociss&atilde;o, todas as luzes da cidade se apagam. No ritual h&aacute; o som cadenciado de caixas. No percurso, est&atilde;o previstas algumas paradas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Prociss&atilde;o do Fogar&eacute;u est&aacute; repleta de simbolismos. O principal deles &eacute; representar a persegui&ccedil;&atilde;o a Jesus Cristo. Os archotes servem para procurar o Filho de Deus, em meio &agrave;s trevas da ignor&acirc;ncia humana. Um dos farricocos toca o clarim no meio da noite. &Eacute; a senha para anunciar a pris&atilde;o de Jesus Cristo, representado por um estandarte, pintado pelo artista pl&aacute;stico Veiga Valle, no S&eacute;culo XIX.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em seguida, o bispo local faz o serm&atilde;o alusivo &agrave; morte de Cristo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Data: <\/strong>M&oacute;vel &ndash; sempre dentro da Semana Santa<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Romaria de Muqu&eacute;m &#8211; Niquel&acirc;ndia <\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De 5 a 15 de agosto, o alvo do turismo goiano &eacute; Niquel&acirc;ndia (a 360 quil&ocirc;metros de Goi&acirc;nia), em cujo povoado (Muqu&eacute;m) acontece a festa em louvor de Nossa Senhora da Abadia. Anualmente h&aacute; um fluxo turistas de (cerca de 100 mil ) para o local das festividades que re&uacute;ne missas, batizados, casamentos e prociss&atilde;o. Em meio &agrave; programa&ccedil;&atilde;o religiosa, h&aacute; barracas com comidas t&iacute;picas e o com&eacute;rcio de artesanatos e outros artigos. Muitos romeiros v&atilde;o pagar promessas por gra&ccedil;as recebidas. O povoado de Muqu&eacute;m teria surgido por volta de 1750. Uma das vers&otilde;es sobre a romaria no local est&aacute; na obra <em>O<\/em> <em>Ermit&atilde;o de Muqu&eacute;m,<\/em> do romancista Bernardo Guimar&atilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Data<\/strong>: 05 a 15 de Agosto &ndash; (dia da Nossa Sr&ordf; da Abadia)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Festas Populares Segundo o pesquisador Jacy Siqueira, os registros apontam as Cavalhadas de Santa Cruz de Goi&aacute;s como a festa mais antiga do Estado. Elas teriam vindo com os festejos religiosos da Igreja Cat&oacute;lica, no in&iacute;cio da coloniza&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Quase todas essas manifesta&ccedil;&otilde;es populares t&ecirc;m fundo religioso, surgido com a propaga&ccedil;&atilde;o da f&eacute;&rdquo;, observa. 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