

{"id":14118,"date":"2012-08-06T14:08:21","date_gmt":"2012-08-06T17:08:21","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/cultura\/dan\/"},"modified":"2012-08-06T14:08:21","modified_gmt":"2012-08-06T17:08:21","slug":"dan","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/dan\/","title":{"rendered":"Dan\u00e7as"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p><strong>Dan&ccedil;as<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Dan&ccedil;a dos Tapuios<\/strong> &#8211; legado ind&iacute;gena &eacute; uma encena&ccedil;&atilde;o que em tempos mais remotos era ritual de catequese, mas que hoje &eacute; apenas uma dan&ccedil;a.&nbsp;<br \/> &nbsp;<\/li>\n<li><strong>Autos <\/strong>&#8211; Composi&ccedil;&atilde;o dram&aacute;tica origin&aacute;ria da Idade M&eacute;dia, compostos por can&ccedil;&otilde;es e &aacute;rias (solos), como As Pastorinhas, que acontece em Piren&oacute;polis desde 1922.&nbsp;<br \/> &nbsp;<\/li>\n<li><strong>Dan&ccedil;as folcl&oacute;ricas&nbsp; &#8211; <\/strong>S&atilde;o manifesta&ccedil;&otilde;es como o congo, o vil&atilde;o, o Mo&ccedil;ambique, a dan&ccedil;a do tambor e a catira, entre outras, boa parte das quais com influ&ecirc;ncia africana.&nbsp;<br \/> &nbsp;<\/li>\n<li><strong>Tambor <\/strong>&#8211; Segundo a folclorista goiana Regina Lacerda, em seu livro <em>Papa-Ceia &ndash; Not&iacute;cias do Folclore Goiano<\/em> (Gr&aacute;fica Oriente, 1968), para dan&ccedil;ar o Tambor, forma-se uma grande roda, em geral no terreiro, com participantes e assistentes. &ldquo;Originariamente dan&ccedil;a lasciva, hoje &eacute; considerada sagrada, pois foi a &uacute;nica que Nossa Senhora dan&ccedil;ou, de acordo com o depoimento de um dos nossos informantes. Dizem que deve ser dan&ccedil;ada com alegria, mas com respeito, pois &eacute; ela a dan&ccedil;a que acompanha a Rainha at&eacute; &agrave; igreja, nas festas do Ros&aacute;rio&rdquo;.&nbsp;<br \/> &nbsp;<\/li>\n<li><strong>Congadas &#8211; <\/strong>Foi introduzida pelos negros, &eacute; marcante em todo o interior brasileiro e est&aacute; ligada a festas do Divino Esp&iacute;rito Santo e de Nossa Senhora do Ros&aacute;rio. Dois grupos de homens, vestidos de vermelho e azul, simulam uma batalha. Enquanto isso, cantam e dan&ccedil;am ao som de viola e percuss&atilde;o.<\/li>\n<li><strong>Lundu &#8211; <\/strong>Dan&ccedil;a er&oacute;tica para a qual faz-se uma roda, em que os dan&ccedil;arinos v&atilde;o entrar e sair, um a um, enquanto a m&uacute;sica de viola acontece e muitas palmas.&nbsp;<br \/> &nbsp;<\/li>\n<li><strong>Catira &#8211; <\/strong>A dan&ccedil;a &eacute; feita em duas fileiras, uma de frente para a outra, em que todos saltam, batem palmas e o p&eacute; no ch&atilde;o, marcando o ritmo. &Eacute; dan&ccedil;ada tamb&eacute;m em &uacute;nica fileira, de frente para o p&uacute;blico.&nbsp; A catira &eacute; dan&ccedil;ada apenas por homens, num sapateado sincronizado e marcado por palmas. O pesquisador Jacy Siqueira v&ecirc; a catira como dan&ccedil;a tradicional da zona rural.<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>As Pastorinhas <\/strong>&#8211; Segundo o pirenopolino Dem&eacute;trio Pompeo de Pina, essa festa chegou &agrave; cidade em 1922, com o telegrafista Alonso Machado, que teria roubado o texto no Nordeste e levado para Piren&oacute;polis. Trata-se de um bailado de cerca de tr&ecirc;s horas, com aproximadamente 40 integrantes,&nbsp; a maioria mulheres. H&aacute; o cord&atilde;o azul e o vermelho, com 12 mo&ccedil;as cada um. No meio fica Diana, personagem cuja roupa tem metade vermelho e metade azul. &ldquo;As pessoas cantam e dan&ccedil;am, &eacute; um bailado mon&oacute;tono, cont&iacute;nuo&rdquo;, define Dem&eacute;trio.<\/li>\n<\/ul>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dan&ccedil;as &nbsp; Dan&ccedil;a dos Tapuios &#8211; legado ind&iacute;gena &eacute; uma encena&ccedil;&atilde;o que em tempos mais remotos era ritual de catequese, mas que hoje &eacute; apenas uma dan&ccedil;a.&nbsp; &nbsp; Autos &#8211; Composi&ccedil;&atilde;o dram&aacute;tica origin&aacute;ria da Idade M&eacute;dia, compostos por can&ccedil;&otilde;es e &aacute;rias (solos), como As Pastorinhas, que acontece em Piren&oacute;polis desde 1922.&nbsp; &nbsp; Dan&ccedil;as folcl&oacute;ricas&nbsp; &#8211; [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-14118","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"rttpg_featured_image_url":null,"rttpg_author":{"display_name":"gustavogoncalves","author_link":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/author\/gustavogoncalves\/"},"rttpg_comment":0,"rttpg_category":"Sem categoria","rttpg_excerpt":"Dan&ccedil;as &nbsp; Dan&ccedil;a dos Tapuios &#8211; legado ind&iacute;gena &eacute; uma encena&ccedil;&atilde;o que em tempos mais remotos era ritual de catequese, mas que hoje &eacute; apenas uma dan&ccedil;a.&nbsp; &nbsp; Autos &#8211; Composi&ccedil;&atilde;o dram&aacute;tica origin&aacute;ria da Idade M&eacute;dia, compostos por can&ccedil;&otilde;es e &aacute;rias (solos), como As Pastorinhas, que acontece em Piren&oacute;polis desde 1922.&nbsp; &nbsp; Dan&ccedil;as folcl&oacute;ricas&nbsp; &#8211;&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14118","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14118"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14118\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14118"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14118"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14118"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}