

{"id":6571,"date":"2018-01-11T06:55:53","date_gmt":"2018-01-11T08:55:53","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/controladoria\/o-grande-desafio-do-brasil-hoje-e-solucionar-os-problemas-do-sistema-prisional-afirma-marconi\/"},"modified":"2018-01-11T06:55:53","modified_gmt":"2018-01-11T08:55:53","slug":"o-grande-desafio-do-brasil-hoje-e-solucionar-os-problemas-do-sistema-prisional-afirma-marconi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/controladoria\/o-grande-desafio-do-brasil-hoje-e-solucionar-os-problemas-do-sistema-prisional-afirma-marconi\/","title":{"rendered":"O grande desafio do Brasil hoje \u00e9 solucionar os problemas do sistema prisional\u201d, afirma Marconi"},"content":{"rendered":"<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; background-image: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial;\"><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #222222;\">O governador Marconi Perillo concedeu, hoje, entrevista ao jornalista Jos&eacute; Luiz Datena, no programa 90 Minutos, da R&aacute;dio Bandeirantes, em que discutiu a necessidade de mudan&ccedil;as no sistema prisional brasileiro, e na &aacute;rea de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica. &ldquo;H&aacute; um problema no Brasil hoje que se chama sistema prisional. E ele existe por uma s&eacute;rie de raz&otilde;es. O grande desafio do Brasil hoje &eacute; solucionar os problemas do sistema prisional&rdquo;, declarou, ao ser questionado sobre a rebeli&atilde;o que ocorreu no dia 1.&ordm; de janeiro no Semiaberto da Col&ocirc;nia Agr&iacute;cola de Aparecida de Goi&acirc;nia.<\/p>\n<p><\/span><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #222222;\">Marconi ressaltou que um dos principais problemas relacionados ao sistema prisional &eacute; o crescimento do crime organizado e do narcotr&aacute;fico, em raz&atilde;o da abertura das fronteiras do Brasil &agrave; entrada de armas e drogas. &ldquo;O Brasil faz fronteira com doze pa&iacute;ses, e n&oacute;s n&atilde;o temos uma pol&iacute;tica nacional de seguran&ccedil;a das fronteiras. O contrabando e as drogas entram facilmente. Tenho defendido j&aacute; h&aacute; muitos anos &ndash; fui governador junto a quatro presidentes da Rep&uacute;blica, doze ministros &ndash; defendo h&aacute; 20 anos que coloquemos parte das For&ccedil;as Armadas e acertemos uma forma de realmente vigiar as fronteiras&rdquo;, endossou.<\/p>\n<p><\/span><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #222222;\">Ele tamb&eacute;m reafirmou que outro grande problema &eacute; a falta de recursos, j&aacute; que o governo federal n&atilde;o tem a obriga&ccedil;&atilde;o de investir em Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, e o custeio do setor &eacute; responsabilidade somente dos estados. &ldquo;N&oacute;s gastamos em sete anos, de 2011 a 2017, R$ 16,2 bilh&otilde;es em Seguran&ccedil;a P&uacute;blica e sistema prisional. O governo federal gastou R$ 150 milh&otilde;es nesse per&iacute;odo. N&oacute;s gastamos R$ 16 bilh&otilde;es, e eles nos repassaram R$ 150 milh&otilde;es. Isso &eacute; insignificante&rdquo;, enfatizou.<\/p>\n<p><\/span><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #222222;\">Marconi tamb&eacute;m destacou a sugest&atilde;o que tem feito da cria&ccedil;&atilde;o de um plano nacional e da constru&ccedil;&atilde;o de pelo menos um pres&iacute;dio de seguran&ccedil;a m&aacute;xima em cada estado brasileiro. &ldquo;Abrigamos presos federais e n&atilde;o recebemos nada por isso. T&iacute;nhamos que ter pelo menos um pres&iacute;dio ou dois em cada estado para colocarmos esses presos. Temos um monte de condenados por crimes pequenos que s&atilde;o cooptados pelo tr&aacute;fico. Ou eles s&atilde;o cooptados e entram no esquema, ou eles morrem. Essa &eacute; uma realidade que tomou conta dos pres&iacute;dios. H&aacute; dois anos, n&atilde;o t&iacute;nhamos nem um pres&iacute;dio com PCC ou Comando Vermelho. Hoje j&aacute; temos 40 pres&iacute;dios com a presen&ccedil;a do PCC ou outras fac&ccedil;&otilde;es. Isso n&atilde;o acontece s&oacute; em Goi&aacute;s. Em Goi&aacute;s tivemos o problema agora, mas ele pode acontecer a qualquer momento em qualquer estado&rdquo;, observou.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p><\/span><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #222222;\">O governador exaltou o trabalho da pol&iacute;cia goiana, afirmando que a corpora&ccedil;&atilde;o atua de forma harm&ocirc;nica e aumentou em mais de 100% o n&uacute;mero de pris&otilde;es dos &uacute;ltimos anos. Observou, por&eacute;m, que as rebeli&otilde;es tamb&eacute;m s&atilde;o consequ&ecirc;ncia da forte atua&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;cia. &ldquo;&Agrave; medida que a pol&iacute;cia prende, desarticula essas quadrilhas, eles ficam realmente revoltados. As rebeli&otilde;es acontecem exatamente por isso, porque n&oacute;s estamos agindo para valer. Estamos prendendo os bandidos, confrontando os bandidos para valer de todas as formas. Eles reagem dessa forma porque est&atilde;o perdendo a guerra para a pol&iacute;cia. A pol&iacute;cia goiana &eacute; uma pol&iacute;cia muito boa, repito. Mas precisamos de mais ajuda federal; de uma mudan&ccedil;a na Constitui&ccedil;&atilde;o que vincule recursos federais, estaduais e municipais&rdquo;, reiterou.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; background-image: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial;\"><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #222222;\"><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O governador Marconi Perillo concedeu, hoje, entrevista ao jornalista Jos&eacute; Luiz Datena, no programa 90 Minutos, da R&aacute;dio Bandeirantes, em que discutiu a necessidade de mudan&ccedil;as no sistema prisional brasileiro, e na &aacute;rea de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica. &ldquo;H&aacute; um problema no Brasil hoje que se chama sistema prisional. E ele existe por uma s&eacute;rie de raz&otilde;es. 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