
{"id":810,"date":"2010-12-07T08:33:57","date_gmt":"2010-12-07T10:33:57","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/cetran\/dois-mundos-no-transporte-coletivo\/"},"modified":"2010-12-07T08:33:57","modified_gmt":"2010-12-07T10:33:57","slug":"dois-mundos-no-transporte-coletivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/cetran\/dois-mundos-no-transporte-coletivo\/","title":{"rendered":"<i>Dois mundos no transporte coletivo.<\/i>"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p align=\"justify\"><em>Cen&aacute;rio 1: Central de Controle Operacional (CCO) do Cons&oacute;rcio da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC), onde as quatro empresas que operam o servi&ccedil;o investiram R$ 50 milh&otilde;es em tecnologia de ponta para controlar os mais de mil &ocirc;nibus em circula&ccedil;&atilde;o e oferecer informa&ccedil;&otilde;es em tempo real aos usu&aacute;rios. Considerada modelo, a CCO recebe visitas t&eacute;cnicas de gestores de transporte p&uacute;blico de v&aacute;rios Estados e at&eacute; do exterior.<\/p>\n<p>Cen&aacute;rio 2: Trabalhadores da constru&ccedil;&atilde;o civil aglomerados em uma cal&ccedil;ada da Avenida Aruan&atilde;, no Jardim Bela Vista, aguardando o &ocirc;nibus para lev&aacute;-los para casa, a maioria em Aparecida de Goi&acirc;nia. Apesar de n&atilde;o haver nenhuma sinaliza&ccedil;&atilde;o &#8211; abrigo, ent&atilde;o, nem pensar -, ali &eacute; um ponto de &ocirc;nibus, onde eles esperam pelo transporte sob sol e chuva. A estimativa da RMTC &eacute; de que dos 5.670 pontos de &ocirc;nibus da Regi&atilde;o Metropolitana, cerca de 2 mil n&atilde;o t&ecirc;m abrigos.<\/p>\n<p>Lan&ccedil;ado h&aacute; exatamente um ano, o servi&ccedil;o que informa gratuitamente, por torpedos via celular, os hor&aacute;rios de &ocirc;nibus, &eacute; um exemplo do contraste entre esses dois mundos do transporte coletivo: bastaria que o usu&aacute;rio enviasse um torpedo para o n&uacute;mero 28000 com o n&uacute;mero do ponto de &ocirc;nibus onde est&aacute; para receber de volta uma mensagem informando as linhas e os &ocirc;nibus que passar&atilde;o pelo local. Tudo em tempo real.<\/p>\n<p>O problema &eacute; que h&aacute; apenas dois pontos de &ocirc;nibus com identifica&ccedil;&atilde;o na Grande Goi&acirc;nia: um na porta do Cons&oacute;rcio RMTC, na Avenida Independ&ecirc;ncia, no Centro, e outro na Pra&ccedil;a Universit&aacute;ria. Sem contar os v&aacute;rios locais que n&atilde;o contam sequer com sinaliza&ccedil;&atilde;o de que s&atilde;o pontos para parada de &ocirc;nibus. Se for persistente, o usu&aacute;rio ainda pode conseguir o n&uacute;mero do ponto, ligando para o call center ou acessando o site da RMTC. O POPULAR testou as duas formas. Por telefone, &eacute; mais r&aacute;pido e eficiente. O servi&ccedil;o de envio de torpedos, no entanto, est&aacute; em manuten&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>A reportagem percorreu dezenas de linhas e passou por centenas de pontos de &ocirc;nibus em Goi&acirc;nia e Aparecida de Goi&acirc;nia e constatou que h&aacute; um fosso entre o sistema tecnologicamente bem estruturado e o servi&ccedil;o que chega ao usu&aacute;rio nos pontos e terminais de &ocirc;nibus. &#8220;Teoricamente, o sistema de transporte de Goi&acirc;nia, do jeito como est&aacute; configurado, &eacute; o melhor do Brasil, melhor at&eacute; do que de Curitiba (PR)&#8221;, diz o presidente do Conselho Estadual de Tr&acirc;nsito (Cetran) Antenor Pinheiro. &#8220;O problema &eacute; que, na pr&aacute;tica, n&atilde;o funciona, por falta de infraestrutura&#8221;, conclui.<\/p>\n<p>Antenor define o Cons&oacute;rcio da RMTC como &#8220;extremamente bem equipado, com alta tecnologia e um desenho do sistema bem conclu&iacute;do&#8221;. &#8220;Mas n&atilde;o adianta nada se a infraestrutura n&atilde;o est&aacute; preparada. Por que mandar torpedo informando quantos minutos falta para o &ocirc;nibus passar no ponto se ele vai ter de disputar espa&ccedil;o com os carros, por falta de corredores, e ter&aacute; atrasos, por causa da baixa velocidade?&#8221;, questiona.<\/p>\n<p>O diretor-geral do Cons&oacute;rcio RMTC, Leomar Avelino Rodrigues, concorda. &#8220;S&oacute; tecnologia, &ocirc;nibus novos e um bom modelo de gest&atilde;o n&atilde;o s&atilde;o suficientes para atingirmos o resultado esperado pelo usu&aacute;rio&#8221;, diz. &#8220;O grande pecado &eacute; a falta de investimentos em infraestrutura p&uacute;blica&#8221;, complementa. Entre esses investimentos necess&aacute;rios, Leomar aponta a identifica&ccedil;&atilde;o dos pontos e obras em pontos de &ocirc;nibus, corredores para o transporte coletivo e adequa&ccedil;&otilde;es nos terminais de &ocirc;nibus existentes. O da Pra&ccedil;a A, por exemplo, foi concebido para 20 mil usu&aacute;rios e hoje recebe em torno de 70 mil diariamente.<\/p>\n<p>Desconforto<br \/>O servente de pedreiro Roberto Carlos dos Santos, de 42 anos, &eacute; um dos trabalhadores que todos os dias aguardam o &ocirc;nibus ao relento na Avenida Aruan&atilde;, no Jardim Bela Vista. De l&aacute;, ele segue para o Terminal Izid&oacute;ria, depois para o Veiga Jardim e depois para o Jardim Tiradentes, onde mora. &#8220;Fico mais cansado andando de &ocirc;nibus do que trabalhando de servente&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Colega de obra e bairro de Roberto, Geraldo Machado dos Santos, de 45, reclama da superlota&ccedil;&atilde;o dos ve&iacute;culos. &#8220;Sem falar no desconforto do ponto de &ocirc;nibus&#8221;. &#8220;Quando chove, ficamos molhados. N&atilde;o h&aacute; para onde correr&#8221;, acrescenta o servente Teodoro Rodrigues Pimentel, de 44.<\/em><\/p>\n<p><em>Desconforto<br \/>O servente de pedreiro Roberto Carlos dos Santos, de 42 anos, &eacute; um dos trabalhadores que todos os dias aguardam o &ocirc;nibus ao relento na Avenida Aruan&atilde;, no Jardim Bela Vista. De l&aacute;, ele segue para o Terminal Izid&oacute;ria, depois para o Veiga Jardim e depois para o Jardim Tiradentes, onde mora. &#8220;Fico mais cansado andando de &ocirc;nibus do que trabalhando de servente&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Colega de obra e bairro de Roberto, Geraldo Machado dos Santos, de 45, reclama da superlota&ccedil;&atilde;o dos ve&iacute;culos. &#8220;Sem falar no desconforto do ponto de &ocirc;nibus&#8221;. &#8220;Quando chove, ficamos molhados. N&atilde;o h&aacute; para onde correr&#8221;, acrescenta o servente Teodoro Rodrigues Pimentel, de 44.<br \/>&#8232;<br \/>Velocidade de &ocirc;nibus cai a at&eacute; 10 km\/hora<br \/>O maior entrave para a qualidade do transporte coletivo de Goi&acirc;nia n&atilde;o &eacute; novidade: como O POPULAR vem mostrando ao longo de anos, a falta de corredores preferenciais e exclusivos &#8211; esta segunda forma, uma solu&ccedil;&atilde;o definitiva &#8211; nos principais corredores de Goi&acirc;nia prejudica as viagens, provoca atrasos e, em efeito cascata, atua diretamente na m&aacute; qualidade do servi&ccedil;o prestado aos usu&aacute;rios.<\/p>\n<p>A velocidade ideal dos &ocirc;nibus, de acordo com o Cons&oacute;rcio da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC), &eacute; a de 22 quil&ocirc;metros por hora, mas atualmente, os &ocirc;nibus circulam com velocidade m&eacute;dia de 16 quil&ocirc;metros por hora. &#8220;Na pr&aacute;tica, se h&aacute; algum acidente, chuva ou qualquer outro fato que provoque uma reten&ccedil;&atilde;o qualquer, a velocidade cai drasticamente&#8221;, diz o presidente do Conselho Estadual de Tr&acirc;nsito (Cetran), Antenor Pinheiro. Nesses momentos, a velocidade m&eacute;dia cai a incr&iacute;veis 10 quil&ocirc;metros por hora.<\/p>\n<p>Antenor ressalta que a popula&ccedil;&atilde;o, diante dos problemas com o servi&ccedil;o oferecido, tem a falsa sensa&ccedil;&atilde;o de que faltam &ocirc;nibus. &#8220;Temos &ocirc;nibus demais para Goi&acirc;nia&#8221;, alerta. Com frota de 1,3 mil ve&iacute;culos, a capital tem uma propor&ccedil;&atilde;o de um &ocirc;nibus para cada grupo de mil habitantes. &#8220;O que falta s&atilde;o mais viagens e, para isso, eles precisam desenvolver uma maior velocidade, ter prioridade&#8221;, diz Antenor. &#8220;Colocar mais &ocirc;nibus em circula&ccedil;&atilde;o seria o caos&#8221;.<\/p>\n<p>Diretor geral do Cons&oacute;rcio RMTC, Leomar Avelino Rodrigues aponta a falta de<br \/>fluidez como maior empecilho para melhorar a qualidade do transporte p&uacute;blico em Goi&acirc;nia. Ele lembra que o sistema transporta diariamente 800 mil pessoas. Em setembro, o grupo criou um comit&ecirc; t&eacute;cnico com especialistas e estudiosos em tr&acirc;nsito e transportes para apresentar sugest&otilde;es ao poder p&uacute;blico. Leomar j&aacute; adianta que a implanta&ccedil;&atilde;o dos corredores &eacute; fundamental. A Avenida T-10 e a Avenida 85, entre a Pra&ccedil;a do Ratinho e a T-10, est&atilde;o entre os principais gargalos da cidade.<\/p>\n<p>Segundo Leomar, as mudan&ccedil;as feitas pela Prefeitura nas Avenidas T-7 e T-9 tiveram reflexos para o tr&acirc;nsito. &#8220;Para que cheguem ao transporte coletivo, ainda falta o complemento. Com o fim do estacionamento, os carros foram para a pista da direita, que ficou liberada&#8221;.<\/p>\n<p>O presidente da Ag&ecirc;ncia Municipal de Tr&acirc;nsito e Transportes (AMT), Miguel Tiago, garante que as mudan&ccedil;as nas Avenidas T-7 e T-9 &#8211; al&eacute;m da retirada do estacionamento, foram eliminadas convers&otilde;es &agrave; direita e sem&aacute;foros de tr&ecirc;s tempos &#8211; foram positivas tamb&eacute;m para o transporte coletivo. Miguel Tiago tamb&eacute;m defende a implanta&ccedil;&atilde;o de corredores exclusivos e preferenciais, mas destaca que para isso, outros &oacute;rg&atilde;os, al&eacute;m da AMT, devem se envolver. &#8220;A AMT &eacute; um tanto limitada&#8221;, afirma.<br \/>&#8232;<br \/>Situa&ccedil;&atilde;o do Eixo segue indefinida<br \/>Principal linha do transporte p&uacute;blico de Goi&acirc;nia, o Eixo Anhanguera vive um entrave: faltando menos de um m&ecirc;s para o fim da concess&atilde;o &agrave; Metrobus, Prefeitura de Goi&acirc;nia e Estado ainda n&atilde;o chegaram a um acordo sobre a prorroga&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o do contrato.<\/p>\n<p>Paulo Garcia come&ccedil;ou a tratar do assunto com a equipe de transi&ccedil;&atilde;o do governador eleitor Marconi Perillo. &#8220;Queremos saber o que eles realmente querem fazer&#8221;, diz o presidente da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC). &#8220;Uma coisa &eacute; certa: o Eixo Anhanguera n&atilde;o vai ficar como est&aacute;&#8221;.<br \/>Massad refere-se ao comprometimento da maior linha de Goi&acirc;nia, que diariamente transporta at&eacute; 200 mil passageiros, em fun&ccedil;&atilde;o da idade m&eacute;dia dos &ocirc;nibus, de 12 anos, quando a vida &uacute;til desse tipo de ve&iacute;culo &eacute; de dez anos.<\/p>\n<p>A Metrobus, empresa do governo estadual que det&eacute;m a concess&atilde;o do Eixo Anhanguera, j&aacute; havia pedido, no final do ano passado, a prorroga&ccedil;&atilde;o da concess&atilde;o da linha por mais 20 anos. A prorroga&ccedil;&atilde;o volta a expirar no pr&oacute;ximo dia 31.<\/p>\n<p>CMTC promete investimentos<br \/>O presidente da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), Marcos Massad, reconhece que h&aacute; atrasos no cronograma definido quando da licita&ccedil;&atilde;o das linhas da Regi&atilde;o Metropolitana de Goi&acirc;nia, em 2007. Especificamente sobre a identifica&ccedil;&atilde;o dos abrigos, ele revelou ao POPULAR que o modelo inicialmente escolhido mostrou-se invi&aacute;vel economicamente. Ele &eacute; o mesmo que foi instalado na Avenida Independ&ecirc;ncia e na Pra&ccedil;a Universit&aacute;ria e, al&eacute;m do n&uacute;mero do ponto e das linhas que passam por ele, tem informa&ccedil;&otilde;es e um mapa da regi&atilde;o.<\/p>\n<p>&#8220;Foi uma falha nossa&#8221;, admite Massad. &#8220;Quisemos fazer uma coisa mais completa, mas ficaria muito caro. Ent&atilde;o, faremos um mais barato. N&atilde;o ser&aacute; uma festa de 15 anos bonita, mas vai ter o bolo e os parab&eacute;ns&#8221;, compara. Massad acrescenta que a maioria dos pontos que n&atilde;o possuem abrigo &eacute; usada apenas para desembarque, mas diz que a equipe t&eacute;cnica da CMTC vai verificar a situa&ccedil;&atilde;o por toda a regi&atilde;o.<\/p>\n<p>Massad observa que o Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o Metropolitano (SIM, do qual o servi&ccedil;o de informa&ccedil;&otilde;es por torpedo faz parte) est&aacute; quase que todo em funcionamento. Com a entrega do Terminal Bandeiras, prevista para dezembro, a CMTC se concentrar&aacute; na constru&ccedil;&atilde;o do novo Terminal Garavelo e na implanta&ccedil;&atilde;o do Corredor Norte-Sul.<\/em><\/p>\n<p><em> O Popular &#8211; Carla Borges \/\/<\/em><\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cen&aacute;rio 1: Central de Controle Operacional (CCO) do Cons&oacute;rcio da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC), onde as quatro empresas que operam o servi&ccedil;o investiram R$ 50 milh&otilde;es em tecnologia de ponta para controlar os mais de mil &ocirc;nibus em circula&ccedil;&atilde;o e oferecer informa&ccedil;&otilde;es em tempo real aos usu&aacute;rios. 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