
{"id":791,"date":"2010-07-20T06:55:50","date_gmt":"2010-07-20T09:55:50","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/cetran\/mais-motos-e-mais-mortes-em-goias\/"},"modified":"2010-07-20T06:55:50","modified_gmt":"2010-07-20T09:55:50","slug":"mais-motos-e-mais-mortes-em-goias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/cetran\/mais-motos-e-mais-mortes-em-goias\/","title":{"rendered":"<i>Mais motos e mais mortes em Goi\u00e1s.<\/i>"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><em>No estado, 58 munic&iacute;pios j&aacute; t&ecirc;m mais motocicletas que carros, segundo o denatran.<\/em><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><em>A expans&atilde;o acelerada da quantidade de motocicletas em circula&ccedil;&atilde;o em Goi&aacute;s refletiu-se diretamente no n&uacute;mero de mortos em acidentes com este tipo de ve&iacute;culo nos &uacute;ltimos anos. Entre 2005 e 2009, as mortes em acidentes envolvendo motos subiu 36% no Estado, segundo o Departamento Estadual de Tr&acirc;nsito de Goi&aacute;s (Detran-GO).<\/p>\n<p>Na capital, enquanto a frota de autom&oacute;veis cresceu cerca de 50% nos &uacute;ltimos dez anos, a de motos subiu 136,9%. Tamb&eacute;m em Goi&acirc;nia, a quantidade de pessoas mortas em acidentes de carro entre 2005 e 2009 sofreu leve redu&ccedil;&atilde;o, mesmo com aumento de cerca de 16% no n&uacute;mero de acidentes envolvendo autom&oacute;veis. Ocorreu o mesmo no Estado: redu&ccedil;&atilde;o de mortes em acidentes com autom&oacute;veis e aumento nos que envolveram motocicletas.<\/p>\n<p>Hoje, 58 cidades goianas t&ecirc;m mais motos que carros no tr&acirc;nsito, segundo o Departamento Nacional de Tr&acirc;nsito (Denatran). J&aacute; s&atilde;o quase 25% do total de munic&iacute;pios do Estado (veja quadro). Os n&uacute;meros mostram que o uso dos ve&iacute;culos de duas rodas cresce n&atilde;o apenas nos grandes centros como tamb&eacute;m nas pequenas e m&eacute;dias cidades, elevando, ainda, a quantidade de acidentes e de mortes envolvendo motociclistas.<\/p>\n<p>O munic&iacute;pio goiano com a maior quantidade de motos em rela&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero de autom&oacute;veis &eacute; Mina&ccedil;u, cidade de 32 mil habitantes no Norte do Estado, seguido por Mozarl&acirc;ndia, Santa Terezinha de Goi&aacute;s, Doverl&acirc;ndia e Fazenda Nova. Em Mina&ccedil;u, segundo o Denatran, h&aacute; 1.032 motos a mais que carros em circula&ccedil;&atilde;o. &#8220;Este &eacute; um fen&ocirc;meno nacional&#8221;, ressalta o presidente do Conselho Estadual de Tr&acirc;nsito (Cetran), Antenor Jos&eacute; Pinheiro dos Santos.<\/p>\n<p>As facilidades de financiamento para a compra de uma motocicleta s&atilde;o enormes, o que atrai cada vez mais adeptos. &#8220;Estima-se em 60 mil a quantidade de pessoas exercendo a fun&ccedil;&atilde;o de motofrete no Estado&#8221;, aponta. De acordo com Antenor, o Cetran est&aacute; empenhado em conseguir antecipar a regulamenta&ccedil;&atilde;o desse tipo de servi&ccedil;o no Estado, conforme legisla&ccedil;&atilde;o federal aprovada no ano passado, com o prop&oacute;sito de melhorar sua qualidade e de reduzir a acidentalidade.<\/p>\n<p>Nas pequenas e m&eacute;dias cidades, avalia o engenheiro e mestre em Transportes Renato Mundim, a motocicleta acaba sendo vista como bastante eficiente e tem substitu&iacute;do em, grande escala as bicicletas, por exemplo. &#8220;Al&eacute;m de representar, muitas vezes, status, poder e sobreviv&ecirc;ncia, tendo em vista que a moto, tamb&eacute;m no interior, tornou-se uma ferramenta de trabalho&#8221;, ressalta.<\/p>\n<p>Renato Mundim considera urgente uma tomada de decis&atilde;o do governo no sentido de se identificar os fatores relacionados ao aumento da frota de motocicletas e os acidentes envolvendo esse tipo de ve&iacute;culo. Segundo ele, isso se faz necess&aacute;rio para que seja poss&iacute;vel desenvolver pol&iacute;ticas eficazes de combate &agrave; viol&ecirc;ncia no tr&acirc;nsito. Ex-superintendente de Tr&acirc;nsito de Aparecida de Goi&acirc;nia, o especialista lembra que, no munic&iacute;pio, a quantidade de les&otilde;es causadas por acidentes envolvendo motos impactou negativamente n&atilde;o s&oacute; os atendimentos nos hospitais, como tamb&eacute;m o trabalho desenvolvido pelas equipes do Programa de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (PSF)<br \/><\/em><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><em>Oito pessoas morreram em acidentes nas rodoviasque cortam o Estado entre a tarde de domingo e a manh&atilde; de ontem. S&oacute; nas rodovias estaduais, entre sexta-feira e ontem, foram dez mortos (um deles n&atilde;o contabilizado pelo Batalh&atilde;o Rodovi&aacute;rio da Pol&iacute;cia Militar, pois aconteceu depois do socorro). A maioria dos casos est&aacute; relacionada &agrave; imprud&ecirc;ncia dos condutores, diz o comandante do Batalh&atilde;o Rodovi&aacute;rio, tenente-coronel Washington Luiz Alves Cavalcante.<\/p>\n<p>Nas rodovias estaduais, seis pessoas morreram entre as 18 horas de domingo e a manh&atilde; de ontem. O primeiro acidente aconteceu na GO-319, entre Aparecida de Goi&acirc;nia e Nova F&aacute;tima. Maria Rodrigues Guerra, de 80 anos, era passageira de um Fusca, que bateu de frente com um caminh&atilde;o. O motorista, Francisco Almeida Guerra, de 51, e outra passageira, Divina Alves de Almeida, de 50, ficaram feridos. Eles foram socorridos, mas Maria Rodrigues n&atilde;o resistiu.<\/p>\n<p>Momentos depois, na GO-215, entre Pontalina e Edealina, uma colis&atilde;o frontal entre um &ocirc;nibus e uma moto matou do motociclista Lindomar Afonso, de 49 anos. J&aacute; no final da noite de ontem, Gabriel Lu&iacute;s Saraiva, de 20 anos, morreu depois de perder o controle da Blazer que dirigia e capotar. O acidente aconteceu na GO-213, entre Caldas Novas e Ipameri, na regi&atilde;o Sul do Estado.<\/em><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><em>Na GO-409, entre Mauril&acirc;ndia e Turvel&acirc;ndia, um Gol bateu com uma moto, provocando a morte imediata do motociclista, Osvalcir Silva Dourado, de 28 anos. J&aacute; na madrugada de ontem, Eliomar do Carmo Bueno, de 21 anos, pilotava uma moto quando bateu de frente com um Palio. O acidente aconteceu na altura do quil&ocirc;metro 46 da GO-330, entre An&aacute;polis e Campo Limpo.<\/p>\n<p>Atropelamento&#8232;J&aacute; a Pol&iacute;cia Rodovi&aacute;ria Federal (PRF) atendeu dois acidentes com v&iacute;timas. Uma mulher morreu atropelada na noite de domingo na BR-060, no per&iacute;metro urbano de An&aacute;polis. De acordo com a PRF, a v&iacute;tima tentava atravessar a rodovia quando foi atropelada por uma moto. O motociclista, que n&atilde;o foi identificado, fugiu do local sem prestar socorro. A moto havia sido furtada no &uacute;ltimo s&aacute;bado.&#8232;<\/p>\n<p>Ainda no per&iacute;metro urbano de An&aacute;polis, por volta de 22 horas de domingo, um motociclista morreu depois de perder o controle da dire&ccedil;&atilde;o e cair na rodovia. Os nomes das v&iacute;timas n&atilde;o foram informados pela Pol&iacute;cia <\/em><\/strong><strong><em>Rodovi&aacute;ria Federal.<\/p>\n<p>&#8220;O transporte coletivo &eacute; falido e caro&#8221;, diz presidente do Cetran-GO<br \/>Um dos fatores considerado como grande indutor para o aumento da frota de motocicletas em circula&ccedil;&atilde;o nas cidades brasileiras, acentua o presidente do Conselho Estadual de Tr&acirc;nsito em Goi&aacute;s (Cetran-GO), Antenor Pinheiro, &eacute; a defici&ecirc;ncia do transporte p&uacute;blico, especialmente nas grandes cidades. &#8220;Em Goi&acirc;nia, o transporte p&uacute;blico &eacute; falido e caro. As pessoas fazem as contas e percebem que fica mais barato trocar o &ocirc;nibus pela moto&#8221;, analisa.<\/p>\n<p>Mas, de acordo com o presidente do Cetran, o Estado deve desmotivar o uso da motocicleta como alternativa ao transporte p&uacute;blico porque essa conduta representa mais riscos de acidentes e mortes. &#8220;Que cidade n&oacute;s queremos para o futuro? &Eacute; pensando nessa resposta que o governo deve investir em transporte p&uacute;blico&#8221;, acentua.<\/p>\n<p>O engenheiro Renato Mundim tamb&eacute;m &eacute; um cr&iacute;tico dos incentivos fornecidos pelo governo destinados ao transporte individual. &#8220;O governo federal defende a redu&ccedil;&atilde;o do IPI para a compra de ve&iacute;culos sob o argumento de que isso gera mais emprego. No entanto, &eacute; o transporte coletivo que gera mais vagas de trabalho&#8221;, defende.<\/p>\n<p>Para ele, cabe aos respons&aacute;veis pelas pol&iacute;ticas de tr&acirc;nsito e transporte a ado&ccedil;&atilde;o de uma postura mais agressiva quanto ao fen&ocirc;meno da motocicleta. Essa postura, segundo diz, deve atentar a quest&otilde;es relacionadas &agrave; forma&ccedil;&atilde;o e puni&ccedil;&atilde;o do condutor e &agrave; exig&ecirc;ncia de uso de equipamentos obrigat&oacute;rios, entre outras.(D.A.)<\/em><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><em> O Popuar &#8211; Carla Borges \/\/<\/p>\n<p><\/em><\/strong><\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No estado, 58 munic&iacute;pios j&aacute; t&ecirc;m mais motocicletas que carros, segundo o denatran. 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