
{"id":772,"date":"2010-04-05T07:08:09","date_gmt":"2010-04-05T10:08:09","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/cetran\/em-3-meses-numero-de-acidentes-e-66-dos-registados-em-2009\/"},"modified":"2010-04-05T07:08:09","modified_gmt":"2010-04-05T10:08:09","slug":"em-3-meses-numero-de-acidentes-e-66-dos-registados-em-2009","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/cetran\/em-3-meses-numero-de-acidentes-e-66-dos-registados-em-2009\/","title":{"rendered":"Em 3 meses, n\u00famero de acidentes \u00e9 66% dos registados em 2009"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p align=\"justify\">A imprud&ecirc;ncia de motoristas &eacute; a principal causa dos acidentes ocorridos nos 20 cruzamentos mais cr&iacute;ticos de Goi&acirc;nia, segundo avalia&ccedil;&atilde;o de especialistas ligados a &oacute;rg&atilde;os de controle do tr&acirc;nsito da cidade e da pr&oacute;pria popula&ccedil;&atilde;o. Somente nestes tr&ecirc;s primeiros meses do ano, foram registrados pela Ag&ecirc;ncia Municipal de Tr&acirc;nsito, Transporte e Mobilidade (AMT) 98 acidentes nestes locais. <\/p>\n<p align=\"justify\">O n&uacute;mero j&aacute; corresponde a 66% dos casos contabilizados em todo o ano de 2009 (147 no total) em cruzamentos com alto grau de acidentabilidade. Os especialistas acreditam que, para diminuir esses &iacute;ndices, &eacute; necess&aacute;rio investir em educa&ccedil;&atilde;o, sinaliza&ccedil;&atilde;o das vias e fiscaliza&ccedil;&atilde;o. Para se ter uma id&eacute;ia do desrespeito &agrave;s leis de tr&acirc;nsito, mesmo com sinaliza&ccedil;&atilde;o vertical, horizontal e semaf&oacute;rica, o cruzamento entre as Avenidas Anhanguera e Perimetral Norte, no Setor Capuava, permanece no ranking dos 20 mais cr&iacute;ticos h&aacute; dois anos consecutivos. Somente nos tr&ecirc;s primeiros meses deste ano, foram registrados no local oito acidentes, apenas dois a menos que em todo o ano de 2009. <\/p>\n<p align=\"justify\">O vendedor Wagner Paulo Faria, de 26 anos, trabalha h&aacute; seis anos em um com&eacute;rcio pr&oacute;ximo ao cruzamento entre aquelas avenidas e &eacute; categ&oacute;rico ao dizer que a imprud&ecirc;ncia &eacute; a principal causa dos acidentes no local. Segundo ele, em um dos pontos de conflu&ecirc;ncia das duas avenidas, existe espa&ccedil;o para a passagem de apenas dois ve&iacute;culos, mas, normalmente, tr&ecirc;s ve&iacute;culos insistem em fazer a curva. &ldquo;&eacute; quando um esbarra no outro e ocorrem as colis&otilde;es&rdquo;, diz. Outro problema apontado por ele naquele local ocorre quando motoristas n&atilde;o respeitam a sinaliza&ccedil;&atilde;o de &ldquo;Pare&rdquo; que fica na esquina da Avenida Inhumas com a Avenida Anhaguera. &ldquo;Quase ningu&eacute;m respeita a placa e entra direto na rotat&oacute;ria. <\/p>\n<p align=\"justify\">A imprud&ecirc;ncia &eacute; muito grande, principalmente ao se passar no sinal fechado&rdquo;, explica. Para ele, uma das medidas para solucionar o problema seria a implanta&ccedil;&atilde;o de um viaduto no local &ndash; &oacute;rg&atilde;os ligados as rodovias estaduais e vias municipais estudam o projeto. Al&eacute;m disso, ele observa que deveria existir no local redutor de velocidade e quebra-mola para impedir que os motoristas avancem em alta velocidade pelo cruzamento. O borracheiro Deucl&eacute;cio Leit&atilde;o da Silva J&uacute;nior, que mora nas proximidades h&aacute; mais de dez anos, diz que j&aacute; presenciou in&uacute;meros acidentes e, no ano passado, quase se tornou v&iacute;tima de um deles.<\/p>\n<p align=\"justify\">Ele relata que estava na garupa de uma moto contornando a rotat&oacute;ria daquele cruzamento quando o motorista ignorou o sinal de &ldquo;Pare&rdquo;. &ldquo;Apesar de a prefer&ecirc;ncia ser nossa, tivemos que desviar para n&atilde;o bater. Esse tipo de situa&ccedil;&atilde;o &eacute; comum aqui&rdquo;, diz. Deucl&eacute;cio observa que, apesar de a ocorr&ecirc;ncia de acidentes ser frequente no local, os comerciantes e moradores sempre se assustam com as batidas, por menor que seja a gravidade. Sinaliza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; desculpa, diz PM O Batalh&atilde;o de Tr&acirc;nsito da Pol&iacute;cia Militar (PM), que fiscaliza as ruas da Capital, n&atilde;o trabalha com as estat&iacute;sticas de acidentes nesses cruzamentos. <\/p>\n<p align=\"justify\">Apesar disso, o tenente-coronel Lucimar Mesquita faz uma an&aacute;lise das causas das ocorr&ecirc;ncias nestes locais. Ele diz que, onde existem cruzamentos na cidade geralmente existe sinaliza&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, diz que o C&oacute;digo Brasileiro de Tr&acirc;nsito (CBT) &eacute; claro ao especificar que a prefer&ecirc;ncia em um cruzamento &eacute; sempre do motorista que entra pela direita. &ldquo;O motorista tenta justificar o erro na falta de sinaliza&ccedil;&atilde;o, mas, se for habilitado, tem por obriga&ccedil;&atilde;o saber as regras do c&oacute;digo de tr&acirc;nsito&rdquo;, ressalta. Mesquita lembra que pesquisas comprovam que em cerca de 80% dos casos, os acidentes ocorrem por imprud&ecirc;ncia dos motoristas. &ldquo;&eacute; por isso que existe a exig&ecirc;ncia da dire&ccedil;&atilde;o defensiva&rdquo;, completa. Ele observa que, em Goi&acirc;nia, existem apenas duas vias de tr&acirc;nsito r&aacute;pido, que &eacute; a Marginal Botafogo e justamente a Perimetral Norte. <\/p>\n<p align=\"justify\">Nesses locais, a velocidade m&aacute;xima permitida &eacute; de 80 quil&ocirc;metros por hora, nas outras vias a velocidade &eacute; de 60 quil&ocirc;metros. &ldquo;Essas s&atilde;o regras que devem ser seguidas, independente da sinaliza&ccedil;&atilde;o. Se todos respeitassem, o n&uacute;mero de acidentes seria bem menor&rdquo;, diz. (W.R.) Monitoramento &eacute; frequente, diz AMT O presidente da Ag&ecirc;ncia Municipal de Tr&acirc;nsito, Transporte e Mobilidade (AMT), Miguel Tiago, diz que o &oacute;rg&atilde;o faz o monitoramento frequente de todos os cruzamentos que comp&otilde;e o ranking dos mais cr&iacute;ticos da cidade. <\/p>\n<p align=\"justify\">Ele explica que a AMT garante a boa sinaliza&ccedil;&atilde;o em cada um deles e que, a exemplo do que dizem os moradores dessas regi&otilde;es, os acidentes ocorrem principalmente pelo desrespeito &agrave;s normas de tr&acirc;nsito. Miguel lembra que, quando est&aacute; tudo sinalizado, a obriga&ccedil;&atilde;o da AMT, por exemplo, foi feita e, por isso, a alternativa para se diminuir o &iacute;ndice de acidentabilidade nesses locais &eacute; trabalhar de forma intensiva a educa&ccedil;&atilde;o dos motoristas em conjunto com a fiscaliza&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p align=\"justify\">&ldquo;A desobedi&ecirc;ncia &agrave; sinaliza&ccedil;&atilde;o est&aacute; intimamente ligada &agrave; falta de cidadania e &agrave; falta de respeito ao pr&oacute;ximo. &eacute; a lei do individualismo e do levar vantagem.&rdquo; Uma alternativa seria implantar o escalonamento de hor&aacute;rios &ndash; principalmente no com&eacute;rcio &ndash; para diminuir o fluxo de ve&iacute;culos e, consequentemente, os riscos de acidentes. &ldquo;Essa &eacute; nossa grande proposta&rdquo;, diz. Miguel lembra tamb&eacute;m que os pontos cr&iacute;ticos mudam de ano para ano e o grau de acidentabilidade tamb&eacute;m. <\/p>\n<p align=\"justify\">Em 2009, quando foram contabilizados pela AMT 147 acidentes com quatro &oacute;bitos, o cruzamento onde ocorreu mais acidentes foi na Avenida Goi&aacute;s com a Avenida Parana&iacute;ba (17) e, este ano, a Rua 9 com a Assis Chateaubriand lidera o ranking, com nove acidentes. (W.R.)<\/p>\n<p align=\"justify\"><em><strong>Wanessa Rodrigues &#8211; Hoje<\/strong><\/em><\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A imprud&ecirc;ncia de motoristas &eacute; a principal causa dos acidentes ocorridos nos 20 cruzamentos mais cr&iacute;ticos de Goi&acirc;nia, segundo avalia&ccedil;&atilde;o de especialistas ligados a &oacute;rg&atilde;os de controle do tr&acirc;nsito da cidade e da pr&oacute;pria popula&ccedil;&atilde;o. 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