
{"id":1137,"date":"2011-01-28T06:46:53","date_gmt":"2011-01-28T08:46:53","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/cetran\/somente-ontem-cinco-pessoas-morreram-nas-brs\/"},"modified":"2011-01-28T06:46:53","modified_gmt":"2011-01-28T08:46:53","slug":"somente-ontem-cinco-pessoas-morreram-nas-brs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/cetran\/somente-ontem-cinco-pessoas-morreram-nas-brs\/","title":{"rendered":"<i>Somente ontem, cinco pessoas morreram nas BRs.<\/i>"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><em>As rodovias federais mataram, somente em janeiro deste ano, 32 pessoas. Somente ontem foram cinco mortes nas BRs que cortam Goi&aacute;s. O que mais assusta &eacute; que neste m&ecirc;s oito pessoas morreram em per&iacute;metros urbanos &#8211; tr&ecirc;s em Goi&acirc;nia, duas em Aparecida de Goi&acirc;nia, duas em Porangatu e duas em Urua&ccedil;u. Alta velocidade e a falta de aten&ccedil;&atilde;o de pedestres s&atilde;o fatores apontados pela Pol&iacute;cia Rodovi&aacute;ria Federal (PRF) para explicar o &iacute;ndice de atropelamentos.<\/p>\n<p>O &uacute;ltimo caso registrado foi o do estudante de 17 anos, Carlos Augusto Jos&eacute; Fernandes, que tentou atravessar as duas pistas da BR-153, na altura do quil&ocirc;metro 503,7, em Aparecida de Goi&acirc;nia. Morador de Uru&iacute;ta, no interior do Estado, ele estava em Goi&acirc;nia para fazer a matr&iacute;cula dele na Universidade Paulista (Unip).<\/p>\n<p>Ao atravessar a rodovia, ele pulou o muro de conten&ccedil;&atilde;o da via e foi colhido por caminh&atilde;o Volvo, morrendo na hora. O motorista do caminh&atilde;o parou logo &agrave; frente e aguardou a per&iacute;cia. Parte da pista ficou interditada at&eacute; a retirada do corpo.<\/p>\n<p>De acordo com o inspetor Newton Morais Souza, chefe do setor de comunica&ccedil;&atilde;o social da PRF em Goi&aacute;s, o que chama a aten&ccedil;&atilde;o &eacute; que os oito atropelamentos registrados neste ano ocorreram em trechos urbanos, o que revela que pode ter havido falta de aten&ccedil;&atilde;o tanto de motoristas, que trafegam em alta velocidade, quanto dos pedestres, que nem sempre usam as passarelas. &#8220;Onde n&atilde;o h&aacute; passarela, a aten&ccedil;&atilde;o tem de ser redobrada&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Ele contou que em fiscaliza&ccedil;&otilde;es da PRF no trecho entre An&aacute;polis e Aparecida de Goi&acirc;nia, motoristas j&aacute; foram flagrados trafegando a mais de 150 quil&ocirc;metros por hora, inclusive em trechos urbanos. Newton acredita que a volta das lombadas eletr&ocirc;nicas nas BRs, prevista para mar&ccedil;o, v&aacute; resolver parte do problema.<br \/>O inspetor considera que o n&uacute;mero de passarelas nos 26 quil&ocirc;metros de per&iacute;metro urbano da BR-153 tamb&eacute;m &eacute; insuficiente. &#8220;Seria importante que tivesse mais passarelas&#8221;.<\/p>\n<p>Sucess&atilde;o de trag&eacute;dias nas rodovias<\/p>\n<p>Ana Carolina Guimar&atilde;es,&#8232;do Jornal Daqui<br \/>Uma s&eacute;rie de acidentes, nas rodovias goianas, na tarde de ontem resultou na morte de pelo menos cinco pessoas. O primeiro acidente foi o atropelamento de Carlos Augusto Jos&eacute; Fernandes, de 17 anos que morreu no local. Outros dois acidentes na BR-153, entre An&aacute;polis e Piren&oacute;polis causaram a morte de quatro pessoas.<\/p>\n<p>Era pouco mais de 14 horas quando um caminh&atilde;o carregado com frango esmagou o Fiat Uno em que viajavam Marcos Vinicius Tocantins de Mendon&ccedil;a, de 42 anos, N&iacute;vea Mara Galv&atilde;o Florentino Resende, de 41, e a filha deles que morreu Ana Carolina Porto Tocantins, de 11. A menina e o motorista do caminh&atilde;o, que ainda n&atilde;o havia sido identificado at&eacute; o fechamento da edi&ccedil;&atilde;o, morreram na hora. Segundo a Pol&iacute;cia Rodovi&aacute;ria Federal (PRF), o acidente pode ter sido provocado por uma caminh&atilde;o, com mais de 6 metros de largura e 70 metros de comprimento, que transporta um transformador de 400 toneladas. O ve&iacute;culo ocupa quase toda &agrave; pista e segue com velocidade de 10 quil&ocirc;metros por hora pelas rodovias do Estado. O ve&iacute;culo saiu de S&atilde;o Paulo em dire&ccedil;&atilde;o ao Tocantins.<\/p>\n<p>No momento do acidente havia um grande congestionamento no trecho entre An&aacute;polis e Jaragu&aacute; e o tr&acirc;nsito estava muito lento. A informa&ccedil;&atilde;o da PRF &eacute; de que o caminh&atilde;o trafegava em excesso de velocidade.<br \/>Uma hora depois, outro acidente mobilizou equipes de bombeiros e a PRF. Cerca 5 km a frente uma caminhonete e um Fiat Siena bateram no trevo de acesso a Piren&oacute;polis. A motorista, Alessandra Souza de Oliveira e a filha, dela Joyce de Oliveira Machado, de 16 anos, que estavam no Siena morreram. O filho de 10 anos de Alessandra ficou preso &agrave;s ferragens. Bombeiros tiveram muito trabalho para fazer o resgate. Tr&ecirc;s pessoas estavam na caminhonete e tiveram ferimentos leves. Os feridos foram levados para o Hospital de Urg&ecirc;ncias do An&aacute;polis.<\/p>\n<p>Uma carreta carregada de leite em p&oacute; tombou, no fim da tarde de ontem, e tumultuou o tr&acirc;nsito da BR-153 com a GO-020, pr&oacute;ximo ao Centro Cultural Oscar Niemeyer. A carreta tombou ao fazer o retorno pelo viaduto da GO-020 para entrar na Avenida Jamel Cec&iacute;lio.<\/p>\n<p>ENTREVISTA | NEWTON SOUZA<br \/>&#8220;Pedestre deve ter mais aten&ccedil;&atilde;o&#8221;<br \/>O chefe do setor de comunica&ccedil;&atilde;o social da Pol&iacute;cia Rodovi&aacute;ria Federal (PRF), inspetor Newton Morais Souza, disse que neste ano j&aacute; foram registradas 32 mortes em acidentes ocorridos em rodovias federais que cortam o estado. Al&eacute;m disso, a PRF registrou oito casos de mortes por atropelamentos em trechos urbanos somente da BR-153. Ele atribui o grande n&uacute;mero de acidentes &agrave; falta de aten&ccedil;&atilde;o de motoristas, que trafegam em alta velocidade em trechos sinalizados como perigosos e &agrave; imprud&ecirc;ncia e desaten&ccedil;&atilde;o de pedestres.<\/p>\n<p>A que o senhor atribui tantos acidentes?<br \/>Temos de analisar dois pontos. O primeiro &eacute; a falta de aten&ccedil;&atilde;o de pedestres, que atravessam trechos urbanos da BR-153, muitas vezes debaixo das poucas passarelas dispon&iacute;veis. J&aacute; registramos casos de mortes bem debaixo de passarelas e existem poucas. Seria preciso um n&uacute;mero maior &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o dos pedestres. Outro fator est&aacute; na alta velocidade em que os ve&iacute;culos trafegam na rodovia. Alguns j&aacute; foram flagrados a 150 quil&ocirc;metros por hora em trecho urbano, o que &eacute; um absurdo.<\/p>\n<p>O Dnit divulgou que em mar&ccedil;o devem entrar novamente em opera&ccedil;&atilde;o as lombadas eletr&ocirc;nicas nas rodovias federais. O senhor acredita que isso resolva o problema?<br \/>N&atilde;o resolve. &Eacute; uma medida paliativa. Ela, com certeza, vai limitar a velocidade do tr&aacute;fego de ve&iacute;culos em alguns trechos e isso &eacute; importante. Deve diminuir os casos de atropelamentos, pelo menos, mas o pedestre tamb&eacute;m deve ter mais aten&ccedil;&atilde;o na travessia e faz&ecirc;-la, de prefer&ecirc;ncia, por meio de passarelas.<br \/>A alta velocidade &eacute; respons&aacute;vel tamb&eacute;m pelo n&uacute;mero de acidentes com mortes ocorridas nas rodovias?<br \/>Em parte sim. Somente ontem tivemos cinco mortes em tr&ecirc;s acidentes distintos.Em janeiro, at&eacute; ontem, j&aacute; hav&iacute;amos registrado 27 mortes. Agora, j&aacute; s&atilde;o 32 pessoas mortas. Atribu&iacute;mos tamb&eacute;m a isso, as chuvas da primeira quinzena. <br \/><\/em><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><em>O Popular \/\/<\/em><\/strong><\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As rodovias federais mataram, somente em janeiro deste ano, 32 pessoas. Somente ontem foram cinco mortes nas BRs que cortam Goi&aacute;s. O que mais assusta &eacute; que neste m&ecirc;s oito pessoas morreram em per&iacute;metros urbanos &#8211; tr&ecirc;s em Goi&acirc;nia, duas em Aparecida de Goi&acirc;nia, duas em Porangatu e duas em Urua&ccedil;u. 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