
{"id":1135,"date":"2011-01-24T08:15:05","date_gmt":"2011-01-24T10:15:05","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/cetran\/60-das-rodovias-em-estado-critico\/"},"modified":"2011-01-24T08:15:05","modified_gmt":"2011-01-24T10:15:05","slug":"60-das-rodovias-em-estado-critico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/cetran\/60-das-rodovias-em-estado-critico\/","title":{"rendered":"<i>60% das rodovias em estado cr\u00edtico.<\/i>"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><em>Os trechos das rodovias goianas pavimentadas que est&atilde;o afetados pela falta de manuten&ccedil;&atilde;o se aproximam de 60% da malha vi&aacute;ria estadual. S&atilde;o 5,8 mil quil&ocirc;metros de estradas em situa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, espalhadas por todas as regi&otilde;es do Estado. Uma dist&acirc;ncia que daria para ligar as duas extremidades do Pa&iacute;s usando o eixo da BR-153: de Arroio Chu&iacute;, no Rio Grande do Sul, at&eacute; Oiapoque, no Amap&aacute;, e ainda sobrariam 506 quil&ocirc;metros. As informa&ccedil;&otilde;es constam no Plano de Situa&ccedil;&atilde;o e Recupera&ccedil;&atilde;o das Rodovias Goianas, elaborado pela Ag&ecirc;ncia Goiana de Transportes e Obras P&uacute;blicas (Agetop) depois da s&eacute;rie de problemas potencializados pelas chuvas do come&ccedil;o deste ano.<\/p>\n<p>O levantamento foi feito nas &uacute;ltimas duas semanas por uma empresa de consultoria e apresenta uma malha vi&aacute;ria praticamente esgotada. Os estragos da falta de cuidados peri&oacute;dicos nas vias alcan&ccedil;am todas as regi&otilde;es do Estado, o que acarreta transtornos a quem viaja para qualquer lugar de Goi&aacute;s em pelo menos parte do itiner&aacute;rio. Os problemas s&atilde;o vistos no asfalto, nos bueiros, em eros&otilde;es margens das pistas e nas pontes.<\/p>\n<p>Com as contas no vermelho, o governo de Goi&aacute;s estuda formas de financiar as obras de recupera&ccedil;&atilde;o. A Agetop disp&otilde;e de 8,8% do montante estimado para realizar todas as interven&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias: R$ 67 milh&otilde;es. No entanto, o valor para colocar todas as rodovias pavimentadas em condi&ccedil;&otilde;es adequadas ao uso chega a R$ 757 milh&otilde;es. &#8220;Nosso problema maior &eacute; a fonte de recursos, pois as obras demandam valores elevados e que s&atilde;o dif&iacute;ceis de encontrar&#8221;, admite o diretor de Manuten&ccedil;&atilde;o da Agetop, Francisco Humberto Moreira. Esta reportagem abre a s&eacute;rie sobre o caos nas rodovias.<\/p>\n<p>As rodovias goianas entraram o ano em estado de calamidade, com sete trechos interditados e dezenas em situa&ccedil;&atilde;o prec&aacute;ria, de acordo com o diagn&oacute;stico de superf&iacute;cie realizado pela Agetop. O levantamento conferiu as condi&ccedil;&otilde;es de tr&aacute;fego e as demandas para adequa&ccedil;&atilde;o da infraestrutura em toda malha vi&aacute;ria. O POPULAR teve acesso ao documento, que foi entregue aos diretores do Banco Mundial no dia 12 de janeiro durante audi&ecirc;ncia com o governador Marconi Perillo e com o presidente da Agetop, Jayme Rincon.<\/p>\n<p>Estragos&#8232;Estradas pavimentadas cujas estruturas est&atilde;o comprometidas com gravidade somam 278,5 quil&ocirc;metros. Nesses trechos as interven&ccedil;&otilde;es extrapolam o simples recapeamento das pistas. Para restaur&aacute;-las, s&atilde;o necess&aacute;rios R$ 90 milh&otilde;es. Trata-se de pontos em que n&atilde;o houve servi&ccedil;o de preserva&ccedil;&atilde;o, onde n&atilde;o foram seladas as fissuras que aparecem no asfalto geralmente ap&oacute;s cinco anos de uso. A falta de manuten&ccedil;&atilde;o fez com que os trincados e buracos permitissem a infiltra&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua at&eacute; a funda&ccedil;&atilde;o da estrutura.<\/p>\n<p>Entre as rodovias em piores condi&ccedil;&otilde;es de tr&aacute;fego est&atilde;o algumas por onde &eacute; transportada boa parte da produ&ccedil;&atilde;o goiana. O pavimento da GO-174, que passa por Rio Verde, praticamente desmanchou, assim como o da GO-184, que liga Jata&iacute; ao Mato Grosso do Sul. As mesmas circunst&acirc;ncias s&atilde;o encontradas ao longo da GO-330, que leva a Catal&atilde;o.<\/p>\n<p>Outros mil quil&ocirc;metros est&atilde;o fatigados, apresentando trincas que podem expor a base do pavimento &agrave; a&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas, considerada uma &#8220;inimiga&#8221; da engenharia. Por&eacute;m, est&atilde;o em condi&ccedil;&otilde;es menos graves que os locais que requerem restaura&ccedil;&atilde;o. Esses trechos precisam ser recapeados, para corre&ccedil;&atilde;o de deforma&ccedil;&otilde;es. A interven&ccedil;&atilde;o consiste na recomposi&ccedil;&atilde;o da capa asf&aacute;ltica e tem custo estimado em R$ 183 milh&otilde;es, segundo o Plano de Situa&ccedil;&atilde;o e Recupera&ccedil;&atilde;o das Rodovias Goianas.<\/p>\n<p>Volume de buracos &eacute; de 2,5 milh&otilde;es de litros<\/p>\n<p>Um dos maiores dramas dos motoristas, os buracos nas estradas goianas ocupam um volume de 2,5 mil metros c&uacute;bicos. Caso fossem um recipiente, poderiam armazenar 2,5 milh&otilde;es de litros. Para tap&aacute;-los, a Ag&ecirc;ncia Goiana de Transportes e Obras p&uacute;blicas (Agetop) calcula em R$ 169 milh&otilde;es o valor que dever&aacute; ser gasto na execu&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os. No entanto, as maiores interven&ccedil;&otilde;es previstas no diagn&oacute;stico elaborado pelo &oacute;rg&atilde;o dizem respeito &agrave; selagem de fissuras no asfalto. Ao todo, a quilometragem de trechos com essa demanda ultrapassa 4 mil, metade com selagem em uma camada do pavimento e metade em duas.<\/p>\n<p>Respons&aacute;veis pelas interdi&ccedil;&otilde;es das rodovias estaduais neste in&iacute;cio de ano, as pontes condenadas, os bueiros estourados e as eros&otilde;es nas margens das pistas tamb&eacute;m foram encontradas ao longo da malha vi&aacute;ria. S&atilde;o 33 pontes e 18 bueiros em ru&iacute;nas, al&eacute;m de 26 eros&otilde;es que comprometem a estrutura do pavimento e colocam em risco a seguran&ccedil;a dos motoristas. A restaura&ccedil;&atilde;o dessas estruturas deve custar R$ 33,8 milh&otilde;es. Ainda devem ser aplicados mais R$ 16,9 milh&otilde;es para execu&ccedil;&atilde;o de obras especiais, como duplica&ccedil;&atilde;o de rodovias, constru&ccedil;&atilde;o de pontes e bueiros com engenharia complexa e recupera&ccedil;&atilde;o de grandes eros&otilde;es.<\/em><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><em> O Popular \/\/<\/em><\/strong><\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os trechos das rodovias goianas pavimentadas que est&atilde;o afetados pela falta de manuten&ccedil;&atilde;o se aproximam de 60% da malha vi&aacute;ria estadual. 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