
{"id":1048,"date":"2010-07-07T05:54:03","date_gmt":"2010-07-07T08:54:03","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/cetran\/estacionar-na-24-de-outubro-sera-proibido\/"},"modified":"2010-07-07T05:54:03","modified_gmt":"2010-07-07T08:54:03","slug":"estacionar-na-24-de-outubro-sera-proibido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/cetran\/estacionar-na-24-de-outubro-sera-proibido\/","title":{"rendered":"<i>Estacionar na 24 de Outubro ser\u00e1 proibido.<\/i>"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><em>Moradores e comerciantes apontam tr&acirc;nsito como o principal problema. AMT inicia interven&ccedil;&otilde;es na regi&atilde;o.<\/em><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><em>&Agrave;s v&eacute;speras do&nbsp; bicenten&aacute;rio do bairro de Campinas, moradores, comerciantes e trabalhadores da antiga &#8220;Campininha&#8221; apontam o tr&acirc;nsito como principal problema existente na regi&atilde;o. O bairro, que &eacute; predominantemente ocupado por com&eacute;rcios, poder&aacute;&nbsp; ter parte desse gargalo resolvido por meio de&nbsp; interven&ccedil;&otilde;es estudadas pela Ag&ecirc;ncia Municipal de Tr&acirc;nsito, Transporte e Mobilidade (AMT), que come&ccedil;ou nessa semana a revitaliza&ccedil;&atilde;o da sinaliza&ccedil;&atilde;o horizontal. <\/p>\n<p>Al&eacute;m da sinaliza&ccedil;&atilde;o, a Avenida 24 de Outubro, umas das principais vias de Campinas, teve o sentido duplo implantado no trecho que vai da Avenida Anhanguera at&eacute; a Rua Perimetral. Segundo o presidente da AMT, Miguel Tiago da Silva, tamb&eacute;m est&aacute; em estudo, a exemplo das avenidas T-9 e T-7, a restri&ccedil;&atilde;o de estacionamento ao longo daquela avenida. <\/p>\n<p>Margareth Maia Sarmento, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o dos Comerciantes de Campinas, diz que j&aacute; existem corredores preferenciais para &ocirc;nibus naquela avenida, e que a restri&ccedil;&atilde;o agravaria a falta de vagas de estacionamento em ruas adjacentes. &ldquo;Se for proibir o estacionamento em um lugar, deve-se criar em outros. Hoje, esse &eacute; o principal problema de Campinas&rdquo;, ressalta. <br \/>Miguel Tiago afirma que a readequa&ccedil;&atilde;o das vagas de estacionamento deve ser assimilada n&atilde;o como algo que venha sacrificar os comerciantes da regi&atilde;o, mas sim no sentido de proporcionar um melhor acesso ao setor. &ldquo;Mesmo com uma interven&ccedil;&atilde;o como essa, que traria comodidade para quem se dirige a Campinas, ainda a melhor sa&iacute;da para a quest&atilde;o do estacionamento seria a implanta&ccedil;&atilde;o do parqu&iacute;metro&rdquo;, diz. <\/em><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><em>Parqu&iacute;metro<br \/>O sistema eletr&ocirc;nico de estacionamento foi idealizado pela C&acirc;mara de Dirigentes Lojistas (CDL), como alternativa, para a resolu&ccedil;&atilde;o da desorganiza&ccedil;&atilde;o das vagas de estacionamento em regi&otilde;es comerciais de Goi&acirc;nia, como Campinas. O sistema consiste em um controle de chips instalados em cart&otilde;es eletr&ocirc;nicos, acoplado a um pedestal de 1,10 metro de altura, dotado de leitores &oacute;pticos, cron&ocirc;metros regressivos e bipes. <\/p>\n<p>Foi estabelecido cerca de 30 mil vagas de estacionamento com o parqu&iacute;metro, distribu&iacute;dos em diferentes setores de Goi&acirc;nia, como o Centro e Campinas. O projeto foi engavetado ap&oacute;s den&uacute;ncias de fraudes em sua licita&ccedil;&atilde;o. Contudo, Miguel Tiago aponta o parqu&iacute;metro como a melhor sa&iacute;da para resolver problema de estacionamento no bairro de Campinas. &ldquo;H&aacute; um imbr&oacute;glio jur&iacute;dico que se criou, ap&oacute;s den&uacute;ncias vazias que fizeram o Minist&eacute;rio P&uacute;blico intervir. Mas creio que a popula&ccedil;&atilde;o, principalmente os comerciantes, ganharia muito com o parqu&iacute;metro&rdquo;, afirma. <br \/>Margareth Maia Sarmento, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o dos Comerciantes de Campinas, tamb&eacute;m compactua da ideia de que o parqu&iacute;metro seria a melhor sa&iacute;da para o fim da ang&uacute;stia de falta de vagas de estacionamento, entretanto ela critica a restri&ccedil;&atilde;o de estacionar na Avenida 24 de Outubro. &ldquo;O parqu&iacute;metro j&aacute; deveria ter sido instalado, seria de grande serventia, pois inibiria aqueles que estacionam pela manh&atilde; e s&oacute; desocupam a vaga &agrave; noite&rdquo;, afirma.<\/em><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><em>&nbsp;<\/em><\/strong><strong><em>Restri&ccedil;&atilde;o a ve&iacute;culos pesados<\/em><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><em><\/em><\/strong><br \/><strong><em>Outro ponto que desperta preocupa&ccedil;&atilde;o e aborrecimentos a quem trafega por Campinas &eacute; o grande n&uacute;mero de ve&iacute;culos pesados estacionados e transitando nas estreitas ruas do bairro. A AMT j&aacute; estuda a restri&ccedil;&atilde;o de tr&aacute;fego de caminh&otilde;es em determinadas vias de Campinas. De acordo com Miguel Tiago, &eacute; uma interven&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria, mas depende de debates com o setor produtivo campineiro.&ldquo;N&atilde;o h&aacute; ainda uma normativa para ser aplicada de imediato, mas estamos amadurecendo essa quest&atilde;o e estamos preocupados com os comerciantes, pois h&aacute; um risco de que, se implementarmos essa restri&ccedil;&atilde;o, poderia inviabilizar alguns com&eacute;rcios da regi&atilde;o&rdquo;, afirma.<\/p>\n<p>J&aacute; Margareth Sarmento diz que o ideal seria a exist&ecirc;ncia de hor&aacute;rios preestabelecidos para o embarque e desembarque de cargas. &ldquo;Campinas &eacute; um setor voltado ao com&eacute;rcio, e esse tipo de quest&atilde;o deve ser discutido com mais cautela. O setor produtivo n&atilde;o pode sofrer preju&iacute;zo.&rdquo;<\/em><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><em> O Popular &#8211; Frederico Oliveira \/\/<\/em><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><em><\/em><\/strong><\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Moradores e comerciantes apontam tr&acirc;nsito como o principal problema. AMT inicia interven&ccedil;&otilde;es na regi&atilde;o. &Agrave;s v&eacute;speras do&nbsp; bicenten&aacute;rio do bairro de Campinas, moradores, comerciantes e trabalhadores da antiga &#8220;Campininha&#8221; apontam o tr&acirc;nsito como principal problema existente na regi&atilde;o. 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