

{"id":22166,"date":"2017-03-06T06:03:19","date_gmt":"2017-03-06T09:03:19","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/casacivil\/balanco-da-missao-ao-oriente-medio-e-positivo\/"},"modified":"2017-03-06T06:03:19","modified_gmt":"2017-03-06T09:03:19","slug":"balanco-da-missao-ao-oriente-medio-e-positivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/casacivil\/balanco-da-missao-ao-oriente-medio-e-positivo\/","title":{"rendered":"Balan\u00e7o da Miss\u00e3o ao Oriente M\u00e9dio \u00e9 positivo"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"images\/imagens_migradas\/upload\/fotos\/2017-03\/marconi-na-arabia-saudita-2_3_17----1-2.jpg\" alt=\"Governo de Goi&aacute;s\" class=\"caption\" title=\"Marconi no Oriente M&eacute;dio\" \/><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p>Ap&oacute;s encerrar as duas primeiras etapas da Miss&atilde;o Comercial do Governo de Goi&aacute;s ao Oriente M&eacute;dio, com intensa agenda de trabalho nos Emirados &Aacute;rabes Unidos e na Ar&aacute;bia Saudita, o governador Marconi Perillo afirmou neste s&aacute;bado (04\/03), ao chegar ao L&iacute;bano, que o bem-estar das pessoas &eacute; a principal causa das miss&otilde;es comerciais. Conforme afirmou, ao abrir espa&ccedil;os para Goi&aacute;s no mundo, o governo estadual busca atrair investimentos que v&atilde;o melhorar a economia e, consequentemente, a vida dos cidad&atilde;os goianos, com o aprimoramento dos setores essenciais para a popula&ccedil;&atilde;o goiana. Marconi e a delega&ccedil;&atilde;o permanecem no L&iacute;bano at&eacute; esta segunda-feira (06\/03), para a terceira etapa da miss&atilde;o, e retornam a Goi&aacute;s.<\/p>\n<p>&ldquo;O bem-estar das pessoas &eacute; a causa principal dessas miss&otilde;es. &Eacute; abrir espa&ccedil;os no mundo inteiro para que Goi&aacute;s se torne conhecido, para que os investimentos venham para que possamos ter mais compradores dos nossos produtos e possamos ter mais empregos. Isso tudo acaba significando um grande c&iacute;rculo virtuoso em prosperidade e em desenvolvimento que impacta na economia, na infraestrutura, e acaba tamb&eacute;m viabilizando mais recursos para o governo do Estado investir em &aacute;reas essenciais.<\/p>\n<p>Marconi destacou que as miss&otilde;es comerciais realizadas at&eacute; hoje (somente na atual gest&atilde;o j&aacute; foram dez) influenciam no aumento no PIB, das exporta&ccedil;&otilde;es &ldquo;e, consequentemente,&nbsp;o que &eacute; mais importante, nos empregos&rdquo;, considerou. &nbsp;&ldquo;Todo trabalho que &eacute; feito para ativar a economia tem como objetivo, grande consequ&ecirc;ncia, emprego, especialmente num momento em que temos muito desemprego no Brasil. Quanto mais investimentos n&oacute;s conseguirmos levar para o Estado, quanto mais n&oacute;s pudermos produzir e exportar, mais empregos n&oacute;s estaremos gerando&rdquo;, ressaltou.<\/p>\n<p>Ele ressalvou que, al&eacute;m do setor econ&ocirc;mico, outras &aacute;reas de Goi&aacute;s s&atilde;o apresentadas nas miss&otilde;es. Na Ar&aacute;bia Saudita, conforme pontuou, p&ocirc;de discutir com o ex-ministro da economia daquele pa&iacute;s a experi&ecirc;ncia com as Organiza&ccedil;&otilde;es Sociais nos hospitais e tamb&eacute;m a do Conecta SUS. &ldquo;Eles ficaram bastante impressionados e me pediram para enviar um VT com informa&ccedil;&otilde;es sobre o que n&oacute;s estamos fazendo em termos de avan&ccedil;os na &aacute;rea da sa&uacute;de, para que depois eles definam uma miss&atilde;o para visitar in loco os nossos hospitais e conhecer a nossa tecnologia avan&ccedil;ada na &aacute;rea de sa&uacute;de, que &eacute; hoje um modelo para o Brasil&rdquo;, declarou.<\/p>\n<p><strong><em>Leia, abaixo, a &iacute;ntegra da avalia&ccedil;&atilde;o do governador Marconi Perillo sobre os resultados da miss&atilde;o:<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Com&eacute;rcio com Oriente M&eacute;dio<\/strong><\/p>\n<p>Essa regi&atilde;o do Oriente M&eacute;dio &eacute; muito pouco visitada pelos brasileiros, principalmente pelas autoridades brasileiras. Aqui na Ar&aacute;bia Saudita, por exemplo, h&aacute; muitos anos n&atilde;o vem um presidente da Rep&uacute;blica. Governador de Estado o primeiro que veio foi em 2002. Quinze anos depois eu estou vindo para poder falar das potencialidades do Brasil e, principalmente, de Goi&aacute;s. Os pontos altos foram os encontros que tivemos at&eacute; agora em Abu Dhabi, em Dubai. Eu participei da feira mundial de alimentos em Dubai e me avistei com dois fundos soberanos, e com outras autoridades importantes dos Emirados &Aacute;rabes; todas elas muitos interessadas em realizar investimentos no Brasil, mas tamb&eacute;m querendo saber sobre seguran&ccedil;a jur&iacute;dica, sobre a estabilidade pol&iacute;tica do Pa&iacute;s, como est&aacute; a quest&atilde;o pol&iacute;tica do Brasil e tamb&eacute;m querendo informa&ccedil;&otilde;es sobre a economia, sobre a retomada do crescimento econ&ocirc;mico e as reformas que est&atilde;o sendo feitas. Na Ar&aacute;bia Saudita, eu encontrei um mundo que o Brasil n&atilde;o conhece. As oportunidades s&atilde;o enormes. Encontrei-me com os maiores herdeiros daqui, incluindo o pr&iacute;ncipe herdeiro, o Muqrin. Todos eles nos receberam muito bem. Com todos eles n&oacute;s conversamos efetivamente sobre possibilidades de investimentos no agroneg&oacute;cio, na ferrovia para Bras&iacute;lia, em saneamento b&aacute;sico, infraestrutura.<\/p>\n<p><strong>Perspectivas de neg&oacute;cios<\/strong><\/p>\n<p>Nessa regi&atilde;o do mundo &eacute; preciso primeiro ganhar a confian&ccedil;a dos interlocutores, dos empres&aacute;rios, das autoridades. &Eacute; preciso vir aqui. N&atilde;o adianta enviar e-mail, n&atilde;o adianta falar por telefone, n&atilde;o adianta teleconfer&ecirc;ncia. Aqui, &eacute; olho no olho. &Eacute; fio do bigode. As pessoas querem conhecer a gente, querem conhecer as potencialidades que existem no Pa&iacute;s e, principalmente, ningu&eacute;m sabe onde fica Goi&aacute;s nessa regi&atilde;o. Ent&atilde;o &eacute; preciso falar onde est&aacute; Goi&aacute;s, que Goi&aacute;s est&aacute; na regi&atilde;o mais central do Brasil, que Bras&iacute;lia se encontra dentro de Goi&aacute;s e contar o que acontece em Goi&aacute;s hoje. Goi&aacute;s tem uma economia diversificada, importa e exporta para mais de 150 pa&iacute;ses; falar do crescimento do PIB nos &uacute;ltimos anos, das exporta&ccedil;&otilde;es e das m&uacute;ltiplas op&ccedil;&otilde;es que temos. N&oacute;s somos o segundo maior produtor de etanol, a terceira maior prov&iacute;ncia mineral do Pa&iacute;s. &Eacute; preciso falar que n&oacute;s produzimos agora 21 milh&otilde;es de toneladas de gr&atilde;os, que n&oacute;s temos um rebanho de quase 23 milh&otilde;es de cabe&ccedil;as e que temos v&aacute;rias montadoras de ve&iacute;culos, temos polos de turismo, de confec&ccedil;&otilde;es. Enfim, &eacute; preciso apresentar o estado para depois a gente come&ccedil;ar a efetivar os neg&oacute;cios. N&oacute;s estamos plantando uma semente. Uma coisa &eacute; clara: algumas miss&otilde;es sair&atilde;o daqui, do Oriente M&eacute;dio, para a Am&eacute;rica Latina, e se n&atilde;o haviam inclu&iacute;do o Brasil e muito menos Goi&aacute;s, uma ou outra miss&atilde;o ser&aacute; efetivada.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Efeitos no Agroneg&oacute;cio<\/strong><\/p>\n<p>Eles t&ecirc;m muito interesse no agribusiness. Eles t&ecirc;m muito interesse em comprar alimentos para esta regi&atilde;o. Mas eles t&ecirc;m interesse tamb&eacute;m em levar dinheiro. Aqui sobra dinheiro. Faltam aqui projetos para investimento em outros pa&iacute;ses. Eles gostam muito dos brasileiros e gostaram muito da nossa delega&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o, eu estou convencido de que tanto n&oacute;s poderemos vender mais para c&aacute; &ndash; apesar de que a nossa balan&ccedil;a comercial em rela&ccedil;&atilde;o aos Emirados e a Ar&aacute;bia Saudita &eacute; muito favor&aacute;vel a Goi&aacute;s; n&oacute;s podemos ampliar muito as vendas pra c&aacute; e, ao mesmo tempo, levar dinheiro para ser investido em nosso Estado. Ainda teremos, a partir de hoje, a miss&atilde;o no L&iacute;bano. No L&iacute;bano, n&oacute;s vamos nos avistar com v&aacute;rios ministros do governo de l&aacute;. O L&iacute;bano tem uma rela&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica com o Brasil. N&oacute;s temos no Brasil o dobro de libaneses com descend&ecirc;ncia libanesa que existe no pr&oacute;prio L&iacute;bano. Ent&atilde;o, h&aacute; uma rela&ccedil;&atilde;o muito familiar, uma rela&ccedil;&atilde;o de muita amizade entre o L&iacute;bano e o Brasil. Eu vou me encontrar com alguns empres&aacute;rios muito importantes, para os quais eu vou apresentar um portf&oacute;lio de neg&oacute;cios que pode ser realizado com o nosso Estado.<\/p>\n<p><strong>&Aacute;reas priorit&aacute;rias para investimentos<\/strong><\/p>\n<p>O primeiro projeto que eu apresentei, que estou apresentando aqui nesses pa&iacute;ses, &eacute; o trem de passageiros de alta velocidade, ligando Bras&iacute;lia a Goi&acirc;nia. Esse &eacute; um projeto do governo federal, que tem a nossa participa&ccedil;&atilde;o, a participa&ccedil;&atilde;o de Goi&aacute;s e do governo de Bras&iacute;lia. &Eacute; um projeto de R$ 9 bilh&otilde;es, que ser&aacute; concedido &agrave; iniciativa privada. N&oacute;s j&aacute; temos o interesse dos chineses. Eu estou trazendo esse projeto para apresentar aqui, at&eacute; porque quanto mais concorrentes tivermos, especialmente de fundos soberanos do Oriente M&eacute;dio, melhor para que ele se torne vi&aacute;vel. Outro projeto que tem sido apresentado &eacute; a concess&atilde;o de rodovias e tamb&eacute;m projetos relacionados ao agroneg&oacute;cio. Da parte p&uacute;blica, n&oacute;s trouxemos um <em>pen drive<\/em> com todas as principais possibilidades de investimentos que est&atilde;o no PDE &#8211; o Plano de Desestatiza&ccedil;&atilde;o do Estado. A&iacute; a gente inclui as rodovias, a Plataforma Log&iacute;stica e o Aeroporto de Cargas de An&aacute;polis; e tamb&eacute;m, como j&aacute; me referi, o trem Bras&iacute;lia-Goi&acirc;nia. Dentre outras oportunidades que est&atilde;o no PDE, que &eacute; o Programa de Desestatiza&ccedil;&atilde;o do Estado de Goi&aacute;s.<\/p>\n<p><strong>Import&acirc;ncia do investimento estrangeiro<\/strong><\/p>\n<p>O governo brasileiro est&aacute; sem dinheiro. Ali&aacute;s, n&oacute;s amargamos um d&eacute;ficit de mais de R$ 150 bilh&otilde;es no ano passado. Para este ano h&aacute; tamb&eacute;m a proje&ccedil;&atilde;o de um d&eacute;ficit muito grande no governo federal. As empresas maiores tamb&eacute;m est&atilde;o todas enroladas na Lava Jato. Ent&atilde;o, &eacute; preciso buscar empres&aacute;rios, investidores em outras partes do mundo para viabiliza&ccedil;&atilde;o dos nossos projetos. O governo federal apresentou agora um amplo plano de concess&otilde;es, de privatiza&ccedil;&otilde;es. Mas &eacute; preciso que haja interessados fora do Pa&iacute;s. Concess&otilde;es de ferrovias, de aeroportos, de portos, de novas rodovias, de duplica&ccedil;&otilde;es. Eu acho que a nossa visita aqui, al&eacute;m de ajudar o Estado, ajuda tamb&eacute;m o Brasil. Sinto que as pessoas aqui querem algo concreto. &Eacute; como se dissessem &ldquo;o que &eacute; que voc&ecirc;s t&ecirc;m no Brasil para que a gente possa efetivamente investir?&rdquo;. Nesse aspecto, existem muitas oportunidades no Brasil e muitas oportunidades no estado de Goi&aacute;s. Por outro lado, os parceiros estrangeiros s&oacute; v&atilde;o investir no Brasil e em Goi&aacute;s se sentirem que h&aacute; seguran&ccedil;a jur&iacute;dica para os investimentos deles, se h&aacute; estabilidade econ&ocirc;mica e democr&aacute;tica. E eu afirmei a todos aqui da import&acirc;ncia da democracia no Brasil, da estabilidade pol&iacute;tica quando o governo e o Congresso est&atilde;o dialogando bem. Tamb&eacute;m estabilidade do Judici&aacute;rio. Investidores de qualquer parte do mundo s&oacute; investem em pa&iacute;ses e em estados se eles tiverem seguran&ccedil;a de que o seu capital ter&aacute; retorno.<\/p>\n<p><strong>Energias renov&aacute;veis<\/strong><\/p>\n<p>Eu informei a todos aqui do nosso Goi&aacute;s Solar, um programa que n&oacute;s lan&ccedil;amos h&aacute; poucos dias em Goi&acirc;nia e que certamente ser&aacute; um programa inovador e pioneiro no Brasil. Na Ar&aacute;bia Saudita, por exemplo, eles querem em 25 anos transformar 30% da gera&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de energia em energia renov&aacute;vel. Apesar de serem os maiores produtores de petr&oacute;leo do mundo, o governo daqui j&aacute; deu uma determina&ccedil;&atilde;o de que, em 25 anos, 30% da matriz energ&eacute;tica do Pa&iacute;s seja de energia renov&aacute;vel. Enfim, eles tamb&eacute;m est&atilde;o pensando no futuro do planeta e tamb&eacute;m pensando no aquecimento global e em todas as consequ&ecirc;ncias de se continuar utilizando fontes n&atilde;o renov&aacute;veis de energia, como &eacute; o caso do petr&oacute;leo. O programa Goi&aacute;s Solar foi muito bem recebido aqui no Oriente M&eacute;dio, at&eacute; porque, efetivamente, n&oacute;s estamos falando da inova&ccedil;&atilde;o e falando do futuro do planeta e do nosso Estado.<\/p>\n<p><strong>Aumento das exporta&ccedil;&otilde;es<\/strong><\/p>\n<p>O agroneg&oacute;cio &eacute; algo que enche os olhos desses pa&iacute;ses, principalmente os Emirados &Aacute;rabes, que hoje s&atilde;o um rugby em toda essa regi&atilde;o do Oriente M&eacute;dio e da &Aacute;sia, mas tamb&eacute;m aqui na Ar&aacute;bia Saudita e no L&iacute;bano &eacute; muito importante essa rela&ccedil;&atilde;o bilateral comercial envolvendo o agroneg&oacute;cio. Mas existem outras &aacute;reas da economia e, principalmente, das rela&ccedil;&otilde;es comerciais, que podem ser incrementadas. N&oacute;s podemos, em v&aacute;rias &aacute;reas, exportar muito mais para c&aacute;, e tamb&eacute;m podemos importar especialmente componentes de maior valor agregado e tamb&eacute;m componentes de alta tecnologia.<\/p>\n<p><strong>Aposta no Oriente M&eacute;dio<\/strong><\/p>\n<p>As autoridades brasileiras v&ecirc;m muito pouco aqui, principalmente na Ar&aacute;bia Saudita. H&aacute; muitos anos veio aqui um presidente da Rep&uacute;blica. Como eles n&atilde;o t&ecirc;m nenhum tipo de rela&ccedil;&atilde;o maior, mais afetiva com o Brasil, como eles sequer conheciam Goi&aacute;s, era muito dif&iacute;cil haver um incremento maior nas rela&ccedil;&otilde;es bilaterais. O povo &aacute;rabe gosta de ter contato, olhar nos olhos, de conhecer melhor as oportunidades, as estat&iacute;sticas, ter mais informa&ccedil;&otilde;es, conhecer melhor as oportunidades, vantagens comparativas, competitivas. Isso tudo eu fiz quest&atilde;o de mostrar aqui.<\/p>\n<p>Eles ficam muito impressionados quando a gente mostra o mapa do mundo, mostra o mapa do Brasil, situa Goi&aacute;s, mostra que Bras&iacute;lia est&aacute; dentro de Goi&aacute;s. Que n&oacute;s temos um mercado consumidor de 10 milh&otilde;es de pessoas, que somos um rugby pro Brasil todo, que temos um raio de mil quil&ocirc;metros, 70% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira. Essas informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o fundamentais, at&eacute; porque se a gente n&atilde;o anda, n&atilde;o conhece as pessoas, n&atilde;o abre o relacionamento, sinceramente &eacute; imposs&iacute;vel ampliar as rela&ccedil;&otilde;es comerciais ou as exporta&ccedil;&otilde;es, ou mesmo buscar novos investimentos.<\/p>\n<p><strong>Contrato com a Caracal<\/strong><\/p>\n<p>N&oacute;s assinamos um memorando em Goi&aacute;s. A gente conhecia por ver v&iacute;deos, internet, informa&ccedil;&otilde;es. Uma coisa &eacute; assinar em Goi&acirc;nia um memorando, ouvir dizer e ver apresenta&ccedil;&otilde;es de VTs. Outra coisa &eacute; vir aqui e sentir que &eacute; uma realidade, uma f&aacute;brica que tem o apoio do governo dos Emirados. N&oacute;s fomos &agrave; f&aacute;brica e a vimos produzindo. Isso nos d&aacute; mais seguran&ccedil;a. E foi por isso que n&oacute;s assinamos o protocolo de inten&ccedil;&otilde;es.&nbsp;&Agrave; medida que eles nos conheceram melhor tamb&eacute;m, eles est&atilde;o falando inclusive em cronograma para o in&iacute;cio das obras e das atividades. Vale destacar, que um dos pr&iacute;ncipes de Abu Dhabi nos acompanhou em todos os encontros que tivemos com a dire&ccedil;&atilde;o da Caracal aqui nos Emirados.<\/p>\n<p><strong>Miss&atilde;o no L&iacute;bano<\/strong><\/p>\n<p>N&oacute;s temos mais libaneses no Brasil ou descendentes libaneses do que no pr&oacute;prio L&iacute;bano. Ou seja, mais do que o dobro de libaneses vive no Brasil e h&aacute; uma rela&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica de mais de cem anos entre o Brasil e o L&iacute;bano. Eles gostam muito do Brasil. Existem libaneses com muito capital. Esses que j&aacute; conhecem, porque t&ecirc;m familiares l&aacute; ou j&aacute; foram ao Brasil, querem conhecer as oportunidades de melhores investimentos.<\/p>\n<p>No L&iacute;bano, um grande investidor que est&aacute; radicado h&aacute; mais de 40 anos em Londres, que &eacute; iraquiano, vai nos receber com um grupo de ministros e investidores para que eu possa apresentar todo o portif&oacute;lio de oportunidades que existem em Goi&aacute;s. Eu acho que ser&aacute; uma grande oportunidade para incrementarmos as rela&ccedil;&otilde;es bilaterais comerciais e culturais, e tamb&eacute;m para apresentar projetos espec&iacute;ficos de investimentos em Goi&aacute;s.<\/p>\n<p><strong>FONTE: Gabinete de Imprensa do Governador<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>&nbsp;<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap&oacute;s encerrar as duas primeiras etapas da Miss&atilde;o Comercial do Governo de Goi&aacute;s ao Oriente M&eacute;dio, com intensa agenda de trabalho nos Emirados &Aacute;rabes Unidos e na Ar&aacute;bia Saudita, o governador Marconi Perillo afirmou neste s&aacute;bado (04\/03), ao chegar ao L&iacute;bano, que o bem-estar das pessoas &eacute; a principal causa das miss&otilde;es comerciais. 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