

{"id":22123,"date":"2016-12-28T04:12:37","date_gmt":"2016-12-28T06:12:37","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/casacivil\/governador-afirma-que-estado-sera-mais-competitivo-e-eficiente\/"},"modified":"2016-12-28T04:12:37","modified_gmt":"2016-12-28T06:12:37","slug":"governador-afirma-que-estado-sera-mais-competitivo-e-eficiente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/casacivil\/governador-afirma-que-estado-sera-mais-competitivo-e-eficiente\/","title":{"rendered":"Governador afirma que Estado ser\u00e1 mais competitivo e eficiente"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O governador Marconi Perillo concedeu nesta ter&aacute;-feira(27\/12),entrevista ao Jornal Anhanguera 2&ordf; edi&ccedil;&atilde;o, em que explicou aos goianos que o Programa de Austeridade enviado &agrave; Assembleia Legislativa &eacute; extremamente necess&aacute;rio para que o governo estadual continue a manter as finan&ccedil;as equilibradas, a folha de pagamento em dia, e os investimentos em obras e servi&ccedil;os para a popula&ccedil;&atilde;o. &ldquo;O goiano pode esperar finan&ccedil;as equilibradas, sal&aacute;rios pagos, servi&ccedil;os com continuidade e cada vez mais eficientes&rdquo;, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele tamb&eacute;m falou sobre a iniciativa de receber cada um dos 246 prefeitos eleitos e reeleitos em outubro para definir de que forma o governo estadual poder&aacute; auxiliar as administra&ccedil;&otilde;es municipais por meio de parcerias e conv&ecirc;nios. &ldquo;Eu me sinto no dever de ajudar os prefeitos. E tenho dado essa palavra para eles de esperan&ccedil;a, de &acirc;nimo&rdquo;, disse, ressaltando que as prefeituras sentiram fortemente os impactos da crise econ&ocirc;mica. Marconi tamb&eacute;m discutiu a &aacute;rea da Seguran&ccedil;a P&uacute;blica e fez um balan&ccedil;o de 2016. &ldquo;Estamos terminando o ano de 2016 melhor do que 2015&rdquo;, disse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Abaixo, as respostas do governador na &iacute;ntegra<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Investimentos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S&atilde;o ajustes absolutamente necess&aacute;rios. Esses ajustes da austeridade foram pactuados com o governo federal, com o Minist&eacute;rio da Fazenda, e ele objetiva socorrer v&aacute;rios estados que est&atilde;o em pen&uacute;ria, em estado de colapso, como &eacute; o caso de estados como o Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, mas que tamb&eacute;m objetiva repactuar d&iacute;vidas e, enfim, garantir certa perenidade nos ajustes que s&atilde;o feitos no Brasil. Geralmente os governos, tanto o federal quantos os estaduais e municipais, tomam medidas quando as crises chegam, mas n&atilde;o tomam medidas estruturantes, que possam valer n&atilde;o s&oacute; para o governo atual, como para outros governos seguintes. E toda a estrutura&ccedil;&atilde;o do nosso plano tem como consequ&ecirc;ncia as a&ccedil;&otilde;es que n&oacute;s j&aacute; t&iacute;nhamos tomado em 2014, quando come&ccedil;amos a prever a crise que aconteceria no Brasil, que &eacute; a crise mais s&eacute;ria da hist&oacute;ria do pa&iacute;s. Nunca houve uma crise econ&ocirc;mica t&atilde;o grave. Em dois anos e tr&ecirc;s meses de crise, isso significou empobrecimento do Brasil em 8,3%. E n&oacute;s aproveitamos para reduzir as secretarias a 10, cortamos milhares de cargos. Depois fizemos outro ajuste em 2015, e gra&ccedil;as a isso chegamos a 2016 com as folhas em dia, o 13&ordm; pago at&eacute; o m&ecirc;s de dezembro. Em dezembro a gente credita agora uma parte dentro do m&ecirc;s, e outra dentro da lei. N&oacute;s estamos tamb&eacute;m com os pagamentos dos funcion&aacute;rios em dia e com as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e servi&ccedil;os todos funcionando, com a m&aacute;quina funcionando. Em alguns estados, os aposentados n&atilde;o t&ecirc;m mais dinheiro para comprar rem&eacute;dio, n&atilde;o est&atilde;o mais recebendo as aposentadorias, as pens&otilde;es. Em outros estados, n&atilde;o h&aacute; dinheiro para viaturas policiais, para os hospitais. E aqui em Goi&aacute;s as coisas est&atilde;o funcionando bem gra&ccedil;as a essa previs&atilde;o que n&oacute;s fizemos l&aacute; atr&aacute;s. E agora tomamos outras medidas estruturantes para que os pr&oacute;ximos governadores n&atilde;o sofram tamb&eacute;m. Isso &eacute; uma demonstra&ccedil;&atilde;o de responsabilidade em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas, ao patrim&ocirc;nio que s&atilde;o os goianos. Temos que ter uma vis&atilde;o voltada para os 6,6 milh&otilde;es de habitantes. Um dado importante: a PEC que estabelece o teto de gastos possibilitar&aacute; que todos os governos daqui para frente n&atilde;o gastem al&eacute;m daquele limite que &eacute; previsto na Constitui&ccedil;&atilde;o. Isso vai evitar futuros desequil&iacute;brios financeiros e fiscais. N&oacute;s tamb&eacute;m aumentamos em um ponto a previd&ecirc;ncia porque hoje o estado cobra 13,25% dos servidores. Ou o patr&atilde;o paga mais 13,25%, e mesmo assim d&aacute; um d&eacute;ficit de R$ 152 milh&otilde;es por m&ecirc;s, porque muitos sal&aacute;rios s&atilde;o muito altos, e isso se deu em fun&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria Constitui&ccedil;&atilde;o Federal. Muitas pessoas se aposentam muito cedo, e o estado &eacute; obrigado a contratar mais pessoas. Ou seja, n&oacute;s pagamos 40 mil aposentados e pensionistas, e temos um d&eacute;ficit de quase R$ 2 bilh&otilde;es por ano. Com essa medida n&oacute;s vamos diminuir um pouquinho esse d&eacute;ficit, mas ainda vamos ter que continuar complementando esse d&eacute;ficit das aposentadorias de pensionistas e aposentados. Essas medidas t&ecirc;m o objetivo de estruturar a rela&ccedil;&atilde;o entre despesas e receitas. Em nenhuma fam&iacute;lia algu&eacute;m consegue sobreviver quando gasta mais do que recebe. N&oacute;s estamos tendo esse cuidado. Ali&aacute;s, em todos os meus governos eu tive esse cuidado. O que o goiano pode esperar &eacute; que a economia que n&oacute;s vamos fazer, gastando menos com despesas correntes, vamos investir mais ainda em obras e servi&ccedil;os essenciais para a popula&ccedil;&atilde;o. A popula&ccedil;&atilde;o que acompanha o nosso trabalho percebe o quanto o Hugol foi importante para Goi&acirc;nia, o quanto o Crer &eacute; importante; e a reativa&ccedil;&atilde;o dos hospitais como o HGG, o Hugo, o HDT, dentre outros hospitais de Goi&acirc;nia e do interior que s&atilde;o do governo do Estado. N&oacute;s tamb&eacute;m colocamos viaturas novas nas ruas todos os anos. Agora vamos acrescentar mais 700 viaturas para atender a popula&ccedil;&atilde;o. Temos investido muito na intelig&ecirc;ncia da Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, em c&acirc;meras, em contrata&ccedil;&atilde;o de mais policiais. No pr&oacute;ximo ano n&oacute;s vamos contratar mais 2,5 mil policiais. Temos toda uma rede de Vapt Vupt, com 75 unidades que funcionam muito bem para atender a popula&ccedil;&atilde;o, e tamb&eacute;m temos uma rede de educa&ccedil;&atilde;o com mais de 1.200 escolas.&nbsp; Isso tudo funcionou, e o trabalho nosso &eacute; para que em 2017 possa funcionar melhor ainda. E outro dado importante que &eacute; cuidar da infraestrutura para que possamos atrair mais empresas e gerar mais empregos. Isso tudo custa muito dinheiro. E h&aacute; uma previs&atilde;o para o ano que vem de terminarmos as obras estrat&eacute;gicas mais importantes, iniciarmos outras obras na &aacute;rea se seguran&ccedil;a, com v&aacute;rios pres&iacute;dios; na &aacute;rea de infraestrutura, saneamento b&aacute;sico, sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o fundamentalmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Seguran&ccedil;a<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O vice-governador fica no cargo at&eacute; o dia 31 deste m&ecirc;s. N&oacute;s juntos vamos definir o novo secret&aacute;rio, que ser&aacute; uma pessoa din&acirc;mica, que esteja bem atenta &agrave;s demandas da sociedade em rela&ccedil;&atilde;o a este que &eacute; um problema brasileiro e mundial, que &eacute; a Seguran&ccedil;a P&uacute;blica. Eu tenho falado muito sobre a quest&atilde;o da Seguran&ccedil;a P&uacute;blica sempre enfatizando a necessidade de o pa&iacute;s assumir, de o governo federal assumir de vez a responsabilidade pela coordena&ccedil;&atilde;o da Seguran&ccedil;a P&uacute;blica. Recentemente, a presidente do STF, ministra C&aacute;rmen L&uacute;cia, que esteve inclusive aqui em Goi&acirc;nia em um f&oacute;rum de secret&aacute;rios de Seguran&ccedil;a, esteve reunida com os governadores, e n&oacute;s colocamos para ela alguns aspectos necess&aacute;rios. Tamb&eacute;m j&aacute; colocamos isso para o ministro da Justi&ccedil;a. Existem muitas anomalias. Primeiro, a Constitui&ccedil;&atilde;o estabelece que s&oacute; os estados, s&oacute; os governadores s&atilde;o respons&aacute;veis pelos gastos com a Seguran&ccedil;a P&uacute;blica. Neste ano, vamos gastar 13% do nosso or&ccedil;amento com Seguran&ccedil;a. Bem mais do que R$ 2,5 bilh&otilde;es. Em contrapartida, n&atilde;o h&aacute; nenhuma exig&ecirc;ncia de que o governo federal ponha dinheiro em Seguran&ccedil;a P&uacute;blica. &Eacute; preciso fazer uma mudan&ccedil;a na Constitui&ccedil;&atilde;o, criar um fundo nacional de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, e fazer a vincula&ccedil;&atilde;o de recursos dos estados, da Uni&atilde;o e dos munic&iacute;pios. Eu defendo, inclusive, que os estados continuem investindo o mesmo que j&aacute; investem hoje. Mas &eacute; preciso ter mais dinheiro, porque com mais dinheiro podemos contratar mais c&acirc;meras, mais servi&ccedil;os de intelig&ecirc;ncia e mais pessoas. Muitas pessoas n&atilde;o sabem, mas a cada um soldado trabalhando na rua tem tr&ecirc;s em descanso, que &eacute; o determinado pela lei. A escala &eacute; de 12 por 36 horas. &Eacute; preciso de quatro policiais para que um esteja nas ruas. Como a gente p&otilde;e mais policiais nas ruas? Pagando o banco de horas todos os meses, complementando inclusive sal&aacute;rios dos policiais que muitas vezes deixam esse descanso e vendem suas horas para o governo do Estado. N&oacute;s vamos contratar mais 2,5 mil policiais militares no ano que vem, o concurso j&aacute; est&aacute; em andamento. Mas se n&oacute;s tiv&eacute;ssemos mais recursos, especialmente recursos federais, poder&iacute;amos fazer mais. O fato &eacute; que n&oacute;s tomamos uma decis&atilde;o h&aacute; alguns anos de melhorar significativamente a remunera&ccedil;&atilde;o de todo o pessoal da &aacute;rea da Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, exatamente porque eles se exp&otilde;em muito ao risco. Agora, isso acaba onerando muito a folha, e agora que estamos tendo condi&ccedil;&otilde;es de realizar um novo concurso, que n&atilde;o &eacute; s&oacute; para a Pol&iacute;cia Militar, mas tamb&eacute;m para a Pol&iacute;cia Civil e para as outras &aacute;reas da Seguran&ccedil;a. Outro problema importante, al&eacute;m da necessidade de aporte do governo federal, &eacute; a reitera&ccedil;&atilde;o do crime. As nossas leis s&atilde;o muito fr&aacute;geis, e um bandido fica em m&eacute;dia preso em m&eacute;dia 40 dias, depois &eacute; solto porque a legisla&ccedil;&atilde;o &eacute; fr&aacute;gil. Temos colocado isso de forma muito contundente. Depois, h&aacute; a necessidade de se construir mais pres&iacute;dios. N&oacute;s estamos construindo quatro, com 1.200 vagas. Mas o governo federal tem um fundo, que &eacute; o Fundo Nacional para o Sistema Prisional, que &eacute; utilizado para outras finalidades. Agora o STF determinou que esse dinheiro seja destinado &agrave; sua fun&ccedil;&atilde;o prec&iacute;pua, que &eacute; a constru&ccedil;&atilde;o de pres&iacute;dios. E, por &uacute;ltimo, n&oacute;s temos o problema das drogas. Esse &eacute; um problema que &eacute; respons&aacute;vel por mais de 80% dos crimes, dos homic&iacute;dios no pa&iacute;s. Isso se d&aacute; fundamentalmente porque as nossas fronteiras com pa&iacute;ses produtores, e que permitem o contrabando de drogas e armas para o Brasil, est&atilde;o abertas. Eu sempre defendi que pelo menos 30% do efetivo das For&ccedil;as Armadas sejam colocados nas fronteiras do Brasil com esses pa&iacute;ses. E que tamb&eacute;m medidas diplom&aacute;ticas sejam adotadas para que esses pa&iacute;ses pro&iacute;bam a produ&ccedil;&atilde;o e envio de drogas para o Brasil. N&atilde;o h&aacute; nada que infelicite mais as fam&iacute;lias brasileiras do que isso. E, pelas estat&iacute;sticas que temos, mais de 80% dos crimes est&atilde;o vinculados &agrave;s drogas. O Brasil emprestou dinheiro atrav&eacute;s do BNDES nos &uacute;ltimos anos para esses pa&iacute;ses todos. Basta o Brasil dizer: se esses pa&iacute;ses n&atilde;o pararem de permitir o tr&aacute;fico de drogas para o Brasil n&atilde;o vai ter mais empr&eacute;stimos. Medidas existem. Eu j&aacute; disse isso para o presidente da Rep&uacute;blica, ao ministro da Justi&ccedil;a, e tenho falado em todos os f&oacute;runs dos quais participo. &Eacute; preciso um conjunto de medidas para al&eacute;m do que a gente j&aacute; faz. N&oacute;s temos feito tudo o que &eacute; poss&iacute;vel, e aqui em Goi&acirc;nia, principalmente neste ano, n&oacute;s temos estat&iacute;sticas muito melhores em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado na &aacute;rea de homic&iacute;dios e em outras &aacute;reas. Mas precisamos de mais recursos, de maior apoio e de mais uni&atilde;o para que esse esfor&ccedil;o seja cada vez mais reconhecido pela popula&ccedil;&atilde;o, e a sensa&ccedil;&atilde;o de medo possa dar lugar &agrave; sensa&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Equil&iacute;brio e efici&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em meio a essa crise enorme que vai chegar a tr&ecirc;s anos, onde o Brasil ficou mais pobre do que o resto do mundo, isso se deu porque medidas l&aacute; atr&aacute;s n&atilde;o foram tomadas. Medidas para equilibrar a Previd&ecirc;ncia, para conter gastos. Hoje temos um d&eacute;ficit de R$ 170 bilh&otilde;es, e &agrave; medida que esse d&eacute;ficit existe, o governo federal precisa de dinheiro de fora para poder bancar esse d&eacute;ficit por causa da emiss&atilde;o de moedas que o governo faz. Como ele banca isso? Com taxas altas de juros. Quanto mais altas, menos condi&ccedil;&otilde;es existem para que a economia reaja &agrave; crise, gere mais empregos. Para manter as finan&ccedil;as equilibradas, e eu digo que o goiano pode esperar: finan&ccedil;as equilibradas, sal&aacute;rios pagos, servi&ccedil;os com continuidade<strong>&nbsp;<\/strong>e cada vez mais eficientes &ndash; como &eacute; o que a gente j&aacute; faz nos Vapt Vupts e na rede de Sa&uacute;de estadual e Seguran&ccedil;a, mais investimentos, a conclus&atilde;o dos hospitais, Credeqs, AMEs, pres&iacute;dios, Centros de Apoio Socioeducativos; mais investimentos na infraestrutura, habita&ccedil;&atilde;o, saneamento, e rodovias estrat&eacute;gicas para o escoamento da produ&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Munic&iacute;pios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tenho recebido aqui no Pal&aacute;cio prefeitos de todos os partidos. Comecei pelas maiores cidades e estou completando amanh&atilde; 106 prefeitos recebidos depois das elei&ccedil;&otilde;es. Os prefeitos trazem C&acirc;maras, entidades civis da sociedade. E eu tenho discutido prioridades para as cidades. As cidades, de maneira geral, est&atilde;o com muitos problemas, principalmente no aspecto urbano, e obras que s&atilde;o de responsabilidade das prefeituras, como pavimentos, ruas muito estragadas. Esse &eacute; o pedido recorrente. Mas existem outros pedidos nas &aacute;reas de Sa&uacute;de, Educa&ccedil;&atilde;o, Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, e habita&ccedil;&atilde;o, que &eacute; muito recorrente tamb&eacute;m. Tenho anotado as prioridades de cada um, e em janeiro vou decidir o que vou poder fazer em termos de conv&ecirc;nios com as prefeituras. Para repassar dinheiro para as prefeituras, para ajudar os prefeitos, principalmente nesse momento de crise, a superar um pouco das dificuldades que as prefeituras enfrentam. E, ao mesmo tempo, acolher as necessidades mais prementes da popula&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o coisas que n&atilde;o s&atilde;o de responsabilidade do governo do Estado, mas que, se o governo n&atilde;o ajuda, os prefeitos n&atilde;o d&atilde;o conta de atender a popula&ccedil;&atilde;o. E o povo vive nas cidades, n&atilde;o vive no Estado. Ent&atilde;o, tem muita coisa que n&atilde;o &eacute; de responsabilidade nossa, mas me sinto no dever de ajudar os prefeitos. E tenho dado essa palavra para eles de esperan&ccedil;a, de &acirc;nimo. Tenho tamb&eacute;m sugerido a todos que tenham muita austeridade nos gastos, contratando poucas pessoas, diminuindo o n&uacute;mero de secretarias, sendo extremamente rigorosos para que possa sobrar um pouquinho mais de dinheiro, para que esses recursos que v&ecirc;m do povo sejam reinvestidos de volta nas necessidades da popula&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Aten&ccedil;&atilde;o a Goi&acirc;nia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N&atilde;o haver&aacute; problema nenhum de minha parte. J&aacute; fui governador com v&aacute;rios prefeitos eleitos pela oposi&ccedil;&atilde;o. Isso j&aacute; aconteceu com o Pedro Wilson, com o pr&oacute;prio prefeito Iris Rezende, com o prefeito Paulo Garcia, e sempre tivemos rela&ccedil;&otilde;es extremamente republicanas, harmoniosas. J&aacute; falei com o prefeito Iris duas vezes depois das elei&ccedil;&otilde;es, e j&aacute; disse que as portas do governo est&atilde;o abertas para celebrarmos as melhores parcerias. Foi assim com o prefeito Paulo Garcia, que est&aacute; terminando a gest&atilde;o. No come&ccedil;o havia certa dificuldade de relacionamento, depois esse relacionamento ficou bom. Tudo que pude fazer do que era da al&ccedil;ada do governo eu fiz, e acho que valeu. Inclusive, ajudei muito na continuidade das obras do BRT Goi&acirc;nia Sul. Em rela&ccedil;&atilde;o ao prefeito Iris, com quem j&aacute; convivi no passado, ele como prefeito e eu como governador, n&atilde;o tenho d&uacute;vidas de que essa rela&ccedil;&atilde;o continuar&aacute;. N&oacute;s j&aacute; disputamos o governo algumas vezes, sempre nos respeitamos. Temos ideais diferentes, mas sempre prevaleceu o respeito m&uacute;tuo. O respeito &agrave;s biografias de cada um. E n&atilde;o vai ser diferente. O goianiense pode esperar de minha parte uma rela&ccedil;&atilde;o absolutamente respeitosa, como sempre fiz. Agora me relacionei tamb&eacute;m com o prefeito de Aparecida, com quem j&aacute; disputei o governo do Estado; me relacionei com prefeitos do PT, e prefeitos de v&aacute;rios partidos do Estado inteiro. Eu sempre procurei dar um passo al&eacute;m para trazer esses prefeitos para as rela&ccedil;&otilde;es republicanas. Rela&ccedil;&otilde;es que resultam em benef&iacute;cios para a popula&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Otimismo <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eu diria que o ano de 2016, apesar de t&atilde;o dif&iacute;cil para as pessoas; as pessoas perderam poder aquisitivo, perderam empregos por conta dessa crise monstruosa, mas apesar disso, com os ajustes que fizemos, sob o comando da nossa secret&aacute;ria da Fazenda Ana Carla Abr&atilde;o, estamos terminando o ano de 2016 melhor do que 2015. N&oacute;s teremos menos restos a pagar. N&oacute;s teremos um super&aacute;vit um pouco melhor, um super&aacute;vit prim&aacute;rio. Ou seja, n&oacute;s gastamos menos do que estava previsto no or&ccedil;amento, e quando a gente gasta menos do previsto no or&ccedil;amento, temos um super&aacute;vit or&ccedil;ament&aacute;rio. Enfim, n&oacute;s conseguimos terminar importantes obras e, mais do que isso, conseguimos manter os servi&ccedil;os p&uacute;blicos funcionando para atender as pessoas. O Hugol atendeu a quase dois milh&otilde;es de pessoas, nesse per&iacute;odo de um ano e meio. Sem contar os outros hospitais que j&aacute; tem selo de excel&ecirc;ncia. Agora j&aacute; s&atilde;o cinco hospitais da rede estadual que contam com o certificado da ONA, que &eacute; uma esp&eacute;cie de ISO 9.000 para a &aacute;rea de sa&uacute;de p&uacute;blica. No Brasil temos pouco mais de 30 hospitais com esse selo de excel&ecirc;ncia. Desses, cinco s&atilde;o do Estado de Goi&aacute;s, do ano passado para c&aacute;. Ent&atilde;o, esse trabalho vai continuar. O balan&ccedil;o &eacute; positivo. N&oacute;s come&ccedil;amos a experimentar um novo conceito na Educa&ccedil;&atilde;o, que &eacute; a administra&ccedil;&atilde;o de escolas por Organiza&ccedil;&otilde;es Sociais, que deu t&atilde;o certo na &aacute;rea da Sa&uacute;de, e a expectativa que temos &eacute; que os nossos indicadores possam melhorar cada vez mais em todas as &aacute;reas. As pessoas reconhecem a qualidade do servi&ccedil;o do Vapt Vupt. S&atilde;o Paulo tem 40 milh&otilde;es de habitantes, e tem menos de 30 unidades do Poupa Tempo, que &eacute; o Vapt Vupt de l&aacute;. N&oacute;s aqui j&aacute; temos 75 para uma popula&ccedil;&atilde;o de 6,6 milh&otilde;es de pessoas. O que significa isso? &Eacute; o comprometimento do governo em levar os servi&ccedil;os de qualidade para cada vez mais pr&oacute;ximo das pessoas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fonte: Gabinete de Imprensa do Governador de Goi&aacute;s<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O governador Marconi Perillo concedeu nesta ter&aacute;-feira(27\/12),entrevista ao Jornal Anhanguera 2&ordf; edi&ccedil;&atilde;o, em que explicou aos goianos que o Programa de Austeridade enviado &agrave; Assembleia Legislativa &eacute; extremamente necess&aacute;rio para que o governo estadual continue a manter as finan&ccedil;as equilibradas, a folha de pagamento em dia, e os investimentos em obras e servi&ccedil;os para a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[283],"tags":[],"class_list":["post-22123","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"rttpg_featured_image_url":null,"rttpg_author":{"display_name":"gustavogoncalves","author_link":"https:\/\/goias.gov.br\/casacivil\/author\/gustavogoncalves\/"},"rttpg_comment":0,"rttpg_category":"<a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/casacivil\/categoria\/noticias\/\" rel=\"category tag\">Not\u00edcias<\/a>","rttpg_excerpt":"O governador Marconi Perillo concedeu nesta ter&aacute;-feira(27\/12),entrevista ao Jornal Anhanguera 2&ordf; edi&ccedil;&atilde;o, em que explicou aos goianos que o Programa de Austeridade enviado &agrave; Assembleia Legislativa &eacute; extremamente necess&aacute;rio para que o governo estadual continue a manter as finan&ccedil;as equilibradas, a folha de pagamento em dia, e os investimentos em obras e servi&ccedil;os para a&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/casacivil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22123","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/casacivil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/casacivil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/casacivil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/casacivil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22123"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/casacivil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22123\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/casacivil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22123"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/casacivil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22123"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/casacivil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22123"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}