

{"id":16357,"date":"2024-11-19T15:00:58","date_gmt":"2024-11-19T18:00:58","guid":{"rendered":"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/?p=16357"},"modified":"2024-11-19T15:01:02","modified_gmt":"2024-11-19T18:01:02","slug":"goias-busca-reconhecimento-internacional-de-zona-livre-de-febre-aftosa-sem-vacinacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/goias-busca-reconhecimento-internacional-de-zona-livre-de-febre-aftosa-sem-vacinacao\/","title":{"rendered":"Goi\u00e1s busca reconhecimento internacional de zona livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Sem imunizar o rebanho h\u00e1 quase dois anos, o Estado integra a lista de unidades federativas que pretendem, por meio de pedido do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa), obter o reconhecimento da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OMSA). Apesar da retirada, outras vacinas ainda fazem parte do calend\u00e1rio oficial de imuniza\u00e7\u00e3o em Goi\u00e1s<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"680\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2024\/11\/gado-enio-tavares-1024x680.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-16358\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2024\/11\/gado-enio-tavares-1024x680.jpeg 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2024\/11\/gado-enio-tavares-300x199.jpeg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2024\/11\/gado-enio-tavares-768x510.jpeg 768w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2024\/11\/gado-enio-tavares-1536x1020.jpeg 1536w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2024\/11\/gado-enio-tavares.jpeg 1600w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cr\u00e9dito: Enio Tavares.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Com o cumprimento de todas as exig\u00eancias do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa), o estado de Goi\u00e1s passou a ser zona livre de febre aftosa sem a necessidade de vacina\u00e7\u00e3o h\u00e1 quase dois anos. A \u00faltima campanha de imuniza\u00e7\u00e3o do rebanho ocorreu em novembro de 2022 e, desde ent\u00e3o, o pecuarista goiano n\u00e3o precisa mais vacinar o gado contra a doen\u00e7a. A medida faz parte do Plano Estrat\u00e9gico do Programa Nacional de Vigil\u00e2ncia da Febre Aftosa (PE\/PNEFA) e a suspens\u00e3o ocorreu ap\u00f3s uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias realizadas pela Ag\u00eancia Goiana de Defesa Agropecu\u00e1ria (Agrodefesa), produtores e demais entidades do segmento, com orienta\u00e7\u00e3o do Mapa.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde o in\u00edcio de 2023, o trabalho desenvolvido em Goi\u00e1s tem sido de vigil\u00e2ncia para manter o status de livre da doen\u00e7a sem vacina\u00e7\u00e3o e para fortalecer a pecu\u00e1ria goiana e nacional. \u201cAs exig\u00eancias e orienta\u00e7\u00f5es do PNEFA foram atendidas, resultando na retirada da imuniza\u00e7\u00e3o h\u00e1 quase dois anos. Mostramos mais uma vez a compet\u00eancia de Goi\u00e1s, por meio da Agrodefesa, para manter a sanidade animal e a defesa agropecu\u00e1ria no Estado. Com esse status e o foco maior no monitoramento, buscamos agora projetar cada vez mais Goi\u00e1s no mercado internacional\u201d, afirma o presidente da Agrodefesa, Jos\u00e9 Ricardo Caixeta Ramos.<\/p>\n\n\n\n<p>Em maio deste ano, os \u00faltimos estados que ainda vacinavam o rebanho contra a febre aftosa tamb\u00e9m encerraram o trabalho de imuniza\u00e7\u00e3o e assim o Brasil se tornou totalmente livre da doen\u00e7a sem vacina\u00e7\u00e3o. De acordo com dados do Minist\u00e9rio, mais de 244 milh\u00f5es de bovinos e bubalinos em cerca de 3,2 milh\u00f5es de propriedades deixaram de ser vacinados contra a doen\u00e7a, o que equivale a uma redu\u00e7\u00e3o direta de custo de mais de R$ 500 milh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o fim da imuniza\u00e7\u00e3o em todo o Pa\u00eds, o Mapa p\u00f4de buscar o reconhecimento internacional do status sanit\u00e1rio de livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o para todo o territ\u00f3rio brasileiro junto \u00e0 Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OMSA). Uma das medidas \u00e9 a suspens\u00e3o da vacina\u00e7\u00e3o contra a febre aftosa e a proibi\u00e7\u00e3o de ingresso de animais vacinados nos estados por, pelo menos, 12 meses. A expectativa \u00e9 que se aprovado o pedido, o resultado seja apresentado em maio de 2025, durante assembleia geral da entidade. \u201cPara Goi\u00e1s e o Brasil \u00e9 de extrema import\u00e2ncia esse reconhecimento, porque \u00e9 uma forma de ampliar mercado fora do Pa\u00eds, especialmente junto aos pa\u00edses mais exigentes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade dos produtos de origem animal\u201d, acrescenta Jos\u00e9 Ricardo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Calend\u00e1rio oficial<\/strong><br>Com mais de 23,7 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de gado, Goi\u00e1s possui o terceiro maior rebanho bovino do Pa\u00eds, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Para assegurar a sanidade dos animais e fortalecer a pecu\u00e1ria goiana, outras vacinas fazem parte do calend\u00e1rio oficial no Estado, como de brucelose e de raiva em herb\u00edvoros. \u201cAo contr\u00e1rio da febre aftosa, que n\u00e3o tem mais imuniza\u00e7\u00e3o em Goi\u00e1s, outras doen\u00e7as ainda demandam aten\u00e7\u00e3o do pecuarista para vacina\u00e7\u00e3o e, por consequ\u00eancia, garantia da sa\u00fade do rebanho e da qualidade do alimento produzido no Estado\u201d, defende o diretor de Defesa Agropecu\u00e1ria da Agrodefesa, Rafael Vieira.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos exemplos \u00e9 a imuniza\u00e7\u00e3o contra a raiva de herb\u00edvoros, que teve in\u00edcio no dia 1\u00ba de novembro e se estende at\u00e9 15 de dezembro, em 119 munic\u00edpios considerados de alto risco para a doen\u00e7a no Estado. Neste prazo, o pecuarista deve imunizar os bovinos e bubalinos at\u00e9 12 meses e os equ\u00eddeos (equino, muar, asinino), caprinos e ovinos at\u00e9 seis meses Al\u00e9m da vacina\u00e7\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio comprovar a imuniza\u00e7\u00e3o antirr\u00e1bica at\u00e9 31 de dezembro, por meio do Sistema de Defesa Agropecu\u00e1ria de Goi\u00e1s (Sidago).<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 brucelose, a principal medida preventiva \u00e9 por meio da vacina\u00e7\u00e3o \u2013 medida obrigat\u00f3ria. Devem ser imunizadas f\u00eameas bovinas e bubalinas, de tr\u00eas a oito meses de idade, com a vacina B-19. Ap\u00f3s este per\u00edodo, a vacina\u00e7\u00e3o deve ser feita com a vacina RB-51. A imuniza\u00e7\u00e3o do rebanho deve ser realizada sob a responsabilidade t\u00e9cnica de m\u00e9dico veterin\u00e1rio cadastrado na Agrodefesa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Comunica\u00e7\u00e3o Setorial da Ag\u00eancia Goiana de Defesa Agropecu\u00e1ria (Agrodefesa) \u2013 Governo de Goi\u00e1s<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sem imunizar o rebanho h\u00e1 quase dois anos, o Estado integra a lista de unidades federativas que pretendem, por meio de pedido do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa), obter o reconhecimento da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OMSA). 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