{"id":1329,"date":"2014-11-06T09:11:17","date_gmt":"2014-11-06T11:11:17","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/agrodefesa\/programa-de-algodao\/"},"modified":"2026-08-10T15:05:18","modified_gmt":"2026-08-10T18:05:18","slug":"programa-de-algodao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/programa-de-algodao\/","title":{"rendered":"Programa de Algod\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><strong>Coordenador: <\/strong>Maxwell Carvalho de Oliveira<br \/>\n<strong>E-mail:<\/strong> maxwell.carvalho@agrodefesa.go.gov.br<br \/>\n<strong>Fone: <\/strong>(62) 3201-3579<\/p>\n<p><strong>Colaborador: <\/strong>M\u00e1rio S\u00e9rgio de Oliveira<br \/>\n<strong>E-mail: <\/strong>mario.sergio@agrodefesa.go.gov.br<br \/>\n<strong>Fone:<\/strong> (62) 3201-3579<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1320\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/algodao-e84.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/algodao-e84.jpg 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/algodao-e84-300x225.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/algodao-e84-768x576.jpg 768w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/algodao-e84-600x450.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<h3>Hist\u00f3rico<\/h3>\n<p>A cultura do algod\u00e3o no Estado de Goi\u00e1s teve in\u00edcio em 1937, apresentando durante este per\u00edodo notado crescimento e sazonalidade, passando do 15\u00b0 lugar em 1937 para o 2\u00b0 lugar no ranking nacional de produ\u00e7\u00e3o e produtividade no ano 2000 (Sebrae, 2001). Medeiros et all (2001), relatam que Goi\u00e1s j\u00e1 esteve colocado em primeiro lugar em produ\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, com uma \u00e1rea de 180.200 ha em 1997. Atualmente o Estado de Goi\u00e1s encontra-se na 3\u00aa posi\u00e7\u00e3o entre os Estados com maior \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o do Brasil. V\u00e1rios problemas v\u00eam afetando a produtividade e a rentabilidade final da cultura no Estado, principalmente, o uso indiscriminado de defensivos.<\/p>\n<p>O bicudo\u00a0(Antonomus grandis)\u00a0\u00e9 considerado a praga mais s\u00e9ria da cotonicultura brasileira, pelos danos que ocasiona e pela dificuldade do seu controle. Sua detec\u00e7\u00e3o no Brasil deu-se pela primeira vez, em fevereiro de 1983, na regi\u00e3o de Campinas-SP (Braga Sobrinho &amp; Lukefar, 1983). No ano seguinte foi constatado no Estado da Para\u00edba. Atualmente, o bicudo encontra-se distribu\u00eddo em quase todos os estados brasileiros onde se cultiva o algodoeiro. Em Goi\u00e1s esta praga foi constatada na safra 1997\/98 e, a partir dessa data, encontra-se presente em quase todos os munic\u00edpios do Estado.<\/p>\n<p align=\"justify\"><img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1321\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/bicudo-1-277-rotated.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" \/>\u00a0<img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1322\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/bicudo-3-5db.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"224\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/bicudo-3-5db.jpg 654w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/bicudo-3-5db-300x224.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/bicudo-3-5db-600x450.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>O m\u00e9todo de controle adequado das pragas do algodoeiro pode ser fundamental para o sucesso, rentabilidade e lucratividade da lavoura. Deste modo, o conhecimento dos m\u00e9todos e a necessidade de controle s\u00e3o pe\u00e7as importantes no manejo como um todo. Os principais m\u00e9todos de controle para o algodoeiro s\u00e3o: controle biol\u00f3gico, controle cultural, controle gen\u00e9tico, controle qu\u00edmico, controle legislativo e controle clim\u00e1tico. A estrat\u00e9gia correta a ser aplicada para o controle de determinada praga, deve basear-se em amostragens, tomada de decis\u00e3o e escolha do sistema de redu\u00e7\u00e3o populacional, ou seja, em conson\u00e2ncia com o Manejo Integrado de Pragas (MIP).<\/p>\n<p>De acordo com Cia &amp; Fuzatto (1999), podemos ter as seguintes alternativas de controle e ou medidas complementares: profilaxia, t\u00e9cnicas culturais (sementes selecionadas. rota\u00e7\u00e3o de culturas, destrui\u00e7\u00e3o de restos culturais, elimina\u00e7\u00e3o de plantas hospedeiras, plantio em \u00e9pocas adequadas e aduba\u00e7\u00f5es equilibradas) e controle qu\u00edmico<\/p>\n<p>Considerando-se a exist\u00eancia de \u00e1reas indenes a determinadas pragas de import\u00e2ncia econ\u00f4mica, medidas preventivas s\u00e3o as mais eficazes, econ\u00f4micas e seguras do ponto de vista ambiental e de sa\u00fade p\u00fablica. Para isso, deve-se priorizar o levantamento de ocorr\u00eancias dessas pragas e a vigil\u00e2ncia fitossanit\u00e1ria.<\/p>\n<p align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1323\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/figura-5-32f.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/figura-5-32f.jpg 640w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/figura-5-32f-300x225.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/figura-5-32f-600x450.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1324\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/figura-6-755.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" 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href=\"https:\/\/www.go.gov.br\/servicos\/servico\/efetuar-cadastro-obrigatorio-para-culturas-anuais\">Ver o Link<\/a>:<\/li>\n<li>Cumprimento do calend\u00e1rio de semeadura<\/li>\n<li>Cumprimento do vazio sanit\u00e1rio<\/li>\n<li>Elimina\u00e7\u00e3o de plantas volunt\u00e1rias de algod\u00e3o<\/li>\n<li>Regulamenta\u00e7\u00e3o do transporte de cargas de algod\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Cultivo Autorizado no Per\u00edodo de Vazio Sanit\u00e1rio<\/h3>\n<p>O artigo 9\u00b0 da Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00b0 04\/2014 estabelece alguns casos em que a Agrodefesa poder\u00e1 autorizar a semeadura e a manuten\u00e7\u00e3o de plantas vivas de algod\u00e3o no per\u00edodo de vazio sanit\u00e1rio, nas seguintes situa\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<ul>\n<li>Cultivo destinado \u00e0 pesquisa cient\u00edfica;<\/li>\n<li>Cultivo de material gen\u00e9tico sob a responsabilidade e controle direto do obtentor ou introdutor;<\/li>\n<li>Cultivo destinado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de sementes gen\u00e9ticas;<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Cultivo nas \u00e1reas dos Projetos P\u00fablicos de Irriga\u00e7\u00e3o no Estado de Goi\u00e1s<\/h3>\n<p>Para a execu\u00e7\u00e3o das atividades citadas acima, as institui\u00e7\u00f5es de pesquisa dever\u00e3o apresentar, atrav\u00e9s dos pesquisadores respons\u00e1veis, at\u00e9 30 dias antes da prov\u00e1vel semeadura o requerimento \u00e0 Agrodefesa, acompanhado do Plano de Trabalho Detalhado e Termo de Compromisso e Responsabilidade, assinados pelo respons\u00e1vel e duas testemunhas, conforme modelos disponibilizados pela Agrodefesa.<\/p>\n<h4>Baixe os formul\u00e1rios:<\/h4>\n<ul>\n<li><a id=\"\" title=\"\" href=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/modelrequalgodao-b72.doc\" target=\"\" rel=\"noopener\">Modelo de Requerimento<\/a><\/li>\n<li><a id=\"\" title=\"Plano de Trabalho - Algod\u00e3o (Modelo)\" href=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/FormAlgodao-d93.doc\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Plano de Trabalho <\/a><\/li>\n<li><a id=\"\" title=\"\" href=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/termoalg-b6c.doc\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Termo de Compromisso e Responsabilidade<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>O compromitente que n\u00e3o cumprir integralmente o Termo de Compromisso e Responsabilidade firmado ficar\u00e1 suspensa a concess\u00e3o de autoriza\u00e7\u00e3o para o cultivo na pr\u00f3xima safra, independentemente de outras penalidades previstas na legisla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Obs:\u00a0<\/strong>O prazo para an\u00e1lise, parecer e decis\u00e3o da solicita\u00e7\u00e3o requerida ser\u00e1 de at\u00e9 30 dias a partir da data da solicita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.go.gov.br\/servicos\/servico\/obter-o-certificado-de-destruicao-de-restos-culturais-do-algodao\">Certificado<\/a>:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coordenador: Maxwell Carvalho de Oliveira E-mail: maxwell.carvalho@agrodefesa.go.gov.br Fone: (62) 3201-3579 Colaborador: M\u00e1rio S\u00e9rgio de Oliveira E-mail: mario.sergio@agrodefesa.go.gov.br Fone: (62) 3201-3579 Hist\u00f3rico A cultura do algod\u00e3o no Estado de Goi\u00e1s teve in\u00edcio em 1937, apresentando durante este per\u00edodo notado crescimento e sazonalidade, passando do 15\u00b0 lugar em 1937 para o 2\u00b0 lugar no ranking nacional de 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