{"id":1319,"date":"2014-11-06T09:11:30","date_gmt":"2014-11-06T11:11:30","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/agrodefesa\/programa-de-banana\/"},"modified":"2014-11-06T09:11:30","modified_gmt":"2014-11-06T11:11:30","slug":"programa-de-banana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/programa-de-banana\/","title":{"rendered":"Programa de Banana"},"content":{"rendered":"<p><strong>Coordenador:<\/strong> Juracy Rocha Braga Filho<br \/>\nDoutor em Agronomia, &Aacute;rea de Concentra&ccedil;&atilde;o Produ&ccedil;&atilde;o Vegetal-UFG<br \/>\n<strong>E-mail: <\/strong>juracy-rb@agrodefesa.go.gov.br<br \/>\n<strong>Telefone: <\/strong>(62) 3201-3578 \/ 3201-3579<\/p>\n<p><strong>Colaboradora:<\/strong> Heloisa Rocha<br \/>\n<strong>E-mail: <\/strong>heloisa.rocha@agrodefesa.go.gov.br<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" id=\"\" src=\"images\/Agosto2020TI\/ban.PNG\" title=\"\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A banana &eacute; a segunda fruta mais consumida no mundo e faz parte da dieta do brasileiro. O Brasil &eacute; o quarto produtor mundial atr&aacute;s da &Iacute;ndia, China e Indon&eacute;sia. Bahia e S&atilde;o Paulo s&atilde;o os maiores produtores nacionais. Goi&aacute;s est&aacute; entre os dez primeiros com &aacute;rea de 20.000 ha. O sucesso do plantio est&aacute; associado ao uso de mudas de qualidade: certificadas, livres de pragas e de laborat&oacute;rios, biof&aacute;bricas ou viveiros id&ocirc;neos.<\/p>\n<p><strong>Alerta Quarenten&aacute;rio<\/strong><\/p>\n<p>Alerta quarenten&aacute;rio para o <em>Fusarium oxysporum<\/em> f. sp. <em>cubense<\/em>, ra&ccedil;a 4 tropical (R 4T), identificado na d&eacute;cada de 1990 no Sul da &Aacute;sia e presente em 15 pa&iacute;ses; na Am&eacute;rica do Sul ele foi detectado na Col&ocirc;mbia. Mais agressivo que a Ra&ccedil;a 1, estima-se que acima de 80% das cultivares usadas no mundo sejam vulner&aacute;veis &agrave; Ra&ccedil;a 4. No Brasil, at&eacute; 90% dos plantios podem ser afetados caso a nova ra&ccedil;a seja introduzida. N&atilde;o h&aacute; cultivares resistentes dispon&iacute;veis.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Sigatoka Negra<\/h3>\n<p>Foi constatada no Brasil em fevereiro de 1998, no Estado do Amazonas estando presente no no Acre, Amazonas, Amap&aacute;, Bahia, Esp&iacute;rito Santo, Goi&aacute;s, Maranh&atilde;o, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Par&aacute;, Paran&aacute;, Rio de Janeiro, Rond&ocirc;nia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, S&atilde;o Paulo e Tocantins. O desenvolvimento de les&otilde;es de Sigatoka Negra&nbsp;e a sua dissemina&ccedil;&atilde;o s&atilde;o fortemente influenciados por fatores ambientais como umidade, temperatura e vento. As condi&ccedil;&otilde;es &oacute;timas para o desenvolvimento ocorrem com temperaturas na faixa de 25&deg; C a 28&deg; C, umidade relativa alta e per&iacute;odo chuvoso prolongado. Nestas condi&ccedil;&otilde;es a pr&aacute;tica da desfolha fitossanit&aacute;ria torna-se um trato cultural de fundamental import&acirc;ncia para a redu&ccedil;&atilde;o da fonte de in&oacute;culo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000; background-color: #ffffff; font-size: 12px;\"><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000; background-color: #ffffff; font-size: 12px;\"><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000; background-color: #ffffff; font-size: 12px;\"><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000; background-color: #ffffff; font-size: 12px;\"><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000; background-color: #ffffff; font-size: 12px;\"><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000; background-color: #ffffff; font-size: 12px;\"><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000; background-color: #ffffff; font-size: 12px;\"><img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1311\" alt=\"\" height=\"150\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/fig1-194.jpg\" width=\"200\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/fig1-194.jpg 1632w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/fig1-194-300x225.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/fig1-194-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/fig1-194-768x576.jpg 768w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/fig1-194-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/fig1-194-600x450.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1312\" alt=\"\" height=\"150\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/fig2-5ee.jpg\" width=\"200\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/fig2-5ee.jpg 1632w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/fig2-5ee-300x225.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/fig2-5ee-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/fig2-5ee-768x576.jpg 768w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/fig2-5ee-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/fig2-5ee-600x450.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/span><\/p>\n<p>Figura1. Estrias da Sigatoka Negra na face inferior da folha j&aacute; iniciando o coalescimento (A) e folha com alto &iacute;ndice de necrose (B)<\/p>\n<h3>Agente Causal<\/h3>\n<p>O fungo causador da Sigatoka Negra &eacute; um ascomiceto conhecido como <em>Mycosphaerella fijiensis<\/em> Morelet em sua fase sexuada ou teliom&oacute;fica, cuja fase assexuada ou anam&oacute;rfica corresponde &agrave; <em>Paracercospora fijiensis<\/em> (Morelet) Deighton. O esporo assexual de <em>P. fijiensis<\/em> (con&iacute;dio) est&aacute; presente durante as fases de estrias ou manchas jovens da doen&ccedil;a, nas quais se observam conidi&oacute;foros, saindo dos est&ocirc;matos localizados na face inferior da folha. A fase sexuada &eacute; considerada a mais importante em rela&ccedil;&atilde;o ao aumento da doen&ccedil;a uma vez que um grande n&uacute;mero de asc&oacute;sporos (esporo sexuado) &eacute; produzido em estruturas denominadas pseudot&eacute;cios, que se formam em les&otilde;es nos est&aacute;dios finais de mancha principalmente na face superior da folha, durante as fases de pico da doen&ccedil;a e em per&iacute;odos de alta umidade e temperatura favor&aacute;vel.<\/p>\n<h3>Fique atento aos sintomas<\/h3>\n<p>Os sintomas causados pela evolu&ccedil;&atilde;o das les&otilde;es produzidas pela Sigatoka-Negra se assemelham aos decorrentes do ataque da Sigatoka-Amarela, tamb&eacute;m ocorrendo a infec&ccedil;&atilde;o nas folhas mais novas. J&aacute; os primeiros sintomas aparecem na face inferior da folha como estrias de cor marrom &nbsp;evoluindo para estrias negras(Figura 1). Os reflexos da doen&ccedil;a s&atilde;o sentidos pela r&aacute;pida destrui&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea foliar, reduzindo-se a capacidade fotossint&eacute;tica da planta e, consequentemente, a sua capacidade produtiva.<\/p>\n<h3>Danos e dist&uacute;rbios fisiol&oacute;gicos<\/h3>\n<p>A Sigatoka Negra &eacute; a mais grave e temida doen&ccedil;a da bananeira no mundo, implicando em aumento significativo de perdas, que podem chegar a 100% da produ&ccedil;&atilde;o, onde o controle n&atilde;o &eacute; realizado. Devido &agrave; sua agressividade, nas regi&otilde;es onde a Sigatoka-negra &eacute; introduzida, a amarela desaparece em cerca de tr&ecirc;s anos. Ataca severamente as variedades tipo Prata e Cavendish.<\/p>\n<h3>Moko da Bananeira<\/h3>\n<p>No Brasil, o moko ou murcha bacteriana est&aacute; presente em todos os Estados da regi&atilde;o Norte: Amazonas, Amap&aacute;, Par&aacute;, Rond&ocirc;nia e Roraima; na regi&atilde;o Nordeste em Alagoas e Sergipe.<\/p>\n<h3>Agente Causal<\/h3>\n<p>A doen&ccedil;a &eacute; causada pela bact&eacute;ria Ralstonia solanacearum Smith (Pseudomonas solanacearum), ra&ccedil;a 2. A transmiss&atilde;o e dissemina&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a pode ocorrer de diferentes formas, dentre as quais se destaca o uso de ferramentas infectadas nas v&aacute;rias opera&ccedil;&otilde;es que fazem parte do trato dos pomares, bem como a contamina&ccedil;&atilde;o de raiz para raiz ou do solo para a raiz. Outro ve&iacute;culo importante de transmiss&atilde;o s&atilde;o os insetos visitadores de infloresc&ecirc;ncias, tais como as abelhas (Trigona spp.)<\/p>\n<h3>Fique atento aos sintomas<\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Planta adulta:<\/strong><br \/>\n\tOcorre amarelecimento, murcha e quebra do pec&iacute;olo das folhas a alguma dist&acirc;ncia do pseudocaule.<\/li>\n<li><strong>Nas plantas jovens:<\/strong><br \/>\n\tOs sintomas manifestam-se primeiro nas folhas mais novas, tornando-se verde-p&aacute;lidas ou amarelas, murcham e quebra o pec&iacute;olo junto ao limbo foliar antes mesmo do seu completo amarelecimento.<\/li>\n<li><strong>No cacho:<\/strong>\n<ul>\n<li>Amarelecimento precoce e desuniforme;<\/li>\n<li>Cortes transversais:podrid&atilde;o seca de colora&ccedil;&atilde;o parda a escura;<\/li>\n<li>Ataques pr&oacute;ximos &agrave; flora&ccedil;&atilde;o, apresentam cachos raqu&iacute;dicos com apodrecimento dos frutos e antes da flora&ccedil;&atilde;o, a planta morre;<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Outros Sintomas<\/strong>\n<ul>\n<li>No sistema radicular observa-se apodrecimento das ra&iacute;zes, tornando-se escuras;<\/li>\n<li>Em brota&ccedil;&otilde;es ou filhos (chifre e chifrinho) que rebrotam ap&oacute;s o corte, apresentam-se enegrecidas&nbsp;e n&atilde;o raramente retorcidos;<\/li>\n<li>Frutos amarelos em cachos verdes o que indica a incid&ecirc;ncia de Moko.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Medidas Legislativas<\/h3>\n<p>Medidas a serem seguidas pelos envolvidos da cadeia produtiva:<\/p>\n<ul>\n<li>Cadastramento e recadastramento das propriedades de banana na AGRODEFESA;<\/li>\n<li>Transporte de mudas e frutos SEMPRE com ATV (Autoriza&ccedil;&atilde;o para tr&acirc;nsito de vegetais) &ndash; para tr&acirc;nsito dentro do estado;<\/li>\n<li>Transporte de mudas e frutos SEMPRE com PTV (Permiss&atilde;o de Tr&acirc;nsito de Vegetais) &ndash; para tr&acirc;nsito entre estados;<\/li>\n<li>Transporte de frutos somente em caixas pl&aacute;sticas higienizadas, caixas de madeira de primeiro uso ou de papel&atilde;o;<\/li>\n<li>&Eacute; proibido o tr&acirc;nsito de bananas em cacho;<\/li>\n<li>&Eacute; proibido o tr&acirc;nsito de folhas de bananeira ou parte de planta no acondicionamento de qualquer produto;<\/li>\n<li>Ser&aacute; realizada a destrui&ccedil;&atilde;o de plantas de bananeira abandonadas e sem controle de pragas em faixas de dom&iacute;nio, acontecendo o mesmo para os cultivos de Helic&ocirc;nia que estiverem na mesma situa&ccedil;&atilde;o.<\/li>\n<li>O produtor ou os viveiros localizados em outros estados, que desejam enviar mudas para o estado de Goi&aacute;s, dever&atilde;o entrar em contato com a Agrodefesa para solicitar a emiss&atilde;o da Autoriza&ccedil;&atilde;o para Aquisi&ccedil;&atilde;o de mudas. As mudas que vierem de outros estados n&atilde;o poder&atilde;o entrar em Goi&aacute;s sem esta Autoriza&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m outros documentos como Permiss&atilde;o de Tr&acirc;nsito de Vegetais, Nota Fiscal e Termo de Conformidade.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Base Legal<\/h3>\n<table border=\"0\" class=\"table table-responsible-lg table-striped\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/449313-874.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instru&ccedil;&atilde;o Normativa Federal n&ordm; 17 2005<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>Aprova os procedimentos para a caracteriza&ccedil;&atilde;o, implanta&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o de &aacute;rea livre da sigatoka negra e os procedimentos para implanta&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o do sistema de mitiga&ccedil;&atilde;o de risco para Sigatoka Negra &#8211; Mycosphaerella fijiensis (Morelet) Deighton, constantes dos Anexos I e II desta Instru&ccedil;&atilde;o Normativa.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/628199-0d7.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instru&ccedil;&atilde;o Normativa Federal n&ordm; 17 2009<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>Regulamenta os crit&eacute;rios para reconhecimento e manuten&ccedil;&atilde;o de &Aacute;reas Livres da Praga Ralstonia solanacearum ra&ccedil;a 2 (ALP Moko da Bananeira), visando atender exig&ecirc;ncias quarenten&aacute;rias de pa&iacute;ses importadores e regulamentar os crit&eacute;rios para implanta&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o da aplica&ccedil;&atilde;o de medidas integradas em um enfoque de Sistemas para o Manejo de Risco de pragas para Moko da Bananeira (SMR Moko da Bananeira), visando atender exig&ecirc;ncias quarenten&aacute;rias de pa&iacute;ses importadores.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/banana-instrucao-normativa-estadual-no.-10-2008-de1.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instru&ccedil;&atilde;o Normativa Estadual n&ordm; 10 2008<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>Exige que o interessado em enviar mudas de banana, uva ou citros, de outro estado para Goi&aacute;s, proceda &Agrave; solicita&ccedil;&atilde;o de Autoriza&ccedil;&atilde;o para Aquisi&ccedil;&atilde;o de Mudas. Esta Autoriza&ccedil;&atilde;o ser&aacute; exigida juntamente com a Permiss&atilde;o de Tr&acirc;nsito de Vegetais, Nota Fiscal e Termo de Conformidade.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/449315-080.pdf\">Instru&ccedil;&atilde;o Normativa Federal n&deg; 44\/2018<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>Reconhece o Estado de Goi&aacute;s como &Aacute;rea Livre de Sigatoka Negra (<i>Mycosphaerella fijiensis<\/i>), excetuando-se os Munic&iacute;pios de Amorin&oacute;polis, Aragar&ccedil;as, Aren&oacute;polis, Baliza, Bom Jardim de Goi&aacute;s, Caiap&ocirc;nia, Diorama, Doverl&acirc;ndia, Fazenda Nova, Ipor&aacute;, Israel&acirc;ndia, Ivol&acirc;ndia, Jaupaci, Jussara, Mineiros, Moipor&aacute;, Montes Claros de Goi&aacute;s, Palestina de Goi&aacute;s, Piranhas, Santa F&eacute; de Goi&aacute;s e Santa Rita do Araguaia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table border=\"0\" class=\"table table-responsible-lg table-striped\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/1090707-707.pdf\">Instru&ccedil;&atilde;o Normativa Federal n&deg; 30\/2020<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>Institui, no &acirc;mbito do Programa Nacional de Preven&ccedil;&atilde;o e Vigil&acirc;ncia de Pragas Quarenten&aacute;rias Ausentes, o Plano Nacional de Preven&ccedil;&atilde;o e Vigil&acirc;ncia de <i>Fusarium oxysporum<\/i> f.sp <i>cubense<\/i> ra&ccedil;a 4 tropical &#8211; PNPV\/Foc R 4T, na forma desta Instru&ccedil;&atilde;o Normativa.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/agrodefesa\/wp-content\/uploads\/sites\/49\/2014\/11\/2151434-dc1.pdf\">Instru&ccedil;&atilde;o Normativa Estadual n&deg; 12\/2018<\/a><\/p>\n<\/td>\n<td>Aprova Norma T&eacute;cnica para o tr&acirc;nsito e comercializa&ccedil;&atilde;o de mudas, frutos e partes de plantas de banana e helic&ocirc;nia no estado de Goi&aacute;s, conforme Anexo I.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coordenador: Juracy Rocha Braga Filho Doutor em Agronomia, &Aacute;rea de Concentra&ccedil;&atilde;o Produ&ccedil;&atilde;o Vegetal-UFG E-mail: juracy-rb@agrodefesa.go.gov.br Telefone: (62) 3201-3578 \/ 3201-3579 Colaboradora: Heloisa Rocha E-mail: heloisa.rocha@agrodefesa.go.gov.br &nbsp; &nbsp; A banana &eacute; a segunda fruta mais consumida no mundo e faz parte da dieta do brasileiro. 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