
{"id":9100,"date":"2020-12-04T17:17:05","date_gmt":"2020-12-04T20:17:05","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/agricultura\/goias-quer-suspensao-da-vacina-contra-febre-aftosa-em-2022\/"},"modified":"2020-12-04T17:17:05","modified_gmt":"2020-12-04T20:17:05","slug":"goias-quer-suspensao-da-vacina-contra-febre-aftosa-em-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/goias-quer-suspensao-da-vacina-contra-febre-aftosa-em-2022\/","title":{"rendered":"Goi\u00e1s quer suspens\u00e3o da vacina contra febre aftosa em 2022"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-9099\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/12\/aftosa_agrodefesa-746.jpg\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"540\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/12\/aftosa_agrodefesa-746.jpg 960w, https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/12\/aftosa_agrodefesa-746-300x169.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/12\/aftosa_agrodefesa-746-768x432.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/p>\n<p>Calend&aacute;rio de vacina&ccedil;&atilde;o est&aacute; mantido para 2021 com etapas em maio e novembro. Para suspens&atilde;o, Estados precisam cumprir metas sanit&aacute;rias estabelecidas pelo Mapa<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>O Governo de Goi&aacute;s defende a retirada da vacina contra febre aftosa a partir de 2022. Esta posi&ccedil;&atilde;o foi manifestada, nesta sexta-feira (4\/12), pelo presidente da Ag&ecirc;ncia Goiana de Defesa Agropecu&aacute;ria (Agrodefesa), Jos&eacute; Essado, durante reuni&atilde;o dos Estados do Bloco IV, para discuss&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es do Plano Estrat&eacute;gico do Programa Nacional de Vigil&acirc;ncia para a Febre Aftosa (PNEFA). Os trabalhos foram coordenados pelo diretor do Departamento de Sa&uacute;de Animal e Insumos Pecu&aacute;rios (DSA), do Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento (Mapa), Geraldo Marcos de Moraes.&nbsp;<\/p>\n<p>Conforme disse Jos&eacute; &nbsp;Essado, Goi&aacute;s est&aacute; trabalhando firmemente para o cumprimento de todas as a&ccedil;&otilde;es e metas preconizadas pelo Mapa no &acirc;mbito do PNEFA, com o objetivo de retirar a vacina&ccedil;&atilde;o, principalmente porque est&aacute; h&aacute; 25 anos sem registro de focos. O maior entrave, contudo, &eacute; que alguns Estados que integram o Bloco n&atilde;o conseguiram avan&ccedil;ar no cumprimento das medidas, e isso dificulta o avan&ccedil;o isolado de uma unidade federativa do mesmo bloco.<\/p>\n<p>Inicialmente o Programa previa a retirada da vacina em 2021, mas teve o calend&aacute;rio alterado, em fun&ccedil;&atilde;o da pandemia do Novo Coronav&iacute;rus.<\/p>\n<p>O diretor do DSA afirmou que os dez Estados, mais o Distrito Federal, que comp&otilde;em o Bloco IV, apresentam est&aacute;gios diferentes no cumprimento das a&ccedil;&otilde;es e isso acaba causando divis&atilde;o. Alguns deles, como Goi&aacute;s e Mato Grosso do Sul, defendem a retirada da vacina em 2022, por&eacute;m, outros querem que seja mais adiante. Geraldo Moraes disse que &eacute; poss&iacute;vel realizar estudos para desmembrar o Bloco, viabilizando a antecipa&ccedil;&atilde;o nos Estados que cumprirem as a&ccedil;&otilde;es e demonstrarem que est&atilde;o aptos para a suspens&atilde;o.&nbsp;<\/p>\n<p>Outra alternativa para os Estados que desejam antecipar a medida &eacute; apresentar pedidos isolados ao Mapa. Neste caso, &eacute; necess&aacute;rio que tenham cumprido as a&ccedil;&otilde;es previstas no PNEFA e estejam preparados para gerir os riscos sanit&aacute;rios. Isso inclui a instala&ccedil;&atilde;o de barreiras sanit&aacute;rias nas divisas com os demais Estados e\/ou com pa&iacute;ses, se estiverem nas fronteiras; dispor de fundos indenizat&oacute;rios organizados e robustos financeiramente; arcar com custos de vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria com maior n&uacute;mero de m&eacute;dicos veterin&aacute;rios nos Servi&ccedil;os Veterin&aacute;rios Oficiais; e manter controle r&iacute;gido do tr&acirc;nsito de animais de &aacute;reas livres com vacina&ccedil;&atilde;o para &aacute;reas livres sem vacina&ccedil;&atilde;o; entre outros fatores.<\/p>\n<p><strong>Calend&aacute;rio de 2021<\/strong><br \/>\nGeraldo de Moraes reafirmou a decis&atilde;o do Minist&eacute;rio da Agricultura em manter o calend&aacute;rio de vacina&ccedil;&atilde;o contra febre aftosa no exerc&iacute;cio de 2021, com duas etapas de vacina&ccedil;&atilde;o, &nbsp;em maio e em novembro. Para tanto, o Sindicato Nacional da Ind&uacute;stria de Produtos para Sa&uacute;de Animal (Sindan) j&aacute; garantiu que vai ofertar 240 milh&otilde;es de doses no pr&oacute;ximo ano. Vale ressaltar que o Bloco IV det&eacute;m mais de 60% de todo o rebanho bovino e bubalino do Brasil, somando cerca de 130 milh&otilde;es de animais. O Bloco lV &eacute; integrado pelos Estados de Goi&aacute;s, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, S&atilde;o Paulo, Bahia, Minas Gerais, Esp&iacute;rito Santo, Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins, al&eacute;m do Distrito Federal.<\/p>\n<p>Ao longo do encontro, t&eacute;cnicos do DSA abordaram quest&otilde;es t&eacute;cnicas e provid&ecirc;ncias adotadas pelo Mapa com o objetivo de melhorar o desempenho dos Estados no cumprimento das metas. Uma delas &eacute; o trabalho de avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade dos Servi&ccedil;os Veterin&aacute;rios Oficiais, por meio do Programa Quali-SV; a retomada das auditorias (virtuais) nos Servi&ccedil;os Veterin&aacute;rios; a capacita&ccedil;&atilde;o de profissionais dos Estados para identifica&ccedil;&atilde;o de riscos para introdu&ccedil;&atilde;o e difus&atilde;o de febre aftosa; a atualiza&ccedil;&atilde;o do pr&oacute;prio PNEFA; e atualiza&ccedil;&atilde;o do Manual de Investiga&ccedil;&atilde;o de Doen&ccedil;a Vesicular. E, tamb&eacute;m, a defini&ccedil;&atilde;o da Matriz de Classifica&ccedil;&atilde;o de Riscos das Unidades da Federa&ccedil;&atilde;o, considerando os m&uacute;ltiplos fatores de riscos e os impactos econ&ocirc;micos em situa&ccedil;&atilde;o de casos de febre aftosa.<\/p>\n<p>Diversas lideran&ccedil;as representativas do setor p&uacute;blico e da iniciativa privada participaram da reuni&atilde;o virtual. O presidente da Comiss&atilde;o de Coordena&ccedil;&atilde;o de Grupos dos Estados, Humberto Miranda, da Federa&ccedil;&atilde;o da Agricultura da Bahia, disse que a suspens&atilde;o da vacina contra aftosa &eacute; um passo muito importante e precisa envolver mais diretamente os pecuaristas e suas lideran&ccedil;as, bem como as esferas governamentais para que invistam mais nas a&ccedil;&otilde;es de sanidade do rebanho.&nbsp;<\/p>\n<p>Na conclus&atilde;o dos trabalhos, o diretor do DSA recomendou aos Estados que discutam a quest&atilde;o por meio das Equipes Gestoras Estaduais e apresentem &agrave; Equipe Gestora Nacional sugest&otilde;es e propostas para o avan&ccedil;o do Bloco IV a partir de 2022. &ldquo;Todos queremos a retirada da vacina, mas &eacute; necess&aacute;rio que isso seja feito com total seguran&ccedil;a, sem atropelos. O que n&atilde;o podemos &eacute; macular o resultado positivo de todo o trabalho realizado ao longo dos anos, e que tem mostrado resultados muito positivos&rdquo;, afirmou Geraldo Moraes.<\/p>\n<p><strong>Ag&ecirc;ncia Goiana de Defesa Agropecu&aacute;ria (Agrodefesa) &ndash; Governo de Goi&aacute;s &ndash; 3201-3546<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Calend&aacute;rio de vacina&ccedil;&atilde;o est&aacute; mantido para 2021 com etapas em maio e novembro. 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