
{"id":8642,"date":"2020-06-29T15:40:37","date_gmt":"2020-06-29T18:40:37","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/agricultura\/governo-de-goias-por-meio-da-agrodefesa-avalia-situacao-e-monitora-movimento-de-gafanhotos-que-podem-chegar-ao-brasil\/"},"modified":"2020-06-29T15:40:37","modified_gmt":"2020-06-29T18:40:37","slug":"governo-de-goias-por-meio-da-agrodefesa-avalia-situacao-e-monitora-movimento-de-gafanhotos-que-podem-chegar-ao-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/governo-de-goias-por-meio-da-agrodefesa-avalia-situacao-e-monitora-movimento-de-gafanhotos-que-podem-chegar-ao-brasil\/","title":{"rendered":"Governo de Goi\u00e1s, por meio da Agrodefesa, avalia situa\u00e7\u00e3o e monitora movimento de gafanhotos que podem chegar ao Brasil"},"content":{"rendered":"<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-8641\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/06\/gafanhoto-ce1.jpg\" alt=\"\" class=\"caption\" title=\"Foto: Senasa Argentina.\" width=\"800\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/06\/gafanhoto-ce1.jpg 800w, https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/06\/gafanhoto-ce1-300x169.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/06\/gafanhoto-ce1-768x432.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/>\n<p>O Governo de Goi&aacute;s, por meio da Ag&ecirc;ncia Goiana de Defesa Agropecu&aacute;ria (Agrodefesa), est&aacute; atento ao problema da nuvem de gafanhotos que est&aacute; na Argentina e Sul do Paraguai e que, dependendo das condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, pode se deslocar para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, chegando ao Paran&aacute; e atingindo at&eacute; a regi&atilde;o Central do Brasil, em especial os Estados do Mato Grosso do Sul e Goi&aacute;s. Jos&eacute; Essado, presidente da Ag&ecirc;ncia, afirma que embora haja pequena possibilidade de chegada dos insetos a Goi&aacute;s, &eacute; importante avaliar a situa&ccedil;&atilde;o e estar preparado para qualquer emerg&ecirc;ncia, seguindo orienta&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica do Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento (Mapa).<\/p>\n<p>No fim da semana passada, profissionais agr&ocirc;nomos da Agrodefesa participaram de reuni&atilde;o virtual organizada pelo Departamento de Defesa Agropecu&aacute;ria da Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul e pelo Sindicato Nacional das Empresas de Avia&ccedil;&atilde;o Agr&iacute;cola (Sindag), com presen&ccedil;a tamb&eacute;m de t&eacute;cnicos do Mapa, para avaliar a situa&ccedil;&atilde;o, nivelar informa&ccedil;&otilde;es e conhecer as medidas de controle caso a praga chegue ao Brasil. Da Agrodefesa participaram o diretor de Defesa Agropecu&aacute;ria, S&eacute;rgio Paulo Coelho; a gerente de Sanidade Vegetal, Daniela R&eacute;zio e Silva; a coordenadora do Programa de Certifica&ccedil;&atilde;o Fitossanit&aacute;ria, Fernando Faganello; o gerente de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o Vegetal, M&aacute;rcio de Oliveira e Silva; o coordenador de Agrot&oacute;xicos, Rodrigo Baiochhi Lousa e o engenheiro agr&ocirc;nomo Jos&eacute; de Sousa Reis Filho.<\/p>\n<p><strong>Situa&ccedil;&atilde;o<\/strong><br \/>\nPor enquanto, o risco de os gafanhotos chegarem ao Centro-Oeste &eacute; m&iacute;nima, porque seu deslocamento foi reduzido nos &uacute;ltimos dias por conta do clima frio e chuvoso na Argentina e no Sul do Brasil, explica o diretor da Agrodefesa S&eacute;rgio Paulo Coelho. &ldquo;O que n&atilde;o podemos &eacute; esperar que o problema chegue e estejamos desprevenidos&rdquo;, afirma. Em temperaturas mais elevadas, a nuvem de gafanhotos, estimada em 40 milh&otilde;es de unidades, pode percorrer at&eacute; 150 quil&ocirc;metros por dia e devastar imensas &aacute;reas com diversos tipos de cultivo. Os insetos s&atilde;o da esp&eacute;cie&nbsp;<em>Schistocerca cancellata<\/em>, nativa da Am&eacute;rica do Sul, cujos primeiros registros datam de 1891.<\/p>\n<p>O problema &eacute; acompanhado em tempo real por t&eacute;cnicos do Mapa, em conjunto com o Servi&ccedil;o Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa), pelo Servi&ccedil;o Nacional de Agropecu&aacute;ria da Bol&iacute;via (Senasag) e pelo Servi&ccedil;o Nacional de Qualidade e Sanidade Vegetal do Paraguai (Senave) e servi&ccedil;os estaduais de Defesa Agropecu&aacute;ria. Tanto que no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina o Mapa declarou, por meio da Portaria n&ordm; 201, de 24 de junho de 2020, emerg&ecirc;ncia fitossanit&aacute;ria devido ao risco real de surto de gafanhotos nas &aacute;reas produtoras. Al&eacute;m disso, o Minist&eacute;rio avalia a possibilidade de registro emergencial em car&aacute;ter tempor&aacute;rio de produtos comerciais (inseticidas) para uso em pulveriza&ccedil;&otilde;es a&eacute;reas, com capacidade de controlar os gafanhotos, j&aacute; que n&atilde;o existe produto espec&iacute;fico registrado para esse tipo de problema no Brasil.<\/p>\n<p>Neste fim de semana, o Senasa da Argentina localizou os insetos na Prov&iacute;ncia de Corrientes. Mas j&aacute; foram afetadas tamb&eacute;m as Prov&iacute;ncias de Santa F&eacute;, Formosa e Chaco. O &oacute;rg&atilde;o argentino realizou a&ccedil;&otilde;es de controle, conseguindo diminuir a quantidade de insetos. No domingo, dia 28, outra a&ccedil;&atilde;o estava programada para ser realizada, de modo a combater a praga e reduzir ainda mais o tamanho da nuvem. Um ponto positivo que contribui para a baixa mobilidade dos insetos foi a queda de temperatura na regi&atilde;o. No pa&iacute;s vizinho, os maiores preju&iacute;zos foram em lavouras de milho, mandioca e cana-de-a&ccedil;&uacute;car.<\/p>\n<p><strong>Informa&ccedil;&otilde;es da Agrodefesa.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Comunica&ccedil;&atilde;o &#8211; Contatos da Seapa, Agrodefesa, Ceasa Goi&aacute;s e Emater<\/strong><br \/>\nSecretaria de Estado de Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento (Seapa): (62) 3201-8925<br \/>\nAg&ecirc;ncia Goiana de Defesa Agropecu&aacute;ria (Agrodefesa): (62) 3201-3546<br \/>\nCentrais de Abastecimento do Estado de Goi&aacute;s (Ceasa Goi&aacute;s): (62) 3522-9000<br \/>\nAg&ecirc;ncia Goiana de Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica, Extens&atilde;o Rural e Pesquisa Agropecu&aacute;ria (Emater): (62) 3201-8767<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Governo de Goi&aacute;s, por meio da Ag&ecirc;ncia Goiana de Defesa Agropecu&aacute;ria (Agrodefesa), est&aacute; atento ao problema da nuvem de gafanhotos que est&aacute; na Argentina e Sul do Paraguai e que, dependendo das condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, pode se deslocar para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, chegando ao Paran&aacute; e atingindo at&eacute; a regi&atilde;o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1103,"featured_media":8641,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-8642","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"rttpg_featured_image_url":{"full":["https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/06\/gafanhoto-ce1.jpg",800,450,false],"landscape":["https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/06\/gafanhoto-ce1.jpg",800,450,false],"portraits":["https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/06\/gafanhoto-ce1.jpg",800,450,false],"thumbnail":["https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/06\/gafanhoto-ce1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/06\/gafanhoto-ce1-300x169.jpg",300,169,true],"large":["https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/06\/gafanhoto-ce1.jpg",800,450,false],"1536x1536":["https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/06\/gafanhoto-ce1.jpg",800,450,false],"2048x2048":["https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/06\/gafanhoto-ce1.jpg",800,450,false]},"rttpg_author":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/author\/"},"rttpg_comment":0,"rttpg_category":"<a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/categoria\/noticias\/\" rel=\"category tag\">Not\u00edcias<\/a>","rttpg_excerpt":"O Governo de Goi&aacute;s, por meio da Ag&ecirc;ncia Goiana de Defesa Agropecu&aacute;ria (Agrodefesa), est&aacute; atento ao problema da nuvem de gafanhotos que est&aacute; na Argentina e Sul do Paraguai e que, dependendo das condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, pode se deslocar para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, chegando ao Paran&aacute; e atingindo at&eacute; a regi&atilde;o&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8642","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1103"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8642"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8642\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8641"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8642"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8642"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8642"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}