
{"id":8438,"date":"2020-03-31T16:29:18","date_gmt":"2020-03-31T19:29:18","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/agricultura\/emater-mobiliza-pequenos-produtores-de-uruana-a-iniciarem-servico-de-delivery-como-alternativa-a-suspensao-de-feiras-livres\/"},"modified":"2020-03-31T16:29:18","modified_gmt":"2020-03-31T19:29:18","slug":"emater-mobiliza-pequenos-produtores-de-uruana-a-iniciarem-servico-de-delivery-como-alternativa-a-suspensao-de-feiras-livres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/emater-mobiliza-pequenos-produtores-de-uruana-a-iniciarem-servico-de-delivery-como-alternativa-a-suspensao-de-feiras-livres\/","title":{"rendered":"Emater mobiliza pequenos produtores de Uruana a iniciarem servi\u00e7o de delivery  como alternativa \u00e0 suspens\u00e3o de feiras livres"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-8437\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/03\/310320_EmaterUruanaDelivery-110.jpeg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/03\/310320_EmaterUruanaDelivery-110.jpeg 1280w, https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/03\/310320_EmaterUruanaDelivery-110-300x169.jpeg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/03\/310320_EmaterUruanaDelivery-110-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/agricultura\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2020\/03\/310320_EmaterUruanaDelivery-110-768x432.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/p>\n<p>Conhecida como a capital nacional da melancia, Uruana, munic&iacute;pio localizado na mesorregi&atilde;o do Centro Goiano, reserva tamb&eacute;m in&uacute;meras atra&ccedil;&otilde;es que movimentam a popula&ccedil;&atilde;o e a economia da cidade. Uma delas &eacute; a Feira do Produtor Rural, que acontece semanalmente &agrave;s ter&ccedil;as e quintas-feiras, reunindo pequenos produtores rurais e moradores da regi&atilde;o. Apesar deste cen&aacute;rio n&atilde;o ter sido o mesmo nos &uacute;ltimos dias, com a ajuda do Governo de Goi&aacute;s, por meio da Ag&ecirc;ncia Goiana de Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica, Extens&atilde;o Rural e Pesquisa Agropecu&aacute;ria (Emater), os feirantes encontraram uma alternativa.<\/p>\n<p>Com o Decreto n&ordm; 9.633, assinado no &uacute;ltimo dia 13 de mar&ccedil;o pelo governador Ronaldo Caiado, foram suspensas atividades comerciais, inclusive feiras livres, que provoquem aglomera&ccedil;&otilde;es de pessoas. Seguindo as recomenda&ccedil;&otilde;es dos &oacute;rg&atilde;os de sa&uacute;de, a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; conter a prolifera&ccedil;&atilde;o do novo coronav&iacute;rus, causador da Covid-19, uma infec&ccedil;&atilde;o respirat&oacute;ria que tem acometido milhares de pessoas em todo o mundo.<\/p>\n<p>Uma iniciativa da unidade local da Emater em Uruana buscou uma sa&iacute;da para que os pequenos produtores rurais e feirantes do munic&iacute;pio continuassem comercializando seus produtos, levando o alimento para a mesa da popula&ccedil;&atilde;o. Assim que a determina&ccedil;&atilde;o foi publicada, a engenheira agr&ocirc;noma da Ag&ecirc;ncia Estadual, Ana Rita Winder, mobilizou produtores &ndash; por meio de um aplicativo de mensagens instant&acirc;neas para smartphones &ndash; para iniciarem um servi&ccedil;o de delivery.<\/p>\n<p>&ldquo;O que seria feito com esses alimentos produzidos? Seriam jogados fora. Al&eacute;m de evitar o desperd&iacute;cio, o delivery &eacute; importante porque muitos agricultores dependem exclusivamente da renda obtida pela feira, ent&atilde;o muitos passariam necessidade&rdquo;, explicou Ana Rita.<\/p>\n<p>A maioria dos feirantes aderiu ao novo sistema, somando 27 participantes. Os produtos incluem uma variedade imensa de alimentos, entre hortali&ccedil;as, queijos, caf&eacute;, carnes, leite, bolos, pamonhas, frutas e conservas. Segundo Ana Rita, os agricultores que t&ecirc;m resid&ecirc;ncia fora do per&iacute;metro urbano do munic&iacute;pio realizam as entregas nos dias em que a feira acontecia originalmente. J&aacute; aqueles que moram na cidade fazem o delivery durante qualquer dia da semana, conforme a demanda dos consumidores. Os pedidos s&atilde;o feitos via WhatsApp diretamente com os n&uacute;meros celulares dos feirantes.<\/p>\n<p>A engenheira agr&ocirc;noma destacou tamb&eacute;m que todas as orienta&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a emitidas pelo Governo de Goi&aacute;s est&atilde;o sendo seguidas. &ldquo;Todas as medidas foram repassadas, como a import&acirc;ncia da higieniza&ccedil;&atilde;o das m&atilde;os, a utiliza&ccedil;&atilde;o de &aacute;lcool gel e evitar contato f&iacute;sico com o comprador. Al&eacute;m disso, eles est&atilde;o utilizando m&aacute;scaras no momento da entrega&rdquo;, ressaltou.<\/p>\n<p>Apesar da mudan&ccedil;a de rotina, os trabalhadores contam que t&ecirc;m tido uma experi&ecirc;ncia positiva. &Eacute; o caso do casal de agricultores Juliene Patr&iacute;cia de Rezende Santos e Ires Alves dos Santos, que trabalham com hortali&ccedil;as e h&aacute; seis anos contam com a Feira do Produtor Rural como fonte de renda da fam&iacute;lia. Al&eacute;m das verduras, eles comercializam carnes e ir&atilde;o come&ccedil;ar a produzir doce de leite. &ldquo;Estamos com poucas verduras por conta da diminui&ccedil;&atilde;o das chuvas, mas estamos vendendo bem. Para n&oacute;s &eacute; importante, porque se passa da hora da colheita, os alimentos estragam&rdquo;, afirmou a esposa sobre o servi&ccedil;o de entregas.<\/p>\n<p>A agricultora familiar Rosangela Silva Paulo, que cultiva frutas, verduras e legumes, como alface, cebolinha, pepino, maracuj&aacute; e lim&atilde;o, tamb&eacute;m est&aacute; satisfeita com a empreitada. &ldquo;N&oacute;s como pequenos produtores temos que trabalhar para sobreviver, ent&atilde;o a feira &eacute; importante para a vida de cada um&rdquo;, disse. Assim como ela e o casal dos Santos, a feirinha &eacute; a &uacute;nica fonte de renda de diversos pequenos produtores da regi&atilde;o.<\/p>\n<p>Como Rosangela mora na zona rural de Uruana, estabeleceu um ponto para armazenar seus produtos na casa de sua sogra, que fica no munic&iacute;pio. O novo sistema est&aacute; sendo bastante proveitoso, especialmente para ela, que trabalha com produtos rapidamente perec&iacute;veis. Com o delivery, a produtora relatou que as vendas n&atilde;o s&oacute; est&atilde;o indo bem, como aumentaram, abrindo novos horizontes para suas atividades enquanto produtora rural.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Informa&ccedil;&otilde;es da Emater.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Comunica&ccedil;&atilde;o &#8211; Contatos da Seapa, Agrodefesa, Ceasa Goi&aacute;s e Emater<\/strong><br \/>\nSecretaria de Estado de Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento (Seapa): (62) 3201-8925<br \/>\nAg&ecirc;ncia Goiana de Defesa Agropecu&aacute;ria (Agrodefesa): (62) 3201-3546<br \/>\nCentrais de Abastecimento do Estado de Goi&aacute;s (Ceasa Goi&aacute;s): (62) 3522-9000<br \/>\nAg&ecirc;ncia Goiana de Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica, Extens&atilde;o Rural e Pesquisa Agropecu&aacute;ria (Emater): (62) 3201-8767<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhecida como a capital nacional da melancia, Uruana, munic&iacute;pio localizado na mesorregi&atilde;o do Centro Goiano, reserva tamb&eacute;m in&uacute;meras atra&ccedil;&otilde;es que movimentam a popula&ccedil;&atilde;o e a economia da cidade. 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