

{"id":69546,"date":"2021-09-15T17:10:46","date_gmt":"2021-09-15T20:10:46","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/agr\/falar-sobre-suicidio-e-uma-das-maneiras-mais-eficazes-de-prevencao-3\/"},"modified":"2021-09-15T17:10:46","modified_gmt":"2021-09-15T20:10:46","slug":"falar-sobre-suicidio-e-uma-das-maneiras-mais-eficazes-de-prevencao-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/agr\/falar-sobre-suicidio-e-uma-das-maneiras-mais-eficazes-de-prevencao-3\/","title":{"rendered":"\u201cFalar sobre suic\u00eddio \u00e9 uma das maneiras mais eficazes de preven\u00e7\u00e3o\u201d"},"content":{"rendered":"<hr \/>\n<p class=\"pull-center\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-69545\" alt=\"\" data-image-widget-flowlayout=\"1\" height=\"302\" id=\"\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/agr\/wp-content\/uploads\/sites\/43\/2021\/09\/setembro-amarelopos-evento-site-8a6.jpg\" title=\"\" width=\"538\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/agr\/wp-content\/uploads\/sites\/43\/2021\/09\/setembro-amarelopos-evento-site-8a6.jpg 1280w, https:\/\/goias.gov.br\/agr\/wp-content\/uploads\/sites\/43\/2021\/09\/setembro-amarelopos-evento-site-8a6-300x169.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/agr\/wp-content\/uploads\/sites\/43\/2021\/09\/setembro-amarelopos-evento-site-8a6-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/agr\/wp-content\/uploads\/sites\/43\/2021\/09\/setembro-amarelopos-evento-site-8a6-768x432.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 538px) 100vw, 538px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Card: AGR<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Em live promovida pelo Servi&ccedil;o Especializado em Engenharia de Seguran&ccedil;a e Medicina do Trabalho (Sesmt) do Pal&aacute;cio Pedro Ludovico Teixeira e o da AGR, a psic&oacute;loga cl&iacute;nica e primeiro-sargento da Pol&iacute;cia Militar de Goi&aacute;s, Ana Paula N. Nunes, apresenta mitos e verdades sobre o assunto. Suic&iacute;dio &eacute; a quarta maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeiro-sargento da Pol&iacute;cia Militar de Goi&aacute;s (PMGO), Ana Paula N. Nunes, afirmou, nesta quarta-feira (15\/09), em live promovida pelo Sesmt do Pal&aacute;cio Pedro Ludovico e pelo Sesmt da Ag&ecirc;ncia Goiana de Regula&ccedil;&atilde;o, Controle e Fiscaliza&ccedil;&atilde;o de Servi&ccedil;os P&uacute;blicos (AGR), que o suic&iacute;dio tem apresentado aumento nas Am&eacute;ricas e que poucos s&atilde;o os pa&iacute;ses que t&ecirc;m estrat&eacute;gias de preven&ccedil;&atilde;o. Ao falar sobre o tema, do ponto de vista de quem est&aacute; em sofrimento, a psic&oacute;loga e professora da Escola de Governo declarou: &ldquo;Falar sobre o suic&iacute;dio &eacute; uma das maneiras mais eficazes de preven&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a participa&ccedil;&atilde;o de mais de 80 pessoas, a live &eacute; uma das a&ccedil;&otilde;es da AGR, em parceria com o Sesmt do Pal&aacute;cio, no &acirc;mbito da campanha Setembro Amarelo, de Preven&ccedil;&atilde;o ao Suic&iacute;dio. A campanha &eacute; realizada desde 2014 pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), com o objetivo de alertar os brasileiros para a necessidade de se ter uma sociedade mais atenta aos sinais que podem culminar em suic&iacute;dio. O dia 10 &eacute; oficialmente o Dia Mundial de Preven&ccedil;&atilde;o ao Suic&iacute;dio, mas a campanha acontece durante todo o ano, com a&ccedil;&otilde;es concentradas em setembro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em sua palestra, a psic&oacute;loga ressaltou que o suic&iacute;dio nunca &eacute; original, ele &eacute; sempre uma consequ&ecirc;ncia de fatores psicol&oacute;gicos e gen&eacute;ticos e trata-se de um fen&ocirc;meno complexo e multifacetado. Afirmou que n&atilde;o h&aacute; um perfil homog&ecirc;neo. O que h&aacute; s&atilde;o fatores de risco, entre eles, um ou mais diagn&oacute;sticos psiqui&aacute;tricos; abuso de subst&acirc;ncias; eventos adversos, como perdas, rompimentos de rela&ccedil;&otilde;es, luto; hist&oacute;ria familiar de suic&iacute;dio; viol&ecirc;ncia familiar, incluindo abuso f&iacute;sico e sexual; tentativa anterior; acesso a armas ou exposi&ccedil;&atilde;o a comportamentos suicidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com os dados apresentados pela palestrante, a incid&ecirc;ncia &eacute; maior em pessoas do sexo masculino, vi&uacute;vos, divorciados e separados, homossexuais e bissexuais, doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, dolorosas ou incapacitantes e din&acirc;mica familiar conturbada. Ela explicou que de cada 17 pessoas que t&ecirc;m a ideia de suic&iacute;dio, 5 fazem planos, 3 chegam a tentativas e 1 pessoa consuma a ideia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, ela apresentou, tamb&eacute;m, os fatores de prote&ccedil;&atilde;o que v&atilde;o contribuir para minimizar os riscos. S&atilde;o eles: sociedades que favorecem interdepend&ecirc;ncia e di&aacute;logo nas decis&otilde;es; percep&ccedil;&atilde;o otimista da vida, opondo-se &agrave; desesperan&ccedil;a; apego a filhos pequenos e sentimento de import&acirc;ncia na vida de outras pessoas; e pertencer a um grupo religioso, &eacute;tnico, fam&iacute;lia e institui&ccedil;&otilde;es. Quanto mais fatores de prote&ccedil;&atilde;o, mais nulas s&atilde;o as situa&ccedil;&otilde;es de risco. &ldquo;O que faz a diferen&ccedil;a na escolha entre a morte e a vida n&atilde;o s&atilde;o s&oacute; os fatores de risco&rdquo;, acentuou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre os mitos sobre o suic&iacute;dio, apresentados por Ana Paula N. Nunes, est&aacute; o de que quem fala em suic&iacute;dio raramente o comete. Ela esclareceu que a pessoa em sofrimento vai deixando pistas, sinais, e que &eacute; importante perceber esses sinais. Outro mito &eacute; o de que perguntar sobre suic&iacute;dio pode provocar atos suicidas. H&aacute; tamb&eacute;m o de que quem quer se matar est&aacute; sempre determinado e, ainda, o da melhora repentina que deve ser um sinal de alerta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas estrat&eacute;gias de preven&ccedil;&atilde;o, ela aponta, entre outras, a de se ter uma atitude emp&aacute;tica e n&atilde;o confrontar a pessoa; reduzir o acesso a subst&acirc;ncias t&oacute;xicas ou letais; estabelecer acordos para criar v&iacute;nculos com a pessoa; tratamento de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas para reduzir o desconforto; a reinser&ccedil;&atilde;o na sociedade por meio de apoio psicossocial; facilitar o acesso ao tratamento da sa&uacute;de. &ldquo;Na pr&aacute;tica, o melhor &eacute; acolher e respeitar a dor do outro, mostrando que se importa, envolver fam&iacute;lia e amigos, orientar sobre o risco de suic&iacute;dio, discutir sinais de alerta, reduzir isolamento e reduzir a sensa&ccedil;&atilde;o de ser um peso para outras pessoas&rdquo;, disse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A live foi conduzida pelo coordenador do Sesmt da AGR, Jeremias Borges Vieira e contou com a participa&ccedil;&atilde;o da equipe do Sesmt do Pal&aacute;cio Pedro Ludovico Teixeira.<\/p>\n<p><strong>Ag&ecirc;ncia Goiana de Regula&ccedil;&atilde;o, Controle e Fiscaliza&ccedil;&atilde;o de Servi&ccedil;os P&uacute;blicos (AGR) &ndash; Governo de Goi&aacute;s<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Card: AGR Em live promovida pelo Servi&ccedil;o Especializado em Engenharia de Seguran&ccedil;a e Medicina do Trabalho (Sesmt) do Pal&aacute;cio Pedro Ludovico Teixeira e o da AGR, a psic&oacute;loga cl&iacute;nica e primeiro-sargento da Pol&iacute;cia Militar de Goi&aacute;s, Ana Paula N. 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