
{"id":4055,"date":"2013-01-21T07:01:58","date_gmt":"2013-01-21T09:01:58","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/agehab\/jornal-o-hoje-publicado-em-20\/"},"modified":"2013-01-21T07:01:58","modified_gmt":"2013-01-21T09:01:58","slug":"jornal-o-hoje-publicado-em-20","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/agehab\/jornal-o-hoje-publicado-em-20\/","title":{"rendered":"Jornal O Hoje. Publicado em 20.01.2013"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-4054\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/agehab\/wp-content\/uploads\/sites\/18\/2013\/01\/realc-conquista1-e09.png\" alt=\"\" width=\"1241\" height=\"688\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/agehab\/wp-content\/uploads\/sites\/18\/2013\/01\/realc-conquista1-e09.png 1241w, https:\/\/goias.gov.br\/agehab\/wp-content\/uploads\/sites\/18\/2013\/01\/realc-conquista1-e09-300x166.png 300w, https:\/\/goias.gov.br\/agehab\/wp-content\/uploads\/sites\/18\/2013\/01\/realc-conquista1-e09-1024x568.png 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/agehab\/wp-content\/uploads\/sites\/18\/2013\/01\/realc-conquista1-e09-768x426.png 768w\" sizes=\"(max-width: 1241px) 100vw, 1241px\" \/><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p><strong>O HO<\/strong><strong>J<\/strong><strong>E <\/strong><strong>GOI&Acirc;NIA, DOMINGO, 20 DE JANEIRO DE 2013<\/strong><\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Mulheres se estacam na constru&ccedil;&atilde;o civil<\/strong><strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Posto <\/strong>historicamente ocupado por homens, o canteiro de obras passa a ser territ&oacute;rio de mulheres, que provam compet&ecirc;ncia e ocupam espa&ccedil;o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dedica&ccedil;&atilde;o, cuidado e compet&ecirc;ncia. Essas s&atilde;o algumas das qualidades que t&ecirc;m feito com que as mulheres conquistem, cada vez mais, espa&ccedil;o na constru&ccedil;&atilde;o civil no Brasil. Entre os<\/p>\n<p>anos de 2007 e 2009, houve aumento de 44,5% na contrata&ccedil;&atilde;o de profissionais do sexo<\/p>\n<p>feminino para atuar no ramo, ocupado historicamente pelos homens. O n&uacute;mero, na &eacute;poca,<\/p>\n<p>passou de 119.538 para 172.734, que representava 7,78% do total. Os dados s&atilde;o do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Rela&ccedil;&atilde;o Anual de Informa&ccedil;&otilde;es Sociais (Rais) do TEM revela que a quantidade de mulheres trabalhando na constru&ccedil;&atilde;o civil aumentou 65% na &uacute;ltima d&eacute;cada. No ano 2000 eram 83 mil dentre o n&uacute;mero de empregados, sendo que 10 anos depois elas j&aacute; ocupavam 11% das vagas criadas pelo segmento em territ&oacute;rio brasileiro. Isso sem contar com a participa&ccedil;&atilde;o das mulheres em servi&ccedil;os informais, especialmente nos que s&atilde;o voltados para acabamento em obras. Em Goi&aacute;s, a realidade n&atilde;o &eacute; diferente do que se v&ecirc;em boa parte do pa&iacute;s: de sexo fr&aacute;gil elas n&atilde;o t&ecirc;m nada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Conquista real<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em Aparecida de Goi&acirc;nia um conglomerado diferente vem chamando a aten&ccedil;&atilde;o da sociedade. Isso porque 24 m&atilde;es, filhas, esposas, e trabalhadoras da constru&ccedil;&atilde;o civil est&atilde;o mudando o cen&aacute;rio do canteiro de obras da F&aacute;brica de Casas, no Residencial Real Conquista. Boa parte dessas mulheres deixou para tr&aacute;s o antigo emprego para encarar o desafio de desempenhar um papel que, numa maioria antes esmagadora, era executado por homens. E n&atilde;o h&aacute; distin&ccedil;&atilde;o de fun&ccedil;&otilde;es por serem mulher: os servi&ccedil;os v&atilde;o desde copeira a servente de pedreira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O administrador da obra, Rog&eacute;rio Capel, conta que h&aacute; apenas 20 mulheres na F&aacute;brica de Casas construindo a estrutura dos im&oacute;veis, que s&atilde;o montados em seguida. Duas s&atilde;o respons&aacute;veis pela limpeza da obra, uma fica na copa,outra &eacute; vigilante durante o dia e, por fim, uma &eacute; t&eacute;cnica de seguran&ccedil;a do trabalho. &ldquo;S&oacute; na F&aacute;brica de Casas ela representam a metade dos funcion&aacute;rios, sendo que 28 s&atilde;o homens&rdquo;, observa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Rotina vai de m&atilde;e &agrave; oper&aacute;ria de obra<\/strong><\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>Administrar o tempo de trabalho com a hora de cuidar da casa e da fam&iacute;lia tamb&eacute;m faz parte da rotina de Elis&acirc;ngela Borges, 40. No sol escaldante, ela coloca areia dentro de um carrinho de m&atilde;o, com uma enxada numa quantidade de vezes que fica at&eacute; imposs&iacute;vel de contar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>M&atilde;e de seis filhos e esposa de um servente de pedreiro da obra, a fam&iacute;lia encontra ali, no dia a dia da constru&ccedil;&atilde;o civil, o sustento. Para ela, que anos atua na profiss&atilde;o, nada mais d&oacute;i. &ldquo;De fr&aacute;gil n&atilde;o temos nada&rdquo;, confirma.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A rotina dela, como a de todas as mulheres da F&aacute;brica de Casas, come&ccedil;a logo cedo, por volta das cinco da manh&atilde;. &ldquo;Levanto, fa&ccedil;o o caf&eacute;, deixo o almo&ccedil;o pronto e vou trabalhar.<\/p>\n<p>Mas quando as crian&ccedil;as voltarem a estudar da&iacute; vou ter que arrumar eles para o col&eacute;gio.<\/p>\n<p>De noite, quando eu e meu marido chegamos, eu vou fazer a janta e ele vai limpar a casa. Depois vou lavar a roupa&rdquo;, conta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Elis&acirc;ngela era diarista, mas muda at&eacute; a fei&ccedil;&atilde;o para dizer que n&atilde;o gostava, n&atilde;o. &ldquo;Nunca gostei de ficar limpando a casa dos outros, eu gosto &eacute; de servi&ccedil;o pesado&rdquo;, diz,aos risos.<\/p>\n<p>Como se n&atilde;o bastasse a luta di&aacute;ria das mulheres, a maioria faz quest&atilde;o de ressaltar o quanto gosta do que faz.&ldquo;Eu amo o que fa&ccedil;o&rdquo;, afirma Simone Lemes da Silva, 39. Colega de Elis&acirc;ngela,ela sente orgulho de estar onde est&aacute;,vivendo como queria: sendo uma mulher independente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Apesar de tamb&eacute;m ser casada com um servente de pedreiro da mesma obra, ela frisa que o marido n&atilde;o gosta que ela fique ali, exposta a tanto esfor&ccedil;o f&iacute;sico. Nem mesmo os filhos, j&aacute; adultos, aprovam a atividade profissional da m&atilde;e. &ldquo;Eles ficam preocupados porque<\/p>\n<p>&eacute; pesado, mas sentem orgulho de mim&rdquo;, conta, satisfeita. Sem se importar com a desaprova&ccedil;&atilde;o dos familiares, Simone batalha todos os dias e sabe que &eacute; uma guerreira.<\/p>\n<p>&ldquo;N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil cuidar da casa e auxiliar na educa&ccedil;&atilde;o dos filhos&rdquo;, pontua.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Essa a primeira profiss&atilde;o dela e, mesmo sem saber como s&atilde;o as outras profiss&otilde;es fora do canteiro de obras, ela nem hesita em dizer: &ldquo;eu tinha a op&ccedil;&atilde;o de ficar em casa, sendo do lar, mas quis ser independente, ganhar meu pr&oacute;prio dinheiro para ajudar nas despesas, por isso n&atilde;o trocaria isso aqui por nenhum outro servi&ccedil;o, pois como eudisse, amo o que fa&ccedil;o&rdquo;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>&ldquo;Em alguns casos &eacute; melhor trabalhar com elas&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>Ele conta que n&atilde;o h&aacute; distin&ccedil;&atilde;o de valores ou de g&ecirc;nero entre os trabalhadores, mas afirma que &ldquo;em alguns casos &eacute; at&eacute; melhor trabalhar com elas, justamente pelo capricho e<\/p>\n<p>dedica&ccedil;&atilde;o que t&ecirc;m&rdquo;. No come&ccedil;o das obras, h&aacute; cerca de seis anos, muitos se perguntavam se as colegas dariam conta do recado, segundo Rog&eacute;rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;A princ&iacute;pio eu achei que n&atilde;o daria certo, mas depois elas surpreenderam a todos&rdquo;, garante. Uma das mulheres que mostraram que o quanto o&ldquo;sexo fr&aacute;gil&rdquo; &eacute; capaz foi Liliam Rose Pereira, 31. Na constru&ccedil;&atilde;o desde o in&iacute;cio, ela conta que largou o trabalho como cabeleireira e manicure pelo de servente de pedreira. O contraste de uma tarefa para outra, diz ela, foi bastante grande. No entanto, a oferta de trabalho aliada a boa proposta salarial fez com que a tamb&eacute;m dona de casa optasse pela constru&ccedil;&atilde;o civil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Liliam &eacute; moradora do Residencial Real Conquista. Ela ganhou a casa atrav&eacute;s da Ag&ecirc;ncia Goiana de Habita&ccedil;&atilde;o de Goi&aacute;s (Agehab), &oacute;rg&atilde;o respons&aacute;vel pela constru&ccedil;&atilde;o das casas. Desde ent&atilde;o sua vida melhorou. &ldquo;Antes eu trabalhava no Centro de Goi&acirc;nia, ent&atilde;o seria invi&aacute;vel continuar l&aacute;, &eacute; muito longe, e n&atilde;o podia ficar sem ganhar dinheiro&rdquo;. Ela &eacute; casada e m&atilde;e de cinco filhos, sendo que o mais velho tem 13 anos e o mais novo apenas1.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>P&aacute;, carrinho de m&atilde;o e batom<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Totalmente favor&aacute;vel &agrave; contrata&ccedil;&atilde;o de mulheres para atuar na constru&ccedil;&atilde;o civil, o engenheiro respons&aacute;vel pelos canteiros de obras da Agehab em Goi&acirc;nia, Himerson<\/p>\n<p>Pereira Farias, garante que, com as mulheres,produtividade &eacute; at&eacute; 25% maior.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O diferencial delas, segundo o profissional, &eacute; que s&atilde;o mais cuidadosas, dedicadas e extremamente competentes no que fazem. Al&eacute;m disso, elas evitam o desperd&iacute;cio de tempo e material.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O engenheiro salienta,ainda, que a produ&ccedil;&atilde;o de uma mulher &eacute; t&atilde;o boa quanto a de<\/p>\n<p>um homem e que, apesar de mais limitadas fisicamente, elas compensam com mais foco no trabalho. &ldquo;O homem j&aacute; est&aacute; acostumado, mas como a mulher quer se inserir nesse mercado de trabalho, acaba por ser mais focada&rdquo;, refor&ccedil;a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para ele, &eacute; prefer&iacute;vel que as funcion&aacute;rias se engajem, especialmente, em servi&ccedil;os de acabamento, como assento de pisos e reboco. &ldquo;Elas s&atilde;o eficientes em trabalhos de alvenaria, mas tamb&eacute;m fazem carregamento de massa, entulhos e qualquer outra coisa<\/p>\n<p>feita por um homem&rdquo;, acentua.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Com elas, produtividade<\/strong><\/p>\n<p><strong>ficou at&eacute; 25% maior<\/strong><\/p>\n<p>Totalmente favor&aacute;vel &agrave; contrata&ccedil;&atilde;o de mulheres para atuar na constru&ccedil;&atilde;o civil, o engenheiro respons&aacute;vel pelos canteiros de obras da Agehab em Goi&acirc;nia, Himerson Pereira Farias, garante que, com as mulheres, produtividade &eacute; at&eacute; 25% maior. O diferencial delas, segundo o profissional, &eacute; que s&atilde;o mais cuidadosas, dedicadas<\/p>\n<p>e extremamentecompetentes no que fazem. Al&eacute;m disso, elas evitam o desperd&iacute;cio de tempo e material.<\/p>\n<p>O engenheiro salienta, ainda, que a produ&ccedil;&atilde;o de uma mulher &eacute; t&atilde;o boa quanto a de um homem e que, apesar de mais limitadas fisicamente, elas compensam com mais foco no trabalho. &ldquo;O homem j&aacute; est&aacute; acostumado,mas como a mulher quer se inserir nesse mercado de trabalho, acaba por ser mais focada&rdquo;, refor&ccedil;a.<\/p>\n<p>Para ele, &eacute; prefer&iacute;vel que as funcion&aacute;rias se engajem, especialmente,em servi&ccedil;os de acabamento, como assento de pisos e reboco. &ldquo;Elas s&atilde;o eficientes em trabalhos de alvenaria, mas tamb&eacute;m fazem carregamento de massa, entulhos e qualquer<\/p>\n<p>outra coisa feita por um homem&rdquo;, acentua.<\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O HOJE GOI&Acirc;NIA, DOMINGO, 20 DE JANEIRO DE 2013 &nbsp; Mulheres se estacam na constru&ccedil;&atilde;o civil &nbsp; Posto historicamente ocupado por homens, o canteiro de obras passa a ser territ&oacute;rio de mulheres, que provam compet&ecirc;ncia e ocupam espa&ccedil;o &nbsp; &nbsp; &nbsp; Dedica&ccedil;&atilde;o, cuidado e compet&ecirc;ncia. 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